Logo

Trizidela do Vale: Prefeito participa de reunião com Pastores para definir festividade comemorativa evangélica

Foto: Assessoria de Comunicação

Sábado, (27) o prefeito de Trizidela do Vale, Fred Maia esteve reunido na Biblioteca Municipal, com pastores de todas as igrejas evangélicas de Trizidela do Vale,cuja finalidade desse encontro foi discutir sobre a programação do dia da cultura, antes celebrada dia 10 de novembro, o que após mudança na Lei foi definida para uma nova data, sendo assim, 31 de outubro, em razão do dia da Reforma Protestante, fato este que se deu na data especificada no ano de 1517. Com essa mudança, foi necessário reunir todos os representantes das Igrejas para definirem a programação festiva da cultura evangélica dentro do calendário de comemoração dos 24 anos de emancipação política do município.

No ensejo, fora oferecido um café da manhã aos convidados que agradeceram por esse momento e explanaram sobre esse assunto. A reunião foi uma iniciativa da prefeitura, que através da secretaria de cultura e assuntos religiosos, todos os anos realiza esse momento, que tem por objetivo confraternizar e valorizar a classe evangélica que tem um importante papel dentro da sociedade.

Prefeito Fred Maia se manifestando durante a reunião/Foto: Assessoria de Comunicação

Em sua fala, o prefeito Fred Maia saudou a todos os presentes e disse que estará sempre a disposição das Igrejas e o que ali fosse determinado ele estaria abraçando a ideia. Ao término, ficou definido que para este ano, o dia da cultura evangélica será realizado no próximo dia 09, véspera do aniversário de Trizidela do Vale, sendo que, para o próximo ano a festividade já tem data marcada, ou seja, dia 31, conforme previsto na Lei Municipal no qual outorga este dia como o dia da cultura evangélica.

fonte: Assecom (Assessoria de Comunicação de Trizidela do Vale)

Eleições 2018: Haddad agradece votos recebidos e promete oposição pela democracia

Rovena Rosa/Agência Brasil/Agência Brasil

Recebido entre palmas de correligionários, lideranças de PT, PROS, PCdoB, PSOL e movimentos sociais, o candidato derrotado à presidente da República, Fernando Haddad, agradeceu na noite de hoje (28) os 46 milhões de votos no segundo turno das eleições.

Em tom firme, Haddad discursou por cerca de dez minutos e garantiu que se manterá na oposição parafraseando o hino nacional. “Verás que um professor não foge à luta. Nem teme quem adora a liberdade a própria morte”, afirmou, ao lado da esposa, Ana Estela Haddad, seus filhos Bernardo e Ana Carolina, sua mãe, e irmãs.

Democracia

Haddad ressaltou que há um longo período as “instituições são colocadas à prova a todo instante” e que soberania nacional e a democracia são valores que estão “acima de todos nós.”

“Temos uma tarefa enorme no país, que é em nome da democracia, defender o pensamento, as liberdades desses 45 milhões de brasileiros”, argumentou. “Parte expressiva do povo brasileiro precisa ser respeitada nesse momento”, completou.

Haddad subiu ao palco acompanhado da vice, Manoela d’Ávila, que carregava sua filha Laura no colo, do ex-candidato à presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos, da ex-presidente Dilma Rousseff e de outros políticos de esquerda.

Coragem

Haddad afirmou que tem um compromisso com os brasileiros e pediu para que seus eleitores não aceitem provocações e ameaças. “Não vamos deixar esse país para trás. Vamos colocar o nosso ponto de vista”, assegurou. “Coloco a minha vida à disposição desse país. Não tenham medo, nós estaremos aqui. A vida é feita de coragem.”, garantiu.

Antes de discursar, houve um minuto de silêncio em homenagem às mortes de Marielle Franco, Moa do Catendê e Charlione Albuquerque.

Derrota

O candidato do PT foi derrotado por Jair Bolsonaro por uma diferença de cerca de 11 milhões de votos. Por meio do Twitter, a candidata à vice na chapa de Haddad, Manoela d’Ávila, disse que “a tristeza tem que se transformar rapidamente em resistência.”

“O espírito desses últimos dias, nos quais milhares foram para as ruas pra virar votos de um modo tão bonito precisa se manter e se multiplicar. Eles venceram, mas a luta vai continuar. Vamos permanecer juntos, resistir e defender a democracia e a liberdade”, afirmou.

fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Eleições 2018: Bolsonaro confirma favoritismo e é o 42º presidente

Jair Bolsonaro, do PSL, o presidente eleito do Brasil, acena após votar no Rio – Li Ming/Xinhua

Jair Messias Bolsonaro, 63, é o novo presidente do Brasil —o 42º da história e o 8º desde o fim do regime militar (1964-85) que ele admira e cujo caráter ditatorial relativiza.

O deputado do PSL-RJ derrotou neste domingo (28) o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad, do PT.

Bolsonaro liderou a mais surpreendente disputa eleitoral desde o pleito de 1989 a partir de agosto, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde abril por corrupção, foi declarado inelegível.

Haddad, plano B do PT que ocupava estrategicamente a vice de Lula antes de ser lançado candidato, conseguiu chegar ao segundo turno, mas nunca ameaçou a liderança do polêmico deputado.

Ele será o 16º presidente militar da história e o 3º a chegar ao poder pelo voto direto. Os outros foram Hermes da Fonseca, em 1910, e Eurico Gaspar Dutra, em 1945.

Dono de retórica agressiva e colecionador de polêmicas que lhe valeram pechas que vão de radical a fascista, é o primeiro eleito desde Fernando Collor (1989) a se declarar abertamente de direita.

Suas credenciais democráticas são questionadas constantemente, uma novidade em pleitos presidenciais também desde Collor. Há uma semana, disse que seus adversários deveriam ser presos ou exilados, enquanto vídeo no qual seu filho Eduardo citava ser fácil fechar o Supremo Tribunal Federal em caso de questionamento de uma vitória do pai circulava.

A campanha teve diversos ineditismos. O mais notável foi o atentado a faca que Bolsonaro sofreu durante um ato em Juiz de Fora (MG), no dia 6 de setembro.

Atingido no intestino, o deputado quase morreu e ficou fora da campanha de rua até o fim da disputa.
Transformou o hospital e, depois, sua casa no Rio em quartel-general de onde gravava vídeos para a internet e recebia apoiadores.

A facada desorganizou a estratégia de seus adversários e permitiu a Bolsonaro não se submeter ao escrutínio de debates televisivos —participou apenas de dois deles no primeiro turno, antes do atentado, e preferiu ignorar o confronto com Haddad mesmo estando em condições clínicas na segunda etapa.

A derrota petista é danosa ao partido de Lula, que de todo modo logrou chegar ao segundo turno e elegeu a maior bancada na fragmentada Câmara dos Deputados. Comandando o eleitorado nordestino e mantendo cidadelas na região e no Congresso, o partido está logrou um triunfo relativo após anos de crise.

A eleição foi também um plebiscito sobre o legado do ex-presidente. Haddad era Lula, como dizia a propaganda petista no primeiro turno, convenientemente alterada para uma ideia fracassada de “Frente Democrática” para a disputa deste domingo.

Bolsonaro quebra uma série de quatro vitórias presidenciais petistas. Mais que isso, encimou um tsunami de direita na eleição, com a expulsão de diversos nomes da esquerda e da política tradicional do Legislativo e também com a ascensão de nomes novos nas disputas por governos de estado.

O antipetismo encarnado pelo deputado transformou os partidos conservadores tradicionais numa terra arrasada. O PSDB, que havia amealhado metade do eleitorado em 2014 e perdido por pouco para o PT, foi praticamente extinto em sua encarnação atual.

Diversos fatores concorrem para explicar o sucesso de Bolsonaro. Sua raiz está nos protestos de rua de 2013, quando o sentimento “contra todos” tomou conta do país e derrubou a aprovação dos principais governantes.

No ano seguinte, a Operação Lava Jato entrou no cenário político, varrendo o PT e aliados antes de chegar ao próprio PSDB.

Em 2016, a recessão comandada por Dilma Rousseff (PT) deu condições políticas para o seu impeachment, e após um sucesso parlamentar inicial, o governo sucessor de Michel Temer (MDB) afundou-se em uma crise política e ética sem fim.

A derrocada de Temer deu oxigênio ao PT, agarrado no discurso de que fora vítima de um golpe.

Ao fim, contudo, Haddad não soube criar um fio narrativo coeso para driblar a acusação de leniência com os erros e alienou aliados em potencial —como Ciro Gomes (PDT), que saiu em terceiro lugar no primeiro turno e recusou declarar voto no petista.

Se a negação ao petismo já era uma forma de protesto contra o sistema político como um todo, ela acabou creditada na conta de Bolsonaro, e não na de figuras tradicionais.

Sua ascensão meteórica foi largamente ignorada pelo mundo político até o fim do ano passado, quando a intenção de voto resiliente atrás de Lula o tornou foco de atenção.

Mas Bolsonaro estava na rua desde 2014. Ou melhor: estava na nuvem, no mundo virtual em que montou uma eficaz e bastante contestada estratégia de promoção.

O uso intensivo de multiplicação de mensagens por meio do aplicativo WhatsApp e a adesão ao recurso de comunicação direta por meio de redes sociais foram importados dos EUA —não por acaso, Bolsonaro se diz grande fã do presidente Donald Trump.

Assim como o americano, ele é acusado de disseminar fake news e desinformação, o que nega. Como a Folha mostrou na semana passada, o impulsionamento de mensagens negativas ao PT foi comprado por empresários —Justiça Eleitoral e Polícia Federal investigam se houve crime e ligação com a campanha de Bolsonaro, uma sombra que irá acompanhar o novo presidente.

O deputado, por sua vez, só dobrou a aposta ao criticar o jornal —e processar seus profissionais— e a mídia em geral. Promete rever critérios de distribuição de verba publicitária federal.

Em outubro de 2015, quando decidiu pela candidatura, ele começou a percorrer o país para apresentar-se como um improvável “novo”, mesmo sendo deputado federal desde 1991 —será o presidente com a mais longa trajetória parlamentar desde José Sarney.

Era recebido em aeroportos por pequenas multidões, que gravavam e divulgavam as imagens em tempo real. Ganhou a alcunha de “mito”.

Montado numa estrutura confusa e amadora, cercou-se de militares da reserva e conselheiros de setores conservadores, como ruralistas e evangélicos.

Seu verdadeiro núcleo duro, contudo, é a família. Bolsonaro tem quatro filhos adultos e uma filha de 7 anos. Os três mais velhos integram seu QG: o senador eleito Flávio (PSL-RJ), o deputado federal reeleito Eduardo (PSL-SP) e o vereador carioca Carlos (PSL).

fonte: folha.uol.com.br

Eleições 2018: Tranquilidade durantes as eleições em Pedreiras e Trizidela do Vale

Fotos: Sandro Vagner

Diferente do 1º turno, os eleitores de Pedreiras e Trizidela do Vale, assim como em grande parte do país,  estão indo às urnas votar apenas para um dos dois candidatos à presidência do Brasil, Bolsonaro ou Fernando Hadddad. O que permaneceu igual, mesmo, foi a votação. Tudo tranquilo, como se os eleitores não estivessem com pressa. Até as filas desapareceram, isso, por que fizemos uma comparação com o mesmo horário da matéria que postamos no primeiro turno, nos dois Municípios.

Em Pedreiras, quem foi logo cedo votar, no Colégio Manoel Trindade, encontrou um clima de paz e tranquilidade. Um movimento maior, talvez, pela quantidade de sessões, foi registrado no Centro de Ensino Oscar Galvão, mas dentro das salas o número de eleitores também foi considerado pelos mesários, sendo muito pequeno.

Tanto em Pedreiras como em Trizidela do Vale, não foi registrada a imensa sujeira deixada por alguns candidatos a deputado federal e estadual, como no primeiro turno, quando as ruas viraram um lixão a céu aberto com santinhos de candidatos que foram jogados no chão. Desta vez, as ruas pareciam que tinham sido varridas. Pelo menos essa grande diferença pôde ser vista aos olhos da Justiça Eleitoral.

Trizidela do Vale

No Centro Comunitário de Santo Antônio de Pádua, apesar do grande número de sessões, os eleitores não encontraram dificuldade e nem enfrentaram as grandes filas, diferente do primeiro turno, quando tiveram que esperar por alguns minutos, e, diga-se de passagem, um calor daqueles.

Dos dois candidatos que disputam à Presidência da República, Fernando Haddad foi maioria em Pedreiras e também em Trizidela do Vale. Jair Bolsonaro ficou em segundo lugar.

Pelo jeito, se até ao horário de encerramento o eleitor não se manifestar, como fizera no primeiro turno, além da pequena votação, o que tende a crescer mesmo será o número de votos brancos, nulos e a abstenção, pode esperar, será maior ainda.

As eleições no primeiro turno para presidente da república, ficou assim nos dois Municípios:

Pedreiras

Ficou assim o resultado das eleições no primeiro turno:

Fernando Hadda obteve 10.463 votos

Jair Bolsonaro obteve         6.447 votos

Brancos – 322 votos

Nulos     – 988 votos

Abstenção – 8. 360 eleitores deixaram de votar

Votos válidos – 19.969 votos

Compareceram 21.279 eleitores nas 115 seções do Município pedreirense.

Trizidela do Vale

Ficou assim o resultado das eleições no primeiro turno:

Fernando Haddad obteve 6.173 votos

Jair Bolsonaro obteve       3.274 votos

Brancos – 188 votos

Nulos –     592 votos

Abstenção – 3.458 eleitores deixaram de votar

Votos válidos – 11.258

Compareceram 11.838 eleitores nas 53 sessões do Município trizidelense.

fonte: Cartório Eleitoral de Pedreiras e Trizidela do Vale (Jéssica Emanuele)

Eleições 2018: Bolsonaro diz que expectativa é de vitória, e Haddad se diz esperançoso

 

Jair Bolsonaro após votação

Os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) foram às urnas na manhã deste domingo (28) para a votação para o segundo turno das eleições para presidente e governadores.

A votação ocorre até as 17h. Além da Presidência, haverá segundo turno em 13 Estados e no Distrito Federal.

O capitão reformado, que mantém vantagem de dez pontos percentuais sobre o petista –ele obteve 55% das intenções de votos válidos, contra 45% de Haddad, na pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (27)–, votou na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, zona Oeste do Rio.

Ao ser questionado sobre sua expectativa, respondeu: “O que eu vi nas ruas ao longo dos últimos meses: vitória.”

Bolsonaro foi “[aclamado por apoioadores]”, aos gritos de “mito” e “presidente”.

Haddad após votação

Haddad votou em uma escola na zona sul de São Paulo ladeado por apoiadores que, com flores e guarda-chuvas coloridos, cantavam e gritavam palavras de ordem de apoio ao petista.

“Sinto nas ruas do Brasil muita militância cidadã, cidadãos comuns indo às ruas para defender o Brasil e a democracia”, disse o presidenciável. “Estamos com uma forte tendência de alta, estou muito esperançoso de que vamos ter um grande resultado hoje à noite”, completou.

O Datafolha também confirmou disputada acirrada para o Governo de São Paulo. Márcio França (PSB) e João Doria (PSDB) seguem empatados, com o atual governador pela primeira vez numericamente à frente, 51% contra 49%.

No Rio, o Datafolha mostra uma disputa mais apertada do que se supunha. A diferença entre Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM) caiu de 12 para 6 pontos.

Já em Minas Gerais e no Distrito Federal, a eleição está definida em favor de Ibaneis (MDB) e Romeu Zema (Novo), respectivamente. Também haverá segundo turno em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá, Rio Grande do Norte e Sergipe.

fonte: folha.uol.com.br

Eleições 2018: Em pronunciamento, presidente do TSE destaca importância do voto para a construção contínua da democracia

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ministra Rosa Weber

Em pronunciamento à Nação na noite de hoje (27), a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, reafirmou a importância da participação das eleitoras e dos eleitores na escolha dos governantes como forma de construção contínua da democracia.

A ministra pediu tolerância e respeito aos que pensam diferente e destacou que o voto é a expressão máxima da soberania popular, que deve ser exercida com paz e tranquilidade. “Amanhã, não deixemos que nada tumultue a nossa escolha livre e consciente sobre o que entendamos ser o melhor para o país. O bem do Brasil é o que todos queremos”, afirmou.

A ministra afirmou que a Justiça Eleitoral estará mais uma vez a postos para assegurar o exercício do voto por meio do sistema eletrônico que se aperfeiçoa desde que começou a ser utilizado, há 22 anos, e que até hoje não registrou nenhum caso de fraude.

Rosa Weber destacou a série de providências adotadas para apurar problemas apontados no primeiro turno. “Todas as denúncias mereceram especial atenção. Todas tiveram, e estão tendo, resposta da Justiça Eleitoral, seja no campo das ações judiciais e representações já formalizadas, seja no campo administrativo, observado sempre o tempo necessário à resposta institucional responsável e com respeito ao devido processo legal”, assegurou.

Ela ressaltou ainda o combate à desinformação por meio de campanhas de orientação aos eleitores. “Estamos a experimentar possibilidades inovadoras de comunicação e convívio digitais cujo impacto ainda está por ser devidamente mensurado. Cabe a todos nós ajudar na construção de um mundo em que a tecnologia esteja a serviço dos valores que informam a nossa Constituição, e não da desinformação, do discurso do ódio, da intolerância e da violência”, enfatizou a ministra, acrescentando que a liberdade de manifestação será sempre um princípio a ser intransigentemente garantido.

“A Justiça Eleitoral não é minha, nem dos juízes e servidores eleitorais. Ela é de todos nós! Dito de outra forma: a Justiça Eleitoral é minha! É sua, eleitor, é sua, eleitora! A Justiça Eleitoral é patrimônio do povo brasileiro. Não perde a serenidade mesmo em tempos revoltos. Tão logo encerradas estas eleições, A Justiça Eleitoral começará os preparativos para as próximas, com o incansável e competente trabalho de seu qualificado corpo funcional, que merece respeito. Conclamo todos para que votemos amanhã com paz e tranquilidade! O Brasil merece!”, concluiu.

Veja o vídeo

fonte: tse.jus.br

Eleições 2018: Na véspera de eleição, diminui vantagem de Bolsonaro em relação a Haddad, indicam pesquisas

Pesquisa IBOPE

RIO – Pesquisas divulgadas na noite deste sábado, as últimas antes da eleição presidencial, mostram que diminuiu a vantagem do candidato Jair Bolsonaro (PSL) com relação ao concorrente Fernando Haddad (PT).

De acordo com o Ibope, Bolsonaro aparece com 54% dos votos válidos, contra 46% para Haddad. No levantamento anterior do Ibope, divulgado na terça-feira, Bolsonaro tinha 57% dos votos válidos, contra 43% de Haddad.

Eleições 2018: Pesquisa Datafolha mostra Bolsonaro com 55% e Haddad com 45% na véspera da eleição

Fotomontagem mostra Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) – Miguel SCHINCARIOL and Daniel RAMALHO/AFP

O deputado Jair Bolsonaro (PSL) chegou à véspera do segundo turno da eleição presidencial com 55% das intenções de votos válidos e vantagem de 10 pontos percentuais sobre o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que está com 45%, de acordo com pesquisa concluída pelo Datafolha neste sábado (27). 

O levantamento sugere que a diferença entre os dois candidatos se estreitou mais um pouco nos últimos dias, com pequenas oscilações nas preferências de ambos, dentro da margem de erro do estudo, que é de dois pontos percentuais para mais  ou para menos.

O deputado Jair Bolsonaro (PSL) chegou à véspera do segundo turno da eleição presidencial com 55% das intenções de votos válidos e vantagem de 10 pontos percentuais sobre o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que está com 45%, de acordo com pesquisa concluída pelo Datafolha neste sábado (27). 

O levantamento sugere que a diferença entre os dois candidatos se estreitou mais um pouco nos últimos dias, com pequenas oscilações nas preferências de ambos, dentro da margem de erro do estudo, que é de dois pontos percentuais para mais  ou para menos.

Entre os eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto, somente 23% disseram que ainda podem mudar de ideia até a votação. Mesmo que todos optassem por Haddad na última hora, os votos seriam insuficientes para eliminar a  diferença que separa Bolsonaro e o petista.

Haddad chegou ao fim da campanha despertando maior antipatia no eleitorado do que Bolsonaro. Segundo o Datafolha, 52% dos eleitores dizem que não votariam no petista de jeito nenhum. A taxa de rejeição de Bolsonaro é de 45%.

Entre os eleitores inclinados a votar em branco ou anular o voto, somente 23% cogitam a possibilidade de votar em Haddad e 75% dizem que não o apoiariam de jeito nenhum.

Nesse mesmo segmento, 18% afirmam que poderiam votar em Bolsonaro se mudarem de ideia até a hora da votação e 80% rejeitam a ideia.

Os números do Datafolha mostram que nas últimas semanas Bolsonaro perdeu mais votos entre os homens do que entre as mulheres, entre os mais velhos e os mais ricos. O candidato do PSL perdeu terreno em todas as regiões do país, mas  conservou o apoio no Sudeste, a mais populosa.

Haddad manteve vantagem expressiva sobre o adversário no Nordeste, o mais fiel reduto petista, e ganhou apoio nas últimas semanas em todas as outras regiões. Segundo o Datafolha, ele tem mais votos do que Bolsonaro entre eleitores mais pobres, com renda de até dois salários mínimos, e os menos escolarizados. 

Os dois finalistas chegaram à véspera da eleição empatados nas preferências do eleitorado feminino, Haddad com 42% das intenções de votos totais e Bolsonaro com 41%.

O capitão reformado, que é considerado ofensivo por muitas mulheres, enfrentou rejeição maior entre elas desde o início da campanha. Entre os homens, Bolsonaro tem 55% e Haddad está com 37%.  

Eleições 2018: TSE convida partidos políticos para acompanhar in loco totalização de votos no próximo domingo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou ofício aos 35 partidos políticos registrados na Corte convidando-os para acompanhar diretamente em sua sede a totalização dos votos no próximo domingo, dia 28, segundo turno das eleições. O convite também foi estendido a outras oito instituições: Supremo Tribunal Federal (STF), Congresso Nacional, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público, Controladoria-Geral da União (CGU), Departamento de Polícia Federal, Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).

A iniciativa já havia ocorrido no primeiro turno do pleito deste ano.  A Coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos, do candidato à presidência Jair Bolsonaro, ingressou nesta sexta-feira (26) com petição no TSE, solicitando que até cinco representantes indicados pelo grupo e outros cinco pela coligação adversária, O Povo Feliz de Novo, do candidato Fernando Haddad, pudessem acompanhar a totalização no Tribunal.

A solicitação foi prontamente atendida pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber, que, no despacho em que acolheu o pedido, lembrou que o próprio Tribunal já havia tomado a iniciativa do convite a ambas as coligações para acompanhamento da totalização de votos e divulgação de resultados nos dois turnos das eleições. A ministra ressaltou ainda em sua decisão que os representantes das coligações poderão acessar quaisquer salas e espaços físicos no TSE, no dia da eleição.

No primeiro turno, convidado pelo TSE a acompanhar os trabalhos de totalização diretamente na Corte, o Partido Social Liberal (PSL), que integra a Coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos, não indicou representante. 

Transparência

O convite feito pelo TSE permitirá que os partidos e demais instituições convidadas possam acompanhar in loco a totalização e a divulgação dos resultados neste segundo turno do pleito. Realizada pelo TSE a partir das informações dos boletins de urna encaminhadas por uma rede exclusiva pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), a totalização é iniciada logo após o encerramento da votação em cada um dos estados.

Os representantes indicados poderão acompanhar a totalização dos votos, a partir das 17h do próximo domingo, numa sala destinada a esse propósito na Secretaria de Tecnologia da Informação (STI), no prédio anexo ao edifício-sede do TSE, em Brasília.

Neste sábado (27), os convidados receberão informações detalhadas sobre como será o procedimento de acompanhamento da totalização, em reunião no TSE.

fonte: tse.jus.br

  • siga-nos no facebook

  • Mensagem do vereador Robson Rios e Família

  • Clínica Leão XIII – Fone: (99) 3642-7578/98190-5654

  • Mensagem do vereador Bruno Curvina e Família

  • Não Percam!

  • Mensagem do Prefeito Fred Maia e Família

  • IESN /Matrículas abertas: Cursos técnicos, profissionalizantes e de aperfeiçoamento

  • Mensagem do vereador Adonias Quineiro e Família

  • Gráfica e Editora Mearim – (99) 3642-8006/98189-0190 – Pedreiars – MA

  • Mensagem Chico da TV

  • Clique no flyer e acesse o site da FAESF

  • Mensagem do vereador Sérgio Profírio e Família

  • MX.com – Av. Rio Branco/99 3642-5844/ Fale com Marcílio Ximenes

  • Mensagem do Vereador Jotinha e Família

  • Para pessoas que buscam tranquilidade, conforto, bons serviços e clima agradável

  • Mensagem da vereadora Ceiça Feitosa e Família

  • CONNECT PEDREIRAS

  • Óticas Diniz

  • LOJA DOIS PAPELARIA – Avenida Rio Branco – Centro – Pedreiras

  • Uninter – Polo Pedreiras CE Franciscano Av. Dr. João Alberto, nº 5 Bairro Maria Rita Pedreiras-MA Fone: (99) 3642-1709 / (99) 981167237 – Mais informações clique no banner

  • Acesse nossa página no Facebook clicando no banner

  • Prefeitura de Trizidela do Vale. Clique no banner e acesse o site do Município

  • Especialista em aplicativos, cartões digitais interativos e redes sociais. Clique no Banner e tenha mais informações

  • Publicidade

  • Loteamento Monte Carlo – Pedreiras – MA, venha morar aqui!

  • Mídia

  • Telefones Úteis

    WhatsApp da PM (99) 8156-5426 Tenente do Dia (99) 98174-3547 Sargento do Dia (99) 98140-4154