Brasília: Bolsonaro poderá negociar até 11 ministérios em reforma, e aliados vão pressionar por espaço

Bolsonaro em cerimônia no Planalto: presidente promoverá a maior reforma ministerial desde que o início do mandato Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo

O presidente Jair Bolsonaro promoverá até o início de abril a maior reforma ministerial desde que chegou ao Palácio do Planalto. Para disputar as eleições em outubro, até 11 integrantes do primeiro escalão do governo poderão deixar seus cargos para concorrer a governador, senador ou deputado em seus estados de origem. A discussão sobre quem herdará a principal cadeira de algumas das pastas mais importantes da Esplanada já começou e deve se intensificar nos primeiros dias deste ano.

De um lado, ministros trabalham para emplacar nomes de sua confiança, geralmente membros da própria equipe, para manter a influência em suas áreas de atuação. De outro, partidos políticos que integram o arco de aliança de Bolsonaro querem aproveitar a oportunidade para aumentar seus tentáculos no Executivo federal nos últimos meses do mandato.

A avaliação de integrantes do governo é que o desempenho do presidente — que hoje está atrás do ex-presidente Lula (PT) nas pesquisas — pode inflacionar o custo do apoio. Ou seja, quanto menos competitivo ele for, mais espaço os aliados vão exigir para se manterem ao seu lado.

Ao longo de três anos de governo, Bolsonaro trocou de ministros 19 vezes, e caso as saídas sejam confirmadas, será a maior reforma ministerial pré-eleições dos últimos anos, com uma pequena vantagem: em 2018, dez ministros de Michel Temer pediram demissão para serem candidatos, mesmo número dos que deixaram o governo Lula em 2010. Em 2014, Dilma Rousseff perdeu nove ministros.

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Entre os auxiliares cotados para saírem candidatos, três devem disputar governos estaduais. Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), em São Paulo; João Roma (Cidadania), na Bahia; e Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), no Rio Grande do Sul.

Outros miram uma vaga no Senado, caso de Flávia Arruda (Secretaria de Governo), no Distrito Federal; Gilson Machado (Turismo), em Pernambuco; Tereza Cristina (Agricultura), em Mato Grosso do Sul, além de Fábio Faria (Comunicações) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional). Os dois últimos travam uma disputa interna no governo para ficar com o posto de candidato a senador de Bolsonaro no Rio Grande do Norte, mas o presidente disse que não quer interferir.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, é pré-candidato a deputado federal pelo Distrito Federal. E ainda analisam a possibilidade de entrarem na disputa Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e Marcelo Queiroga (Saúde).

Em conversa com interlocutores durante dias de folga no Guarujá, no litoral de São Paulo, Bolsonaro relatou que começou a pedir a ministros que pretendem disputar a eleição sugestões de nomes para substituí-los. As primeiras conversas com pretensos ministros já foram pré-marcadas para este mês. O presidente disse ter a preocupação que o trabalho não seja paralisado na troca de comando.

Não significa, porém, que os ministros serão atendidos, dizem integrantes do governo. Além de o substituto ter que desfrutar da confiança do presidente, outro fator que pode mudar as regras do jogo. A depender do cenário, Bolsonaro poderá usar os cargos para negociar apoio às vésperas das eleições, dependendo de sua performance nas pesquisas.

Bolsonaro se filiou ao PL em novembro. Ele espera ter PP e Republicanos em sua coligação na disputa presidencial. Os três partidos já comandam, respectivamente, a Secretaria de Governo, a Casa Civil e o Ministério da Cidadania. As legendas do Centrão ingressaram no governo em troca de apoio no Congresso. Em 2018, o presidente, então no PSL, se elegeu justamente com um discurso contrário aos acordos com os partidos de centro.

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Na Infraestrutura, o secretário-executivo, Marcelo Sampaio, é considerado o sucessor natural de Tarcísio de Freitas. Número dois da pasta desde o início do governo Bolsonaro e genro do ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria-Geral da Presidência, ele se movimenta para ficar com o cargo. Nas redes sociais, grava vídeos de suas atividades, assim como faz Tarcísio.

PL quer Infraestrutura

O empecilho, porém, é que a Infraestrutura é uma área de interesse do PL. O partido de Valdemar Costa Neto ocupou o Ministério do Transportes, cujas áreas hoje estão sob comando da pasta de Tarcísio, durante as gestões de Lula e Dilma Rousseff, do PT, e Michel Temer, do MDB. Ou seja, de 2003 a 2018.

Hoje, embora tenha indicados em cargos de menores escalões, o PL só comanda um ministério: a Secretaria de Governo. Com a saída da ministra Flávia Arruda para disputar o Senado, a legenda quer seguir no comando da pasta.

Porém, integrantes do Planalto afirmam que o chefe de gabinete pessoal do presidente, Célio Faria Júnior, pode ficar com o posto.

O PL também plateia espaços com a saída de ministros que vão se filiar ao partido, como Onyx, Gilson Machado e Rogério Marinho. Os três, contudo, devem fazer suas indicações, assim como os titulares da Justiça e das Comunicações. Já a Cidadania, hoje com João Roma, é um cargo do Republicanos, que também deverá reivindicar a indicação.

Na Agricultura, o secretário-executivo, Marcos Montes, é cotado para substituir Tereza Cristina. Na Saúde, Queiroga não assumiu publicamente que será candidato. A interlocutores, diz que cumprirá a determinação do presidente, mas o secretário-executivo, Rodrigo Cruz é visto como candidato ao posto.

fonte: oglobo.globo.com

Pedreiras: Nível do rio Mearim continua subindo

Foto: Sandro Vagner

Com as chuvas que caíram na cabeceira do rio e os açudes transbordando, o nível do rio Mearim continua subindo.

Neste sábado (01), a aferição realizada pela coordenação da Defesa Civil de Pedreiras, foi registrado 1,22m, chegando a 5,19m, que no verão é de 2,10m, com isso, o rio está com 3,09m acima do nível normal.

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A reportagem do nosso Portal sandrovagner.com.br visitou alguns pontos, como, por exemplo, o bairro Matadouro, o primeiro a sofrer as consequências com a cheia. Já é possível observar o rio bem próximo das residências.

No córrego do riacho São Francisco, que desemboca no rio Mearim, a água já represou.

Fotos: Sandro Vagner

Na rampa, local de embarque e desembarque de canoas e barcos, a água começou a tomar conta do local. Ainda não é motivo pra desespero, mas todos devem ficar atentos, a previsão é de mais chuvas nos próximos dias.

Foto: Sandro Vagner

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Se continuar nesse ritmo, poderemos ter famílias desabrigas brevemente.

São Paulo: Bolsonaro, Lula, Moro, Doria e Ciro já têm candidatos a governador nos maiores estados brasileiros; veja os nomes

Lula (PT), Jair Bolsonaro (PL), Sergio Moro (Podemos), Ciro Gomes (PDT) e João Doria (PSDB) lideram as intenções de voto para a Presidência em 2022 segundo as pesquisas eleitorais. Foto: Agência O Globo

Fundamentais para garantir espaço aos pré-candidatos à Presidência da República, os palanques dos maiores estados do país se transformaram em alvo de intensa disputa. A dez meses da eleição de 2022, fatores como desempenho nas pesquisas e estrutura partidária têm influenciado a formação das redes de apoio.

Juntos, São Paulo, Minas, Rio, Bahia e Rio Grande do Sul concentram 53,5% (78,4 milhões) do total de eleitores do país. São esses locais que os presidenciáveis devem priorizar nos próximos meses para construir a rede de sustentação que os permita chegar ao Palácio do Planalto.

O cientista político Vitor Marchetti, professor da Universidade Federal do ABC, diz que os dados históricos mostram que os palanques estaduais “pesam muito” no desempenho do candidato a presidente. A exceção foi a disputa de 2018, considerada um ponto fora da curva por causa do forte sentimento antipolítica que denominou aquela eleição.

— Os que têm mais sucesso e mais taxa de votos nas eleições presidenciais são os que conseguem estar em palanques estaduais. É fundamental para o desempenho — analisa.

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À frente nas pesquisas, que lhe dão vitória no primeiro turno, Lula tem o cenário mais favorável na construção dos palanques. O problema do petista, nos próximos meses, será administrar os duelos entre os potenciais aliados que o querem como cabo eleitoral.

A definição das alianças do ex-presidente dependerá do avanço ou não das negociações para a formação de uma federação partidária com PSB, PCdoB, PV e PSOL. A união com o último partido é menos provável. Se for concretizada a federação, o grupo dos partidos que se unirem só poderá ter um candidato por estado.

Em São Paulo, o PT quer o ex-prefeito Fernando Haddad como candidato e o PSB, em conversas avançadas para apoiar Lula, exige que o ex-governador Márcio França encabece uma chapa com o apoio dos petistas. No Rio Grande do Sul, a situação é semelhante. Os petistas querem lançar o deputado estadual Edgar Pretto e o PSB, o ex-deputado federal Beto Albuquerque.

Nos outros estados do grupo que possuem mais eleitores a situação é mais tranquila. Na Bahia, o senador Jaques Wagner (PT) vai disputar o governo. No Rio, há encaminhamento para o PT apoiar Marcelo Freixo (PSB). Em Minas, os petistas se dividem em ter um candidato próprio ou compor uma aliança com o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD).

Em segundo lugar nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PL) tenta garantir palanques nos cinco maiores estados apostando, principalmente, em seus ministros. Deve ter Onyx Lorenzoni no Rio Grande do Sul, João Roma na Bahia e Tarcísio Gomes de Freitas em São Paulo. No Rio, o candidato será o atual governador Cláudio Castro (PL). Em Minas, o presidente vai disputar o apoio do governador Romeu Zema (Novo) com Sergio Moro (Podemos), João Doria (PSDB) e Felipe d’Ávila (Novo).

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Filiado a um partido com menor estrutura, Moro, por enquanto, enfrenta grande dificuldade para formar o seu palanque. O Podemos não tem nomes ainda para concorrer no Rio, Minas, Bahia e Rio Grande do Sul. Em São Paulo, há uma articulação para uma aliança com o deputado estadual Artur do Val (Patriota), conhecido como Mamãe Falei. Integrante do MBL, ele foi o quarto colocado na disputa pela prefeitura de São Paulo no ano passado. Caso consiga atrair o União Brasil para a sua aliança, o ex-juiz teria, em tese, o palanque de ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia. Mas o ex-prefeito de Salvador tem resistência ao ex-juiz. Ele ainda conta com a possibilidade de receber o apoio de Zema  em Minas.

Apesar de o PSDB ter uma estrutura e tradição maiores, Doria também não tem encontrado facilidade para montar sua rede de apoios. Os tucanos programam ter Rodrigo Garcia, atual vice-governador, como candidato em São Paulo e Ranolfo Vieira Júnior, também atual vice, no Rio Grande do Sul. Na Bahia, o partido deve apoiar ACM Neto, que já teve embates públicos com Doria. Em Minas, os tucanos devem se aliar a Zema. No Rio, a tendência é apoiar o nome que for indicado pelo prefeito Eduardo Paes (PSD), provavelmente o atual presidente da OAB, Felipe Santa Cruz.

Ciro Gomes (PDT) é outro com dificuldades para formar os palanques. No Rio, deve ter o ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves (PDT). Em São Paulo, o partido discute ou o apoio a Guilherme Boulos (PSOL)  ou lançar uma candidatura própria, que pode ser da ex-reitora da USP Suely Vilela. Em Minas, há conversas com Kalil. Uma outra possibilidade é ter um nome próprio ainda indefinido. Na Bahia, é certa a coligação com ACM Neto, com possibilidade de indicar o vice da chapa ou o candidato ao Senado. No Rio Grande do Sul, o plano inicial era lançar o atual presidente do Grêmio, Romildo Bolzan, mas o desgaste provocado pelo rebaixamento do time no Campeonato Brasileiro colocou a ideia em suspenso. Há chance de o PDT apostar no ex-deputado Vieira Cunha (RS) ou se aliar a Beto Albuquerque (PSB), caso a parceira do PSB com o PT no estado não vingue.

— Na terceira via, tem candidaturas que são muito regionalizadas, como o Ciro e o Doria. E candidatos se lançando como uma baixíssima estrutura institucional, que é o caso do Moro, sem um partido enraizado, sem articulação nacional — avalia Marchetti.

Para o cientista político, o baixo desempenho nas pesquisas complica a costura de palanques e se essa dificuldade de composição nos estados também expõe a fragilidade das candidaturas.

— As duas coisas se reforçam.

fonte: oglobo.globo.com

Brasília: Salário mínimo passa a ser de R$ 1.212 a partir de amanhã

© Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Diário Oficial da União publica, nesta sexta-feira (31), a Medida Provisória nº 1.091, de 30 de dezembro de 2021, assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, que define o valor do salário mínimo, a partir de 1º de janeiro de 2022, em R$ 1.212.

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A portaria informa ainda que o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 40,40 e de R$ 5,51, o valor horário.

Em sua fala, ao vivo, em uma rede social, na noite dessa quinta-feira (30), o presidente da República já havia anunciado o novo valor do salário mínimo para 2022.

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Atualmente, o salário mínimo é de R$ 1.100.

fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Trizidela do Vale: Corpo de Bombeiros e Defesa Civil do Município vistoriam Barragem do Flores em Joselândia

Foto: Reprodução do Drone

Uma equipe da 13ª Cia. Independente do Corpo de Bombeiros de Trizidela do Vale, o Coordenador de Defesa Civil, Otone de Sousa, e os Bombeiros Civis Romildo e Edinaldo, ao comando do capitão Joel Machado Rodrigues, realizaram no dia 28, uma vistoria técnica na Barragem do rio Flores, no Município de Joselândia.

O Comando da 13ª CIBM atendeu uma determinação do Coordenador Estadual de Defesa Civil do Maranhão, Coronel Célio Roberto Pinto de Araújo.

A visita técnica se deu após informações passadas pelo senhor Raí Brito – Coordenador de Defesa Civil do Município de Pedreiras, conforme reportagens exibidas na mídia, de que as válvulas aspersoras da Barragem do rio Flores estavam abertas cerca de 70%, notícia que deixou o Sistema de Segurança Pública do Estado preocupado e motivou a vistoria.

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Segundo o Capitão Machado, Comandante do Corpo de Bombeiros de Trizidela do Vale, considerando que nesse período de início de inverno, em virtude da intensificação das chuvas na cabeceira do rio Mearim e na região do médio Mearim despejar água por meio da barragem, pode acelerar o processo de demandas precoce de famílias ribeirinhas atingidas pelo rio.

Para visualizar o grande volume de de água, foi feito um registro de imagens aéreas através de Drone, comprovando o volume de água despejada. A vistoria técnica realizou também registros dos vertedores, da saída de águas pelas aberturas das válvulas aspersoras e da bacia hidrográfica da barragem.

O Capitão Machado informou que nesse período de precipitação de águas pluviais na cabeceira do rio e na região, deve-se manter a abertura das válvulas aspersoras acima do previsto pelos técnicos do DNOCS de 2% a 3% para oxigenação da água e manutenção da biodiversidade marinha.

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Após a visita, foi decido enviar um relatório ao comandante Geral do CBMMA, compilado com o parecer técnico do Coordenador de Defesa Civil, Otone de Sousa,  a fim de que o DNOCS – Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, autarquia federal criada pela Lei nº 4.229, de 1º de junho de 1963, vinculada ao Ministério do Interior, com sede e foro na cidade de Fortaleza, conforme dispõe o art. 63 da Lei nº 5.508, de 11 de outubro de 1968, fosse informado formalmente sobre a necessidade do fechamento das válvulas.

Fotos: Reprodução do Drone

Ontem (29), pela manhã, segundo o Capitão Machado, ele foi informado pelo Coronel BM Sandro Amorim, que o DNOCS respondeu e informou ao Comando do CBMMA que as válvulas aspersores da barragem do rio Flores, serão fechadas, ficando apenas a abertura prevista para manutenção da biodiversidade marinha.

Essa visita técnica foi mais do que importante e necessária, para tranquilizar, principalmente, a população ribeirinha de Pedreiras, Trizidela do Vale, São Luiz Gonzaga e Bacabal.

Rio de Janeiro: Temporais em MG deixam cidades alagadas e seis pessoas mortas

O governador Romeu Zema vistoriou, nesta sexta-feira (10/12), os locais atingidos pelas fortes chuvas na região do Vale do Jequitinhonha – (Foto:Gil Leonardi/Imprensa MG)

Assim como ocorre na Bahia, o estado de Minas Gerais vem sendo castigado por fortes chuvas que já mataram seis pessoas e deixaram mais de 2.000 desabrigadas. Os temporais se concentram sobretudo no norte do estado, onde 212 bombeiros atuam nas cidades mais afetadas.

A força-tarefa também conta com o reforço de 10 mil militares do Bemad (Batalhão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres).

Até agora, mais de 60 cidades decretaram situação de emergência em virtude das chuvas. Uma das cidades mais afetadas foi Salinas, que fica na região norte de Minas. Nesta segunda (27), as chuvas causaram o transbordamento de um rio que corta o município, alagando as principais vias da cidade.

Por causa do temporal, o Corpo de Bombeiros recebeu 67 chamados sobre ocorrências que envolviam inundações, pessoas ilhadas e risco de desabamentos. A Defesa Civil diz que quatro pontes estão interditadas e que houve vários pontos de alagamento no centro da cidade.

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Além disso, um asilo foi invadido pelas águas e 38 idosos precisaram ser instalados no IFNMG (Instituto Federal do Norte de Minas).

Já em Montes Claros, também no norte de Minas, os bombeiros atuam na vistoria da barragem Vai Quem Pode, que está sendo monitorada pelo Compdec (Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil).

Desde que a temporada de chuva começou, seis pessoas já morreram no estado. As mortes foram registradas nos municípios de Uberaba, Coronel Fabriciano, Nova Serrana, Engenheiro Caldas, Pescador e Montes Claros.

Em nota, o governo do estado diz que montou uma força-tarefa para enfrentar os estragos causados pelas chuvas. “As ações executadas pela força-tarefa estão relacionadas à resposta imediata aos desastres, socorro, assistência social e restabelecimento dos serviços essenciais”, afirmou o governo, acrescentando que ajuda humanitária foi enviada às pessoas afetadas.

A previsão, porém, é de que as chuvas continuem. De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o tempo segue instável em todo o estado nesta quarta, mas o volume de chuva tende a diminuir no norte de Minas. Já nos próximos dias, boa parte das regiões do estado devem registrar fortes chuvas.

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Ainda segundo o instituto, os temporais que já mataram 21 pessoas na Bahia estão se deslocando em direção ao Sudeste do país e devem alcançar nesta quarta-feira os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

fonte: folha.uol.com.br

Brasil: Entenda o que é tromboembolia pulmonar, causa da morte do cantor Maurílio

Sertanejo Maurílio. Foto: Reprodução / Instagram / Agência O Globo

A morte do cantor Maurílio, dupla de Luiza, na tarde desta quarta-feira, em Goiânia, foi causada por um quadro de tromboembolismo pulmonar. Maurílio estava internado no Hospital Jardim América desde a última quarta-feira (15), quando deu entrada após passar mal durante a gravação do DVD de Zé Felipe e Miguel.

O cantor chegou ao hospital apresentando dificuldades para respirar e com fortes dores no peito. Ele teve três paradadas cardiácas e um exame confirmou que o tromboembolismo pulmonar.

O que é tromboembolia pulmonar?

A tromboembolia pulmonar é um trombo (o mesmo que um coágulo) que obstrui os vasos pulmonares, fazendo com que o sangue não chegue a uma das partes do pulmão.

— Ela causa como se fosse um infarto pulmonar, podendo levar a morte de uma área do pulmão — explica o médico Danilo Klein, do Hospital Gaffrée e Guinle, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio).

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Dor na perna pode ser um sinal?

O coágulo que causa a tromboembolia pulmonar não surge, em geral, no pulmão. É muito mais comum que o trombo se inicie nas veias das pernas, principalmente nas panturrilhas.

— Acontece que esse trombo na veia da panturrilha se solta da perna e migra para os vasos pulmonares, obstruindo o pulmão, causando então a tromboembolia pulmonar — ressalta Klein. — Enquanto o trombo está na perna, ainda é um caso em que conseguimos tratar apenas com anticoagulante, para dissolver o trombo. Quando vai para o pulmão, em geral, o quadro clínico é grave.

Quais são os sintomas?

Falta de ar, taquicardia, insuficiência respiratória e insuficiência cardíaca são alguns dos sintomas da tromboembolia pulmonar.

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A doença é comum?

Em geral, a trombose venosa profunda, que gera a tromboembolia pulmonar, acontece em pessoas com fatores de risco. Indivíduos com obesidade ou que seguem em tratamento contra um câncer ou alguma doença infecciosa grave são mais propensos à doença.

Também pode haver fatores genéticos associados ao aparecimento da tromboembolia pulmonar, de acordo com médicos. Em jovens, a doença costuma ser incomum.

— Recentemente, devido à pandemia da Covid, houve um aumento no número de mortes por tromboembolia pulmonar, pois o coronavírus é um grande fator de risco para a trombose — conta Klein.

Como é o tratamento?

O tromboembolismo pulmonar (ou tromboembolia pulmonar) sempre leva o paciente à internação, pois o potencial de ser grave é muito grande, como reforça o médico Danilo Klein.

Como evitar a doença?

Médicos recomendam que as pessoas mantenham um estilo de vida saudável e, caso precisem ficar acamadas por algum tempo — devido a alguma cirurgia ou incapacidade física —, tomem cuidado redobrado, tentando mover os membros inferiores, para que não haja imobilidade dos órgãos.

fonte: oglobo.globo.com

Rio: Covid-19: Brasil registra quase 10 mil casos da doença em 24h, mostra boletim de imprensa

Cariocas recebem terceira dose da vacina contra Covid-19 no posto instalado na Casa Firjan, em Botafogo Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo/15-12-2021

O Brasil registrou, nesta terça-feira, 9.958 casos de Covid-19 nas últimas 24h. O país totaliza 22.262.869 infectados pelo coronavírus desde o começo da pandemia. Esse é o maior número registrado desde 8 de dezembro, quando foram relatados 10.059 diagnósticos positivos para o vírus.

A média móvel foi de 6.022 diagnósticos positivos, 53% maior que o cálculo de 14 dias atrás, o que demonstra tendência de alta. O Acre não registrou casos de Covid-19 nesta quarta-feira.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

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Nas últimas 24h, o país registrou 117 mortes por Covid-19, elevando para 618.870 o total de vidas perdidas no país para o coronavírus. A média móvel foi de 106 óbitos, 27% menor que o cálculo de duas semanas atrás, o que demonstra tendência de queda. Alagoas, Paraíba, Roraima, Rio Grande do Norte e Sergipe não registraram mortes.

São Paulo não divulgou dados de casos e mortes. O estado alegou problemas ao extrair dados “dos sistemas federais onde são notificados os casos de Covid-19, impactando na publicação das estatísticas atualizadas. As falhas persistem desde a primeira quinzena de dezembro, inviabilizando o acesso de gestores, imprensa e população às estatísticas”.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

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No boletim de terça-feira, havia a informação que Santa Catarina não divulgara seus dados do dia. No entanto, houve um erro da equipe do consórcio. Por esse motivo, os dados de ontem fecharam em 178 mortes, totalizando 618.753 óbitos no país e média móvel de 109; e 9.036 casos, somando 22.252.911 diagnósticos positivos no total.

Vacinação

Treze unidades federativas do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta quarta. Em todo o país, 161.168.191 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 75,55% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 143.195.464 pessoas, ou 67,13% da população nacional. Já 25.938.928 pessoas receberam uma dose de reforço.

Nas últimas 24h foram aplicadas um total de 803.589 doses de vacinas contra a Covid-19.

fonte: oglobo.globo.com

São Luís: Cantor maranhense Maurílio morre aos 28 anos em hospital de Goiânia

Dupla sertaneja Luiza e Maurílio ficou conhecida pela música “S de saudade”. (Foto: Divulgação).

Morreu na tarde desta quarta-feira (29), o cantor maranhense, Maurílio Ribeiro aos 28 anos. O sertanejo, que fazia dupla com a cantora Luiza, estava internado há mais de uma semana internado em um hospital de Goiânia após sofrer um tromboembolismo pulmonar.

Nessa terça-feira (28), o cantor havia sofrido uma piora no quadro clínico após uma infecção grave no pulmão. Segundo o médico Wandervan Azevedo, que acompanhava o cantor, o maranhense sofreu três paradas cardíacas e estava respirando com a ajuda de aparelhos.

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Maurílio Ribeiro havia sido internado na madrugada do dia 15 de dezembro, após passar mal durante a gravação de um DVD. Na ocasião, ele chegou a cair no palco e foi socorrido pelo produtor e pela parceira Luiza.

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dupla sertaneja ficou conhecida nacionalmente com a música “S de saudade”, em parceria com Zé Neto e Cristiano. Maurílio nasceu em Imperatriz, no Maranhão e era casado com Luana Gomes.

fonte: oimparcial.com.br

Pedreiras: Professores reivindicam rateio do FUNDEB durante manifestação pacífica

Foto: Sandro Vagner

Alguns professores e professoras da rede municipal de educação de Pedreiras foram hoje (29), às ruas, em caminhada com diversos cartazes, cobraram da gestora Vanessa Maia, prefeita do Município, o pagamento do rateio do FUNDEB (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica).

O ato começou na Praça do Cinquentenário. Em frente ao prédio da Rádio Cidade FM, os manifestantes fizeram uma parada, enquanto a presidente do SINDSERPE, Ana Roberta, concedia uma entrevista falando sobre o assunto.

Foto: Sandro Vagner

A manifestação saiu pela Avenida Rio Branco, finalizando na Praça Corrêa de Araújo, com discursos de alguns participantes do evento.

Foto: Sandro Vagner

Segundo Ana Roberta, a manifestação foi necessária, devido ninguém da administração municipal ter se manifestado quanto ao caso do rateio do FUNDEB. “Enquanto outras cidades estão efetuando o abono aos servidores, Pedreiras não pode ficar atrás. Ontem, fizemos uma assembleia geral e ficou decido que a gente iria fazer essa manifestação.” Disse a presidente do SINDSERPE.

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Tentamos falar com a prefeita Vanessa Maia, mas não tivemos retorno.

Fotos: Sandro Vagner

Fomos recebidos na secretaria de educação, por uma servidora, que, segundo ela, a secretária Maria do Amparo estaria em contato com o assessor jurídico da secretaria, Dr. João, mas que iria se pronunciar, provavelmente, através de uma Nota à imprensa e ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Pedreiras, amanhã (30).

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Além da manifestação, foram suspensas também as rematrículas dos alunos.