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Lago da Onça. Um dos Grandes Líderes Deixou Saudades

Um sorriso ficará marcado para sempre em minha lembrança. As diversas vezes que tive a oportunidade de ir ao Povoado Lago da Onça, dificilmente não visitava meu amigo Salvador, não por ser primo do Poeta do Povo João do Vale, mas por que era a simplicidade em pessoa. Sabia cativar, construir amigos, e o melhor, contava histórias engraçadas que me prendia, mesmo que eu estivesse apressado. 

Ficava feliz quando ele dizia: “Sandro Vagner, quem teve a inteligência de criar um programa tão bom, que prende “nois” aqui no pé do rádio? Olha, Sandro Vagner, eu todos os dias “tô” ouvindo vocês, e fico pensando; como é que essa gente faz isso, é muita inteligencia“, assim Salvador elogiava a equipe do Tribuna 101, que tive o prazer de ser um dos idealizadores e passei mais de dois anos no comando.

Tenho outros amigos em Lago da Onça e vou continuar presando essas amizades, mas todas as vezes que eu tiver que passar por lá, irei visualizar em meu pensamento aquele senhor sentado em um banco, em frente uma casa de taipa, como se estivesse esperando sempre alguém para conversar e contar um pouco do seu passado, como se quisesse dizer; “passe adiante, a história tem que continuar”.

Das inúmeras histórias de João do Vale que ouvi da boca de Salvador, uma me marcou tanto que sempre o imitava na rádio quando tinha a oportunidade. No trecho ele parecia falar zangado, mas sempre conservava aquele sorriso puro e simples que não lhe custava nada. Era mais ou menos assim: “Rapaz, Sandro Vagner, o povo vem de fora aqui em Lago da Onça e diz: Ah, eu conheci João do Vale não sei onde, eu andei com João por vários lugares! Acho engraçado que depois que João morreu, todo mundo conhecia ele, andava com ele; quem conheceu João e andou com ele “foi” eu. Eu conheci João do Vale desde sua “meninice”. Quando ele precisou, todo mundo parece que esqueceu dele, só Dr. Josélio foi seu amigo“. Após me contar isso, a fisionomia carrancuda voltava ao normal, e aquele sorriso que só ele tinha tomava seu lugar de origem, de onde jamais poderia ter acabado.

Se um dia nos encontrarmos de novo, espero ouvi mais histórias e testemunhar um sorriso eterno no rosto de um caboclo sabido. Tenho certeza que suas “meninices” com João, como ele o chamava, já devem ter começado aonde estiver.
Não vou dizer como muitos: “Vá com Deus, Salvador. Mas, continue com Ele meu amigo“.

3 Comentários

  1. Anônimo disse:

    Sandro, ele faleceu sexta ou sábado?

  2. Anônimo disse:

    Pessoas como ele Salvador João do vale dentre outros são a mas raras das jóias com seus ensinamentos preciosos suas histórias de vida q faz com q ao escurtarmos voamos ao passado deslizando no presente em questão de segundos.Pessoas com tamanha riqueza não deviam sair do nosso convívio por tamanha importância à nós.Vá em paz Salvador ao lado do poeta o céu estará em fez com histórias cantos e poesias lamentamos mas uma perda.Perda de uma pessoa tão importante a nossa história.

  3. Anônimo disse:

    Sandro Vagner. mas uma vez você me provou ser um exemplo de homem! parabéns por nos trazer fatos tão reais e verdadeiro Deus te abençoe amigo você é um gigante fenomenal como dizia Jorge Cure!

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