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Pedreiras: Coordenadores foram homenageados e planejaram o aniversário de 5 anos do IPEDE

Diretor Dácio e os coordenadores do IPEDE/Foto: Assessoria do IPEDE

O Instituto Pedreirense de Educação e Extensão – IPEDE, realizou, hoje (25), uma reunião com todos os seus coordenadores dos cursos de extensão e capacitação em saúde. Durante o encontro foi realizada uma homenagem aos melhores coordenadores de 2016.

Coordenadores  destaques no ano de 2016/Foto: Assessoria do IPEDE

Segundo o seu diretor, Dácio Alves Viana, a reunião serviu para que todos discutissem o planejamento geral para o ano de 2017, incluindo a comemoração dos cinco (5) anos de fundação do IPEDE em Pedreiras e região.

Na oportunidade, todos os coordenadores tiveram seus contratos renovados, confirmando, assim, essa parceria que continuará dando certo.

Fotos: Assessoria do IPEDE

Sempre buscamos o melhor para a família IPEDE. Temos toda convicção que continuaremos acertando, na certeza de proporcionar aos nossos alunos,  sempre o melhor durante mais esse planejamento que realizamos com todos os nossos coordenadores“, disse o Diretor Dácio Alves.

Brasil: Lei da terceirização acaba com concurso público, diz procurador-geral do Trabalho

Ronaldo Fleury em reunião da Comissão Especial da Reforma Trabalhista, em fevereiro deste ano / Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Lei que regulamenta a terceirização ampla no país, aprovada nesta quarta-feira (22) na Câmara dos Deputados, seria o fim do concurso público e um incentivo ao nepotismo nos municípios, no Estado e na União. Essa é a avaliação do procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ronaldo Fleury, que enumera consequências negativas para os trabalhadores, para o serviço público e até para o capital.

“Não vai ter mais concurso público porque todos esses serviços poderão ser terceirizados”, avalia Fleury.

O procurador projeta o futuro a partir de dados sobre os atuais terceirizados.”Os índices de acidentes de trabalho são muito altos: de cada dez trabalhadores que sofrem acidentes de trabalho fatais, oito são terceirizados. Por quê? Porque eles têm menos treinamento, existe um compromisso menor com o meio ambiente do trabalho”, exemplifica.

O procurador-geral, porém, indica que há chances de a lei ser anulada por contrariar o segundo parágrafo do artigo 37 da Constituição Federal, segundo o qual “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos”. No entanto, ele pondera que o Senado poderá pressionar a votação do PL 4330, cujo relator é o senador de oposição Paulo Paim (PT-RS).

Confira a íntegra da entrevista:

Brasil de Fato – Como o PL de ontem vai afetar a renovação dos servidores públicos?

Ronaldo Fleury – Tirando as carreiras de Estado, como os membros do Ministério Público, magistradura e a diplomacia, simplesmente acaba com o serviço público. Não vai ter mais concurso público, porque todos esses serviços poderão ser terceirizados.

Em todas as esferas?

Sim, em União, estados e municípios. E vai permitir a volta do nepotismo, do apadrinhamento político, a corrupção por meio de contratos de terceirização. É o que fatalmente ocorrerá. Porque o político, o procurador ou quem quer que seja que queira contratar um filho precisaria apenas criar uma empresa terceirizada, o órgão que ele trabalha será o contratante. Então é o fim de todo trabalho de combate ao nepotismo.

Algumas categorias como professor, polícia civil e hospital público estão sofrendo com a falta de mão de obra. Tem concursos que foram feitos e as pessoas não foram chamadas. De que forma essa lei vai afetar os estados e municípios na hora de lidar com essa falta de funcionários?

Essa lei vai fazer com que todos os concursados ou aqueles que pretendam fazer concurso tentem outra coisa. Talvez um apadrinhamento político para entrar por meio da terceirizada, porque essa lei libera que prefeitos, governadores, administradores simplesmente façam os contratos de terceirização e prestações de serviços, e toda a contratação seja feita por essas empresas. Essa lei permite que haja uma escola sem professores contratados, que haja uma montadora de automóveis sem um único montador de automóveis… Na verdade, vai contra o princípio do capitalismo. O capitalismo supõe capital e trabalho – vai ter só o capital, não vai ter o trabalho, porque vai ter o serviço do outro lado. Ou seja, teremos empresas que alugam gente, que têm lucro alugando gente.

Hoje, temos algumas figuras jurídicas semiterceirizantes, como as Organizações Sociais (OSs). O que diferencia o sistema das OSs de um sistema público terceirizado?

Na verdade, essa terceirização via OS é uma espécie de uma parceria público-privada, mas que não é tão privada porque são Organizações Sociais, que têm uma destinação específica, uma especialização, uma fiscalização de recursos. Podem receber recursos públicos…

Já na terceirização liberada, como se pretende com esse PL, o que vai ter é simplesmente empresas tendo lucro alugando gente.

E tem uma coisa: esse projeto não é claro no sentido da terceirização ampla. Ele é claro no sentido da possibilidade de contratos temporários, que é outra coisa.

E qual seria a diferença?

No contrato temporário, a empresa contrata diretamente os trabalhadores temporários. É o que ocorre muito no comércio hoje durante o período do Natal. Mas, agora se permite contratação indistinta e por até nove meses, ou seja, é praticamente o ano inteiro! Assim, eu posso contratar um funcionário e, a cada nove meses, fazer um novo contrato. Ele não vai ter direito a férias ou licença maternidade…

A terceirização elimina o direito à licença maternidade?

Sim, porque no contrato temporário a pessoa tem um prazo previsto anteriormente para seu fim.

E ainda tem outro problema: se a gente cotejar esse projeto com o da reforma da Previdência, o que vai acontecer: a gente vai ter uma rotatividade muito grande tanto nos temporários quanto nos terceirizados – nos terceirizados, já é muito grande a rotatividade, quatro vezes maior que os contratados pela CLT; aqueles 49 anos que serão necessários trabalhar pela reforma da Previdência, vão ser muito mais. Porque são 49 anos de contribuição.

Vamos supor que eu tenha contratos de nove meses. Trabalho nove meses e fico três sem contrato. Nove meses e fico três sem contrato… Eu vou ter que trabalhar por pelo menos uns 70 anos para poder aposentar. Eu vou ter que contribuir muito mais tempo para dar os 49 anos de contribuição.

Quais são os direitos que são suprimidos com esse projeto?

Os trabalhadores terceirizados ganham entre 60% e 80% do salário dos trabalhadores diretos. A empresa para manter um trabalhador tem que pagar um salário melhor. O terceirizado não. O empregador [que trabalha com terceirizados] trabalha com quantidade, sem a necessidade de uma especialização, de um treinamento.

Quanto ao índice de acidentes de trabalho, de cada dez trabalhadores que sofrem acidentes fatais, oito são terceirizados. Ou seja, 80% dos acidentes de trabalho fatais são de terceirizados. Por quê? Porque eles têm menos treinamento, existe um compromisso menor com o meio ambiente do trabalho. A empresa que presta o serviço vai jogar a culpa na empresa onde o serviço é prestado [contratante] e a empresa onde o serviço é prestado vai jogar a culpa na prestadora de serviço. Fica esse jogo de empurra e é o trabalhador que sofre as consequências.

Além disso, tem a rotatividade da mão de obra que, no caso dos terceirizados é menor que um ano. Tem também o problema sindical. O sindicato perde muita força. Os trabalhadores deixam de ser vinculados àquelas categorias em que eles efetivamente trabalham para serem vinculados a sindicatos de prestadores de serviço, que têm um índice de associação e, consequentemente, uma força de negociação muito baixa.

As consequências são absurdas para o direito do trabalho e para os trabalhadores.

E para o capital, essa medida não vai levar à perda de produtividade?

Com certeza! Os trabalhadores terceirizados são menos especializados, têm um treinamento menor. Só isso já gera uma queda de produtividade. Tem toda a discussão jurídica se aquela terceirização em determinada empresa vai ser uma terceirização de serviço ou uma simples contratação por uma empresa interposta. Qual a diferença?

Se eu tenho um hotel e quero contratar um gerente, eu pego uma empresa terceirizada e falo: ‘você tem que contratar o João, que vai prestar serviço para mim’. Isso na verdade é contratação de empregado usando uma empresa que se interpõe entre empregado e empregador. É uma fraude.

É diferente de eu chegar e falar: eu quero contratar um serviço de limpeza para o meu hotel. Quem vai prestar o serviço é a empresa e não interessa quem vai executar o trabalho.

Vai ser ruim para o capital, e para os trabalhadores, nem se diga! O projeto assassina a CLT. Para os empregadores, cria uma insegurança jurídica muito maior. As empresas que quiserem se aproveitar desse projeto para simplesmente trocar a mão de obra, que hoje é com vínculo empregatício, por mão de obra terceirizada ou contrato temporário, se arriscam a criar uma espada de Dâmocles* sobre a cabeça dessas empresas, porque elas podem ser demandadas judicialmente e depois não ter como pagar a indenização, que pode ser milionária.

Com essa lei, essas empresas não deixariam de ter que pagar indenização?

Não. Elas têm que pagar, mas de forma subsidiária. Ou seja, primeiro os empregados têm que ir na empresa prestadora. Se a empresa não tiver condição de pagar, os trabalhadores podem ir atrás da empresa contratante desses serviços. Se ainda tiver vivo, porque o trabalhador já vai ter sido demitido e não vai ter recebido nada – já vai estar passando fome.

Existe alguma forma de reverter essa reforma trabalhista?

Nós estamos avaliando a constitucionalidade do projeto que foi aprovado. Vai depender do texto que for sancionado e, se for o caso, nós vamos acionar a Procuradoria Geral da República para que entre com Ação Direta de Inconstitucionalidade [ADI].

Um dos pontos mais óbvios é que a lei aprovada contraria o segundo parágrafo do artigo 37 da Constituição Federal [o texto diz que “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração”].

Mas parece que vão sair dois projetos diferentes para a mesma matéria; a informação é que o Senado vai votar ainda o outro projeto sobre terceirização [o PL 4330].

Maranhão: Governo apresenta projeto Corredor do Frango a instituições bancárias

Foto: SEINC/MA

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), apresentou, nesta sexta-feira (24), às instituições bancárias, o projeto ‘Caravana do Corredor do Frango’.

O projeto, que será realizado dia 3 de abril, em Coroatá, têm como objetivo divulgar e debater os trabalhos desenvolvidos na cadeia da avicultura no estado, por meio do Mais Avicultura, programa instituído pelo governador Flávio Dino em 2015, que dá ao Maranhão maior competitividade no mercado nacional, estimulando empreendedores a se instalarem ou ampliarem seus negócios no Maranhão.

O projeto visa explicar aos produtores as vantagens de serem “integrados”, ou seja, a eles cabe a função de criar as aves de acordo com as melhores práticas de produção e de acordo com as normas de bem-estar animal, biosseguridade e sanidade e as agroindústrias ficam responsáveis pelo fornecimento de ração, medicamentos, pintos de um dia e assistência de técnicos e veterinários.

“Queremos mostrar ao produtor as vantagens da integração, por se tratar de um sistema de menor risco e que gera entradas frequentes de caixa, garantindo renda permanente, capaz de dar maior sustentabilidade a eles”, afirmou o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo.

Além disso, durante a Caravana, será apresentado o projeto de implantação do abatedouro de aves da ‘Frango Americano’, a ser instalado em Coroatá. A instalação do empreendimento irá gerar, juntamente com a implantação do abatedouro da Canindé Frangos, em Capinzal do Norte, um corredor voltado para a produção de aves no estado, gerando desenvolvimento e renda para a região.

As instituições bancárias desenvolvem um papel importante nessa nova conjuntura econômica do setor avícola no Estado. A participação delas visa assegurar aos produtores, base primordial no desenvolvimento de uma cadeia produtiva forte, como conseguir linhas de crédito”, destacou Simplício Araújo.

Fonte: SEINC/MA

Pedreiras: Secretário de infraestrutura fala sobre mudança no trânsito do Mercado Central

Mercado central/Foto: Sandro Vagner

Aos poucos, feirantes e proprietários de veículos estão entendendo as modificações que estão acontecendo em torno do mercado central de Pedreiras. Já é visível o espaço que ganharam os clientes, que se misturavam em meio a motos e carros transitando ou estacionados em frente ao Mercado das Frutas e Hortaliças.

Secretário, explicando as mudanças aos proprietários de veículos/Foto: Sandro Vagner

Segundo o Secretário de infraestrutura e urbanismo Francisco Flávio, “Cacimbão”, até a próxima segunda-feira (27), tudo estará resolvido.

Foto: Sandro Vagner

Todos os carros que ficam ao lado dos Correios, também terão que desocupar o espaço. O objetivo é deixar a feira livre com mais comodidade para todos.

Foto: Sandro Vagner

Veja uma entrevista concedida hoje (25), ao Blog, pelo Secretário “Cacimbão”.

Brasil: Governo volta a divulgar lista suja do trabalho escravo após decisão judicial. Três no Maranhão

Ivan Richard Esposito – Repórter da Agência Brasil

Depois de quase três anos sem ser atualizada e após uma intensa disputa judicial entre governo e Ministério Público do Trabalho (MPT), voltou a ser divulgado o cadastro de empresas autuadas por submeter seus empregados a condições análogas à escravidão, a chamada “lista suja do trabalho escravo”.

A lista, publicada na noite de ontem (23) no site do Ministério do Trabalho, tem 68 empregadores que foram flagrados por fiscais submetendo seus empregados a situação análoga à escravidão. De acordo com a lista, de 2011 até o final do ano passado, 503 trabalhadores estavam em situação de trabalho degradante. O total refere-se apenas aos casos em que houve decisão administrativa pela punição aos empregadores sem possibilidade de recurso.

Ainda segundo a lista suja do trabalho escravo, a maior parte das irregularidades foi registrada em fazendas, 45 no total. Os ficais do trabalho também encontraram trabalhadores submetidos a situação análoga à escravidão nos ramos da construção civil e carvoaria e no madeireiro. Ao todo, nove empresas da construção civil aparecem na lista.

Em 2014, a lista suja do trabalho escravo deixou de ser atualizada após o então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, conceder liminar a pedido da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias para suspender a divulgação.

Em maio do ano passado, a ministra Cármen Lúcia, atual presidente do STF,  revogou a medida cautelar, retirando o impedimento à publicação do cadastro. Mesmo assim, a lista não voltou a ser publicada pelo Ministério do Trabalho.

Em 30 de janeiro deste ano, o juiz Rubens Curado Silveira, titular da 11ª Vara do Trabalho, concedeu ao MPT uma liminar para obrigar o governo a publicar a lista suja no prazo de 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento. A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10), que manteve a determinação.

Contundo, no último dia do prazo para que o Ministério do Trabalho publicasse a lista suja, a AGU recorreu mais uma vez da decisão, dessa vez, no Tribunal Superior do Trabalho (TST). O presidente da corte trabalhista, ministro Ives Gandra Martins Filho, acatou o pedido da AGU e, novamente, o cadastro não foi publicado.

No último dia 14, o ministro Alberto Bresciani, do TST, derrubou a liminar concedida por Ives Gandra. Com isso, voltou a valer a decisão do TRT da 10ª Região que havia determinado a publicação da lista suja do trabalho escravo.

Fonte: Agência Brasil

Trizidela do Vale: Pop tomada de assalto e bandidos ainda correram atrás da passageira

Imagem ilustrativa

Está ficando cada vez mais difícil usar um transporte em Pedreiras e Trizidela do Vale, seja para o trabalhou ou para outro meio. Agora há pouco, no Porto da Madeira, no Transwal, em Trizidela do Vale, cinco bandidos armados com garrucha e faca, tomaram de assalto uma moto Pop vermelha, ano 2014, que não teve a placa informada ao Blog.

Segundo relato de uma das vítimas, o jovem conduzia a motocicleta, em companhia da irmã, e ao se aproximarem do Porto da madeira, foram surpreendidos por cinco elementos armados. Eles levaram a moto, uma mochila da estudante, e, ainda correram atrás da jovem, que por sorte não sofreu nada.

As vítimas são moradores do povoado Morro dos Pregos, zona rural de Trizidela do Vale.

Os moradores dos povoados estão preocupados com o alto índice de assaltos naquela região, e pedem se possível, que a Polícia Militar faça um ronda vez em quando, para inibir os assaltantes que sempre atacam suas vítimas.

Lagoa Grande: Dupla acusada de roubo foi presa em flagrante durante operação conjunta das Polícias Civil e Militar

Fotos cedidas pela Polícia Militar de Lagoa Grande do Maranhão

Em operação conjunta da polícia Civil e Polícia Militar do Município de Lagoa Grande do Maranhão, foram presos, hoje (24), em flagrante delito, Edilson de Castro Carvalho e André Silva, os dois, segundo informações dos policiais, mediante a grave ameaça, invadiam residências de idosos no povoado Sumauma e roubavam dinheiro, relógios e demais pertences das vítimas.

Os suspeitos foram autuados em flagrante delito na delegacia de polícia de Lagoa Grande, pelo crimes de roubo qualificado praticado em continuidade delitiva.

Veículo, documentos e outros produtos que estavam em poder dos suspeitos/Foto: PM/PC

Participaram da operação, o delegado de polícia, Rodson Teixeira de Almeida, o investigador Moura, Sargento Araújo Comandante do destacamento, Marcus Vinicius, e o Guarda Adeomar.

Outras vítimas dos suspeitos, devem comparecer à delegacia para registrar o Boletim de Ocorrência.

Ao TSE, delator cita Lobão e PMDB em esquema de propina de Belo Monte

Alexandre de Moraes, indicado para o STF, é recebido em sabatina pelo senador Edison Lobão

Ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior, conhecido como BJ, disse à Justiça Eleitoral que o PMDB recebeu recursos pelas obras da usina de Belo Monte, no Pará.

O ex-executivo afirmou que se recorda de ter sido o senador Edison Lobão (PMDB-MA) a pessoa para quem os valores vinculados à obra deveriam ser destinados. Ele cita também um “deputado ou ex-deputado” do Pará.

BJ prestou depoimento no dia 2 de março, ao ministro Herman Benjamin (TSE), relator do processo de cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, em 2014. A Folha teve acesso à integra do depoimento.

O executivo relatou que o partido de Temer foi o único a receber do esquema de Belo Monte por causa de um veto ao PT feito, segundo ele, por Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo.

“Quando recebi o projeto, foi-me informado que havia alguns compromissos assumidos lá na partida. E esses compromissos estavam destinados a dois partidos, sendo que um dos partidos… havia uma orientação de Marcelo de que não deveríamos fazer as contribuições – era o PT. E o PMDB tinha as pessoas que tratavam lá com os executivos anteriores a mim. O que conheço do assunto é isso. Não houve nada ao PT especificamente feito por Belo Monte por orientação do próprio Marcelo”, declarou.

O relator então perguntou: “Mas em relação ao PMDB houve”?. “Houve e está no relato das pessoas”, respondeu BJ.

Questionado sobre os nomes envolvidos no recebimento do dinheiro, ele respondeu: “Se não me engano, foi combinado através do doutor Edison Lobão e teve um outro, um deputado ou um ex-deputado que posteriormente ao doutor Edison Lobão foi quem recebeu em nome do PMDB – um deputado do Pará. Essas foram as duas pessoas cujos nomes eu ouvir, doutor”.

Lobão hoje é presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que articula acelerar a votação de um projeto de abuso de autoridade.

“Eu afirmei – tenho quase certeza – que não foi pago nada pro PT por Belo Monte. O PMDB era uma conta específica da obra, uma despesa que foi combinada e debitada a obra”, disse Benedicto Júnior.

A Polícia Federal, em setembro do ano passado, já apontava indícios de que o PMDB e quatro senadores do partido receberam propina das empresas que construíram a usina de Belo Monte, no Pará, por meio de doações legais, segundo relatório que integra inquérito no Supremo Tribunal Federal.

O relatório da PF junta essa versão com informações de outro delator, o ex-senador Delcídio do Amaral, de que senadores peemedebistas comandavam esquemas de desvios de empresas do setor elétrico: Renan Calheiros (AL), presidente do Senado, Jader Barbalho (PA), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO).

O ministro Herman Benjamin perguntou a Benedicto Júnior se algum pagamento de Belo Monte foi realizado naquele ano.

“Eu acho que houve pagamentos em 2014 para o PMDB, mas não tenho certeza porque não li o relato. Eu tenho quase certeza de que foi feito. Por isso acho que há um ex-deputado que foi a pessoa que procurou o meu executivo, levado por um executivo da Andrade Gutierrez”, disse.

Questionado se lembrava se a campanha era estadual ou presidencial, BJ disse que não lembrava.

“Nós nunca fizemos um pagamento em cima do percentual [do valor das obras]”, disse o ex-executivo. Segundo depoimento do ex-executivo da Odebrecht, os valores seriam pagos pelo departamento de Operações Estruturadas, área de pagamentos de propina do grupo.

A construção de Belo Monte foi feita por um consórcio. Os participantes são: Andrade Gutierrez (18%), Odebrecht (16%), Camargo Corrêa (16%), Queiroz Galvão (11,5%), OAS (11,5%), Contern (10%), Galvão (10%), Serveng (3%), J. Malucelli (2%) e Cetenco (2%).

OUTRO LADO
O advogado de Lobão, Antonio Carlos de Almeida Castro, refuta as acusações do delator.

“Tenho denunciado os vazamentos criminosos e dirigidos. Eles têm que ser investigados, a defesa não conhece o teor das delações logo não pode saber o contexto do que foi dito. No caso concreto dar valor a ‘ouvir dizer’ e a ‘salvo engano’ é desmoralizar o instituto da delação. Por sinal o MP tem se esmerado em desacreditar as delações”, disse.

“A fragilidade das delações é de tal monta que o recall virou a regra. Ou seja o delator pode mentir, omitir, proteger e se for pego terá a chance, ate, de mentir de novo”, afirmou.

Fonte: Folha de São Paulo

Lima Campos: Homem foi assassinado com mais de 18 perfurações

Arte: Internet

Ontem (23), a Guarnição da Polícia Militar de Lima Campos, composta pelo Subtenente Henrique, Sargento J. Morais, Guarda Municipal Anchieta, com apoio da Polícia Civil da 14ª DRPC/Pedreiras, foi até ao povoado Aroeira, após receber uma ligação via telefone, sobre o corpo de um homem que tinha sido encontrado com mais 18 perfurações.

Fotos enviadas pela PM de Lima Campos

Populares disseram que a vítima, Ocilan Cantanhede Malhão, 26 anos de idade, natural de Peritoró, foi assassinado por dois homens identificados como: José Paulo Rodrigues da Costa, conhecido como “Zezinho” e Antônio Luís da Silva, popularmente conhecido como “Bidó”, que é genro de Zezinho, ambos residentes no povoado Santa Maria dos Fernandes.

Motivo do crime

Segundo o Sargento J. Morais, no ano passado, a vítima, Ocilan, alvejou com um tiro o senhor Zezinho. A Polícia acredita em vingança, o motivo de tanta crueldade.

Com colaboração do Sargento J. Morais.

Operação Colombo: Presa quadrilha especializada em roubo e venda ilegal de combustível no Maranhão

A maioria das pessoas presas são da cidade de Itapecuru-Mirim. – Arte: Imirante.com

ITAPECURU-MIRIM – A Polícia Civil do Maranhão prendeu, nesta quinta-feira (23), uma quadrilha especializada em roubo e venda ilegal de combustível no interior do Estado.

A prisão é resultado da Operação Colombo, desenvolvida pela Superintendência Estadual de Investigação Criminal (Seic), por meio do Departamento de Combate ao Roubo de Cargas. A operação foi realizada nas cidades de Itapecuru-Mirim, Anajatuba, Coroatá, Barra do Corda e Codó.

Ao todo, doze pessoas foram presas pelos crimes de furto qualificado, compra, distribuição e venda ilegal de combustíveis, além de formação de quadrilha.

Foram presos em Itapecuru-Mirim: Kennedy Araújo Soares, 42 anos; José Aldo Rodrigues Santana, 45 anos; Romário Licar Freire, 27 anos; Hailson Ribeiro de Lemos; Ednaldo de Jesus Mendonça; e Gheckson Ferreira dos Santos, 33 anos.

Em Coroatá foi detido João Batista Silva Santos. Já em Barra do Corda, Francisco Nem da Silva. Na cidade de Tuntum foi preso Antônio Ramos da Silva, 61 anos. Em Anajatuba, Tatiana Lisboa Gama, 25 anos. E na cidade de Codó foram presos Ademilton Borges de Sousa e Jaciel Coelho Mota.

Com os detidos, a polícia apreendeu: 1.500 litros de combustível e dois caminhões-tanque contendo 50 e 25 mil litros de combustível.

Fonte: imirante.com

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