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Pedreiras: Com a palavra o Padre José Geraldo Teófilo da Silva

Padre José Geraldo – Reitor do Santuário de São Benedito/Foto: Sandro Vagner

Queridos leitores, pretendo com a história a seguir ajuda-los a refletir  bem sobre suas vidas! Precisamos esta pausa para reflexão. Necessitamos aprender e aprender é olhar além dos olhos da face… é transcender para não cairmos no perigo de limitar-nos a ponto de determinar qualquer situação…

Esta estória que faço questão de contar-lhes é muito importante diante da nossa vida a ponto de romper a mediocridade e buscar saídas que são gritantes dentro de nós!

Fotos: Reprodução internet

Certa vez, uma abelha selvagem das montanhas da redondeza voou para dentro da sala e, mais ou menos a cada intervalo de uma hora ou mais, ouvia-se o agradável zumbido de seu voo. A pequena criatura percebeu que era prisioneira, já que todos os esforços para encontrar a saída pela janela parcialmente aberta haviam falhado. Quando eu estava pronto para ir embora, abri mais a janela e tentei primeiro guiar, depois forçar a abelha a ganhar sua liberdade e segurança, sabendo que, se ela ficasse na sala, morreria como outros insetos que caíram nessa armadilha e não sobreviveram à atmosfera seca do lugar. Quanto mais eu tentava forçá-la a sair, com mais determinação ela se opunha e resistia aos meus esforços. O zumbido suave de antes se transformou em um barulho enraivecido, seu voo frenético passou a ser hostil e ameaçador.

Depois, em um momento de distração minha, picou-me a mão — aquela que a teria conduzido à liberdade. Finalmente pousou em um ornamento do teto, fora do meu alcance para ajudar ou prejudicar. A dor aguda da picada raivosa causou-me mais pena do que fúria. Eu sabia qual seria a inevitável penalidade para sua errônea oposição e rebeldia e tive que deixar a criatura entregue a seu destino. Três dias depois, voltei àquela sala e encontrei o corpo seco e sem vida da abelha sobre a mesa de escrever. Ela pagou com a vida pela sua teimosia.

As vezes acontece com a gente! Muitas pessoas que queremos muito bem agem como esta abelha! Quanta miopia, autossuficiência, a ponto de achar porque queremos que as pessoas voem de verdade, somos ardilosos, capciosos. Há pessoas que não aguentam ouvir e nem que possamos dar alguma sugestão. Quantas janelas abrimos, mas emperram na sua opulência e arrogância. Vejo assim com muitas pessoas que só veem que queremos destruir, derrotar, aniquilar… enquanto como amigos, tentando ajudar para não sofrer as consequências de cabeça dura. Há muitas abelhas se fechando, com medo de serem conduzidas, fazem muito barulho, mas ao mesmo tempo não preferem arriscar o voo necessário para a verdadeira polinização. Há muitas abelhas perdidas na sala do seu comodismo, imobilismo, espotaneísmo ….

Há muita gente confundido insensatez com sabedoria. E quantas vezes não voltamos atrás, achamos que nos bastamos a nós mesmos, Quantas vezes nos encolerizamos, ficamos indiferentes aos outros. Nunca queremos que alguém nos redirecione. Vejo hoje até no campo da religião. Como abelha não conseguimos compreender nada. Hoje vejo a decepção de tantos educadores, de tantos  agentes de transformação, de tantos e tantos…

Apesar de como a abelha, acharmo-nos que somos livres e até cantamos liberdade, liberdade abre as asas sobre nós… pela história da abelha insensata, vemos que as prisões não as grades e a liberdade não é a rua…

Desculpe-me pontuar alguns pensamentos: ninguém está pronto para liberdade, como Diz o Pe. Vanildo de Paiva. E seguindo sua linha de raciocínio:  “ a Liberdade  não é algo já pronto, nem mesmo algo reservado somente para algum momento de nossas vidas.” É uma experiência inerente  as decisões que tomamos a  cada instante da nossa existência. Somos livres na medida que escolhemos, usando da razão aquilo que nos torna melhores. Já dizia o poeta: “A liberdade caminha de mãos dadas com a angustia e com a responsabilidade.” Ser livre é optar continuamente pelo que julgamos melhor. É tomar decisão… Vejo que a autentica liberdade é liberdade para amar! Quem ama é capaz de deixar-se ser conduzido pelo o outro sem depender ou se prender…

Padre José Geraldo Teófilo da Silva – Reitor do Santuário de São Benedito – Pedreiras – Maranhão

1 Comentário

  1. MJQueiros disse:

    É verdade, muitos estão se matando, usando as próprias mãos
    Mesmo as janelas abertas para eles
    O vício, não deixa ver que há uma luz do outro lado
    É tudo obscuro
    A busca pelo desejo perdido
    Não deixa vê o ideal
    Do crescimento
    Por essa e outras razões
    Morrem, usando as próprias mãos

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