Brasil: PF prende Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves

Policia Federal chega a casa da irma de Aecio Neves, Edificio Chopin, av. atlantica 2016 – Antonio Scorza / O Globo

RIO — A irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, foi presa na manhã desta quinta-feira pela Polícia Federal, cumprindo mandado de prisão expedido pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Informações davam conta de que ela estava fora do Brasil, mas Andréia foi presa em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Desde o início desta manhã, uma operação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal mobiliza agentes em endereços ligados ao presidente nacional do PSDB. Segundo a PF, o mandado de prisão contra sua irmã foi comprido por volta das 8h30.

O ministro Fachin mandou afastar Aécio Neves do mandato de senador. O magistrado, no entanto, optou por não decretar o pedido apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano. A solicitação será submetida ao plenário do Supremo.

Ela foi a responsável pela primeira abordagem ao empresário Joesley Batista, por telefone e via WhatsApp (as trocas de mensagens estão com os procuradores), conforme revelado pelo colunista Lauro Jardim, do GLOBO.

A Polícia Federal fez operação no imóvel da irmã do senador, Andréa Neves, em Copacabana, no Rio, dando início ao cumprimento do mandado de busca e apreensão no edifício Tancredo Neves. No entanto, lá Andréa não foi encontrada. Os policiais precisaram da ajuda de um chaveiro para entrar no apartamento do oitavo andar, onde moraria Andréa Neves. A PF aguardou cerca de uma hora para abrir a porta.

Segundo um morador do prédio, que pediu para não ser identificado, os apartamentos têm 600 metros quadrados e o do oitavo andar estava desocupado.

Fonte: oglobo.com.br

Trizidela do Vale: Ponte desaba na zona rural deixando cinco comunidades sem acesso à sede

Foto: José Sousa/Morador do Povoado Alto de Areia II

No fim da tarde de ontem (17), uma ponte na zona rural de Trizidela do Vale, que dá acesso às comunidades de Pau Real, Alto de Areia II, Santa Maria dos Ricardos e Morro Grande, desabou, deixando cinco povoados diretamente afetados pela falta de tráfego para escoamento dos seu produtos. Segundo informações de um morador, o ônibus escolar tinha terminado de passar no local. Minutos depois, um caminhão, carregado de milho, foi tentar fazer o trajeto, mas desabou.

José Sousa, morador do povoado Alto de Areia II, disse ao Blog que existem cinco pontes na estrada, todas com complicações, inclusive uma outra também desabou. Os moradores já teriam entrado em contato com a secretaria de infraestrutura de Trizidela do Vale, avisando sobre a situação das pontes.

Foto: José Sousa/Morador do Povoado Alto de Areia II

Pela estrada, inúmeras máquinas pesadas que prestam serviço para a empresa ENEVA, fazem o uso das pontes, mas segundo o morador, todas estavam precisando de manutenção.

Segundo informou José Sousa, com a falta da ponte, os alunos que moram nesses povoados terão que caminhar mais de 15 km, para chegar ao local onde a ponte desabou, para terem acesso ao ônibus.

Carga de milho que caiu no córrego/Foto: José Sousa/Morador do Povoado Alto de Areia II

O Blog recebeu várias fotos da ponte e do caminhão que desabou ao tentar passar com uma carga de milho, que pertence ao empresário conhecido com “Don Diego”.

Tentamos contato com o secretário de administração, Francisco Rodrigues, mas não tivemos retorno.

Brasil: PF faz operação em endereços de Aécio Neves no Distrito Federal, em Minas e no Rio

Agentes da PF chegam ao apartamento do senador Aécio Neves em BH – Marcos Alves / O Globo

BRASÍLIA, MINAS E RIO – A Polícia Federal (PF) está na manhã desta quinta-feira em diferentes endereços do senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do PSDB. Os agentes já entraram na casa de Aécio no Lago Sul, em Brasília. No Rio e em Anchieta (MG), ainda aguardam a chegada de um chaveiro para entrar nas residências.

Segundo uma testemunha que acompanha a ação da PF, o senador Aécio Neves está na sala de sua casa já trajando camisa e calça social e conversando com os policiais federais que estão dentro de sua casa em Brasília.

Em BH, uma viatura com cinco agentes chegou por volta de 6h desta quinta-feira. A movimentação na delegacia da PF em Belo Horizonte começou por volta de 4h. Não há ninguém no imóvel e os agentes aguardam a chegada de um chaveiro para poder entrar na residência.

Em Ipanema, no Rio de Janeiro, a Polícia Federal está no prédio do senador acompanhada de representantes do Ministério Público (MP). Um chaveiro foi chamado para abrir o apartamento e um funcionário do hotel ao lado foi chamado como testemunha. Da rua, três agentes são vistos vasculhando a sala do apartamento do senador na manhã desta quinta-feira.

A operação também se estende a mandados de busca e apreensão em três gabinetes do Congresso, de Aécio Neves, Rocha Loures e Zeze Perella.

A OPERAÇÃO

A operação da Polícia Federal foi deflagrada a partir da delação da JBS, revelada pelo GLOBO. Nela, Aécio Neves aparece pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, dono da empresa que é a maior exportadora de proteína animal do mundo, sob a justificativa de que precisava da quantia para pagar despesas com sua defesa na Lava-Jato.

A fazenda do senador, localizada em Cláudio, no interior de Minas Gerais, também é alvo de mandado de busca e apreensão. Ainda há uma equipe da PF em outra fazenda em Cláudio, esta pertencente a Frederico Pacheco de Medeiros. Primo e homem de confiança de Aécio, ele é apontado como responsável por receber R$ 2 milhões dos donos da JBS a pedido do tucano.

IRMÃ DO SENADOR

A PF também faz operação no imóvel da irmã do senador, Andréa Neves, em Copacabana, no Rio. Os agentes também aguardam a chegada de um chaveiro para entrar. Andréa é uma das principais assessoras de Aécio.

Aécio Neves já responde a seis inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) em decorrência da operação Lava-Jato.

Fonte: oglobo.com.br

Brasil: Parlamentares da oposição e da base pedem renúncia de Temer e eleições diretas

Parlamentares de oposição comemoram divulgação de denúncia contra o presidente Michel Temer – Givaldo Barbosa / Agência O Globo

BRASÍLIA — Parlamentares da oposição e da base aliada pediram na noite desta quarta-feira renúncia do presidente Michel Temer e a convocação de novas eleições. Aliado do governo, o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado, defendeu a renúncia do presidente e a antecipação das eleições presidenciais. O posicionamento foi divulgado por meio de nota enviada por sua assessoria.

“Diante da gravidade do quadro e com a responsabilidade de não deixar o Brasil mergulhar no imponderável, só nos resta a renúncia do presidente Michel Temer e a mudança na Constituição. É preciso aprovar a antecipação das eleições presidencial e do Congresso Nacional”, afirmou Caiado.

Para o líder do PPS, o deputado Arnaldo Jordy (PA), também da base de Temer, o governo “acabou” e o ideal é fazer eleições presidenciais neste ano e um pleito parlamentar no ano que vem.

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— Acabou. Não tem nada que justifica essa denúncia. Se Temer tiver grandeza, deve pactuar uma saída com instituições e antecipar o processo eleitoral. Acabou. Está na hora de devolver para as urnas a decisão. E não pode renunciar, porque os presidentes do Congresso também são investigados.

Logo após a divulgação das denúncias, a oposição se reuniu e unificou o discurso em torno de um pedido de renúncia e de uma mudança na Constituição que possibilite eleições diretas para a Presidência da República ainda este ano. Dois pedidos de impeachment do presidente já foram protocolados.

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Carlos Zarattini (SP), afirmou que a oposição pretende mobilizar um ato no próximo dia 24 de maio em Brasília, pedindo a saída de Temer. Ele disse que os parlamentares vão pressionar para que o presidente renuncie e que não voltarão para seus estados e ficarão no Congresso discutindo os próximos passos.

– Nós fizemos reunião com líderes da oposição e nós estamos concluindo algumas questões fundamentais. Primeiro, pedir a renúncia imediata do presidente da República, que tomou o poder de forma golpista. Segundo, vamos iniciar um processo de impeachment com base nesses fatos. Terceiro lugar, nós queremos aprovar imediatamente o projeto de emenda constitucional do deputado Miro Teixeira que prevê a convocação de eleições diretas já – afirmou Zarattini.

Segundo o Blog do Moreno, em reunião com ministros na noite de hoje, Temer disse que não renuncia e quer ver a fita da sua conversa com o dono da JBS.

Em uma ação articulada para pressionar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deputados da oposição pretendem votar amanhã, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo deputado Miro Teixeira que permitiria antecipar as eleições presidenciais.

A PEC determina a realização de eleições diretas até seis meses antes do final do mandato, caso a presidência fique vaga. Miro acredita que há um dano de difícil recuperação para a autoridade do presidente.

A líder do PT no Senado, Gleisi Hoffmann (PR), classificou a situação de “gravíssima” e disse ver “provas concretas” do envolvimento de Temer nas denúncias.

– É uma situação gravíssima. Essa denúncia contra o presidente da República, no noticiário tem provas concretas do envolvimento dele e de outros membros do governo que colocam a situação dele insustentável no cargo. Ele tem que renunciar ao mandato e o Brasil precisa de convocação de eleições diretas. Essa é a única maneira de pacificar o país e resolver o problema que estamos vivendo – disse Gleisi.

A senadora afirmou que se trata de obstrução de Justiça.

– O que estamos vendo é claramente obstrução de Justiça, com questões depois da Lava-Jato em andamento, de todas as denúncias feitas, essa situação se coloca novamente. Precisamos ver as provas que têm e tomar providência, o Supremo Tribunal Federal e a PGR têm que se manifestar – pontuou.

A líder do PCdoB, Vanessa Grazziotin (AM), comparou as denúncias contra Temer àquelas de que foi alvo o senador cassado Delcídio do Amaral, preso por tentar comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Ceveró. Para a senadora, não é possível manter a votação das reformas da Previdência e trabalhista no Congresso.

– Diante da gravidade dos fatos, entendemos que é impossível continuar com a pauta das reformas, mexe estruturalmente com país e não há mais legitimidade desse governo. É muito grave o caso que envolve o presidente. Há comparação com o senador Delcídio do Amaral, que foi preso por questões até menores que essa. Vamos apresentar pedido de impeachment, mas entendemos que é caso de renúncia imediata – pontuou Vanessa.

ENTENDA O CASO

O presidente Michel Temer foi gravado pelo dono da JBS Joesley Batista, dando aval para o pagamento de propina ao deputado cassado Eduardo Cunha em troca do silêncio dele. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley.

Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.

Aécio Neves também foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

Em negociação para fechar acordo de delação premiada, Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

Fonte: oglobo.com.br

Bomba! Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio de Cunha

Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio Cunha – Ailton de Freitas / Agência O Globo

Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.

Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.

Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas “ações controladas”, num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.

Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.

A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão descarada?

Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento incomum. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.

Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS contratou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.

Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada. (Colaborou Guilherme Amado)

fonte: oglobo.com.br

Pedreiras: URE emite nota de pesar pelo falecimento do professor Adalgísio, que foi vítima de um acidente

Professor Adalgísio – Vítima de acidente/Foto: Facebook do professor Nazeldo Cruz

O professor Adalgísio Barbosa foi vítima de um acidente, que aconteceu na madrugada do dia 19 de abril, próximo a uma curva na BR – 316, perto do Povoado Viração, Município de Codó. O Voyage que trazia três professores foi surpreendido por um caminhão que estaria carregado com açaí (Jussara), ia sentido São Luis a Teresina, o motorista perdeu o controle e foi para o outro lado da pista. Para evitar uma colisão frontal, o condutor do Voyage desceu uma ribanceira, com sete metros abaixo, assim, também, como o caminhão. Chovia muito no dia do acidente.

Levados para o Hospital Geral de Codó, Jackson Pereira da Silva, passou por uma cirurgia; Eugênio Moraes fraturou uma clavícula; e Adalgísio Barbosa de Araújo Neto, 26 anos, o mais grave, sofreu traumatismo craniano. Para tristeza da família e dos colegas, veio a óbito hoje (17).

A URE – Unidade Regional de Educação de Pedreiras, emitiu uma nota de pesar pelo falecimento do professor Adalgísio.

Nota da URE de Pedreiras

São João do Sóter: Homem foi autuado por porte ilegal de arma. Um veículo foi apreendido

Francisco Oliveira da Silva/Conduzido/Foto: Polícia Civil de São João do Sóter

Ontem (16), por volta das 16:30h, foi autuado em flagrante Francisco Oliveira da Silva na cidade de São João do Sóter em razão de conduzir veiculo automotor com os sinais identificadores adulterados, além de portar um revólver calibre .38 com quatro munições intactas.

A prisão foi cumprida pelos policiais civis Jackson Douglas e Aydon Aristóteles e com apoio da Polícia Militar de São João do Sóter.

Veículo e armas apreendidos durante a abordagem/Foto: Polícia Civil de São João do Sóter

O auto de prisão em flagrante foi lavrado pela delegada Marília Vasconcelos de Moraes e o preso foi autuado por porte ilegal de arma e por receptação.

Maranhão: Suspeito de estupro é linchado dentro de hospital em Bacuri

A população revoltada invadiu o hospital onde o suspeito se encontrava. – Foto: Reprodução / Whatsapp

BACURI – Um homem foi linchado na noite desta terça feira (16) por várias pessoas que invadiram o hospital do município de Bacuri, onde o mesmo se encontrava. Ele era suspeito de estuprar uma mulher na tarde da última segunda feira (15).

A moça, técnica de enfermagem, se deslocava para o seu trabalho quando foi surpreendida por três homens que roubaram sua moto, a amarraram e a estupraram. Um motorista que passava no local foi quem a socorreu.

Um dos suspeitos foi reconhecido e espancado na tarde desta terça feira (16), mas foi socorrido e levado ao hospital de Bacuri. A população revoltada com o acontecido, invadiu o local na noite do mesmo dia e agrediu o homem até a morte com pancadas e golpes de facão.

O nome do suspeito ainda não foi divulgado.

Fonte: imirante.com

Codó: Conduzidos dois suspeitos por arrombamento a uma loja de variedades

Com colaboração do repórter Sena Freitas (Codó)

Jaílton Carlos Silva e Francisco Carlos/Suspeitos de arrombamento/Foto: Senna Freitas

Jaílton Carlos Silva, 34 anos, e Francisco Carlos, conhecido como “Eduardinho”, 19 anos de idade, com várias passagens pela delegacia de Polícia Civil de Codó, foram conduzidos suspeitos por um arrombamento a uma loja de material esportivo e outros produtos, na madrugada de terça-feira (16).

O Delegado do 1º DP, Dr. Rômulo, e alguns investigadores conseguiram recuperar todo o produto de roubo que estava em poder dos acusados. O prejuízo, segundo informações do proprietário da loja, poderia ter chegado a quase R$ 4.000,00 (quatro mil reais), mas graças a ação policial tudo foi ressarcido.

Fotos: Sena Freitas

Em menos de seis meses a loja já foi arrombada duas vezes.

Brasil: Julgamento que pode cassar Temer é marcado para 6 de junho

dilma-e-temer-reuter_129 (Reuters/Reuters)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, marcou para os dias 6, 7 e 8 de junho o julgamento da ação que pode levar à cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições de 2014. Segundo informações do TSE, foram reservadas quatro sessões para deliberar sobre o processo movido pelo PSDB — duas ordinárias e duas extraordinárias.

O Tribunal vai decidir se existem indícios suficientes de abuso de poder político e econômico para cassar a chapa, o que, na prática, significa retirar do cargo o presidente Michel Temer, levando à convocação de eleições indiretas. Neste caso, ele ainda poderia concorrer à vaga que será votada pelos membros do Congresso Nacional.

As sessões foram agendadas para as 19 horas no dia 6 de junho (terça-feira); às 19h em 7 de junho (quarta-feira) e às 9h e às 19h em 8 de junho (quinta-feira).

O julgamento havia começado em 4 de abril, mas foi interrompido após os sete ministros da corte decidirem por unanimidade reabrir a etapa de coleta de provas, fixar um prazo de cinco dias para as alegações finais das partes e autorizar a realização de quatro novos depoimentos — do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, do marqueteiro João Santana, da empresária Mônica Moura e de André Santana, assistente do casal.

O processo pode ser suspendido novamente se algum ministro fizer pedido de vista (mais tempo para avaliar o caso) ou se alguma questão de ordem for aceita pela corte.

Em depoimentos sigilosos ao ministro Herman Benjamin, relator do processo na corte, o casal de marqueteiros afirmou que a ex-presidente Dilma Rousseff sabia do uso do caixa dois na sua campanha à reeleição e que não tratou de assuntos financeiros com Temer. Com base nessas alegações, o vice-procurador-geral eleitoral Nicolao Dino voltou a pedir que apenas Dilma se torne inelegível por oito anos. Ele, no entanto, recomendou que os dois sejam cassados por considerar inviável a divisão da chapa.

Fonte: veja.com