Pedreiras: Mulher é presa pela Polícia Civil por tráfico de drogas e receptação

Fotos: 14ª DRPCP

A Polícia Civil do Estado do Maranhão, através da 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil, cumpriu mandado de busca e apreensão em imóvel situado na Rua Moisés Feitosa, nº 080, Bairro Mutirão, município de Pedreiras/MA.

Na oportunidade a proprietária do imóvel foi presa em flagrante delito em razão da prática dos crimes de tráfico de drogas e receptação, tendo em vista apreensão de 18 (dezoito) porções de substâncias similares a maconha, apetrechos utilizados para embalar o entorpecente, bem como 04 aparelhos celulares objetos de roubo, uma cartela contendo diversas semijoias, além da quantia de R$ 30,00 (trinta reais).

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Vale ressaltar que a flagranteada havia sido presa pela Polícia Civil em flagrante delito, juntamente com seu companheiro e outro faccionado no mês de julho de 2021, pela prática dos crimes de tráfico, associação ao tráfico e receptação, oportunidade em que o Poder Judiciário converteu as prisões em flagrante dos indivíduos em prisão preventiva e concedeu prisão domiciliar para a conduzida.

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Após as formalidades legais a presa foi encaminhada para a Penitenciária Regional de Pedreiras/MA.

fonte: 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pedreiras

Pedreiras: OAB/MA inaugura sala da advocacia Dr. Benedito Lemos

Foto: Divulgação

Advogados, advogadas, autoridades dos poderes judiciário e legislativo, além de convidados e jurisdicionados participaram na tarde de ontem, (03), da inauguração da Sala do Advogado no Fórum da Justiça do Trabalho em Pedreiras.

Batizada em homenagem ao advogado Dr. Benedito Ferreira Lemos, a sala é equipada com computador, impressora e internet, além de material de expediente. E tudo fica à disposição da Advocacia do Maranhão.

Fotos: Divulgação

Entre as autoridades presentes, o juiz da Vara do Trabalho de Pedreiras, Leonardo Ferreira, vereadora de Trizidela do Vale, Sra. Marcia Maia e a família do homenageado estiveram presentes filhas, irmãos e a esposa, Sra. Fatima Lemos.

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A Ordem dos Advogados do Brasil, secção Maranhão, participou da inauguração com a presença do presidente, Kayo Saraiva; além do presidente da subseção Pedreiras, Eduardo Ferro, vice presidente Bianca Vieira, Secretaria Geral Maria de Jesus Lucena “Maria do Helio”, Tesoureiro Talyson de Medeiros, a presidente da Comissão da Mulher e da Advogada da subseção, Rita Fabrice; e da Delegada da ESA, Larisse Moares.

Dr. Benedito Lemos era nascido e atuante em Pedreiras, a sua esposa Fatima Lemos, falou em nome da família e agradeceu a homenagem. “É uma alegria, porque é um reconhecimento pela atuação dele, que era conhecido em toda a cidade como uma pessoa de bem, que gostava de ajudar e ótimo profissional. Apesar da tristeza pela ausência e saudade, estamos felizes com essa homenagem”, disse ela.

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A inauguração de mais uma sala da OAB em um fórum no interior do Estado representa nosso compromisso com cada advogado e advogada militante em nosso Estado. Significa mais uma ferramenta na busca incessante por facilitar e melhorar o dia a dia da advocacia”, disse o Presidente Kaio Saraiva.

Eduardo Ferro – Pres. da OAB/Subseção de Pedreiras

Para o presidente Eduardo Ferro, “essa é mais uma conquista da advocacia da região, que nos últimos anos já viram ser instaladas e reequipadas as salas do fórum estadual, presidio, além de diversos cursos pela ESA, ações pela CAAMA, tudo em beneficio para a advocacia”.

fonte: ASCOM/OAB-Subseção de Pedreiras

São Luís: Eleições 2022: Conheça a situação de cada um dos pré-candidatos ao governo do Maranhão

Os pré-candidatos ao governo do Maranhão em 2022 — Foto: Montagem/g1 Maranhão

O primeiro turno das Eleições acontece em 2 de outubro de 2022. Em busca do governo do Maranhão, os partidos seguem com as negociações por alianças e alguns nomes já se lançaram como pré-candidatos.

A Justiça Eleitoral determina que o período para os partidos realizarem convenções e decidirem seus candidatos vai de 20 de julho a 5 de agosto. O pedido de registro da candidatura deve ser feito até 15 de agosto.

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Confira a lista de quem, até a última atualização desta reportagem, foi anunciado como pré-candidato ao governo do Maranhão (em ordem alfabética):

Carlos Brandão (PSB)

Situação: Carlos Brandão possui formação em Medicina Veterinária. O político foi eleito como vice-governador na chapa com Flávio Dino, em 2018, e assumiu o governo estadual no dia 2 de abril, após a saída de Dino.

Lançamento: a pré-candidatura foi anunciada no dia 1ª de fevereiro durante entrevista coletiva.

Edivaldo Holanda Jr. (PSD)

  • Situação: Edivaldo Holanda Jr é advogado e político. Em São Luís, foi prefeito por oito anos entre 2012 e 2020.
  • Lançamento: a pré-candidatura foi anunciada no dia 8 de agosto de 2021 durante ato de filiação ao PSD.

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Enilton Rodrigues (PSOL)

  • Situação: Enilton Rodrigues é engenheiro florestal. Na carreira política, já tentou ser vereador no município de Arame e deputado estadual. Atualmente, é presidente estadual do PSOL.
  • Lançamento: a pré-candidatura foi oficializada no dia 5 de dezembro durante conferência eleitoral do partido.

Hertz Dias (PSTU)

  • Situação: Hertz Dias é professor de História e, em 2018, foi candidato à vice-presidência do Brasil. Ele também é co-fundador do movimento Hip Hop Quilombo Urbano, uma das mais antigas organizações de Hip Hop do Brasil e do Movimento Hip Hop Quilombo Brasil.
  • Lançamento: a pré-candidatura foi anunciada no dia 7 de março, pelas redes sociais.

Josimar de Maranhãozinho (PTB)

  • Situação: Josimar de Maranhãozinho é empresário e já foi deputado estadual. Atualmente, é deputado federal.
  • Lançamento: a pré-candidatura ainda não foi anunciada oficialmente pelo partido.

Lahesio Bonfim (PSC)

  • Situação: Lahesio Bonfim é médico e era prefeito da cidade de São Pedro dos Crentes até março de 2022, quando precisou renunciar para ser candidato a governador.
  • Lançamento: a pré-candidatura foi oficializada no dia 4 de abril durante evento do partido.

Simplício Araújo (Solidariedade)

  • Situação: Simplício Alves é graduado em análise de sistemas. De 2013 a 2015 exerceu mandato de deputado federal e também já comandou a Secretaria de Indústria e Comércio do Maranhão.
  • Lançamento: a pré-candidatura ainda não foi anunciada oficialmente pelo partido.

Weverton Rocha (PDT)

  • Situação: Weverton Rocha atualmente é senador, mas já foi deputado federal e secretário Estadual de Esporte e Juventude no Maranhão. Também foi vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (Une) entre 2000 e 2001.
  • Lançamento: a pré-candidatura foi anunciada no dia 1º de fevereiro, em entrevista coletiva.

fonte: g1.globo.com/ma

Maranhão: Empresário suspeito de matar a própria esposa é preso

O suspeito estava em um veículo com a sua irmã e um advogado quando foi localizado e detido pela Polícia Civil. (Foto: Reprodução)

Ontem, (02), o empresário Rony Veras Nogueira, de 41 anos, suspeito de ter assassinado a tiros a sua esposa, Ianca Vale do Amaral, de 26 anos, em Dom Pedro, foi preso na zona rural do município de Vargem Grande.

De acordo com informações, o suspeito estava em um veículo com a sua irmã e um advogado quando foi localizado e detido pela Polícia Civil.

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O empresário, que tinha sua prisão preventiva decretada desde essa segunda, será transferido nas próximas horas para São Luís, onde vai ser apresentado no Plantão da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) para os procedimentos cabíveis.

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Segundo investigações da polícia, o crime foi motivado por ciúmes. O casal discutiu em casa e em seguida, a vítima foi alvejada com tiros na perna, na cabeça, tórax e no braço. Ianca Vale não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

fonte: oimparcial.com.br

Pedreiras: Após quatro disparos de arma de fogo contra desafeto, PM prende suspeito

Prisão em flagrante do suspeito de tentativa de homicídio/Imagem: Sandro Lima

Na manhã desta segunda-feira (02), por volta das 8:30h, na rua Anquizes Gonçalves, no centro comercial de Pedreiras, Karl Marx, conhecido como “Karpa”, efetuou quatro disparos de arma de fogo, após encontrar com seu desafeto, que segundo ele, teria sofrido uma tentativa de homicídio, no bairro do Diogo, e agora iria resolver a situação.

Karpa contou na Delegacia que toda confusão gira em torno da turma do Comando Vermelho, uma facção criminosa, está tentando que ele, Karpa, deixe o PCC, outra facção criminosa.

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Durante a reportagem à imprensa, ao repórter Ricardo farias, Karpa disse que é ladrão e não vai pra o Comando Vermelho, que só teria defendido sua vida.

A vítima, identificada como Pablo Xereta, foi transferida para o Hospital Geral de Pedreiras, mas devido a gravidade dos ferimentos, teve que ser encaminhada para o Hospital de Peritoró.

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Tenente-coronel Miguel Júnior, comandante do 19º BPM de Pedreiras, em vídeo, relatou o acontecido e disse como a polícia fez a prisão do suspeito de tentativa de homicídio.

Dom Pedro: Mulher é assassinada a tiros no interior do Maranhão

Ianca Vales do Amaral. de 26 anos, foi morta a tiros no município de Dom Pedro. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Nesse sábado (30), uma mulher identificada Ianca Vales do Amaral, de 26 anos, foi assassinada a tiros na noite desse sábado na cidade de Dom Pedro. O principal suspeito do feminicídio é o seu marido, que foi reconhecido como Rony Veras Nogueira, 41.

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Segundo informações da polícia, o crime aconteceu nas dependências da residência do casal, que fica situada na Avenida Gonçalves Dias, no Centro do município de Dom Pedro. A vítima ainda tentou fugir, porém não conseguiu esquivar-se dos disparos de tiros. Ela não resistiu a gravidade dos ferimentos e morreu no local.

Após o crime o empresário se escondeu em um dos cômodos da casa. Ele conseguiu fugir após perceber a presença dos policiais no local do crime. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

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Rony Veras Nogueira é proprietário de um posto de combustível e uma churrascaria na cidade de Dom Pedro.

fonte: oimpaarcial.com.br

Brasília: Caso Daniel Silveira amplia críticas internas a Fux e consolida percepção de isolamento

O ministro Luiz Fux (STF) e o presidente Jair Bolsonaro – Gabriela Bilo/Folhapress

A crise desencadeada pela condenação do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) e pelas declarações do ministro Luís Roberto Barroso sobre as Forças Armadas reforçou críticas internas ao presidente Luiz Fux no comando do STF (Supremo Tribunal Federal).

A avaliação é que o magistrado não estaria fazendo a defesa institucional do Supremo à altura que os embates com o presidente Jair Bolsonaro (PL) têm exigido.

Fux está a menos de seis meses de concluir seu mandato na presidência da corte, o que agrava o quadro e consolida a percepção entre os demais ministros de isolamento do comandante do tribunal.

Ministros contestam a postura do magistrado quanto ao governo e a tentativa de manter uma relação cordial com o Palácio do Planalto mesmo após os insistentes ataques do mandatário a integrantes da corte.

No último dia 19, por exemplo, Fux esteve presente na cerimônia do Dia do Exército e aplaudiu o discurso em que Bolsonaro citou mais uma vez a possibilidade de fraude nas eleições deste ano, o que causou incômodo no tribunal.

A declaração do chefe do Executivo naquela data foi apontada por Barroso a interlocutores como um dos motivos que o levou a dizer que o Exército tem sido “orientado” a atacar o sistema eleitoral para “desacreditá-lo”.

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A afirmação do magistrado foi rebatida pelo ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Oliveira, que a classificou como “irresponsável” e “ofensa grave”.

Esse atrito se somou à decisão de Bolsonaro de conceder perdão de pena a Silveira um dia após o Supremo condená-lo a 8 anos e 9 meses de prisão por ataques verbais e ameaças a membros da corte.

Fux não fez nenhum comentário público e agiu de maneira tímida nos bastidores para resguardar a corte nas duas situações.

Em meio às duas polêmicas, o presidente do Supremo convidou os dez colegas para um almoço de comemoração de seu aniversário —o encontro também tinha como objetivo dar uma demonstração de união do tribunal.

Serviu, porém, para expor o isolamento interno de Fux: Dias Toffoli, que afirmou que estava com problemas de saúde, Alexandre de Moraes e André Mendonça não compareceram. Cármen Lúcia ficou pouco tempo.

No mesmo dia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Moraes e Toffoli jantaram com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

O encontro foi na casa de Toffoli, e Fux chegou a ser convidado, mas disse que não poderia ir por ser seu aniversário.

Sua ausência é apontada nos bastidores como indício do enfraquecimento de liderança à frente do STF pelo fato de o encontro não ter sido pensado por ele nem o convite ter partido dele, que em tese deveria falar em nome do tribunal.

O encontro foi articulado como uma forma de responder aos arroubos antidemocráticos de Bolsonaro e seus apoiadores. Um dos tópicos discutidos foi o indulto concedido a Silveira.

Os presidentes do Legislativo reforçaram que a medida não poderia ser revertida por atos do Parlamento e defenderam que a última palavra sobre a cassação do mandato do deputado bolsonarista caberia à Câmara dos Deputados, e não ser fruto de decisão judicial. Por outro lado, ouviram cobranças de que o STF estava falando sozinho na defesa do sistema eleitoral.

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Dias depois Bolsonaro voltou a questionar a confiabilidade das urnas. Embora os presentes neguem qualquer espécie de “pacto” para atuação conjunta, Lira e Pacheco reagiram publicamente quando o chefe do Executivo cobrou a participação de militares na apuração dos votos no TSE.

Questionado sobre a situação interna do tribunal, Fux enviou uma nota à reportagem afirmando que tem mantido contato com os demais Poderes.

“O ministro Fux, como presidente do STF, tem tido interlocução sobre temas institucionais com diversos atores”, disse, citando ainda a previsão de reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

No ano passado, um outro episódio chamou a atenção para o fato de articulações importantes passarem ao largo de Fux. Lira e o ministro Ciro Nogueira (Casa Civil) se reuniram com Gilmar após o 7 de Setembro. Naquela data, diante de uma multidão na Esplanada dos Ministérios, Bolsonaro pregou desobediência a decisões de Alexandre de Moraes, relator de inquéritos que miram aliados do presidente.

Na PGR (Procuradoria-Geral da República), a percepção sobre o papel desempenhado pelo presidente do Supremo não difere. Há uma avaliação de que falta a Fux articulação política, e Augusto Aras recorre preferencialmente a Gilmar e Toffoli para discutir temas controversos.

A pessoas próximas Fux afirma que a condução do Supremo exige manter a isenção da corte para julgar processos polêmicos que já estão judicializados e dependem de respostas do tribunal. Na visão dele, dar declarações públicas neste momento fora dos autos só serviriam para levar o Supremo ainda mais para o centro da política, o que considera indevido.

Outros sintomas também expõem a dificuldade do presidente em impor a sua agenda à frente da corte. Logo que assumiu o comando do tribunal, no segundo semestre de 2020, Fux teve uma vitória ao conseguir transferir das turmas para o plenário a competência para julgar processos criminais.

A ideia era retirar da Segunda Turma, que tem perfil garantista, as ações da Lava Jato para evitar que a operação fosse enterrada pela corte. A medida pode até ter evitado derrotas, mas um movimento para evitar julgamentos criminais no plenário virtual e o congestionamento do plenário físico travaram de vez a análise desses processos na corte.

Além disso, quando tomou posse, Fux apresentou como uma de suas principais bandeiras a ideia de reinstitucionalizar o STF, que passaria a falar a uma só voz e deixaria de ser formado por 11 ilhas, com ordens individuais em profusão sem nunca passar pelo colegiado.

A estratégia do ministro era aprovar uma alteração regimental que obrigasse todas as decisões monocráticas a serem submetidas automaticamente ao plenário. Mais de um ano e meio após tomar posse e a menos de seis meses de deixar o cargo, porém, Fux não conseguiu criar o ambiente interno que permita a aprovação dessa mudança no regimento do tribunal.

Isso porque Gilmar Mendes tem exigido uma transição que leve a corte a julgar dentro de seis meses todas as decisões monocráticas já em vigência.

Com isso, Fux seria obrigado a pautar sua liminar que suspendeu a implementação do juiz das garantias, tema que encontra grande resistência no mundo jurídico. O presidente da corte, porém, resiste e tem enfrentado dificuldade na tentativa de negociar uma saída que não vincule um tema ao outro.

Além de questões relativas ao Supremo, Fux não conseguiu emplacar aliados em postos relevantes de outros tribunais.

O ministro trabalhou, por exemplo, para que seu então braço-direito no CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Valter Shuenquener, fosse nomeado como juiz da Corte Interamericano de Direitos Humanos, mas ele acabou derrotado pelo advogado Rodrigo Mudrovitsch, que era o preferido de Gilmar.

Na disputa para formação de lista tríplice do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Fux tentou emplacar o advogado Carlos Eduardo Frazão, que é respeitado entre os ministros e foi seu secretário-geral quando esteve à frente da corte eleitoral. Mais uma vez, Fux não conseguiu fazer prevalecer sua vontade.

fonte: folha.uol.com.br

Pedreiras: Cresce a cada dia o apoio à pré-candidatura a deputado estadual do líder político Fred Maia

Dr. Deibson Bale (Prefeito de Trizidela do Vale); Fred Maia (Líder Político); Jânio Balé (Ex-prefeito de Triz. do Vale) e Gard Furtado, vereador de Pedreiras

No dia 02 de outubro, os eleitores vão votar para Presidente da República, Governador, Senador, Deputado Federal e para Deputado Estadual. Esse, por último, é responsável por grandes parcerias, onde os gestores e a população, com apresentações de projetos, visam desenvolvimento para todos.

Fred Maia, líder político (PDT), partido ligado ao pré-candidato a governador do Maranhão, Weverton Rocha, vem buscando apoio, para enfrentar mais esse importante passo na sua vida política.

Prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier, confirmando apoio à pré-candidatura de Fred Maia

Neste sábado (30), Fred Maia conquistou mais adesões à sua pré-candidatura a deputado estadual. O líder político, segundo ele, já conta com apoio de várias prefeituras do Médio Mearim, entre elas estão : Pedreiras, Trizidela do Vale, Lima Campos, Bernardo do Mearim e agora mais uma grande adesão, a prefeitura de Igarapé Grande, através do prefeito Erlânio Xavier, (Presidente da FAMEM), e mais seis vereadores do Município Igarapegrandense.

Em Santo Antônio do Lopes, Fred Maia já conta com a poio da vice-prefeita, Cibele Napoleão.

Sabemos que é um desafio muito grande, mas quem me conhece, sabe que não sou de desistir, por isso, conto com apoio dos amigos, correligionários e, claro, da população que acompanha toda minha trajetória política. Vamos aguardar os próximos passos, tenho certeza que essa luta não é só minha.” Disse o líder político.

Conheça um pouco sobre a vida política de Fred Maia

Fred Maia foi vice-prefeito por duas vezes no Município de Trizidela do Vale. Depois, passou a administrar o Município, sendo reeleito para prefeito. Apoiou o atual prefeito Deibson Balé, demonstrando, mais uma vez, sua firme liderança política no Município e na região do Médio Mearim.

Nas eleições de 2020, em Pedreiras, Fred Maia conseguiu eleger a esposa Vanessa Maia, onde a atual prefeita teve 8.066 votos.

Se Deus é Por Nós. Quem será contra nós?” Bordão usado pelo pré-candidato a deputado estadual Fred Maia, sempre ao fim de seus discursos.

Maranhão: Professora tem corpo queimado por aluno de 10 anos em escola

Vanusia sofreu queimaduras em todo o corpo. (Foto: Divulgação)

Uma professora da rede municipal de ensino da cidade de Barra do Corda, a 346 km de São Luís, sofreu queimaduras pelo corpo após um aluno de 10 anos a atingir com líquido inflamável. O incidente aconteceu dentro da Escola Municipal Maria Safira da Silva.

A vítima, identificada como Vanusia de Sousa, de 39 anos, teve 40% do corpo queimado com gasolina. Com a gravidade dos ferimentos, Vanusia teve de ser levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região. O incidente ainda está sob investigação e O Imparcial aguarda maiores informações sobre o caso.

De acordo com o delegado de Barra do Corda, Daniel Arruda, o menor não pode ser apreendido, mas será instaurado procedimento legal.

“Sobre o autor do fato, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) não permite que ele seja apreendido em flagrante porque ele não é adolescente. Somente a partir dos 12 anos. Mas nem por isso deixará de ser instaurado um procedimento policial para apurar a circunstância em que esse menor conseguiu adquirir material inflamável e agredir a professora, que foi enviada para um hospital em São Luís”, disse Daniel.

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Atualização

De acordo com o secretário de Educação de Barra do Corda, Ramon Júnior, o ato criminoso foi causado por uma repreensão da professora ao aluno, feita no dia anterior, a respeito de um desentendimento com outro estudante da mesma turma.

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A Polícia Civil agora investiga de que forma o garoto, de apenas 10 anos, conseguiu comprar a gasolina e levar para a escola. A professora foi transferida para um hospital de São Luís para ter melhores condições de tratamento.

fonte: oimparcial.com.br

Piauí: Ex-sem-terra que deu aula a Ciro Nogueira é 1ª mulher a governar PI e promete focar pobres

Regina Sousa (PT), primeira mulher a se tornar governadora do Piauí, em cerimônia de transmissão do cargo – Governo do Piauí/Divulgação

Primeira mulher a se tornar governadora do Piauí, Regina Sousa (PT), 71, chega ao cargo máximo em seu estado após enfrentar obstáculos em série.

Nascida na zona rural de União, cidade piauiense na divisa com o Maranhão, cresceu em uma família de agricultores sem-terra.

Na adolescência, foi quebradeira de coco babaçu. Do fruto eram extraídas as amêndoas que ajudavam no sustento da família e garantia o dinheiro para comprar livros e material escolar.

Formou-se em letras pela Universidade Federal do Piauí e se tornou professora. Mais tarde, virou bancária e entrou na política por meio do sindicalismo. Foi senadora e vice-governadora. Em 31 de março deste ano, assumiu o governo em definitivo após a renúncia do governador Wellington Dias (PT).

Em entrevista à Folha, ela defende a ocupação dos espaços de poder pelas mulheres e diz que não pleiteou a reeleição ao Governo do Piauí por questões de saúde.

Criticou o governo Jair Bolsonaro (PL) e a forma de atuação política de Ciro Nogueira (PP), ministro da Casa Civil e adversário no Piauí, de quem foi professora quando este tinha apenas dez anos. Em seu mandato de oito meses, diz querer deixar como marca a prioridade à população mais pobre.

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A senhora tem uma origem humilde: nasceu na zona rural, foi quebradeira de coco, professora e sindicalista. Qual é o simbolismo de chegar ao cargo máximo do seu estado? É importante cada vez que uma mulher conquista um espaço, que reafirma a posição da mulher nos espaços públicos. Isso faz com que outras mulheres se encorajem e pensem: “Se ela pode, eu também posso”.

Eu vim da roça. Sei plantar, sei colher e não perdi as minhas origens: a minha família ainda mora no mesmo lugar. No dia da posse, em meu primeiro ato como governadora, fiz um gesto simbólico e entreguei títulos de terra para quebradeiras de coco babaçu. Foram 1.219 hectares para uma comunidade de 90 famílias.

Quero fazer esse trabalho porque sei que isso muda a vida das pessoas. Se isso é grande ou pequeno? Tudo é grande quando a gente faz qualquer coisa pelos mais pobres.

O PT escolheu como candidato a governador o ex-secretário Rafael Fonteles, que é homem, empresário e filho de político. É um perfil que, ao contrário da senhora, não representa uma quebra de paradigma do ponto de vista da diversidade. Por que a senhora não pleiteou a reeleição? Foram questões bem pessoais, razões de ordem de saúde. Se eu tivesse pleiteado [a candidatura], com certeza o partido teria aprovado. Era o natural até.

Com o Rafael [Fonteles], é o partido, a militância e a base que vão moldar a candidatura a partir da construção do programa de governo, que está sendo feito de forma discutida desde o ano passado. Ele é filho de Nazareno Fonteles, um grande militante nosso que foi deputado estadual e deputado federal. É uma pessoa que cresceu no meio da gente, carreguei ele no braço, no colo, em nossas caminhadas. Então, ele tem uma vivência, embora ela tenha seguido essa carreira mais pragmática.

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O PT no Piauí foi, durante muito tempo, aliado de Ciro Nogueira. Hoje, ele é ministro de Bolsonaro e se tornou um adversário ferrenho. O que a senhora acha que motivou essa mudança? É difícil explicar. Não teve motivo para rompimento, não teve briga. Em 2018, ele [Ciro Nogueira] dizia que Wellington [Dias] era o melhor governador que o Piauí já teve, que Lula era o maior presidente que o Brasil já teve. Mas tem gente que não sabe viver sem o poder. Ainda mais empoderado do jeito que ele foi por Bolsonaro, que execrava a velha política e agora está junto com ela. É lamentável que a política tenha tomado esse rumo.

Com Ciro Nogueira no governo Bolsonaro, o Piauí passou a ser inundado por verbas de emendas para prefeituras, inclusive das emendas do relator. Tem sido difícil enfrentar politicamente a máquina federal? É difícil. Se a gente não tivesse o trabalho do governador Wellington Dias de buscar recursos e crédito para obras de infraestrutura, estaríamos passando dificuldades.

A nossa bancada tem conseguido liberar emendas, apesar de algumas tentativas de segurar recursos. Mas é difícil enfrentar um pacto de dinheiro que não tem fundo. A gente não sabe exatamente quanto é, o que é que estão oferecendo, a gente só ouve falar.

É muita coisa que estão oferecendo para prefeitos. Uma hora isso vai ter que aparecer para a gente saber exatamente o quanto de recurso foi usado dessa forma clandestina, porque o orçamento secreto é clandestino. Mas a gente está sobrevivendo.

Ao longo do mandato, o presidente Bolsonaro teve um histórico de conflitos com governadores de estados do Nordeste. Como a senhora pretende lidar com o presidente? Será uma relação institucional, de buscar recursos para o Piauí. Para você ter uma ideia, Ciro Nogueira foi meu aluno quando ele tinha dez anos em uma escola particular. Então, não vou ter cerimônia de ir buscar os recursos para o estado. Mas sei que Bolsonaro é uma pessoa difícil, que tem dificuldade em se relacionar. Ele torna as pessoas inimigas, declara guerra e tem uma tendência a retaliar.

O presidente tem apostado no Auxílio Brasil como uma possibilidade de, se não vencer, reduzir a margem de votos no Nordeste. Acredita que a ampliação do benefício se reverterá em votos? É difícil reverter a rejeição dele [Bolsonaro] no Nordeste porque ele começou tratando o Nordeste como um inimigo, desdenhava. E as pessoas não esquecem.

Assim como não esquecem que Lula não foi só o Bolsa Família, Lula fez uma rede de proteção social para os mais pobres. Achar que o Auxílio Brasil enterra isso é um equívoco. Até porque, embora ele tenha aumentado o valor do benefício, não representa grande coisa diante dos preços que galoparam no governo deles. Ele [Bolsonaro] cresce um pouquinho por causa dos aliados, que tem voto, mas não acho que ele vai reverter.

Como a senhora avalia o movimento do ex-presidente Lula de buscar aliados mais ao centro, caso de líderes do MDB no Nordeste, incluindo Piauí? O MDB faz parte da nossa base, então não há nenhum óbice, temos uma boa relação. E coalizão é assim mesmo, ninguém ganha sozinho. É preciso de uma coalização para ganhar a eleição e para governar, mas sabendo que não estamos convivendo com iguais.

Então, é saber conviver e focar no que é importante: resgatar esse país para o povo e reconstruir o que foi destruído e trabalhar em benefício dos mais pobres. Até porque todo mundo percebe que o negócio desse governo atual não é pobre.

A senhora terá apenas oito meses à frente do governo do Piauí. Qual marca pretende deixar? Eu não tenho tempo para deixar marca. As pessoas consideram marcas grandes obras, aquilo que elas olham. Eu pretendo fazer algumas coisas mais significativas.

Na área de saúde quero fazer uma rede de saúde mental, que é uma das consequências da pandemia. Quero dar mais força ao nosso programa de alimentação saudável, que apoia a produção e garante a compra da produção da agricultura familiar.

Também pretendo fazer um trabalho mais consistente com as comunidades tradicionais, quilombolas e indígenas. Então, é basicamente esse trabalho de combate à pobreza. Se fizer, estou satisfeita. Será minha grande obra.

fonte: folha.uol.com.br