Veja onde estará hoje (28), seu Candidato a Prefeito de Pedreiras.
Pastor Odaias – PODEMOS
Dr. Humberto – PSC
Antônio França – DEM

“Temos certeza que estamos fazendo o correto. Estamos saindo da gestão do Município de Bernardo do Mearim, mas, com a convicção que fizemos o melhor para todos. As obras que estou entregando são frutos do nosso trabalho, que fizemos com a consciência tranquila e com aval dos nossos munícipes. Nossas prioridades foram cumpridas. Podemos dizer de coração aberto, como, por exemplo, na saúde e educação fizemos o melhor para deixar todos satisfeitos, não só na sede, mas na zona rural também. Todos estão de parabéns, afinal, foi pela vontade do povo que concluí dois mandatos repletos de obras, atendendo o anseio da população. Obrigada, Bernardenses.” Disse a prefeita, Eudina Costa.

Em novembro, o Município de Bernardo do Mearim vai completar 26 anos de emancipação política, mas a população começou a ser presenteada desde o mês passado, com as inaugurações de diversas obras, incluindo pavimentação asfáltica em algumas estradas vicinais.
Veja algumas obras que já foram entregues e outras que serão inauguradas.

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou nova tabela de Preços Médios Ponderados ao Consumidor Final (PMPF) de combustíveis em todo o país.

A tabela traz o preço de onze produtos nas 27 unidades da federação e foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU).
Os novos valores passam a valer dia 1º de novembro. O PMPF é usado pelos estados como base para calcular o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), mas não define os preços na bomba de combustível dos postos.
fonte: agenciabrasil.ebc.com

A vacina candidata contra a Covid-19 da Universidade de Oxford (Reino Unido), produzida em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca, produz resposta imune “robusta” em idosos, que integram o principal grupo de risco da doença, indiam resultados preliminares divulgados nesta segunda-feira. Os números de mais uma frente de trabalhos dos ensaios clínicos reforçaram a expectativa por um imunizante capaz de bloquear a infecção pelo coronavírus e controlar a pandemia causada pelo patógeno.
O imunizante, batizado oficialmente de AZD1222 ou ChAdOx1 nCoV-19, estimulou a produção de anticorpos e de celulas T, segundo o jornal britânico Financial Times. Os estudos também confirmaram a segurança da vacina neste grupo. Anteriormente, os pesquisadores chegaram às mesmas conclusões em voluntários jovens e adultos.
Ainda segundo o Financial Times, os dados dos testes de imunogenicidade — capacidade de induzir produção de anticorpos neutralizantes — em voluntários idosos serão publicados pela universidade britânica e pela AstraZeneca em uma publicação científica ainda não especificada. A descoberta reforça a mesma conclusão envolvendo adultos saudáveis entre 18 e 55 anos, conforme dados divulgados em julho.
— É encorajador encontrar respostas imunológicas similares entre idosos e mais jovens, e que a reatogenicidade (capacidade da vacina gerar reação colateral) tenham sido menores no primeiro grupo, que tem maiores chances de ter o quadro agravado pela Covid-19 — disse um porta-voz da AstraZeneca à Reuters.
Pré-clínico: testes em animais e amostras de laboratório
Fase 1: Testes em humanos para avaliar segurança
Fase 2: Testes em humanos para avaliar resposta imune
Fase 3: Testes em humanos para avaliar eficácia
Aprovação: Liberada para comercialização e distribuição
Para pesquisadores, os dados trazem esperança porque o sistema imunológico enfraquece à medida em que o ser humano envelhece. Por isso, idosos estão entre os mais propensos à morte pela Covid-19 e, consequentemente, maiores são os desafios de assegurar uma vacina eficaz para este grupo.
Por isso, a eventual confirmação de que a fórmula elaborada no Reino Unido funciona na parcela mais longeva da população seria considerada um passo fundamental na superação da tragédia humana. Para além de ser vista como uma ferramenta potencialmente capaz de mudar o jogo na batalha contra a Covid-19, responsável pela morte de mais de 1,15 milhão de pessoas em todo o mundo, pela devastação a economia global e por virar de ponta cabeça a vida de bilhões de pessoas, a vacina poderá proteger os mais vulneráveis.
Segundo o último boletim do Ministério da Saúde do Brasil para a Covid-19, referente à semana epidemiológica encerrada no dia 16 de outubro, 110.429 das 150.295 vítimas fatais do coronavirus notificadas no país até então tinham mais de 60 anos. Em outras palavras, idosos representam 73,4% das mortes confirmadas pelo patógeno. O pior índice é verificado entre pessoas de 70 a 79 anos: 38.595 pacientes que não resistiram ao Sars-CoV-2 se encontravam nesta faixa etária.
Stephen Evans, professor de farmacoepidemiologia na Escola de Medicina e Higiene Tropical de Londres, que não participou do estudo, sublinhou que é preciso analisar cautelosamente os dados dos ensaios.
— Nós precisamos estudar os números antes de concluir que as respostas (imunológicas entre idosos e adultos) foram similares — disse Evans à Reuters.
Uma imunizante capaz de prevenir a infecção pelo novo coronavírus é vista como capaz de mudar o jogo na batalha contra a Covid-19, responsável pela morte de mais de 1,15 milhão de pessoas em todo o mundo, pela devastação a economia global e por virar de ponta cabeça a vida de bilhões de pessoas.
Segundo o tabloide britânico The Sun, um hospital de Londres teria sido sondado para receber as primeiras doses da vacina. O imunizante, no entanto, não foi regulamentado no Reino Unido. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a fórmula de Oxford/AstraZeneca como uma das mais avançadas do mundo em termos de testes.
Indagado pela emissora britânica BBC sobre uma eventual imunização da população ainda em 2020, o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, ponderou que ainda não há um imunizante comprovadamente eficaz que tenha exaurido todas as etapas de testes clínicos, mas não negou a hipótese.
— Eu não descarto que essa é a minha principal expectativa — disse Hancock, pontuando que a pasta se planeja, no entanto, para vacinar a população na metade de 2021.
A vacina de Oxford é testada no Brasil e chegou a ter os ensaios clínicos interrompidos em todo o mundo após uma das voluntárias apresentar uma doença repentina. Os testes foram retomados, inclusive no Brasil, depois que um comitê independente concluiu que não havia relação causal entre o problema de saúde e o imunizante.
Em solo nacional, os testes são coordenados no Rio e em São Paulo. Na capital paulista, os estudos são liderados pelo Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) da Unifesp, que recrutaram voluntários em parceria com o Grupo Fleury. A infraestrutura médica e de equipamentos é financiada pela Fundação Lemann. No Rio, o estudo está a cargo do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e da Rede D’Or, que cobriu os custos da primeira fase da pesquisa.
Os ensaios clínicos do imunizante de Oxford começaram em janeiro no Reino Unido. A fórmula é baseada em um adenovírus de chimpanzé, incapaz de adoecer o indivíduo imunizado, responsável por atuar como um vetor do RNA do novo coronavírus. O material genético, referente à chamada proteína S ou spike do patógeno, se mostrou capaz de gerar anticorpos, de acordo com os estudos, levando o organismo a reconhecer o Sars-CoV-2 como uma ameaça no caso de uma infecção verdadeira.
O Ministério da Saúde assinou, em julho, um protocolo de intenções entre a Fiocruz e a AstraZeneca prevendo a transferência de tecnologia e produção de 100 milhões de doses caso a vacina se demonstre eficaz e segura ao final dos ensaios clínicos. Trata-se, até o momento, da única fórmula sondada pelo governo federal, enquanto outros países, como os Estados Unidos, e blocos, como a União Europeia (UE), apostam em múltiplas frentes.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acenou para um acordo similar com o Instituto Butantan, vinculado ao governo de São Paulo, para a aquisição de 46 milhões de doses da vacina candidata do laboratório chinês Sinovac Biotech. O compromisso, anunciado aos governadores pelo próprio Pazuello, foi sustado por ordens do presidente Jair Bolsonaro.
Caso seja aprovada e regulamentada, a vacina de Oxford/AstraZeneca será o primeiro imunizante de RNA comprovadamente eficaz contra uma doença viral no mercado. A fórmula já foi testada no passado contra doenças como o ebola, mas não demostrou êxito.
Entre as vacinas mais promissoras em desenvolvimento no mundo, a ChAdOx1 nCoV-19 não é a única a se basear no modelo a partir de um vetor. A americana Johnson & Johnson utiliza um adenovírus humano, o AD26, enquanto o laboratório chinês CanSino Biologics Inc. adota o tipo AD5. Já a Sputnik V, imunizante desenvolvido pelo laboratório Nikolai Gamaleia, na Rússia, usa uma combinação dos dois patógenos.
A Johnson & Johnson também teve seus ensaios clínicos interrompidos após um efeito adverso identificado em um dos voluntários, mas os trabalhos foram retomados na semana passada. O episódio lançou dúvidas sobre a tecnologia de vacinas de RNA e DNA, mas comitês independentes não encontraram relação causal entre a vacina e o adoecimento dos dois pacientes em questão.
A Sputnik V, por sua vez, já foi homologada na Rússia, a despeito do ceticismo de parte da comunidade científica internacional com o cronograma russo. Na China, a fórmula da CanSino já foi patenteada após demonstrar resultados promissores nos testes. Ela chegou a ser aplicada experimentalmente em integrantes das Forças Armadas chinesas.
fonte: oglobo.globo.com

Partidos, coligações e candidatos devem ficar atentos: nesta segunda-feira (26), termina o prazo para o pedido de substituição de candidatos aos cargos de prefeito e de vereador para as Eleições Municipais de 2020.
A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) permite que o partido ou a coligação substitua o candidato que for considerado inelegível, renunciar ou falecer após o termo final do prazo do registro ou, ainda, tiver seu registro indeferido ou cancelado.
A substituição pode ser requerida até 20 dias antes do primeiro turno do pleito, ou seja, no caso das Eleições 2020, no dia 15 de novembro, e deve ser feita em até dez dias após o fato que gerou sua necessidade.
A exceção só ocorre em caso de falecimento, caso em que a substituição poderá ser efetivada após essa data, observado, em qualquer situação, o prazo de até dez dias contados do fato – inclusive anulação de convenção – ou da decisão judicial que deu origem à substituição.
Regras
De acordo com a Resolução TSE no 23.609/2019, se o candidato pertencer a uma coligação, a substituição deverá ser feita por decisão da maioria absoluta dos órgãos executivos de direção dos partidos políticos coligados, podendo o substituto ser filiado a qualquer dos partidos que a integram, desde que a legenda à qual pertencia o substituído renuncie ao direito de preferência.
Se ocorrer substituição após a geração das tabelas para elaboração da lista de candidatos e preparação das urnas, o substituto concorrerá com o nome, número e a fotografia do substituído, sendo destinatário dos votos atribuídos ao substituído.
Na hipótese de substituição, cabe ao partido político ou à coligação do substituto dar ampla divulgação ao fato, para esclarecimento do eleitorado, além da divulgação pela Justiça Eleitoral.
Além disso, será indeferido o pedido de substituição de candidatos quando não forem respeitados os limites mínimo e máximo das candidaturas de cada gênero previstos no artigo 17 da Resolução 23.609.
Confira o Calendário das Eleições 2020 para ficar atento aos prazos.
fonte: tse.jus.br/imprensahttp://tse.jus.br/imprensa

Ontem, 25, a caravana 77 esteve no Mercado Central de Pedreiras. Integrando a caravana, ao lado de Vanessa e Dr.Walber, o senador Weverton Rocha, o deputado federal Juscelino Filho e o deputado estadual Marcos Caldas.

O senador reforçou o apoio a prefeita Vanessa lembrando que Pedreiras precisa retomar o trilho do desenvolvimento, como as cidades vizinhas. “Pedreiras não pode permanecer estagnada. É a maior cidade da região e deve fazer jus ao nome de Princesa. Precisamos de Vanessa para trazer de volta a autoestima dos pedreirenses“, ressaltou.

Vanessa falou aos comerciantes do Mercado Central e lembrou que em sua gestão , haverá um programa de isenção das taxas aos feirantes de rua, assim como será feita a cobertura do espaço de comercialização e a climatização do mercado das frutas.
*Matéria sob a responsabilidade da Assessoria de Comunicação da Candidata Vanessa Maia

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), entrou neste sábado (24) na briga pública do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, com o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, escalando a nova crise do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
“O ministro Ricardo Salles, não satisfeito em destruir o meio ambiente do Brasil, agora resolveu destruir o próprio governo”, escreveu o deputado em uma rede social.
Em contraposição à base ideológica do governo no Congresso, Maia, bem como integrantes do centrão, são aliados de Ramos no confronto contra o núcleo ideológico do governo. Parlamentares que integram o grupo também foram a público.
“O Progressistas manifesta total apoio ao trabalho do ministro-chefe da secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos. Sua atuação tem sido fundamental na construção e estabilidade de uma base sólida no Congresso Nacional”, disse o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente da legenda.
“Ministro Ramos tem dialogado com a Câmara de forma cordial, respeitosa e buscando construir convergências que ajudem o Governo e o Brasil. O governo não pode se perder em baixarias. Toda atenção deve ser dada a superação da crise econômica, social e sanitária decorrente do corona”, escreveu horas antes o deputado Marcelo Ramos (PL-AM).
Pelo outro lado, a deputada Bia Kicis (PSL-DF), por exemplo, fez foto com Salles ainda na sexta-feira (23) com a legenda “dia de foto com o querido Ricardo Salles”.
Congressistas da base ideológica dizem que falta a Ramos jogo de cintura por ele ser militar. Eles também reclamam que o ministro da articulação política os trata bem, mas, em questões práticas, como a liberação de dinheiro das emendas parlamentares, prioriza os pleitos do centrão.
O estopim para a crise entre Salles e Ramos foi uma nota no jornal O Globo que afirmava que o ministro estava esticando a corda com a ala militar do governo em decorrência do episódio envolvendo a falta de recursos no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) —Salles disse que, sem dinheiro, brigadistas interromperiam atividades de combate a incêndios e queimadas.
As críticas de Salles a Ramos são amparadas pelos filhos de Jair Bolsonaro e fazem parte de estratégia do núcleo ideológico para convencer o presidente a trocar o responsável pela articulação política do governo, como mostrou a Folha na sexta-feira.
A pressão, que ocorre nos bastidores desde agosto, mas agora veio a público com a manifestação de Salles nas redes sociais. Ele citou nominalmente Ramos e pediu ao militar para parar com uma postura de “maria fofoca”.
A decisão de Salles de tornar público o embate, segundo assessores palacianos, busca tentar acelerar o desgaste de Ramos para que seja possível convencer Bolsonaro a incluir o general na minirreforma ministerial programada para fevereiro.
A ideia é repetir a fritura realizada no ano passado com o general Carlos dos Santos Cruz, que também comandava a Secretaria de Governo e foi criticado pelo núcleo ideológico por sua postura moderada. Bolsonaro foi influenciado a substituí-lo no posto.
O grupo que defende a substituição de Ramos conta com o respaldo do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Para reforçar o apoio a Salles, o filho 03 do presidente postou mensagem desejando “força” ao ministro. “O Brasil está contigo e apoiando seu trabalho”, escreveu.
A troca de Ramos também tem respaldo do secretário da Pesca, Jorge Seif, e do escritor Olavo de Carvalho, considerado o guru da família presidencial.
Até o momento, Bolsonaro não deu sinais de que pretende sacar Ramos do cargo. O general conta com a confiança do presidente.
Nesta sexta, Bolsonaro fez acenos aos dois ministros. Chegou com Ramos em seu carro à Base Aérea de Brasília para a cerimônia de apresentação do Gripen, caça da FAB (Força Aérea Brasileira), que fez seu voo inaugural. Salles estava na plateia, junto com outros auxiliares presidenciais.
Em determinado momento, os dois ministros ficaram próximos a Bolsonaro, que deu um abraço em Salles. Ramos apenas observou.
O vice-presidente Hamilton Mourão foi questionado por repórteres nesta sexta sobre as divergências entre os ministros. “Isso não passa por mim, os ministros são do presidente e eu não me meto nessa guerra”, afirmou.
Caso Bolsonaro seja convencido a fazer uma mudança até fevereiro, assessores presidenciais apontam que o nome favorito para desempenhar a função é o do ministro das Comunicações, Fábio Faria.
Em conversas com aliados, porém, Faria tem dito que não pretende assumir o posto e que apoia a manutenção de Ramos. Nos bastidores, Faria já desempenha informalmente o papel de articulador, fazendo a ponte entre Executivo e Legislativo.
A disputa entre militares e ideológicos era frequente no início da atual gestão, mas passou por um arrefecimento neste ano, após o presidente ter fortalecido a cúpula fardada, entregando a ela todos os cargos ministeriais do Palácio do Planalto.
Ramos tem se mantido em silêncio, mas comemorou a reação do grupo que o apoia. Em uma rede social, publicou fotos em que aparece ao lado de Bolsonaro num evento militar na sexta-feira. “Presidente Bolsonaro prestigiando, como sempre, suas Forças Armadas!”, escreveu.
fonte: folha.uol.com.br

O presidente Donald Trump, candidato à reeleição nos EUA, emitiu seu voto antecipado na manhã deste sábado em um centro eleitoral em West Palm Beach, na Flórida, no início de mais um dia de campanha, 10 dias antes das eleições presidenciais. O voto antecipado é permitido em vários estados americanos, e neste ano quase 55 milhões de eleitores do país já o fizeram.
O presidente americano compareceu a uma biblioteca habilitada como seção eleitoral no estado onde tem seu domicílio.
— Votei em um cara chamado Trump — disse sorridente ao sair.
Ao votar, Trump usou uma máscara, algo que raramente costuma fazer, minimizando o vírus desde o início da crise de saúde e tendo inclusive se infectado com ele.
— Foi uma votação muito segura. Muito mais segura do que enviar correspondência, posso te dizer isso — disse Trump, que insiste, sem evidências, que a votação por correspondência conduz à fraude.
— Tudo foi perfeito, muito estrito, de acordo com as regras. Quando você envia sua correspondência, nunca será tão seguro quanto isso — acrescentou o presidente, que faz um grande esforço de última hora para alcançar Biden na reta final da disputa eleitoral.
Neste sábado, sua agenda inclui atos de campanha na Carolina do Norte, Ohio e Wisconsin — todos estados-chave para chegar à presidência.
No último debate da campanha presidencial, Trump adotou uma postura menos agressiva do que no debate anterior, em 15 de outubro, embora tenha excedido o rival em mentiras e exageros, segundo as checagens da imprensa americana, incluindo dizer que a pandemia da Covid-19 está diminuindo nos EUA, quando o número de contaminações está voltando a subir.
Sempre que confrontado com temas nos quais se sentia pouco à vontade, o republicano buscou voltar à questão dos negócios no exterior de Hunter Biden, filho do adversário.
No dia seguinte ao debate, Donald Trump foi às ruas e viajou para fazer dois comícios na Flórida, um estado importante para a vitório no Colégio Eleitoral.
Trump disse que pandemia está prestes a acabar, isso no dia em que o número de novos casos, 82 mil, foi o maior desde 16 de julho.
— Não estamos entrando em um inverno sombrio — disse Trump, fazendo menção a uma frase dita por Biden no debate — Estamos entrando na curva final e nos aproximando da luz no final do túnel.
Em comício The Villages, na Flórida, Trump atacou, além de Biden, a vice na chapa democrata, Kamala Harris, e o ex-presidente Barack Obama.
— Ela [Harris] não será sua primeira mulher presidente. Não é como deveria ser. Não devemos ter um socialista [no cargo]. Veja, não vamos ser uma nação socialista. Não vamos ter um presidente socialista, especialmente uma presidente socialista mulher — disse Trump.
Já sobre seu antecessor, o presidente o chamou de “Barack Hussein Obama” por ao menos três vezes seguidas, dando ênfase ao nome do meio do ex-mandatário.
fonte: oglobo.globo.com

O tribunal especial de julgamento formado para deliberar sobre o pedido de impeachment contra o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, e da vice-governadora Daniela Reinehr decidiu na madrugada deste sábado (24) pela admissibilidade da denúncia apenas contra o governador.

O governador será intimado da decisão e ficará, a partir desta terça-feira (27), suspenso do exercício das funções até sentença final, além de perder um terço dos vencimentos, que serão pagos em caso de absolvição.
A sessão designada para discussão e votação do parecer do relator foi realizada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), onde ocorreram todos os atos do tribunal especial de julgamento. As atividades na assembleia começaram às 9h de sexta-feira (23) e tiveram sequência até as 2h deste sábado (24).
O tribunal especial decidiu, por 6 votos a 4, pela admissibilidade da denúncia contra o governador. O colegiado é formado por cinco desembargadores e cinco deputados estaduais. O relator, deputado Kennedy Nunes, votou para que a denúncia de impeachment fosse objeto de deliberação em relação ao governador e à sua vice. O entendimento foi seguido pelos deputados Laercio Schuster, Luiz Fernando Vampiro, Maurício Eskudlark e pelo desembargador Luiz Felipe Schuch.
O deputado Sargento Lima também votou pelo acolhimento da denúncia contra Moisés, formando a maioria simples para o prosseguimento do impeachment em relação ao governador. No entanto, Lima se manifestou pela não admissibilidade em relação à vice.
Como os outros quatro desembargadores do tribunal especial de julgamento votaram pelo não acolhimento da denúncia contra ambos, formou-se um empate quanto ao prosseguimento do impeachment de Daniela. No voto de desempate do presidente do Poder Judiciário de Santa Catarina, desembargador Ricardo Roesler, foi aceita que a admissibilidade não deveria ocorrer em relação à vice-governadora.
Votaram pela não admissibilidade da denúncia os desembargadores Rubens Schulz, Sérgio Rizelo, Carlos Alberto Civinski e Claudia Lambert.
fonte: agenciabrasil.ebc.com.br