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Trump surpreende e é eleito presidente dos Estados Unidos

Trump discursa para seus apoiadores após a confirmação de sua vitória na eleição presidencial (FOTO: Chip Somodevilla/Getty Images/AFP)

Trump discursa para seus apoiadores após a confirmação de sua vitória na eleição presidencial (FOTO: Chip Somodevilla/Getty Images/AFP)

Contrariando virtualmente todas as projeções dos institutos de pesquisas, Donald Trump venceu na madrugada desta quarta-feira, 9, a eleição presidencial dos EUA, derrotando a democrata Hillary Clinton. Outsider que nunca ocupou um cargo público, o bilionário será a pessoa com menos experiência política a comandar a maior economia e o mais poderoso aparato militar do planeta.

A vitória do magnata foi confirmada às 5h30, quando a apuração apontou sua vitória no Estado de Winconsin e ele chegou a 276 delegados – 6 a mais do que os 270 necessários para ser eleito – contra 218 de Hillary. Às 6h30, a apuração ainda estava em andamento, mas o placar de delegados no colégio eleitoral continuava inalterada.

A incerteza em torno de seu governo e de suas propostas derrubaram os mercados acionários globais e provocaram desvalorização de 12% da moeda do México, o país que se transformou no principal bode expiatório dos ataques de Trump ao comércio internacional e à imigração.

O Partido Republicano manteve a maioria na Câmara e no Senado, o que deixará a legenda no comando dos poderes Executivo e Legislativo – é a primeira vez que isso ocorre desde 1928. Mas não está claro como será a relação do presidente eleito com integrantes da elite de seu próprio partido, muitos dos quais se opuseram à sua candidatura.

A vitória de Trump foi impulsionada por forças nacionalistas semelhantes às que levaram à vitória do Brexit, outro evento que colocou em xeque a capacidade dos institutos de pesquisas. Às 5h50 (horário de Brasília), Trump disse em seu discurso da vitória ter recebido a ligação de Hillary reconhecendo a derrota democrata. “É hora de caminhar juntos. Serei o presidente de todos os americanos”, disse o presidente eleito.

Seus ataques à globalização e ao comércio internacional mobilizaram trabalhadores brancos americanos sem educação superior, que impuseram uma derrota histórica a Hillary em locais que votaram no Partido Democrata nas últimas eleições presidenciais. Trump venceu na Pensilvânia, em Michigan, Ohio e Iowa, que integram o chamado “cinturão da ferrugem”, locais que sofreram com o processo de desindustrialização do país nas últimas décadas.

Com sua candidatura insurgente, o bilionário capturou o desejo de mudança de eleitores que se consideram esquecidos pela classe política e ameaçados por transformações que não controlam. Muitos se sentem deslocados pelo processo de globalização e não se reconhecem em uma sociedade cada vez mais diversa.

“As pessoas sentem que estão sendo deixadas para trás pela velocidade das mudanças econômicas, sociais e culturais nos EUA e acreditam que não têm um lugar na mesa em que as decisões são tomadas”, disse Tom Russall, um vendedor de 23 anos que aguardava o resultado da apuração em frente ao quartel general montado pela campanha de Trump em Nova York.

Na medida em que a contagem avançava, aumentava o público no local e diminuía o que estava reunido em um centro de convenções de Nova York para a frustrada festa de celebração da vitória de Hillary. Na calçada em frente ao hotel em que o candidato estava, seus seguidores gritavam “USA, USA” e “lock her up”, o grito de guerra usado na campanha para pedir a prisão da democrata.

Cerca de 30 minutos antes de a confirmação da vitória de Trump, o diretor de campanha de Hillary, John Podesta, discursou para os apoiadores da democrata que acompanham a votação no QG montado em Manhattan e afirmou que ela não faria nenhum discurso na madrugada (manhã de quarta, em Brasília). “Não teremos nada para dizer nesta noite. Então me escutem: todos deveriam ir para casa e dormir. Teremos mais para falar amanhã”, disse Podesta.

“Nós precisamos de um líder forte”, disse Mitch Pilcer, um americano-israelense que carregava uma bandeira de Israel. “As políticas democratas para o Oriente Médio provocaram instabilidade e uma onda de refugiados.”

Desde o início da campanha eleitoral, Trump apresentou uma visão dos EUA como um país decadente, invadido por imigrantes e refugiados, mergulhado na violência e humilhado no exterior por aliados e adversários. O bilionário cultivou a imagem de um líder forte, representante da “lei e da ordem”, com poder de resolver sozinho os problemas do país.

O resultado da eleição revelou profundas divisões na sociedade americana. As pequenas cidades do interior votaram em massa para Trump, enquanto os grandes centros urbanos mantiveram a fidelidade ao Partido Democrata. A hostilidade entre eleitores dos dois candidatos atingiu patamares nunca registrados na história recente dos EUA: 96% dos eleitores de Hillary têm uma visão desfavorável de Trump, enquanto 95% dos que votaram no bilionário têm uma imagem negativa da democrata.

Sob o slogan “Tornar a América Grande de Novo”, o bilionário prometeu deportar 11 milhões de imigrantes que vivem de maneira ilegal no país e construir um muro na fronteira com o México. Trump também adotou um discurso populista de rejeição à globalização e a tratados de livre comércio e disse que trará empregos industriais de volta aos EUA com a punição de empresas que transfiram suas linhas de montagem a outros países.

O candidato defendeu o uso da tortura contra suspeitos de terrorismo e chegou a propor a suspensão da entrada nos EUA de praticantes da religião muçulmana. Com ataques frequentes ao politicamente correto, Trump distribuiu ofensas de maneira generalizada durante a campanha, iniciada com a acusação de que os mexicanos que entram no país são estupradores e assassinos e encerrada pouco depois da divulgação de um vídeo no qual diz que pode fazer o que quiser com as mulheres por ser famoso.

Sodagens realizadas nos dias que antecederam a eleição davam uma vantagem de cerca de 3 pontos porcentuais a Hillary em âmbito nacional e projeções realizadas por institutos de pesquisa davam à candidata uma probabilidade de 68% a 98% de chance de ganhar a corrida presidencial.

Por Cláudia Trevisan
ENVIADA ESPECIAL / NOVA YORK

Jogador da NBA Morre Após ser Baleado no Abdômen

Bryce-Dejean-Jones

Bryce Dejean-Jones, de 23 anos, jogador da NBA, morreu assassinado com um tiro – Divulgação

A NBA perdeu um de seus jogadores neste sábado de maneira trágica. Bryce Dejean-Jones, de 23 anos, atleta do New Orleans Pelicans, morreu em consequência de um tiro no abdômen. Ele estava em temprada de calouro, e tinha um contrato de três anos com o time. O jogador atuou 14 vezes, sendo que 11 delas como titular. Sua média de pontos era de 5,6 e a de rebotes, 3,4.

O crime aconteceu em Dallas, e não se sabe o que Jones, nascido em Los Angeles, fazia na cidade, já que joga em Nova Orleans. Segundo informações da polícia, o homem que deu o tiro contou que o jogador tentou invadir o apartamento dele. Segundo o relato do homem, ele estava dormindo quando escutou a porta ser arrombada e atirou no momento em que Jones a chutava.

O Pelicans se recusou a comentar as circunstâncias da morte do jogador. No comunicado, lamentou o fato: “É com profunda tristeza que a organização Pelicans reconhece a passagem repentina de Bryce Dejean-Jones. Estamos devastados com a perda da vida desse jovem, que tinha um futuro promissor pela frente. Nossos pensamentos e orações estão com a família de Bryce durante esse momento difícil”.

O jornal “Des Moines Register”, de Dallas, transcreveu assim o relatório da polícia sobre o caso: “Quando os policiais chegaram ao local descobriram que uma pessoa tinha sido baleada. O morador (do apartamento) disse que um indivíduo tinha arrombado a porta da frente e entrado em seu apartamento. O morador, que estava dormindo no quarto, ouviu o indivíduo e pegou a arma. Ele então começou a chamá-lo, mas não foi respondido. Como o indivíduo chutava a porta do quarto, o morador disparou a arma. O indivíduo deixou o apartamento e caiu no pátio do prédio. Foi então transportado ao hospital local, onde morreu por causa das lesões.”

Fonte: oglobo.com.br

O Mundo Precisa Saber o Que Acontece na Venezuela. Um vídeo Mostra a Realidade

nicolas-maduro-presidente-venezuela

Nicolás Maduro – Presidente da Venezuela

Começou a circular nas redes sociais um vídeo, onde uma jovem faz um apelo ao mundo, sobre os acontecimentos na Venezuela. Impossibilitados de levar ao mundo os reais acontecimentos no país governado por Nicolás Maduro, a única opção da jovem foi pedir que todos possam compartilhar e passar adiante o sofrimento desse povo, que enfrenta filas para conseguir comida, e isso o mundo parece desconhecer.

Na segunda-feira (16), Maduro decretou “estado de exceção e de emergência econômica” em todo o país por 60 dias, aumentando assim os seus poderes sobre a segurança, a distribuição de alimentos e a área de energia.

Entretanto, o Parlamento venezuelano, onde a oposição tem maioria, rejeitou na terça-feira o estado de exceção e emergência econômica.

Veja agora a verdadeira realidade desse povo.

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