Presidente Jair Bolsonaro foi esfaqueado em ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais Foto: REUTERS/Raysa Campos
A Polícia Federal escolheu o delegado Martin Bottaro Purper para comandar o inquérito que investiga a facada contra o presidente Jair Bolsonaro em 2018, que na época era candidato ao Palácio do Planalto.
Purper já comandou investigações contra façção criminosa de São Paulo. Entre as operações que mirou na organização, está a Operação Cravada, em 2019, que buscou desarticular o núcleo financeiro da facção.
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O delegado está na corporação há 17 anos, quando entrou como agente administrativo e depois se tornou delegado federal.
A missão de Martin Bottaro Purper agora é apurar se Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada, teve ajuda de alguém para cometer o atentado contra Bolsonaro, ou se agiu a mando de outra pessoa.
Duas investigações precedentes da Polícia Federal apontaram que Adélio Bispo de Oliveira cometeu o crime sozinho. A justiça entendeu que ele é doente mental, por isso, foi absorvido da pena.
Na manhã desta terça-feira (04), a Secretária de Educação, Kyara Abreu, o Conselho Municipal de Educação e representantes do sindicato, anunciaram os valores das categoria que serão beneficiadas com o Abono do FUNDEB, no Município.
Numa cerimônia rápida e objetiva, foram os próprios servidores que fizeram o anúncio, ficando assim:
Operacional contratado (vigia, AOSD e secretários de escolas) R$ 1.500,00 (Mil e quinhentos reais)
Professores e efetivos – R$ 5.500,00 (cinco mil e quinhentos reais)
Operacionais/efetivos – R$ 2.000,00 (dois mil reais)
Professores contratados – R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais)
fonte: Assessoria de Comunicação da prefeitura de Lima Campos
Foto: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras
A Prefeitura de Pedreiras, através da Defesa Civil realizou no último sábado, 01, a ativação do Plano Municipal de Contingência Inundações e deslizamentos. O plano estabelece procedimentos a serem adotados pelos órgãos envolvidos na resposta a emergências e desastres ocasionados pelo grande fluxo de chuvas na região.
Rai Brito, Coordenador da Defesa Civil, destaca que todos os órgãos envolvidos no plano, estão comprometidos com ações que visam diminuir os impactos sociais ocasionados por uma possível enchente.
“O nível do Rio subiu bastante nos últimos dias, mas todos os órgãos responsáveis estão atentos as mudanças climáticas, e por isso ativamos o Plano de Contingência, para que, principalmente as famílias ribeirinhas não sofram tamanho impacto, e estamos comprometidos para que os transtornos causados em caso de enchente sejam os menores possíveis.” Concluiu
O nível normal de água no Rio Mearim é de 2.10, contudo, devido as fortes chuvas que vem caindo na região nos últimos dias, está na marca de 4, 74. O Plano de Contingência é ativado quando atinge 5 metros, e no último sábado chegou na marca de 5,19, porém mesmo com a diminuição do nível, as equipes da Prefeitura Municipal de Pedreiras, já estão de prontidão, para prestar suporte a população.
Participaram da ativação do Plano, Secretários Municipais, o Coordenador da Defesa Civil, Rai Brito, Joel Machado Rodrigues, comandante da 2°Companhia de 6°BB, Capitão Euclides José, do 19° Batalhão de Polícia Militar de Pedreiras, a Cordenadora da Atenção Básica, Arilene Oliveira e a Guarda Ambiental.
Redação: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras
“O prefeito disse que o plano de contingência já está ativo e que as famílias ribeirinhas poderão contar com todo apoio da Prefeitura”.
Prefeito Deibson Balé e a secretária de saúde, Fabiana Meireles/Foto: ASCOMTV
O prefeito Dr.Deibson Balé esteve reunido com o coordenador da Defesa Civil Municipal e secretários do governo, no início da noite desta segunda-feira (03), para tratar sobre as cheias do Rio Mearim, e juntos discutirem sobre o Plano Municipal de Contingência Inundações que está ativo desde o primeiro dia do ano. O plano estabelece todas as regras e procedimentos no que tange os meios mais viáveis que serão adotadas por todas as secretarias envolvidas, para que a partir daí possam contribuir com as famílias ribeirinhas que possam a ser atingidas pela cheia do rio Mearim, em virtude das chuvas que vem caindo sobre a região e tem ocasionado o aumento do nível do rio, o que já se torna uma grande preocupação para todos.
Em razão desse eventual problema, que possa se repetir como de costume, participaram do encontro: o prefeito, Dr.Deibson Balé; o coordenador da defesa civil municipal, Otone de Sousa; os secretários Enoque Barreto,(Administração), Denner Fernandes (Finanças), Alisson Pascoal (Segurança), Sônia Abreu (Educação),Fabiana Meireles (Saúde),Rose Pinheiro (Assistência Social),Tamires Brandão (Chefe de gabinete), Thony Maranhão (Assessoria de comunicação), Miguel Zuzar (Infraestrutura), Rivaldo Sousa (Departamento de transporte) e o ex-prefeito Jânio Balé, grande conhecedor dessa causa.
O prefeito Dr.Deibson Balé disse que a participação dessas secretarias são de grande importância, caso o rio venha atingir as famílias ribeirinhas, pois, somente através de um planejamento como este é que é possível se organizarem para que as ações venham realmente ser úteis.
Otone Sousa, coordenador da Defesa Civil Municipal, disse que a previsão indica muitas chuvas para os próximos dias e é necessário que haja essa boa conversa, para que todos já estejam preparados para este momento.
Fotos: ASCOMTV
Na oportunidade, o prefeito pediu a colaboração de todos, para que estejam engajados nesse momento, pois, conforme indicam as previsões, a cheia de 2022 pode se assemelhar a do ano de 2009. Mas, ressaltou, caso isso venha de fato acontecer, a prefeitura já está preparada, em se tratando de dar todo o apoio e contribuição às famílias afetadas, desde o local para abrigá-las, bem como cestas básicas que possam suprir a necessidade de todos, além do acompanhamento dos atendimentos de saúde, assistência e outros.
fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Trizidela do Vale
É simplesmente uma falta de respeito com o consumidor de Pedreiras, por parte da empresa que abastece o Município, a CAEMA.
Não é de hoje que os problemas vem se agravando e, cada vez, pra pior. São bombas sucateadas, servidores que se desdobram para manter o mínimo de funcionamento, sem falar em outros problemas que são visíveis na cidade, como, por exemplo, buracos em várias vias, após o remendo de um cano que estoura de vez em quando.
Prefeitos, governadores, deputados e outras autoridades já prometeram fundos e fundos, com a promessa que o sistema de absstecimento em Pedreiras iria melhorar, parece que ainda eles não acordaram desse pesadelo.
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É difícil acreditar que essa empresa não tenha condições financeiras para resolver um problema que se arrasta há vários anos. Projetos, visitas de técnicos e mais “falas” para o conformismo não param, e todos sabem que é na pura intenção de continuar enrrolando o consumidor que não paga barato para ter água em casa.
flutuante todo corroído pela furrugem passou por uma reforma após vários anos.
Os problemas, sempre os mesmos, parecem não ter solução. Troca uma bomba, outra quebra, restaura uma bomba, a outra já está prestes a apresentar outro defeito, e o consumidor vai ficando em último plano. Àgua pra que? Esse líquido que salva vidas, alimenta e faz parte de nossas vidas, parecer não ter importância para os chefões, que não estão nem aí para o problermas de abastecimento de água em Pedreiras.
O ano começou e tudo continua na mesma situação, nada mudou, para, pelo menos, amenizar a situação da falta de água em Pedreiras.
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De quem é a culpa? Da gerência local? Não! São das chefias que fazem vista grossa para o tamanho do problema, com isso, a situação vai só piorando cada dia que passa.
Desde sábado, algumas ruas no Conjunto Primavera estão sem água, a exemplo, a Ruas dos Jasmins, na parte alta que não recebe uma gota nas torneiras. Logo em tempo de Pandemia, que os cientistas dizem que temos que lavar as mãos para manter a higienização, fica difícil seguir o protocolo.
O Sistema de Asbastecimento parou ontem (02), mais uma vez, por volta 03:20h da madrugada, voltou a funcionar somente as 07:40h do dia seguinte, mas em alguns bairros.
A gerência local informou oficialmente que hoje (03), o Sistema de Abastecimento iria ter uma parada temporária para manuntenção da estação de tratamento, que a normalização do abstecimento iria ser normalizado às 15h, após a conclusão do serviço, mas a notícia que chegou, mais uma vez, não foi nada agradável para a metada da cidade, segundo a gerência, o sitema está fucnionando apenas com duas bombas, que os demais bairros e locais mais altos só terão o problema resolvido nesta terça-feira (04).
Podem colocar gerente a cada 15 dias em Pedreiras, que nenhum vai resolver esse problema crônico da falta de água, por que a culpa não é local, mas já vem de cima.
Quem conhece de perto o sitema operacional da CAEMA de Pedreiras, sabe da precariedade existente, se alguém não se manifestar com seriadade sobre o caso, que é caótico, vai se tornar mais caótico ainda.
Relembre alguns velhos problemas que continuam nos dias de hoje.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, está internado desde a madrugada desta segunda-feira (3), no Hospital Nova Star, em São Paulo, onde passará por exames. Segundo a Secretaria de Comunicação (Secom) do governo federal, um desconforto abdominal foi o motivo da hospitalização. A Secom informa, ainda, “que o presidente passa bem e que mais detalhes serão divulgados posteriormente, após atualização do boletim médico”, diz a nota divulgada na manhã de hoje.
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Segundo o Hospital Vila Nova Star, Bolsonaro tem um quadro de obstrução intestinal. “Ele está estável, em tratamento e será reavaliado ao longo desta manhã pela equipe do Dr. Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo. No momento, sem previsão de alta”, diz a nota do hospital.
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Bolsonaro desembarcou em São Paulo por volta de 1h30, após deixar o Forte Marechal Luz, em São Francisco do Sul, no litoral de Santa Catarina, onde passou a virada do ano.
Rita Lee e Roberto de Carvalho – Reprodução @robertodecarvalho
O músico Roberto de Carvalho, 69, homenageou a cantora Rita Lee, 74, pelo seu aniversário no dia 31 de dezembro. Ele compartilhou nas redes sociais uma foto antiga do casal e outra atual da cantora, que faz tratamento contra um câncer no pulmão. As publicações receberam mensagens de carinho e apoio à cantora de famosos anônimos.
Em uma das publicações, Carvalho escreveu que o ano foi difícil e de muita provação. “Meu coração em muitos momentos se despedaçou, para logo em seguida se deslumbrar diante de todas as suas demonstrações de coragem, força de vontade e resistência”, escreveu o marido de Rita.
Ele acrescentou que espera que depois de todo o tormento estejam diante de um tempo de paz, harmonia e muita saúde. “E tudo de melhor que eu puder te desejar, você merece milhões de vezes mais. Te amo, te admiro, te adoro, estamos juntos, ontem, agora e sempre.”
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Leiloca Neves, ex-Frenéticas, elogiou o texto publicado por Carvalho para a mulher. “Rita sempre a nossa gratidão, por tantos ensinamentos que ela nos dá!!! Hoje e sempre, obrigada pelo talento, pelo pioneirismo, pela transgressão maravilhosa é necessária, te amo! E amo esse casal!”
Outro famoso que comentou a postagem do marido de Rita Lee foi o jornalista Zeca Camargo. “Esse aniversário de hoje renova tudo lindos!!! Beijo Cacica”, comentou. A empresária Donata Meireles escreveu: “Feliz 2022 casal amado”. “Viva Rita! Viva a vida”, postou a empresária Liège Monteiro.
Uma internauta comentou: “O amor sempre vence”. Outra escreveu: “Viva a rainha do rock”. Outros seguidores também desejaram feliz aniversário e ano novo para a artista.
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No dia 20 de maio do ano passado, a cantora recebeu diagnóstico de tumor no pulmão esquerdo após passar por exames de rotina no hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Dias depois, o marido da cantora usou as redes sociais para dizer que ela tem apresentado resultados “positivos e substanciais”.
Bolsonaro em cerimônia no Planalto: presidente promoverá a maior reforma ministerial desde que o início do mandato Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro promoverá até o início de abril a maior reforma ministerial desde que chegou ao Palácio do Planalto. Para disputar as eleições em outubro, até 11 integrantes do primeiro escalão do governo poderão deixar seus cargos para concorrer a governador, senador ou deputado em seus estados de origem. A discussão sobre quem herdará a principal cadeira de algumas das pastas mais importantes da Esplanada já começou e deve se intensificar nos primeiros dias deste ano.
De um lado, ministros trabalham para emplacar nomes de sua confiança, geralmente membros da própria equipe, para manter a influência em suas áreas de atuação. De outro, partidos políticos que integram o arco de aliança de Bolsonaro querem aproveitar a oportunidade para aumentar seus tentáculos no Executivo federal nos últimos meses do mandato.
A avaliação de integrantes do governo é que o desempenho do presidente — que hoje está atrás do ex-presidente Lula (PT) nas pesquisas — pode inflacionar o custo do apoio. Ou seja, quanto menos competitivo ele for, mais espaço os aliados vão exigir para se manterem ao seu lado.
Ao longo de três anos de governo, Bolsonaro trocou de ministros 19 vezes, e caso as saídas sejam confirmadas, será a maior reforma ministerial pré-eleições dos últimos anos, com uma pequena vantagem: em 2018, dez ministros de Michel Temer pediram demissão para serem candidatos, mesmo número dos que deixaram o governo Lula em 2010. Em 2014, Dilma Rousseff perdeu nove ministros.
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Entre os auxiliares cotados para saírem candidatos, três devem disputar governos estaduais. Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), em São Paulo; João Roma (Cidadania), na Bahia; e Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), no Rio Grande do Sul.
Outros miram uma vaga no Senado, caso de Flávia Arruda (Secretaria de Governo), no Distrito Federal; Gilson Machado (Turismo), em Pernambuco; Tereza Cristina (Agricultura), em Mato Grosso do Sul, além de Fábio Faria (Comunicações) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional). Os dois últimos travam uma disputa interna no governo para ficar com o posto de candidato a senador de Bolsonaro no Rio Grande do Norte, mas o presidente disse que não quer interferir.
O ministro da Justiça, Anderson Torres, é pré-candidato a deputado federal pelo Distrito Federal. E ainda analisam a possibilidade de entrarem na disputa Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e Marcelo Queiroga (Saúde).
Em conversa com interlocutores durante dias de folga no Guarujá, no litoral de São Paulo, Bolsonaro relatou que começou a pedir a ministros que pretendem disputar a eleição sugestões de nomes para substituí-los. As primeiras conversas com pretensos ministros já foram pré-marcadas para este mês. O presidente disse ter a preocupação que o trabalho não seja paralisado na troca de comando.
Não significa, porém, que os ministros serão atendidos, dizem integrantes do governo. Além de o substituto ter que desfrutar da confiança do presidente, outro fator que pode mudar as regras do jogo. A depender do cenário, Bolsonaro poderá usar os cargos para negociar apoio às vésperas das eleições, dependendo de sua performance nas pesquisas.
Bolsonaro se filiou ao PL em novembro. Ele espera ter PP e Republicanos em sua coligação na disputa presidencial. Os três partidos já comandam, respectivamente, a Secretaria de Governo, a Casa Civil e o Ministério da Cidadania. As legendas do Centrão ingressaram no governo em troca de apoio no Congresso. Em 2018, o presidente, então no PSL, se elegeu justamente com um discurso contrário aos acordos com os partidos de centro.
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Na Infraestrutura, o secretário-executivo, Marcelo Sampaio, é considerado o sucessor natural de Tarcísio de Freitas. Número dois da pasta desde o início do governo Bolsonaro e genro do ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria-Geral da Presidência, ele se movimenta para ficar com o cargo. Nas redes sociais, grava vídeos de suas atividades, assim como faz Tarcísio.
PL quer Infraestrutura
O empecilho, porém, é que a Infraestrutura é uma área de interesse do PL. O partido de Valdemar Costa Neto ocupou o Ministério do Transportes, cujas áreas hoje estão sob comando da pasta de Tarcísio, durante as gestões de Lula e Dilma Rousseff, do PT, e Michel Temer, do MDB. Ou seja, de 2003 a 2018.
Hoje, embora tenha indicados em cargos de menores escalões, o PL só comanda um ministério: a Secretaria de Governo. Com a saída da ministra Flávia Arruda para disputar o Senado, a legenda quer seguir no comando da pasta.
Porém, integrantes do Planalto afirmam que o chefe de gabinete pessoal do presidente, Célio Faria Júnior, pode ficar com o posto.
O PL também plateia espaços com a saída de ministros que vão se filiar ao partido, como Onyx, Gilson Machado e Rogério Marinho. Os três, contudo, devem fazer suas indicações, assim como os titulares da Justiça e das Comunicações. Já a Cidadania, hoje com João Roma, é um cargo do Republicanos, que também deverá reivindicar a indicação.
Na Agricultura, o secretário-executivo, Marcos Montes, é cotado para substituir Tereza Cristina. Na Saúde, Queiroga não assumiu publicamente que será candidato. A interlocutores, diz que cumprirá a determinação do presidente, mas o secretário-executivo, Rodrigo Cruz é visto como candidato ao posto.
Com as chuvas que caíram na cabeceira do rio e os açudes transbordando, o nível do rio Mearim continua subindo.
Neste sábado (01), a aferição realizada pela coordenação da Defesa Civil de Pedreiras, foi registrado 1,22m, chegando a 5,19m, que no verão é de 2,10m, com isso, o rio está com 3,09m acima do nível normal.
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A reportagem do nosso Portal sandrovagner.com.br visitou alguns pontos, como, por exemplo, o bairro Matadouro, o primeiro a sofrer as consequências com a cheia. Já é possível observar o rio bem próximo das residências.
No córrego do riacho São Francisco, que desemboca no rio Mearim, a água já represou.
Fotos: Sandro Vagner
Na rampa, local de embarque e desembarque de canoas e barcos, a água começou a tomar conta do local. Ainda não é motivo pra desespero, mas todos devem ficar atentos, a previsão é de mais chuvas nos próximos dias.
Foto: Sandro Vagner
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Se continuar nesse ritmo, poderemos ter famílias desabrigas brevemente.
Lula (PT), Jair Bolsonaro (PL), Sergio Moro (Podemos), Ciro Gomes (PDT) e João Doria (PSDB) lideram as intenções de voto para a Presidência em 2022 segundo as pesquisas eleitorais. Foto: Agência O Globo
Fundamentais para garantir espaço aos pré-candidatos à Presidência da República, os palanques dos maiores estados do país se transformaram em alvo de intensa disputa. A dez meses da eleição de 2022, fatores como desempenho nas pesquisas e estrutura partidária têm influenciado a formação das redes de apoio.
Juntos, São Paulo, Minas, Rio, Bahia e Rio Grande do Sul concentram 53,5% (78,4 milhões) do total de eleitores do país. São esses locais que os presidenciáveis devem priorizar nos próximos meses para construir a rede de sustentação que os permita chegar ao Palácio do Planalto.
O cientista político Vitor Marchetti, professor da Universidade Federal do ABC, diz que os dados históricos mostram que os palanques estaduais “pesam muito” no desempenho do candidato a presidente. A exceção foi a disputa de 2018, considerada um ponto fora da curva por causa do forte sentimento antipolítica que denominou aquela eleição.
— Os que têm mais sucesso e mais taxa de votos nas eleições presidenciais são os que conseguem estar em palanques estaduais. É fundamental para o desempenho — analisa.
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À frente nas pesquisas, que lhe dão vitória no primeiro turno, Lula tem o cenário mais favorável na construção dos palanques. O problema do petista, nos próximos meses, será administrar os duelos entre os potenciais aliados que o querem como cabo eleitoral.
A definição das alianças do ex-presidente dependerá do avanço ou não das negociações para a formação de uma federação partidária com PSB, PCdoB, PV e PSOL. A união com o último partido é menos provável. Se for concretizada a federação, o grupo dos partidos que se unirem só poderá ter um candidato por estado.
Em São Paulo, o PT quer o ex-prefeito Fernando Haddad como candidato e o PSB, em conversas avançadas para apoiar Lula, exige que o ex-governador Márcio França encabece uma chapa com o apoio dos petistas. No Rio Grande do Sul, a situação é semelhante. Os petistas querem lançar o deputado estadual Edgar Pretto e o PSB, o ex-deputado federal Beto Albuquerque.
Nos outros estados do grupo que possuem mais eleitores a situação é mais tranquila. Na Bahia, o senador Jaques Wagner (PT) vai disputar o governo. No Rio, há encaminhamento para o PT apoiar Marcelo Freixo (PSB). Em Minas, os petistas se dividem em ter um candidato próprio ou compor uma aliança com o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD).
Em segundo lugar nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PL) tenta garantir palanques nos cinco maiores estados apostando, principalmente, em seus ministros. Deve ter Onyx Lorenzoni no Rio Grande do Sul, João Roma na Bahia e Tarcísio Gomes de Freitas em São Paulo. No Rio, o candidato será o atual governador Cláudio Castro (PL). Em Minas, o presidente vai disputar o apoio do governador Romeu Zema (Novo) com Sergio Moro (Podemos), João Doria (PSDB) e Felipe d’Ávila (Novo).
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Filiado a um partido com menor estrutura, Moro, por enquanto, enfrenta grande dificuldade para formar o seu palanque. O Podemos não tem nomes ainda para concorrer no Rio, Minas, Bahia e Rio Grande do Sul. Em São Paulo, há uma articulação para uma aliança com o deputado estadual Artur do Val (Patriota), conhecido como Mamãe Falei. Integrante do MBL, ele foi o quarto colocado na disputa pela prefeitura de São Paulo no ano passado. Caso consiga atrair o União Brasil para a sua aliança, o ex-juiz teria, em tese, o palanque de ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia. Mas o ex-prefeito de Salvador tem resistência ao ex-juiz. Ele ainda conta com a possibilidade de receber o apoio de Zema em Minas.
Apesar de o PSDB ter uma estrutura e tradição maiores, Doria também não tem encontrado facilidade para montar sua rede de apoios. Os tucanos programam ter Rodrigo Garcia, atual vice-governador, como candidato em São Paulo e Ranolfo Vieira Júnior, também atual vice, no Rio Grande do Sul. Na Bahia, o partido deve apoiar ACM Neto, que já teve embates públicos com Doria. Em Minas, os tucanos devem se aliar a Zema. No Rio, a tendência é apoiar o nome que for indicado pelo prefeito Eduardo Paes (PSD), provavelmente o atual presidente da OAB, Felipe Santa Cruz.
Ciro Gomes (PDT) é outro com dificuldades para formar os palanques. No Rio, deve ter o ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves (PDT). Em São Paulo, o partido discute ou o apoio a Guilherme Boulos (PSOL) ou lançar uma candidatura própria, que pode ser da ex-reitora da USP Suely Vilela. Em Minas, há conversas com Kalil. Uma outra possibilidade é ter um nome próprio ainda indefinido. Na Bahia, é certa a coligação com ACM Neto, com possibilidade de indicar o vice da chapa ou o candidato ao Senado. No Rio Grande do Sul, o plano inicial era lançar o atual presidente do Grêmio, Romildo Bolzan, mas o desgaste provocado pelo rebaixamento do time no Campeonato Brasileiro colocou a ideia em suspenso. Há chance de o PDT apostar no ex-deputado Vieira Cunha (RS) ou se aliar a Beto Albuquerque (PSB), caso a parceira do PSB com o PT no estado não vingue.
— Na terceira via, tem candidaturas que são muito regionalizadas, como o Ciro e o Doria. E candidatos se lançando como uma baixíssima estrutura institucional, que é o caso do Moro, sem um partido enraizado, sem articulação nacional — avalia Marchetti.
Para o cientista político, o baixo desempenho nas pesquisas complica a costura de palanques e se essa dificuldade de composição nos estados também expõe a fragilidade das candidaturas.