Vereadores de Igarapé Grande e a prefeita empossada nesta quarta-feira
A Câmara Municipal de Vereadores de Igarapé Grande deu posse na manhã dessa quarta-feira (09), à vice-prefeita Maria Etelvina Sampaio Leite (PDT). Ela ficará no cargo durante o período de 120 dias, prazo de afastamento solicitado pelo prefeito João Vitor Moura Xavier, para cuidar da saúde, alegando tratamento psiquiátrico.
O prefeito confessou em depoimento na 13ª delegacia regional de Polícia Civil de Presidente Dutra, onde se apresentou espontaneamente, ser o autor dos disparos de arma de fogo que tirou a vida do policial militar Gleidson dos Santos “Thiago”, segundo ele em legítima defesa, durante uma vaquejada, domingo (06), no Parque Maratá em Trizidela do Vale.
O pedido de prisão preventiva do prefeito já está no Tribunal de Justiça do Maranhão. O desembargador Jorge Rachid decidiu ontem (08), encaminhar o pedido de prisão para a Câmara Criminal.
A Polícia Federal, por meio da Delegacia de Polícia Federal em Imperatriz/MA, deflagrou na data de hoje, 26 de junho de 2025, a Operação NO PEN NO GAIN, com o objetivo de desarticular grupo criminoso especializado no contrabando de medicamentos oriundos da Inglaterra e de Dubai, comercializados ilegalmente no Brasil, em desacordo com a Resolução RDC nº 81 da ANVISA.
Durante a ação, foram cumpridas 06 medidas cautelares de busca e apreensão, além de bloqueio e sequestro de bens no valor aproximado de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais). Os mandados foram cumpridos nas cidades de São Luís/MA e Imperatriz/MA.
As investigações indicam que os envolvidos atuavam na importação clandestina e distribuição de medicamentos sem registro e controle sanitário, expondo a saúde pública a risco e infringindo normas regulatórias nacionais. De acordo com as investigações a comercialização era realizada no Estado do Maranhão, Pará e Piauí.
Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder pelos crimes de contrabando, associação criminosa e por falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, cujas penas, somadas, podem ultrapassar os 20 anos de reclusão.
fotos/Polícia Federal do MA
fonte: Assessoria Social de Comunicação da Polícia Federal do MA
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/MA) deflagrou, na manhã de ontem (11/06), a Operação Descenso, com o objetivo de desarticular núcleos de liderança de uma facção criminosa atuante no Estado do Maranhão, especialmente no município de Chapadinha e adjacências. A operação ocorreu nos municípios de São Luís/MA, Chapadinha/MA, Itinga do Maranhão/MA e Recife/PE. Durante a ação foram cumpridos 12 mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão. A operação ainda contou com o apoio da FICCO/PE.
Entre os alvos estavam pessoas suspeitas de ocupar cargos de liderança na facção, responsáveis por manter a ordem interna, aplicar punições, gerenciar armamentos, ataques a facções rivais e gerir recursos financeiros.
Os presos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
Fora expedida ordem de bloqueio de até R$ 26 milhões, além de sequestro de veículo e bens.
A FICCO/MA é composta por integrantes da Polícias Militar, Polícia Civil, Polícia Federal e Secretaria de Segurança Pública através do CISP.
Fotos/Polícia Federal do MA
fonte: Comunicação Social da Polícia Federal do MA
Uma agência do Banco Bradesco foi assaltada na noite de ontem, por volta das 22h30, na cidade de Carolina, a 164 km de Balsas, no interior do estado. Segundo investigações, e imagens de câmeras de segurança, uma quadrilha fortemente armada invadiu a cidade e atacou diretamente a agência bancária.
Os criminosos utilizaram explosivos para destruir caixas eletrônicos e, na fuga, levaram pelo menos sete reféns, que foram liberados na saída da cidade. Dois veículos foram incendiados durante a ação.
O Comando da Polícia Militar da região sul do estado informou que as buscas pela quadrilha foram intensificadas em toda a área, contando inclusive com o apoio de um helicóptero do Grupo Tático Aéreo (GTA). Há a suspeita de que os assaltantes tenham utilizado estradas de terra e embarcações para atravessar o rio Tocantins e ter acesso ao estado vizinho para que assim concluíssem a fuga.
O banco ainda não divulgou nenhuma informação sobre valores levados, no entanto, a polícia informou que está apurando o caso. O assalto durou cerca de 20 minutos e causou pânico na população de Carolina, dada a violência com que os criminosos agiram. Os assaltantes usavam fuzis e metralhadoras e utilizaram pelo menos dois veículos para realizar o assalto.
A agência bancária estava se preparando para efetuar o pagamento de aposentados, pensionistas e servidores públicos estaduais e municipais.
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O capitão da PM, identificado como Breno, chegou a ser socorrido e levado para uma unidade hospitalar da capital, mas não resistiu aos ferimentos. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Um capitão da Polícia Militar do Maranhão, identificado como Breno Marques Cruz, foi morto por um tenente, após ser baleado com quatro tiros dentro da Academia da Polícia Militar Gonçalves Dias, em São Luís.
O caso aconteceu dentro da academia militar, localizada no Renascença, onde são formados os oficiais da corporação. A motivação, segundo informações preliminares, foi por uma punição disciplinar que o capitão aplicou no Tenente, identificado como Cássio de Almeida Soares, no entanto, ainda está sob investigação.
O capitão da PM, identificado como Breno, chegou a ser socorrido e levado para uma unidade hospitalar da capital, mas não resistiu aos ferimentos. O tenente envolvido no caso foi detido.
Até o momento, a Secretaria de Segurança Pública do Estado não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
A Polícia Federal no Maranhão deflagrou, nesta manhã (22/5), a Operação Ferrete Incógnito, para dar cumprimento a um mandado de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Juízo da 8ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Seção Judiciária do Maranhão.
O mandado foi expedido após representação da Polícia Federal do Maranhão, visando coletar outros elementos de informações para instruir inquérito policial que foi instaurado para apurar a invasão reiterada em terra indígena, por criadores de gado, causando conflitos com os povos originários.
Foto/Polícia Federal do Maranhão
A terra indígena Awá já foi objeto de desintrusão, ocasião em que foram retiradas da área aproximadamente 15 mil cabeças de gado. A prática, entretanto, tem sido retomada, causando tensão com a população indígena.
Foto/Polícia Federal do Maranhão
A Justiça Federal também decretou a suspensão das atividades econômicas do investigado, relacionadas à inserção de gado em qualquer área pertencente à União, especialmente nas terras indígenas do complexo Alto Turiaçu (composto pelas terras indígenas Alto Turiaçu, Awá e Caru).
Os fatos investigados podem ser caracterizados como crime de invasão de terras públicas, além de crimes ambientais (como o de impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas, explorar economicamente ou degradar floresta, plantada ou nativa, em terras de domínio público sem autorização do órgão competente).
fonte/Comunicação Social da Polícia Federal do Maranhão
Filho do ex-prefeito ‘Nenzim’ é condenado a 16 anos de prisão pela morte do pai. (Reprodução/TV Mirante)
Após quase um dia inteiro de julgamento, Manoel Mariano de Sousa Filho, conhecido como Júnior do Nenzim, foi condenado a 16 anos de prisão em regime fechado por envolvimento no assassinato do pai, o ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, o Nenzim. O júri popular, realizado no Fórum Desembargador Sarney Costa, em São Luís, se estendeu até 1h30 da madrugada.
A decisão da Justiça foi embasada nas provas apresentadas pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA), que apontaram o filho como principal responsável pela morte do pai. Segundo o promotor de Justiça Raimundo Benedito, “só estavam os dois na cena do crime. Ele [Júnior] disse que não viu ninguém se aproximar, o que logicamente é impossível”.
Logo após a sentença, o réu foi levado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde começará a cumprir pena imediatamente, sem possibilidade de recorrer em liberdade. Durante o júri, sete testemunhas foram ouvidas e o próprio Júnior respondeu por cerca de duas horas às perguntas do juiz e do Ministério Público, mantendo-se firme na negação de qualquer envolvimento com o crime.
A defesa tentou argumentar que houve falhas na condução das investigações e na coleta de provas, mas a tese não convenceu os jurados.
Motivação do crime
De acordo com as investigações, o crime teria ocorrido no dia 6 de dezembro de 2017, na zona rural de Barra do Corda, a cerca de 341 km de São Luís. Nenzim foi atingido por um tiro no pescoço e, segundo a Polícia Civil, no momento do crime, apenas ele e o filho estavam no local.
As apurações indicam que Júnior vinha roubando cabeças de gado do pai para saldar dívidas com agiotas. Para evitar o confronto e ocultar o desvio, teria planejado e executado o assassinato.
A conduta suspeita de Júnior ficou ainda mais evidente porque, após o disparo, o veículo em que ele e o pai estavam não foi levado diretamente ao hospital. Câmeras de segurança registraram a caminhonete na avenida principal do condomínio onde o crime ocorreu.
“A perícia mostra que o tiro foi disparado a cerca de 20 centímetros da vítima”, destacou o promotor Raimundo Benedito.
“Isso contradiz totalmente a versão do acusado, que afirma não ter visto ninguém se aproximar”, completou.
O julgamento, que deveria ter ocorrido inicialmente em outubro de 2023, foi adiado a pedido do Ministério Público. A intenção era incluir no processo o vaqueiro Luzivan Rodrigues da Conceição Nunes, apontado como o atirador, mas o órgão optou por desmembrar o caso. Com isso, Luzivan será julgado separadamente no próximo dia 9 de julho.
Vaqueiro Luzivan, um dos acusados de ter participado do assassinato do ex-Prefeito Nenzim. (Reprodução/TV Mirante)
Relembre o caso
A morte de Nenzim comoveu Barra do Corda e gerou forte repercussão política no Maranhão. Ele foi assassinado com um tiro no pescoço enquanto andava de carro com o filho. Inicialmente, a versão levantada apontava para dois suspeitos em uma moto, mas laudos periciais descartaram essa possibilidade.
Mais de 20 testemunhas foram ouvidas durante o inquérito. Com base nas provas e perícias, o Ministério Público denunciou Júnior por homicídio qualificado.
Com a condenação, o caso que se arrastava há quase sete anos chega a um novo capítulo, agora com a pena em cumprimento. O julgamento de Luzivan, que pode trazer novos detalhes sobre a execução do crime, ainda promete novos desdobramentos.
Na noite de domingo (18), Marcos Vinícius Belo de Sousa, de 28 anos, conhecido como “Camundongo”, foi morto a tiros ao lado da Paróquia de Santa Terezinha, em Codó (290 km de São Luís).
Segundo testemunhas, ele foi perseguido por quatro homens em duas motocicletas pelas ruas do bairro Codó Novo. Marcos tentou se esconder em uma borracharia na rua São Luís, mas foi alcançado e baleado dentro do estabelecimento.
Foto: Reprodução/Mídias Sociais
No momento do crime, uma missa era celebrada na igreja vizinha e transmitida ao vivo. Fiéis ouviram os disparos, ficaram assustados e foram acalmados pelo padre, que encerrou a cerimônia com uma oração.
A Polícia Militar isolou a área e fez os primeiros levantamentos. Ainda não há informações sobre a motivação do crime ou os suspeitos. A investigação está sob responsabilidade da Delegacia Regional de Codó.
Uma caminhonete em alta velocidade atropelou um grupo de pedestres na Avenida Francisco Lima, no bairro São Luís, em Balsas, na tarde deste último domingo (18). O acidente resultou na morte de uma mulher e deixou sete pessoas feridas, entre elas três crianças.
De acordo com imagens de câmeras de segurança, as vítimas caminhavam pela pista, quando foram surpreendidas pelo veículo, que vinha em alta velocidade. Os pedestres estavam de costas para a caminhonete e não tiveram tempo de reagir antes do impacto.
O acidente ocorreu em uma via com pouco movimento, onde apenas os pedestres atingidos estavam no local no momento da colisão. (Foto: Reprodução/TV Mirante)
As oito vítimas foram atendidas pelo SAMU no local. Entre elas, Maria Eduarda Silva, de 18 anos, mãe de uma das crianças atingidas, não resistiu aos ferimentos e morreu após ser levada ao Hospital Municipal de Balsas. As demais foram encaminhadas para a mesma unidade de saúde, onde três permanecem internadas em estado estável.
A motorista, que não teve o nome divulgado, permaneceu no local e foi levada para a delegacia da Polícia Civil, onde prestou depoimento. Há suspeitas de que ela estivesse sob efeito de álcool no momento do acidente. Equipes do SAMU relataram que a condutora apresentava sinais de embriaguez, mas a investigação ainda apura os detalhes.
O acidente ocorreu em uma via com pouco movimento, onde apenas os pedestres atingidos estavam no local no momento da colisão. A polícia continua as investigações para esclarecer as circunstâncias do caso.
Uma jovem de 19 anos foi assassinada a tiros na noite de sábado (18), enquanto amamentava o filho de apenas três meses, em casa, na cidade de Viana, a 220 km de São Luís. A vítima foi identificada como Davylla Carvalho Matos.
Jovem é morta a tiros enquanto amamentava filho de 3 meses em Viana, no MA.
Segundo a polícia, o crime aconteceu por volta das 21h, quando um homem invadiu a residência e efetuou vários disparos de arma de fogo contra a jovem. Davylla foi atingida por pelo menos quatro tiros e morreu no local, antes da chegada do socorro. O bebê não ficou ferido.
Moradores da vizinhança relataram ter ouvido os disparos e encontraram a jovem já sem vida. A Polícia Militar foi a primeira a chegar ao local e isolou a área para o trabalho da perícia.
De acordo com as primeiras informações apuradas pela polícia, a vítima tinha passagens pela polícia por envolvimento em crimes, incluindo roubo à mão armada, e mantinha ligações com um grupo criminoso. No entanto, outras hipóteses sobre a motivação do crime também estão sendo investigadas.
Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil segue com as investigações para identificar e localizar os responsáveis pelo crime.