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Brasília: Justiça Federal determina suspensão dos resultados do SISU

Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

A Justiça Federal de São Paulo determinou a suspensão da divulgação dos resultados do Sistema Integrado de Seleção Unificada (SISU) até que o governo federal demonstre a correção das provas apontadas com problemas por estudantes de todo o país. O tribunal deu prazo de cinco dias para o cumprimento da decisão, sob multa diária de R$ 10 mil.

A decisão foi motivada por pedido da Defensoria Pública da União (DPU). Na petição, o órgão cobra que o Ministério da Educação comprove com documentos a realização da revisão dos testes prejudicados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, reivindica a explicação sobre os parâmetros utilizados nesse procedimento.

O erro, argumentou a DPU, teria impactado não apenas esses estudantes, mas o desempenho de todos os participantes, uma vez que notas de corte e a classificação são atribuídas a partir das notas de todos os alunos que realizaram a prova. “Tendo em vista que as notas das provas que foram revisadas podem ter sofrido substancial alteração, é certo que há a potencialidade de gerar algum impacto, ainda que de décimos, nos resultados finais de todos os candidatos, o suficiente para significar o acesso à vaga”, pontua a petição.

Em entrevista coletiva, o Ministério da Educação reconheceu que houve erros na atribuição de notas para cerca de seis mil alunos. Segundo a pasta, a falha teria ocorrido na impressão das provas aplicadas em algumas cidades, sendo responsabilidade de uma gráfica. O MEC acrescentou que corrigiu o problema e não haveria prejuízo para os estudantes.

Na sua decisão, a 8a Vara Cível de São Paulo avaliou que o pleito da defensoria foi legítimo em razão do “princípio da transparência que rege toda a administração pública, aliado ao dever de prestar informações, bem como a isonomia de tratamento de todos os participantes do ENEM”.

“O pedido de suspensão do processo de seleção do SISU, no caso, após o término do prazo de inscrição fixado pelo MEC, revela-se plausível, considerando que a partir desse momento, os potenciais danos aos estudantes prejudicados pela falha do INEP são concretos, pois seriam levados em consideração no processo de seleção, notas do ENEM inidôneas”, observou a decisão.

A 8a Vara, contudo, não acolheu o pleito de manter o sistema de inscrições aberto. O órgão considerou a demanda uma interferência indevida do Poder Judiciário no processo e que poderia prejudicar mais estudantes.

À Agência Brasil, o Ministério da Educação informou que prestou todos os esclarecimentos e que a Advocacia-Geral da União (AGU) entrará com recurso da decisão da Justiça Federal.

Erros no Sisu

Ontem, surgiram nas redes sociais novas denúncias de problemas, como a inscrição duplicada, a aparição de notas zeradas e a alteração das notas de corte. Alunos expuseram comportamentos que consideraram estranhos do site do SISU. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, publicou vídeo sobre o assunto.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Índia: Bolsonaro recua e diz ter zero chance de esvaziar agora ministério de Moro

O presidente Jair Bolsonaro no templo de Akshardham – Reprodução/Facebook

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (24) na Índia que há “zero chance” de um Ministério da Segurança Pública ser criado “no momento”, o que esvaziaria a pasta da Justiça, que abriga as pautas de segurança e tem no comando o ex-juiz federal Sergio Moro.

Ao chegar a seu hotel, Bolsonaro afirmou que “a chance no momento [de criar um ministério da Segurança Pública] é zero, não sei o amanhã, porque na política tudo muda, mas a intenção não é criar “.

Como a Folha revelou um dia antes, o pedido de recriação da Segurança foi articulado com Bolsonaro antes de sua reunião com secretários estaduais da área, ocorrida na quarta (22) e que reacendeu o processo de fritura de Moro.

A discussão sobre o desmembramento da Justiça para criar um Ministério da Segurança Pública criou um mal-estar com Moro, que disse a aliados que poderia deixar o governo caso isso acontecesse. Na Índia, o presidente disse que não se manifestou antes sobre a questão de forma mais enfática porque estava em voo, que levou 25 horas.

“Há interesse de setores da política [na criação do ministério], simplesmente recolhemos as sugestões educadamente e dissemos que vamos estudá-las”, disse.

Conforme aliados do ex-juiz, a sinalização dada por Bolsonaro é de desgosto pelo desempenho do ministro em sua entrevista na segunda (20) ao programa Roda Viva (TV Cultura), na qual não teria sido enfático na defesa do chefe ante críticas de jornalistas.

Críticos do ministro no governo viram na entrevista a figura de um candidato a presidente, e não a de um servidor do governo —ou da “causa”, como gostam de dizer bolsonaristas mais fiéis.

Bolsonaro disse que não chegou a falar com Moro sobre o assunto porque não era necessário. “Não preciso falar com ele, nos entendemos muito bem. Ele tem o seu perfil, outros ministros têm os seus próprios, Brasil está indo muito bem”, disse. “Números de segurança pública estão muito bem, e é a minha máxima, em time que está ganhando, não se mexe.”

O presidente disse ainda que a maior pressão que existe é para a volta dos mistérios do Planejamento e da Fazenda, que foram fundidos para criar o Ministério da Economia. “Se isso [a pressão] se tornar público, vão dizer que eu estou querendo enfraquecer o [Paulo] Guedes.”

Antes de embarcar para a viagem à Índia, Bolsonaro havia voltado a falar sobre a possibilidade de recriação do Ministério da Segurança Pública.

Nesse caso, Moro permaneceria à frente da pasta da Justiça e perderia a sua principal bandeira até aqui: a queda nas taxas de homicídios, tendência iniciada ainda na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB) e acelerada agora.

O flanco de ataque de Bolsonaro ao ex-juiz é o mesmo do ano passado, quando Moro quase foi demitido no segundo semestre. O presidente ensaiou remover o diretor da Polícia Federal, e Moro se colocou frontalmente contra a ideia.

Agora, se o ministério for recriado, a Polícia Federal e outras estruturas automaticamente saem do controle do ex-juiz símbolo da Operação Lava Jato.

Isso tem implicações diversas. A PF acompanha direta ou indiretamente investigações politicamente sensíveis, como aquelas sobre o filho senador de Bolsonaro, Flávio (sem partido-RJ), ou a do assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista.

Então juiz da 13ª Vara Criminal da Justiça Federal em Curitiba, Moro foi convidado por Bolsonaro logo após sua vitória. Ele chegou ao governo com a promessa de que assumiria um “superministério” com a missão de reforçar o combate à corrupção.

Apesar do desgaste, segundo o Datafolha, Moro se consolidou como o ministro mais bem avaliado no primeiro ano do governo Bolsonaro, com apoio popular maior do que o do próprio presidente.

Entre os que dizem conhecê-lo, 53% avaliam sua gestão no ministério como ótima/boa. Outros 23% consideram regular, e 21%, ruim/péssima. Já Bolsonaro tem indicadores mais modestos, com 30% de ótimo/bom, 32% de regular e 36% de ruim/péssimo.

Nos bastidores do Planalto o nome do ex-deputado Alberto Fraga (DEM-DF) começou a ser cotado para assumir uma eventual pasta de Segurança. Com discurso pró-armas e ex-integrante da bancada da bala da Câmara, Fraga é amigo pessoal de Bolsonaro desde os tempos em que ambos eram parlamentares e com quem mantém estreita relação até hoje.

Contrarreação

Antes de recuar, Bolsonaro tentou conter a reação pró-Moro nas redes sociais e buscou minimizar a eventual recriação do Ministério da Segurança e o consequente desmembramento da Justiça.

A ideia de dividir o atual ministério gerou uma onda de manifestações espontâneas de apoio ao ministro nas redes sociais. Moro, o mais popular dos titulares do primeiro escalão do atual governo, pareceu fragilizado pelo presidente perante a opinião pública e a classe política em Brasília.

A repetição por dois dias seguidos de que a segurança poderia ser retirada de Moro teve forte repercussão. As redes sociais, altamente sensíveis para Bolsonaro, advogaram pelo ministro.

O nome do ministro ficou entre os temas mais comentados do Twitter. As publicações, em sua maioria, tinham tom crítico a eventuais articulações do presidente. O assunto ainda contaminou o mundo político.

Bolsonaro e sua equipe então entraram em ação para desenhar uma resposta à militância virtual —base tanto de Bolsonaro como de Moro.

O presidente recorreu a Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), para sair em sua defesa publicamente. Também nas redes sociais, o general cumpriu a missão dada pelo capitão. Heleno deu início a uma série de publicações para contrapor o movimento de desagravo a Moro.

Moro passou o dia em silêncio e sem agenda pública, mas deixou chegar a aliados o desconforto com as declarações de Bolsonaro.

Por um lado, o bom andamento do governo depende da permanência do ministro, que se tornou um ícone popular após seu desempenho como juiz na condução da Operação Lava Jato em Curitiba. Por outro, o papel de destaque de Moro incomoda Bolsonaro, que vê nos gestos públicos do ministro a intenção de disputar a eleição presidencial de 2022.

METAS DA SEGURANÇA

Após pouco mais de um ano no Palácio do Planalto, Bolsonaro ainda não tirou do papel mais da metade das promessas que fez para reduzir a violência e a criminalidade no país.

A segurança pública foi a grande aposta da campanha bolsonarista e é um de seus trunfos para alavancar uma reeleição em 2022. Até agora, no entanto, só foram cumpridas 4 das 18 metas para a área anunciadas por Bolsonaro. Outras três começam a ser postas em prática.

Continuam na gaveta propostas como acabar com as audiências de custódia (que garantem o encontro entre a pessoa presa e um juiz em até 24 horas); reduzir a maioridade penal para 16 anos; construir presídios; tipificar ações do MST como terrorismo; usar as Forças Armadas contra o crime organizado; e gravar no Panteão da Pátria e da Liberdade, em Brasília, o nome de policiais mortos.

Outras metas estão travadas no Congresso, como diminuir de 25 para 21 anos a idade mínima para obter acesso a armas. Por enquanto, os parlamentares só permitiram a aquisição de armamento mais cedo em área rural.

Outra pauta emperrada é a do excludente de ilicitude para policiais, que apareceu no pacote anticrime, apresentado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. O trecho que isentava policiais que matassem em serviço de responder à Justiça em caso de “medo ou violenta emoção” foi retirado pelos deputados antes de o projeto ser aprovado no Congresso sem as principais bandeiras bolsonaristas.

A atual gestão tem destacado a aceleração na tendência de queda no índice de homicídios nos primeiros oito meses do ano. Dados preliminares do governo indicam que a redução está na casa de 20%.

Se confirmados esses dados quando houver consolidação das ocorrências no ano, isso significa que deixaram de ser mortas 7.000 pessoas em comparação com 2018. Caíram também latrocínios, roubos de carga, veículos e a banco. Os índices têm sido comemorados por Moro como mérito da gestão bolsonarista.

ALTOS E BAIXOS DE SERGIO MORO NO GOVERNO BOLSONARO

Atritos

Ministério da Segurança
Bolsonaro afirmou que pode recriar a pasta da Segurança Pública, que hoje integra o Ministério da Justiça. Com isso, a área sairia da alçada de Moro. O ministro, contudo, tem usado como principal vitrine da sua gestão a redução de homicídios, que foi iniciada no governo de Michel Temer (MDB)

Mensagens da Lava Jato
divulgação de mensagens trocadas entre o então juiz da Lava Jato e procuradores da operação colocou em dúvida a imparcialidade de Moro como magistrado

Pacote anticrime
A lei sancionada por Bolsonaro foi um tanto diferente do projeto apresentado por Moro à Câmara no início de 2019. Foi removida pelo Legislativo, por exemplo, a ampliação das causas excludentes de ilicitude (que abria espaço para a isenção de agentes que cometessem excessos por “escusável medo, surpresa ou violenta emoção”). Das 38 sugestões de vetos que constavam em parecer do Ministério da Justiça enviado ao Planalto, cinco foram atendidas por Bolsonaro (uma de forma parcial). Uma das indicações ignoradas era o veto ao juiz das garantias, que divide a condução do processo penal entre dois magistrados

Fôlego

Popularidade e confiança
Moro tem melhor avaliação e mais credibilidade junto à população que Bolsonaro, segundo levantamentos do Datafolha. Na última pesquisa, realizada em dezembro, o ministro era aprovado por 53% dos entrevistados. No caso do presidente, o índice é de 30%

Prisão após 2ª intância
Após decisão do Supremo que barrou a execução antecipada da pena, o ministro tem liderado esforço no Congresso para criar nova legislação que permita a prisão de condenados em segunda instância

Apoio nas ruas 
Manifestações de rua têm sido convocadas desde a metade do ano em todo o país para demonstrar apoio ao ex-juiz e à Operação Lava Jato

Fonte: folha.uol.com.br

Brasília: Brasil cria 644 mil empregos com carteira em 2019, melhor resultado em seis anos

Desempenho do emprego formal em 2019 foi melhor do que o registrado em 2018 Foto: Agência O Globo

O saldo de empregos no mercado formal de trabalho brasileiro em 2019 foi o melhor em seis anos. No ano passado, o país criou 644.079 vagas de trabalho com carteira assinada.

O número se refere ao saldo entre as contratações e as demissões neste período: foram registradas 16.197.094 contratações e 15.553.015 demissões. Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério da Economia.

Na comparação com 2018, foram 115 mil postos de trabalho gerados a mais no país, e todos os oito setores da economia avaliados pelo Caged registraram saldo positivo no ano passado.

Do ponto de vista regional, os resultados também foram positivos: todas as cinco regiões do país mais contrataram do que demitiram ao longo do ano passado.

Segundo o secretário de Trabalho da pasta, Bruno Dalcolmo, a melhora entre 2018 e 2019 é um reflexo do aumento da confiança do empresariado no país:

– Isso é mais uma característica da retomada da economia brasileira, da confiança do empresariado na retomada da economia brasileira – afirmou.

Boa parte do desempenho positivo de 2019 se deve à geração de empregos no setor de serviços. Esse segmento gerou 382.525 mil novos postos de trabalho, mais da metade de todos os empregos gerados no ano. Em seguida, aparece o comércio, com 145.475 mil novos empregos.

A construção civil abriu 71.115 mil novas vagas, número quase quatro vezes maior do que o registrado em 2018. O desempenho setor, que vinha amargando resultados negativos nos últimos anos, é visto pela equipe econômica com entusiasmo.

– A construção civil parece estar de volta. Temos visto o número de lançamentos crescendo bastante, São Paulo foi destaque no ano passado. E a construção civil tem uma cadeia produtiva importante para a geração de empregos, principalmente para a população mais pobre – disse Dalcolmo, que espera desempenho positivo do setor para 2020.

A indústria de transformação criou 18.341 mil empregos, e o salto também chama a atenção: o montante foi sete vezes maior na comparação com o ano anterior.

Na agropecuária, o saldo foi positivo com 14.366 mil vagas, também mais de quatro vezes superior ao registrado ao longo de 2018.

Os resultados também foram positivos no setor de serviços industriais de utilidade pública, que gerou 6.430 empregos. Na indústria extrativa mineral, foram 5.005 mil empregos. Na administração pública, foram 822 novas vagas.

Menos vagas em dezembro

Em dezembro, o saldo de empregos foi negativo, como historicamente ocorre nesse mês do ano. Comumente, o número de demissões sobe nesta época por conta dos postos temporários de trabalho que são criados. No

último mês de 2019 foram 307.311 mil vagas fechadas, montante menor do que o registrado em dezembro de 2018, quando 334.462 mil postos deixaram de existir.

O maior número de desligamentos em dezembro se concentrou também no setor de serviços, que fechou 113.852 mil postos. Em seguida, aparece a indústria de transformação, que fechou 104.634 mil vagas.

Na contramão, o comércio foi o único setor a gerar vagas em dezembro, com saldo positivo de 19.122 mil empregos.

No acumulado até novembro, as contratações com carteira assinada haviam somado 948.344.

Sudeste puxa saldo positivo

O Sudeste puxou o saldo positivo do país com o maior número de vagas criadas: foram 318.219 mil. A liderança ficou com o estado de São Paulo que gerou 184.133 mil novos postos, seguido por Minas Gerais, que abriu 97.720 mil.

Os piores resultados ficaram por conta do Amapá, que só gerou 352 vagas, e com o Acre, com 353 novos postos, estados menores que, proporcionalmente, geram menos emprego.

Assim, o estoque de empregos formais no Brasil, ou seja, o número de pessoas atualmente empregadas com carteira, chegou a 39,055 milhões em 2019, ante 38,434 milhões de 2018. O resultado é o melhor desde 2015, quando o país fechou o ano com 39,234 milhões de empregos formais.

Ainda de acordo com o secretário de Trabalho, o governo persegue a meta de gerar 1 milhão de empregos em 2020. O número está condicionado, no entanto, a um crescimento de 3% da economia brasileira. A previsão oficial da secretaria de política econômica é menor, de 2,4% de avanço do PIB este ano.

No ano passado, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o país poderia gerar 1 milhão de empregos já em 2019. Segundo Dalcolmo, o presidente não considerou a baixa sazonal dos empregos em dezembro, por conta das demissões decorrentes de contratos temporários.

Dalcolmo afirmou ainda que as projeções para o emprego em 2020 dependem de fatores internos e externos à economia brasileira, para que o país não caia na armadilha do “voo de galinha”, sem crescimento sustentado no longo prazo.

— Depende do cenário (da economia) internacional, e da capacidade de aprovação das reformas dentro do congresso. A economia está no direcionamento correto, mas consolidação depende desses fatores — afirmou.

Trabalho intermitente

Ainda de acordo com os dados divulgados pelo ministério da Economia, foram gerados 85.716 mil postos de trabalho na modalidade do contrato intermitente, aquele que ocorre em dias e horários específicos, estabelecido pela reforma trabalhista em 2018.

A maior parte das vagas do tipo foi gerada no setor de serviços e no comércio, sobretudo nas funções de assistente de vendas, repositor de mercadorias e vigilante.

Já no regime de trabalho parcial, aquele em que a contratação é por um período menor e determinado, foram gerados 20.360 mil empregos, também concentrados nos serviços e no comércio.

Confiança do empresário

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta quinta relatório no qual aponta que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) alcançou 65,3 pontos em janeiro de 2020, o patamar mais elevado desde junho de 2010.

O resultado deste mês supera até mesmo o valor registrado em janeiro de 2019, ponto mais alto do otimismo no último período pós-eleitoral.

“A confiança elevada dá impulso à produção e ao investimento, sobretudo quando baseada não só em expectativas, mas também na percepção de melhora dos negócios”, destaca a CNI, em relatório.

O relatório da CNI destaca que a confiança elevada se baseia não somente nas expectativas para os próximos seis meses, como também no sentimento de melhora da situação econômica corrente.

Fonte: oglobo.globo.com

Mundo: Coronavírus já matou 26 pessoas; OMS mantém alerta permanente

Foto: TYRONE SIU

Vinte e seis mortos e 830 pessoas infectadas com o coronavírus são os números mais recentes sobre o coronavírus, divulgados pelo governo chinês.

A agência de notícias France Press cita a Comissão Nacional de Saúde da China e diz que mais de mil casos considerados suspeitos estão sendo investigados.

O Japão anunciou, na madrugada de hoje, o registro de mais uma pessoa infectada pelo vírus. Uma segunda pessoa infectada também foi confirmada na última madrugada na Coreia do Sul.

Há poucas horas, o Cirque du Soleil anunciou o cancelamento de todos os espetáculos na cidade de Hangzhou, na China.

Mesmo diante desse cenário, a Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a considerar prematuro declarar situação de emergência internacional, mas reconheceu a urgência na China, acrescentando que acompanha atentamente a situação.

A OMS admite voltar a reunir uma comissão de peritos para analisar a questão. Três cidades chinesas estão de quarentena. Até agora não há conhecimento de qualquer caso na Europa.

Muitos aeroportos em todo o mundo já estão adotando medidas de controle dos passageiros procedentes da China.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Pedreiras: Secretaria de Meio Ambiente intensifica fiscalização e apreende equipamentos de pesca no Rio Mearim

Foto: Assessoria de Comunicação da Secretaria

A Secretaria de Meio Ambiente de Pedreiras, que tem à frente o Secretário Francisco Flávio “Cacimbão”, juntamente com equipe, deu sequência às ações durante o período da Piracema, realizando fiscalizações no Rio Mearim.

Segundo informações dos fiscais ambientais, ao todo, foram recolhidas 22 redes (enganchos) e algumas cordas com anzóis. Após revistas nas redes de pesca, algumas espécies de pequenos peixes foram devolvidas ao rio. Outros que já estavam sem vida, presos às redes, foram doados.

Fotos: Assessoria de Comunicação da Secretaria

Como parte da ação de fiscalização, a equipe da Secretaria de Meio Ambiente vem fazendo apreensão de peixes no Mercado de Pedreiras, cerca de 20kg, somente na manhã do dia 22 (quarta-feira), foram recolhidos pelos fiscais. A quantidade apreendida foi doada a uma instituição que cuida de idosos (CASI – Centro de Assistência Solidária ao Idoso).

Foto: Assessoria de Comunicação da Secretaria

Peixes que praticamente correm o risco de extinção, como por exemplo, bico de pato, lírio, e mandubé estavam entre as espécies capturadas através da pesca predatória.

Francisco Flávio “Cacimbão” – Secretário de Meio Ambiente de Pedreiras e sua equipe/Foto: Assessoria de Comunicação da Secretaria

CONTINUA DEPOIS DOS COMERCIAIS

As pessoas continuam praticando esse tipo de crime ambiental. Sabem que nesse período de desova dos peixes, a pesca é proibida. É lamentável, mas, infelizmente, isso continua acontecendo em nosso Município. Vamos continuar fazendo o nosso trabalho, com apoio das autoridades competentes.” Disse o Secretário de Meio Ambiente, Francisco Flávio “Cacimbão”.

Pedreiras: Jorge Henrique é o novo diretor da Unidade do Viva Cidadão

Jorge Henrique Borges da Silva – Diretor da Unidade do Viva Cidadão de Pedreiras/Foto: Reprodução

A unidade do Viva Cidadão de Pedreiras, já tem um novo diretor administrativo, é o jovem Jorge Henrique Borges da Silva, 25 anos, repórter competente que atualmente estava apresentando um programa na TV Difusora local (SBT), de Trizidela do Vale, mas com estúdio em Pedreiras.

Segundo Jorge Henrique, é mais um desafio que será encarado com a responsabilidade de sempre.

Eu estou extremamente confiante de que faremos uma boa gestão, com humildade, respeito e determinação diante dos servidores da Unidade, bem como da população das cidades vizinhas que faz uso dos serviços aqui oferecidos, não poderia jamais deixar de agradecer o prefeito Antônio França pelo reconhecimento, confiança e indicação do meu nome junto ao governo do estado para este cargo de chefia em um órgão tão importante na nossa região, mas uma vez destaco o crescimento do prestígio do prefeito de Pedreiras em relação ao governador Flávio Dino, pois como é bem sabido por todos, o Viva era visto como relíquia intocável do então secretário de Estado de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, hoje esta realidade mudou.”

Novos serviços na Unidade já deverão acontecer futuramente, e faz parte da gestão do novo diretor, que assume a vaga que antes era ocupada pela senhora Francisca Laís, esposa do advogado Ednilton Moreira, popularmente conhecido como “ED”.

Também vejo com bons olhos a maravilhosa oportunidade de podermos trabalhar de forma ágil junto a população que anseia não somente pelos serviços e pela qualidade que temos aqui na Unidade, pois já estamos trazendo muitos novos serviços como por exemplo a emissão da Carteira de Trabalho Digital, além de outras situações de melhoria que chegarão no decorrer de nossas gestão aqui no Viva, claro que sou maduro o suficiente para entender que somos agentes políticos, e que portanto a mesma se faz presente em todos os cenários, principalmente quando citamos o prefeito Antônio França que demonstrou força política junto ao governador Flávio Dino, que segundo informações oficiais irá passar o comando do PCD do B em Pedreiras para o prefeito, vejo isso com bons olhos para nossa sociedade em todos os aspectos possíveis.”

Jorge Henrique informou ao Blog, que irá assumir o cargo na próxima segunda-feira (27). A Unidade do Viva Cidadão funciona na Avenida Rio Branco, centro comercial de Pedreiras.

Desejamos boa sorte a esse grande profissional que busca trilhar caminhos diferentes, mas com a competência e responsabilidade que todos já conhecem.

Pedreiras: Motocicleta tomada de assalto foi recuperada pela PM

Motocicleta recuperada após assalto, pela Polícia Militar/Foto: Esquadrão Águia

Uma jovem identificada como Janaína Carvalho, foi vítima de um assalto à mão armada, ontem (22), por volta das 21h, onde, segundo informações, dois elementos usando um revólver tomaram sua motocicleta, uma Honda Bros 160, Placa – PTQ 8823, cor vermelha. O crime aconteceu na Avenida Marly Boueres, bairro Mutirão em Pedreiras.

Após tomar conhecimento do assalto, Policiais Militares do Esquadrão Águia, saíram em perseguição aos bandidos, que ao perceberem a presença da polícia  fugiram, mas com a colaboração de populares foi possível encontrar o local onde estava o veículo, em uma casa abandonada, segundo informou o comandante do 19º Batalhão de Polícia Militar de Pedreiras, Major Ricardo Almeida.

Estamos atentos, e mais uma vez conseguimos,  de imediato dar uma resposta sobre mais um assalto em nossa cidade. Vamos continuar atentos. Nossos policiais estão de parabéns pelo serviço prestado à população. Quero agradecer a contribuição de populares que ajudam no combate ao crime.” Disse o Major Ricardo Almeida.

Pedreiras: Fórum Desembargador Araújo Neto tem novos números telefônicos

Fórum Desembargar Araújo Neto – Foto: Sandro Vagner (Arquivo – 18 de Outubro de 2018)

Quem for manter contato telefônico com o Fórum Desembargador Araújo Neto, a partir de agora, em Pedreiras, terá que discar um novo prefixo. Segundo o diretor do Fórum e Juiz titular da 1ª Vara da Comarca, Dr. Marco Adriano Ramos Fonseca, o prefixo 3642 deixa de existir e de acordo com a mudança, as chamadas serão direcionadas a uma Central Polo com prefixo do Município de Bacabal.

Veja como ficaram os novos contatos:

Telefones
Geral: (99) 3626-5300 /  Recepção: (99) 3626-5303 / Distribuição: (99) 3626-5310

Diretoria: (99) 3626-5312

Psicossocial: (99) 3626-5311

1ª Vara: (99) 3626-5301

2ª Vara: (99) 3626-5302

3ª Vara: (99) 3626-5307

4ª Vara: (99) 3626-5304

Juizado Especial: (99) 3626-5306

Promotoria: (99) 3642-4019
Eleitoral: (99) 3642-2405

E-mails:

Secretaria da 1ª Vara: [email protected]

Secretaria da 2ª Vara: [email protected]

Secretaria da 3ª Vara: [email protected]

Secretaria da 4ª Vara: [email protected]

Juizado Especial Cível e Criminal: [email protected]

Juízes
1ª Vara – Marco Adriano Ramos Fonseca
2ª Vara – Ana Gabriela Costa Ewerton
3ª Vara – Larissa Rodrigues Tupinambá Castro

4ª Vara – Gisa Fernanda Nery Mendonça Benício

Juizado Especial Cível e Criminal – Artur Gustavo Azevedo do Nascimento

Brasília: Candidato, Moro lembra que tem a chave do arquivo de Marielle

O ministro da Justiça, Sergio Moro, durante entrevista ao programa Roda Viva (TV Cultura) – Reprodução

Em um dado momento de sua entrevista ao programa “Roda Viva”, na segunda (20), o ministro Sergio Moro falou acerca da investigação do caso Marielle Franco.

Lembrou que, em iniciativa da então procuradora-geral Raquel Dodge e do então ministro Raul Jungmann (Segurança), foi feita uma apuração sobre os procedimentos da Polícia Civil do Rio durante a investigação do assassinato da então vereadora e de seu motorista, Anderson Gomes.

Moro comentava o pedido de federalização do caso de 2018, que ele deixou de endossar, já que o inquérito sigiloso basicamente desarmou uma farsa que visava salvar a pele dos verdadeiros mandantes e autores da barbaridade. Assim, retirá-lo do Rio seria uma forma de preservar a busca pelos culpados, no entendimento da época.

O problema político para o poder federal, como se sabe, é a possibilidade de uma conexão entre grupos milicianos envolvidos na morte de Marielle e o clã Bolsonaro, com foco prioritário no filho 01, o senador Flávio, mas não só.

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Indícios dessas ligações abundam, o que não significa conexão objetiva, mas manipulações também já foram tentadas. Político como poucas vezes se viu em público, Moro ressaltou que o próprio Bolsonaro foi vítima de um depoimento que o implicou diretamente no caso, mas depois foi desmentido.

O dilema pontual para Moro era claro. Se insistisse pela federalização, seria acusado de tentar acobertar algo em nome do chefe. Agora, será visto nas hostes bolsonaristas como alguém que facilitou a vida de um adversário, o governador Wilson Witzel (PSC), com acesso a informações sobre o desenrolar de um caso potencialmente ruinoso para a primeira-família.

Mas os dados da apuração exclusiva da PF são de conhecimento, em algum grau ao menos, de poucos na corporação, na Procuradoria-Geral da República, no Superior Tribunal de Justiça e em instâncias de investigação no Rio.

E de Moro, que tudo sabe. Naturalmente, isso não significa que ele fará ou não algo com isso. Mas conhecimento é poder, não menos para calcular trajetórias. Popular, ele é candidatíssimo como alternativa para o eleitorado conservador que talvez rejeite as bizarrices do presidente em 2022 —ou que se horrorize com eventuais revelações, digamos, escandalosas.

Se o impacto do absurdo episódio de “channeling” nazista de Roberto Alvim irá configurar um divisor de águas no comportamento do governo Bolsonaro, isso é incerto —apostaria que não, já que atavismo é atavismo.

Mas é inescapável constatar que, neste primeiro momento, a ficha caiu. Paulo Guedes disse que foi a Davos decidido a convencer investidores gringos que “o Brasil tem uma democracia estável, pujante e que funciona”.

Qualquer coisa em contrário, disse ele à Folha, são “ecos provocados pelos próprios brasileiros que se opõem ao governo”, que “deram uma ideia errônea aos investidores sobre o que tem acontecido”.

Buscou então qualificar a demissão de Alvim como uma prova da funcionalidade do governo —ignorando, claro, como aquela pessoa foi parar no cargo de secretário de Cultura. Então tá.

Fonte: folha.uol.com.br

Rio: Caso Flordelis: celular de Anderson foi conectado na casa de esposa de senador horas após o crime, diz polícia

Yvelise de Oliveira ao lado do pastor Anderson do Carmo e da deputada federal Flordelis em foto de janeiro do ano passado Foto: Reprodução

A Polícia Civil descobriu que o aparelho celular do pastor Anderson do Carmo — marido da deputada federal Flordelis (PSD), assassinado em junho de 2019 —, que desapareceu após o crime, foi ativado com um chip em nome da empresária Yvelise de Oliveira e conectado ao Wi-Fi de sua casa, na Barra da Tijuca, onde vive com o senador Arolde de Oliveira (PSD), com quem é casada, poucas horas após o crime. A informação foi revelada pelo RJ2, da TV Globo e confirmada pelo GLOBO.

De acordo com o inquérito da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH/NSG), horas após ter sido utilizado no Rio, o aparelho seguiu para Brasília. Na capital, o celular teria sido conectado, então, ainda segundo fontes ouvidas pela TV Globo, ao W-Fi de outro endereço residencial, antes de desaparecer de vez.

Procurado pela reportagem, o senador Arolde de Oliveira disse que ele e a esposa estão perplexos:

— Isso não existe. Estou perplexo. Cabe o ônus da prova a quem acusa. Nunca imaginei um ataque desta natureza. Deus é maior que isso tudo. Yvelise está tão perplexa quanto eu estou, e estamos achando que pode ter sido uma clonagem. Amanhã (quarta-feira) vou ver o que eu faço. Quem não deve, não teme — disse Arolde.

Yvelise foi intimada pela Polícia Civil e deve prestar depoimento nos próximos dias.

Ligação próxima

Arolde de Oliveira é tido como um dos líderes do PSD, partido de Flordelis, e, além disto, tinha relação próxima também com Anderson. O senador é fundador do Grupo MK, gravadora de discos gospel, que atualmente é presidido por sua esposa Yvelise, e que produziu discos da deputada federal.

O crime

Anderson do Carmo foi morto a tiros na garagem da casa onde morava com Flordelis e os filhos, em Pendotiba, Niterói, na madrugada do dia 16 de junho de 2019. Ele e a deputada federal tinham acabado de chegar em casa, e voltavam de uma confraternização. Até agora, dois filhos de Anderson e Flordelis estão presos, apontados por envolvimento no crime: Flávio dos Santos Rodrigues e Lucas dos Santos. A deputada também é investigada pela polícia. Recentemente, enfim os investigadores conseguiram ter acesso a dados da nuvem do aparelho celular e do tablet do pastor.

Fonte: oglobo.globo.com

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