Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O Diário Oficial da União (DOU) publicou ontem (4) o registro de um novo teste para a detecção da covid-19 100% brasileiro. Desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o teste recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Chamada do Kit Elisa Covid-19 IgG, o teste é baseado no método Elisa – sigla, em inglês, para ensaio de imunoabsorção enzimática. Entre outras características, está o fato de ele ser mais sensível para detectar o novo coronavírus do que os exames rápidos, o que evita falsos negativos. O novo teste é rápido e de baixo custo porque consegue detectar as variantes do novo coronavírus mais presentes no Brasil e no mundo: as brasileiras (P1, mais conhecida como a variante de Manaus, e P2), a B.1.1.7 (inglesa) e a B.1.351 (africana).
A pesquisa recebeu apoio da RedeVírus, ligada ao Ministério da Ciência Tecnologia e Informações (MCTI) de cerca de R$ 10 milhões. O Kit Elisa Covid-19 IgG tem também financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Vacinas (INCT-V) e foi integralmente desenvolvido pelo CT-Vacinas.
Segundo o MCTI, o escalonamento e produção estão sendo realizados pela Bio-Manguinhos da Fundação Oswaldo Fiocruz, vinculada ao Ministério da Saúde.
Com a promessa de tornar mais eficiente as consultas sobre as empresas da área de construção, o ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) lança na próxima quinta-feira (7) o novo portal do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H).
Segundo a pasta, a modernização da página permitirá consultas mais detalhadas sobre as empresas certificadas que produzem, importam e distribuem materiais de construção em conformidade com as normas técnicas brasileiras.
O evento de lançamento será transmitido pelo canal do Youtube do MDR, a partir das 16h. A plataforma deve reunir, em um único espaço, informações tanto sobre o processo construtivo, a exemplo de formas mais eficientes de edificação de um prédio ou uma habitação, quanto a utilização das normas vigentes no território nacional.
Com isso, o novo portal trará informações relevantes para construtores, projetistas, fornecedores, fabricantes de materiais e componentes ou proponentes de sistemas inovadores como forma de elevar a qualidade das edificações habitacionais brasileiras.
Programa
O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, vinculado à Secretaria Nacional de Habitação do MDR, é uma ferramenta do governo federal voltado para a qualidade e produtividade na habitação social.
Atualmente, o PBQP-H conta com 21 programas Setoriais da Qualidade (PSQs), liderados por 12 entidades setoriais nacionais, que monitoram 684 empresas e 1.058 produtos-alvo de 775 marcas comerciais.
O PBQP-H busca garantir dois pontos fundamentais: a qualidade, com obras marcadas pela segurança e durabilidade; e a produtividade do setor da construção, a partir da sua modernização.
Fotos: Polícia Militar – 19º BPM de Pedreiras – MA
Sábado, (02), dois indivíduos encapuzados tentaram contra a vida do nacional C.M.S.S na rua Santa Luzia, na cidade de Trizidela do Vale, vindo a alvejá-lo.
De posse dessa informação, o Oficial CPU (Coordenador de Policiamento da Unidade) passou a direcionar o policiamento no intuito de realizar a prisão dos acusados.
Durante as diligências, a guarnição da Força Tática se deparou com os suspeitos, foi realizado o acompanhamento tático e os mesmos efetuaram disparos contra a Guarnição, vindo a atingir a viatura, em ato contínuo, os policiais militares revidaram a agressão sofrida, fato esse que fez com que os dois suspeitos abandonassem a motocicleta e se homiziassem no matagal nas proximidades da estrada nova.
Durante toda a noite as guarnições se mantiveram vigilantes e no amanhecer do dia de hoje, conseguiram localizar e prender os dois acusados identificados pelas iniciais J.S.F e J.P.S, recuperando ainda duas motocicletas e apreendendo um revólver calibre 38, com numeração raspada, tendo os suspeitos e o material apreendido apresentados na 14ª DRPC, para as providências de polícia judiciária.
Informações são do Comadante do 19º Batalhão de Polícia Militar de Pedreiras, Tenente-coronel Miguel.
No fim de semana, um consórcio internacional de veículos de imprensa trouxe à luz um novo escândalo fruto do vazamento de informações de mais de 11 milhões de documentos sobre o universo das empresas offshore abertas em paraísos fiscais. O caso foi batizado de Pandora Papers e é o maior do gênero que nos últimos anos produziu investigações como o Panamá Papers. A lista dos proprietários dessas empresas inclui chefes e ex-chefes de Estado de diversos países, ministros, banqueiros, empresários e criminosos internacionais.
A cereja do bolo no Brasil é a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na lista dos proprietários de offshores ativas no exterior. A empresa de Guedes nas Ilhas Virgens Britânicas tem um patrimônio de US 9,5 milhões.
Campos Neto fechou uma das empresas que tinha e mantém outras inativas desde que assumiu o cargo. Em nota, Guedes diz que a empresa foi declarada à Receita Federal e à Comissão de Ética Pública desde antes de ele assumir a pasta, e que se “desvinculou de toda a sua atuação no mercado privado, nos termos exigidos pela Comissão de Ética Pública”.
Ter offshore, por si só, não é ilegal, desde que a origem do dinheiro seja lícita. No entanto, a existência desse tipo de empresa em paraíso fiscal é uma forma de driblar a taxação de riquezas e o Fisco dos países de origem dos seus detentores.
No caso de Guedes e Campos há questionamentos adicionais, pelo fato de decisões da Economia ou do BC impactarem diretamente indicadores como câmbio. Mais: reformulações feitas na proposta de reforma do Imposto de Renda, negociadas entre Guedes e o relator, retiraram do texto a possibilidade de taxação de recursos no exterior.
Para integrantes da ala política do governo com os quais conversei nesta manhã, as eventuais consequências da revelação da existência de offshore de Guedes ativa nas Ilhas Virgens dependerão das explicações que o ministro dará se for convocado a ir ao Congresso prestar explicações.
A chave, de acordo com essa ala, é saber se ele fez ou não movimentações na sua empresa no período em que está no governo. Guedes sustenta que não houve atuação sua na empresa desde 2019.
O fato de a ala política aguardar mais explicações dá o tom da atual situação do titular da Economia no governo: a menos de um ano das eleições, existe pressa, impaciência e ansiedade para soluções que ajudem a tirar Jair Bolsonaro das cordas nas pesquisas.
Guedes hoje é visto por esse grupo como um entrave a soluções consideradas mais certeiras para que o presidente melhore sua situação eleitoral, como a prorrogação do auxílio emergencial (o que encurtaria o caminho e não traria a necessidade de aprovação de receita que justifique nova despesa permanente) ou a fixação do benefício em valores superiores aos R$ 300 que deverão ser oferecidos pelo time do ministro.
As últimas reuniões de Bolsonaro e ministros para tratar do auxílio foram cheia de tensão entre Guedes e integrantes da ala política, como Onyx Lorenzoni.
Portanto, o caso Pandora Papers é visto por esse grupo como uma oportunidade de enfraquecer o ministro, se não para derrubá-lo, ao menos para torná-lo mais suscetível a uma pressão política por medidas eleitoreiras.
Por si só, a avaliação é que o caso não seria suficiente para derrubar Guedes, uma vez que ele comunicou a existência da empresa. Diante dos casos envolvendo os filhos em rachadinha e compra de mansões, Bolsonaro também estaria sem legitimidade para demitir um ministro por movimentação financeira.
Além disso, o caso é considerado de difícil compreensão pelo conjunto do eleitorado, de acordo com auxiliares próximos a Bolsonaro.
O presidente do Congresso Nacional e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), prorrogou por 60 dias o prazo de validade da Medida Provisória (MP) 1.061/2021 que institui os programas Auxílio Brasil e Alimenta Brasil. A medida foi publicada hoje (4) no Diário Oficial da União (DOU).
O Auxílio Brasil é o novo programa social que pretende substituir o Bolsa Família. A MP instituindo o projeto foi publicada no dia 10 de agosto. Ele tem três modalidades de benefício básico: para primeira infância, para famílias com jovens de até 21 anos de idade e para a complementação de famílias que não conseguirem sair da extrema pobreza mesmo após receber benefícios anteriores.
Além do benefício básico, o Auxílio Brasil social terá seis acessórios, que poderão se somar ao valor recebido. Eles funcionarão como bônus para quem cumprir determinados requisitos adicionais.
Pagamentos podem começar em novembro
A intenção, segundo o governo, é iniciar os pagamentos desse novo programa em novembro. Os novos valores ainda não foram anunciados, mas a expectativa é de um aumento de, no mínimo, 50% sobre o valor médio do Bolsa Família, que atualmente é de R$ 189.
A MP prorrogada também trata da criação de outro programa, o Alimenta Brasil, que substitui o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A nova política, segundo o Ministério da Cidadania, consolida normas já existentes, garantindo transparência e visibilidade às compras públicas da agricultura familiar.
Nesse programa, o governo comprará alimentos produzidos pela agricultura familiar, o que garantirá renda mínima aos produtores. Para os agricultores em situação de pobreza e de extrema pobreza, o governo federal pagará, ainda, o Auxílio Inclusão Produtiva Rural, um dos benefícios acessórios do Auxílio Brasil, por até 36 meses.
De acordo com a Constituição Federal, o prazo inicial de vigência de uma MP é de 60 dias e é prorrogado automaticamente por igual período caso não tenha sua votação concluída na Câmara e no Senado. Se não for apreciada em até 45 dias, contados da sua publicação, entra em regime de urgência, sobrestando todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando. Caso o texto não seja aprovado após o período máximo de 120 dias, ele perde a eficácia.
O Brasil registrou mais 9.004 casos de covid-19 e 225 mortes causadas pela doença nas últimas 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado no início da noite deste sábado pelo Ministério da Saúde. O número de pessoas que perderam a vida para a doença esta agora em 597.948. Já o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.468.121.
Ainda há 427.520 casos em acompanhamento. O nome é dado a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.
Há 3.164 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque, em muitos casos, a análise sobre a causa da morte continua mesmo após o óbito. Segundo o boletim, 20.442.653 pessoas se recuperaram da doença.
Estados
No topo do ranking de mortes por estado, estão São Paulo (150.064), Rio de Janeiro (66.437), Minas Gerais (54.719), Paraná (39.208) e Rio Grande do Sul (34.911).
Os estados que menos registraram mortes por covid-19 foram o Acre (1.838), o Amapá (1.984), Roraima (2.002), o Tocantins (3.794) e Sergipe (6.011).
Vacinação
Os últimos dados do Ministério da Saúde apontam que 241,23 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas em todo o Brasil, sendo 147,57 milhões como primeira dose e 93,65 milhões como segunda dose (ou dose única).
Em 24 horas, foram aplicadas 1,63 milhão de doses. Segundo a pasta, foram distribuídas pouco mais de 301 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todo o país.
A partir de hoje (4), as transferências e pagamentos feitos por pessoas físicas entre as 20h e as 6h terão limite de R$ 1 mil. A medida foi aprovada pelo Banco Central (BC) em setembro, com o objetivo de coibir os casos de fraudes, sequestros e roubos noturnos.
As contas de pessoas jurídicas não foram afetadas pelas novas regras. A restrição vale tanto para transações por Pix, sistema de pagamento instantâneo, quanto para outros meios de pagamento, como transferências intrabancárias, via Transferência Eletrônica Disponível (TED) e Documento de Ordem de Crédito (DOC), pagamentos de boletos e compras com cartões de débitos.
O cliente poderá alterar os limites das transações por meio dos canais de atendimento eletrônico das instituições financeiras. No entanto, os aumentos serão efetivados de 24 horas a 48 horas após o pedido, em vez de ser concedidos instantaneamente, como era feito por alguns bancos.
As instituições financeiras também devem oferecer aos clientes a possibilidade de definir limites distintos de movimentação no Pix durante o dia e a noite, permitindo limites mais baixos no período noturno. Ainda será permitido o cadastramento prévio de contas que poderão receber Pix acima dos limites estabelecidos, mantendo os limites baixos para as demais transações.
Na semana passada, o BC estabeleceu medidas adicionais de segurança para o sistema instantâneo de pagamentos, que entrarão em vigor em 16 de novembro. Uma delas é o bloqueio do recebimento de transferências via Pix a pessoas físicas por até 72 horas, caso haja suspeita de que a conta beneficiada seja usada para fraudes.
O presidente Jair Bolsonaro e o churrasqueiro Joas do Prado Pereira, conhecido como Tchê Foto: Reprodução/Instagram
Enquanto o churrasco de fim de semana é algo cada vez mais distante da classe média por causa do preço, o presidente Jair Bolsonaro não enfrenta esse problema: nas últimas vezes em que assou uma carne com amigos, toda a comida foi doação, tanto de empresas como de admiradores. Quem conta isso é Joas do Prado Pereira, conhecido como Tchê, que recentemente virou “churrasqueiro oficial” da família presidencial.
O “Churrasqueiro dos Artistas”, como se apresenta nas redes sociais, ganhou notoriedade ao fazer um churrasco no Palácio da Alvorada no último Dia das Mães. Um item do cardápio chamou a atenção: a picanha wagyu, cujo quilo custa R$ 1.799,99.
Tchê minimiza o preço, dizendo que foi o presente de um frigorífico para o presidente. Ele também garante que não cobra e que sempre faz o churrasco da família Bolsonaro com presentes de amigos e produtos enviados por empresas.
— Para mim é uma honra estar servindo o presidente da República — diz. — Levo presentes de amigos, de frigoríficos, de patrocínio.
Segundo ele, Bolsonaro gosta da carne “um pouquinho mais passada”, devido a restrições alimentares causadas pelas sucessivas cirurgias no abdômen. De sobremesa, uma mistura de abacaxi na brasa com sorvete.
A proximidade com o presidente também traz, é claro, frutos. Após o Dia dos Mães, Tchê ganhou mais de 20 mil seguidores no Instagram, chegando a 74 mil. Ele diz que sua agenda “sempre foi disputada”, mas que agora “está mais ainda um pouco”.
Taxa de ocupação na capital está em 20%. Foto: Divulgação/Prefeitura de São Luís
De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (30/09) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o Maranhão registrou cinco mortes por Covid-19, sendo uma nas últimas 24 horas, além de 354 novos casos.
Segundo o boletim, o Estado soma 356.236 casos confirmados e 10.174 mortes pela Covid-19 desde o início da pandemia. Foram registrados 354 novos casos, sendo 7 na Grande Ilha, 36 em Imperatriz e 311 nos demais municípios.
Dos mais de 356 mil casos, 25.578 estão ativos. Destes, 25.431 estão em isolamento domiciliar, 73 internados em enfermaria e 74 nas unidades de terapia intensiva das redes pública e privada.
O número de pessoas recuperadas da doença chegou a 320.484. Foram realizados 861.086 testes, 603.313 casos foram descartados e 497 estão sob suspeita.
Ainda segundo a SES, dos 246 leitos de UTI exclusivos para a Covid-19, 60 estão ocupados, com a taxa em São Luís chegando a 20%, 42,31% em Imperatriz e 25% nas demais cidades maranhenses. Já dos 296 leitos clínicos, 68 estão sendo utilizados.
Novos óbitos foram registrados nas cidades de Estreito (1), Governador Newton Belo (1), Olho D`Água das Cunhãs (1), Santa Inês (1) e São Luís (1).
Um óbito foi registrado nas últimas 24 horas. Os demais foram registrados em dias e/ou semanas anteriores, e aguardam resultado do exame laboratorial para Covid-19.
O vice-presidente Hamilton Mourão durante palestra na Expo Dubai 2020.
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse hoje (2) que o Brasil precisa garantir a preservação de pelo menos 80% da Amazônia, para mostrar à comunidade internacional seu compromisso com o bioma. Segundo ele, estima-se que cerca de 85% da floresta ainda mantêm vegetação natural, o que limita seu desmatamento a 5%, no máximo.
“Para mostrar à comunidade internacional que não estamos desistindo da nossa responsabilidade, de que vamos trabalhar duro para manter a floresta, se formos levar em consideração um mero cálculo matemático, nós ainda temos 5% para desmatar, nada além disso. Dos outros 80%, as árvores não podem ser cortadas”, disse Mourão.
A afirmação foi feita durante uma palestra, proferida em inglês, no pavilhão da Sustentabilidade, da Expo 2020, em Dubai. Ele também defendeu que o país seja pago, em créditos de carbono, pela preservação da floresta.
Para o vice-presidente, o governo precisa garantir que as leis ambientais sejam cumpridas e que, para isso, é necessário fortalecer os órgãos de fiscalização do meio ambiente. “Agência ambientais do Brasil têm sofrido com pessoal insuficiente e cortes orçamentários, o que se traduziu em menos eficácia na luta contra corte de madeira ilegal e incêndios criminosos. Como parte do compromisso do governo federal em reconstruir a capacidade do Estado na Amazônia, o Ibama foi autorizado a contratar 500 novos servidores”.
Segundo dados mostrados por Mourão, nos últimos 32 anos, os menores índices de desmatamento na Amazônia foram registrados em 2012. Entre 2018 e 2020, no entanto, as taxas cresceram. No ano passado, a taxa cresceu 7% em relação ao ano anterior, por exemplo.
As maiores pressões ocorrem, segundo ele, em Rondônia, Mato Grosso e Pará. Ele destacou, no entanto, que os dados de agosto deste ano mostraram uma queda de 32% em relação ao mesmo período de 2020.
Bioeconomia
O vice-presidente voltou a destacar a necessidade de investimentos da iniciativa privada em projetos de desenvolvimento sustentável da Amazônia, a fim de que se possa evitar uma exploração predatória da região. “Governos têm a maior responsabilidade em proteger o meio ambiente nos nossos países. Mas o desenvolvimento sustentável, particularmente na Amazônia só vai ser bem-sucedido com uma maior participação do setor privado e outros atores”.
Segundo ele, a bioeconomia, que seria o uso sustentável da biodiversidade, pode proporcionar negócios que combinam preservação ambiental, crescimento econômico e inclusão social. “Empresas, investidores, produtores e empreendedores devem liderar um novo ciclo de crescimento verde e inclusivo na Amazônia”, disse Mourão.
Além de ter buscado mostrar à comunidade internacional a imagem de um Brasil que está empenhado em proteger a Amazônia, Mourão tem tentado, desde que chegou aos Emirados Árabes, divulgar a investidores internacionais que a região tem grande potencial para um uso econômico sustentável.
A Amazônia foi citada em suas postagens em redes sociais, assim que chegou a Dubai. Ontem (1°), durante inauguração do Pavilhão do Brasil na Expo 2020, ele voltou a destacar a necessidade de atrair investimentos sustentáveis para a região.
Amanhã (3), ele abrirá um fórum de sustentabilidade da Amazônia, com empresários do Brasil e dos Emirados Árabes.