“Tem governador agora que quer que eu faça um pacto pelo emprego. Mas ele continua com o estado dele fechado”. Foi com ironia que presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reagiu ao “Pacto Nacional pelo Emprego” sugerido por Flávio Dino, governador do Maranhão, durante conversa com apoiadores na saída do Palácio do Alvorada, residência oficial da Presidência. Para Bolsonaro, a sugestão apresentada na última segunda-feira (27), é contraditória com relação à postura que Dino vem adotando em seu estado.
No documento, Dino sugere que haja uma reunião liderada pelo presidente com os governadores para construir esse pacto, com elaboração de medidas emergenciais. Ainda no ofício, o governador do Maranhão diz que a pandemia impõe aos gestores estaduais um desafio sem precedentes nas áreas sanitária, econômica e humanitária.
“Considerando este cenário desafiador, gostaria de sugerir uma reunião liderada por V. Exa. com os governadores e os presidentes das confederações empresariais e centrais sindicais para que possamos construir um ‘Pacto Dino pede que Bolsonaro lidere reunião de pacto por emprego Nacional pelo Emprego’, com medidas emergenciais de geração de emprego e renda”, escreve o governador no ofício.
Flávio Dino cita também a entrevista concedida pelo o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, à Folha de S. Paulo, na qual ele informou que haverá um crescimento da taxa de desemprego no segundo semestre.
“Precisamos planejar com urgência medidas para evitar o cenário projetado pela citada autoridade federal”, afirmou o governador. Em postagem no Twitter, Flávio Dino rebateu Bolsonaro e disse que o assunto não é para ser tratado com ironia. “Espero que o presidente leve a sério a urgência de ações efetivas. É impossível tratar do tema no “cercadinho” do Alvorada. Por isso, insisto na ideia do Pacto Nacional pelo Emprego”, escreveu.
Pré-candidato – Flávio Dino é pré-candidato à presidência da República em 2022. Para a corrida eleitoral, ele deve levantar bandeiras como a educação e a importância do fortalecimento do Estado para o desenvolvimento.
A 12ª DP, em Taguatinga, investiga o caso do pedófilo preso no Maranhão (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) finalizou, na última terça-feira (28), o primeiro inquérito de pornografia infantojuvenil e estupro virtual contra um pedófilo, de 31 anos. O suspeito é oriundo de Gonçalves Dias, município no interior do Maranhão, e pode ter abusado sexualmente de cerca de 90 meninos da capital federal. Ele utilizava perfis falsos no Instagram para atrair as vítimas.
A primeira investigação do acusado, realizada pela 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro), já havia indicado que 60 garotos tinham sido obrigados a produzir materiais pornográficos para o pedófilo. Após a divulgação do caso, cerca de 30 novas vítimas buscaram a unidade.
De acordo com o delegado-chefe Josué Ribeiro, a apuração indica que o criminoso “pode ter conversado com centenas de meninos ao mesmo tempo. Além de ameaçar as vítimas para conseguir vídeos de cunho sexual, ele compartilhava essas imagens entre os garotos, incentivando-os a produzir o material pornográgico.”
Inicialmente, os investigadores identificaram que as primeiras 60 vítimas deste pedófilo tinham de 11 a 14 anos. Contudo, com o surgimento de novas denúncias, apurou-se que ele procurava crianças ainda mais novas. “Vimos que ele trocava mensagens com meninos de até sete anos”, confirma Josué Ribeiro.
Por conta dos novos relatos, os agentes irão abrir um segundo inquérito para apurar as extensões dos crimes. O celular do pedófilo, apreendido durante a prisão dele, no Maranhão, passa por perícia no Instituto de Criminalística (IC), da Polícia Civil.
“Ainda não há nenhuma prova que indique que o acusado participava de uma rede de pedofilia, compartilhando os materiais dos meninos com outros homens. Mas tudo será apurado, conforme o resultado do laudo pericial do aparelho eletrônico. Também aguardamos respostas das páginas de redes sociais, que apoiam a investigação”, finaliza o delegado.
A Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV/Fiocruz) lançou, nesta sexta-feira (24), um manual sobre biossegurança para a reabertura de escolas no contexto da covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus.
Com linguagem acessível, o manual traz orientações para retomada das aulas em segurança, além de informações sobre questões sanitárias e formas de transmissão da doença. O manual destaca ainda a necessidade de implementar boas práticas de biossegurança que contribuam para promover a saúde e prevenir a doença nas escolas.
A coordenadora-geral de Ensino Técnico da escola, Ingrid D’avilla, integrante da equipe que elaborou o manual, disse à Agência Brasil que o material está disponível no site da unidade e em alguns portais da Fiocruz, como a Agência Fiocruz de Notícias e o Observatório Covid-19 Informação para Ação, cujo objetivo é disponibilizar informações sobre a covid-19.
Com a atualização contínua das pesquisas sobre a doença, o documento deve ser também frequentemente atualizado. Por isso, a opção foi disponibilizá-lo em formato digital, disse Ingrid D’avilla.
Seções
O manual é dividido em quatro seções, e a primeira aborda a própria covid-19. De acordo cm Ingrid, muitos protocolos lançados pelas secretarias municipais e estaduais de Educação e também pelo Ministério da Educação nem sempre traziam informações sobre a doença em si. “[Faltava] o que elas [escolas] precisavam saber sobre a covid-19, as formas de transmissão do vírus”, destacou.
Na primeira seção, a equipe da EPSJV trabalha com a atualização científica da covid-19. “Discutem-se fundamentos científicos importantes para a tomada de decisão, com ênfase nos marcos legais e educacionais vigentes no país, e também a partir de conceitos da biossegurança e da vigilância, temas que estruturam o trabalho”, disse a coordenadora da escola. Outro destaque da seção é a articulação intersetorial para constituição de políticas no âmbito da educação.
Na segunda parte, há disposições sobre como organizar o ambiente escolar para as atividades presenciais. “Fala sobre uso de máscaras, atendimento ao público, como organizar a porta de entrada, as salas de aula, laboratórios, água, alimentação escolar. Fala dos aspectos mais de disposições gerais da organização”, acrescentou.
A terceira seção da cartilha trata dos deslocamentos, indicando atitudes individuais em transportes que podem ajudar a proteger vidas.
A última parte do manual fala da saúde do trabalhador da educação e envolve desde os profissionais da limpeza e serviços gerais, de serviços de alimentação e nutrição, até professores e dirigentes das escolas. “Ele é um trabalhador fundamental”, ressaltou a coordenadora-geral de Ensino Técnico da EPSJV/Fiocruz.
Ingrid informou que, à medida que os estudos científicos trouxerem novos conhecimentos sobre o vírus e sobre a covid-19, o manual será atualizado, levando em conta também publicações e recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Nosso esforço foi tentar fazer, simultaneamente, uma tradução, porque muitos documentos orientadores das escolas estão em outros idiomas, foram publicados por agências internacionais, e também reunir aquilo que já foi publicado em âmbito nacional.”
Plano local
Ingrid enfatizou que, ao mesmo tempo que trata de regulamentações, o manual incentiva as escolas a elaborar seu próprio plano de ação. “O que fazemos é disponibilizar os fundamentos técnicos e científicos que podem organizar a tomada de decisão. Mas entendemos que a tomada de decisão é tanto da parte das autoridades municipais, estaduais e federais quanto da direção das escolas.”
Um exemplo são os rodízios de estudantes, questão que Ingrid considera central. O manual destaca a necessidade de reduzir a exposição de pessoas e de mais controle sobre os riscos biológicos no ambiente escolar. Quanto à forma de efetivar os rodízios, ela disse que cabe às escolas determinar. “É importante haver um retorno gradual, parcial, e com intenso monitoramento. Agora, o formato adotado deve expressar escolha com base na realidade local”, concluiu.
Diferenças
A Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz reconhece, no manual, que a realidade das escolas brasileiras é diferente em termos de infraestrutura, recursos financeiros, força de trabalho, interlocução com o sistema de saúde, entre outros fatores, para que possam conseguir uma perfeita adaptação às orientações.
A atualização diária do Ministério da Saúde mostra que já ocorreram no Brasil 88.539 mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram registrados 921 óbitos. A soma marcou um aumento de 1% em relação a ontem (27), quando o balanço trazia 87.618 falecimentos.
Ainda de acordo com a pasta, foram acrescidos às estatísticas 40.816 novos caso nas últimas 24 horas. Com isso, o total de casos acumulados chegou a 2.483.191. O número representa elevação de 1,6% em comparação com ontem, quando o painel marcava 2.442.375 pessoas infectadas desde o início da pandemia.
Segundo o boletim, há 673.092 pacientes em acompanhamento. Até o momento, 1.721.560 pessoas já se recuperaram da covid-19. Há também 3.842 óbitos em investigação.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,6%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 32,1. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1181,6.
“Dificuldade para exportar dados”
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo informou que teve “dificuldade para exportar a base de dados a tempo de atualizar o painel nacional”. As informações serão agregadas amanhã(29). Já a Secretaria de Saúde do Pará fez uma revisão dos dados, reduzindo o total de mortes do estado.
Covid-19 nos estados
Os estados com mais mortes provocadas pelo novo coronavírus são: São Paulo (21.676), Rio de Janeiro (13.033), Ceará (7.613), Pernambuco (6.421) e Pará (5.716). As Unidades da Federação com menos óbitos causados pela pandemia são: Mato Grosso do Sul (328), Tocantins (357), Roraima (479), Acre (500) e Amapá (558).
Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras – MA
A Prefeitura de Pedreiras por meio da Vigilância Sanitária Municipal está desenvolvendo muitas ações de fiscalização, conscientização e monitoramento sobre os estabelecimentos comerciais, enfatizando os cuidados sanitários e as restrições necessárias para combater a proliferação da Covid-19.
A Vigilância Sanitária tem realizado juntamente com a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Guarda Municipal ações específicas em bares e balneários todos os finais de semana, com a finalidade de conter as aglomerações nestes locais, preservando a saúde da população, em tempos de pandemia.
Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras – MA
Muitas vezes, o trabalho se torna ainda mais difícil pela falta de compreensão de proprietários dos estabelecimentos e até mesmo pelo público, em relação aos perigos de contaminação. Mesmo assim, o trabalho é persistente por parte das equipes.
“A fiscalização acontece constantemente nesses estabelecimentos, estamos sempre orientando e monitorando, se não alcançamos 100% é porque a Vigilância Sanitária e os parceiros não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, mas estamos atentos e fazendo o nosso melhor com ações cada vez mais frequente no intuito de vencer essa guerra o mais rápido possível e sem maiores prejuízos a saúde da população”, ressalta a coordenadora da Vigilância Sanitária, Maria Elza.
De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), 694 novos casos de covid-19 foram registrados na últimas 24 horas no Maranhão. Destes, 110 em São Luís, 2 em Imperatriz e 582 nas demais regiões.
O estado contabiliza até o momento 114.585 casos confirmados. Sendo que 8.770 estão ativos – 8.163 em isolamento social, 365 em internação clínica e 242 em leitos de UTI.
O estado já registra 102.872 pessoas recuperadas da doença. Mais de 251 mil testes foram realizados, 133.867 casos foram descartados e hoje (27), o número de casos suspeitos é 5.083.
Novos óbitos foram registrados nas cidades de Alcântara (1), Bom Jardim (1), Buriti (1), Peri Mirim (1), Pindaré Mirim (1), São Mateus do Maranhão (1), São José de Ribamar (1), Timon (1), Santa Inês (2) e São Luís (10).
Dos novos óbitos registrados no estado, um aconteceu nas últimas 24h, na cidade de Alcântara. Os demais são de dias e/ou semanas anteriores, e aguardavam o resultado do exame laboratorial para Covid-19.
O governo federal publicou hoje (28) no Diário Oficial da União uma portaria que reconhece o estado de calamidade pública no estado de Goiás, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19).
A portaria foi assinada pelo secretário nacional de Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves. Com a formalidade, ficam facilitadas medidas fiscais emergenciais envolvendo as administrações estadual e federal.
Segundo dados do Ministério da Saúde, até as 19h de segunda-feira (27) Goiás registrava 57.985 casos confirmados de covid-19, com 1.400 mortes. No Brasil, são mais de 2,4 milhões de casos confirmados e 87.618 mortes.
De hoje até esta sexta-feira (31) estarão abertas, no site do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) as inscrições no processo seletivo para o segundo semestre de 2020. O resultado será divulgado no dia 4 de agosto. Segundo o Ministério da Educação (MEC), o período para complementação da inscrição dos candidatos pré-selecionados será de 4 a 6 de agosto.
As inscrições no programa, que começariam na semana passada, foram adiadas depois que o MEC identificou inconsistências no processamento da distribuição das vagas ofertadas pelas instituições de ensino superior.
Lista de espera
Quem não for pré-selecionado na chamada única do Fies pode disputar uma das vagas ofertadas por meio da lista de espera. Diferentemente dos processos seletivos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade Para Todos (Prouni), para participar da lista de espera do Fies não é necessário manifestar interesse, a inclusão é feita automaticamente.
A convocação da lista de espera vai do dia 4 até as 23h59 de 31 de agosto.
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Requisitos
Pode se inscrever na seleção do Fies o candidato que tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010, e tenha alcançado nota média nas provas igual ou superior a 450 pontos.
O interessado não pode ter zerado a redação e deve ter renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos.
Programa
O Fies é um programa do MEC que concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, em instituições de educação superior particulares. O fundo é um modelo de financiamento estudantil moderno, divido em diferentes modalidades, podendo conceder juro zero a quem mais precisa. A escala varia conforme a renda familiar do candidato.
O Tribunal de Justiça do Maranhão – por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CEMULHER/TJMA), presidida pelo desembargador Cleones Cunha – promove a campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica, em todo o Estado, em parceria com farmácias e instituições. A ação nacional, idealizada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), já conta com a adesão de mais de 10 mil drogarias e farmácias no país.
A iniciativa visa incentivar as mulheres a denunciarem seus agressores: ao desenhar um “X” na palma da mão e exibi-lo a um(a) farmacêutico(a) ou atendente da farmácia, a vítima poderá receber ajuda e acionar as autoridades competentes.
A juíza assessora da CEMULHER do TJMA, Lidiane Melo, explica que a campanha tem o objetivo de oferecer um canal silencioso de denúncia à vítima que, de seu domicílio, não consegue denunciar a agressão sofrida, e, ao conseguir sair, dirige-se à farmácia ou drogaria, previamente cadastrada à campanha, onde o atendente devidamente treinado aciona a polícia, de acordo com protocolo estabelecido.
A iniciativa tem sido abraçada por inúmeros desembargadores, juízes, servidores e representantes de órgãos parceiros. Inclusive, tem sido realizada campanha nesse sentido, com cards em apoio à ação, nas redes sociais do Tribunal de Justiça do Maranhão (@tjmaoficial).
No Maranhão, a ação conta com o apoio do Conselho Regional de Farmácia (CRF-MA), responsável por cadastrar as farmácias interessadas em contribuir com a causa social, com exceção dos estabelecimentos integrantes da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (ABRAFARMA) e Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (ABRAFAD), que já possuem tratativas nacionais para aderirem automaticamente à campanha.
ADESÃO – Para aderir à Campanha Sinal Vermelho, basta:
1) Preencher o Termo de Adesão (disponível no site www.crfma.org.br);
2) Enviar o Termo preenchido e assinado para o email: [email protected] .
REUNIÃO – No início deste mês, a equipe da CEMULHER reuniu-se com representantes do Conselho Regional de Farmácia do Maranhão (CRF) e polícias civil e militar para alinhamento das ações da campanha, com a participação dos juízes assessores da CEMULHER, Lidiane Melo e Júlio Praseres; da juíza Lúcia Heluy (titular da 2ª Vara da Mulher de São Luís); da presidente do CRF/MA, Giselli Coutinho; da coordenadora das Delegacias de Atendimento e Enfrentamento à Violência contra a Mulher (CODEVIM), delegada Kazumi Tanaka; do diretor do Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS), coronel Jorge Luongo; e da coordenadora administrativa da CEMULHER, Danyelle Bitencourt.
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CURSO – No dia 11 de julho, a CEMULHER do TJMA, em parceria com o CRF, promoveu um curso online de capacitação, com duração de 4 horas, ministrado pela coordenadora administrativa e assistente social, Danyelle Bitencourt, voltado para os atendentes e farmacêuticos de todo o Estado, com emissão de certificados aos participantes.
DENUNCIE – Se estiver sofrendo violência ou souber de alguém que esteja, denuncie já! Disque 190.
INFORMAÇÕES – Para mais informações, basta enviar email para [email protected] ou ligar para (98) 98876-5071 (WhatsApp). Os contatos também funcionam para adesão de farmácias à campanha.
Alunos terão temperatura aferida na entrada das escolas no Maranhão. — Foto: Divulgação/Mapple Bear
Como parte das medidas sanitárias adotadas para garantir a retomada segura à sala de aula, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) já iniciou a entrega de 770 termômetros digitais infravermelhos nas diversas regiões do Maranhão. Já foram adquiridos 1.500 deles para serem usados nas escolas.
Na primeira rota de entregas, receberão equipamentos para aferição da temperatura as Unidades Regionais de Educação (UREs) dos municípios de Viana, Pinheiro, Santa Inês, Açailândia, Imperatriz, Balsas, São João dos Patos, Presidente Dutra e Barra do Corda.
A segunda leva de equipamentos do tipo será entregue nas UREs de Rosário, Itapecuru-Mirim, Chapadinha, Codó, Caxias, Timon, Pedreiras e Bacabal.
“As entregas estão acontecendo nas UREs. Destes pontos focais, será feita a distribuição para todas as unidades de ensino”, explica a superintendente de Suprimentos (Supri) da Seduc, Polyana Lindoso Cajueiro.
Os termômetros digitais infravermelhos vêm sendo usados em vários países do mundo desde o início da pandemia de Covid-19. Adotados em aeroportos e em locais de maior aglomeração, como shopping centers, o equipamento virou um dos ícones globais no combate ao contágio do novo coronavírus.
O equipamento é utilizado para rastreio de possíveis casos de infecção, já que a febre é um dos sintomas mais frequentes da Covid-19. Caso algum aluno ou professor apresente quadro febril, será recomendado que ele retorne para casa imediatamente, a fim de evitar a proliferação do vírus nas unidades de ensino.
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Somente em São Luís, a Seduc está disponibilizando 129 termômetros digitais para monitoramento da temperatura de docentes e discentes nas escolas da capital maranhense.
Máscaras e álcool gel
Além dos termômetros digitais, nesse momento de retomada a Seduc também está entregando para as escolas da rede pública estadual, 646.174 máscaras de tecido (para serem distribuídas entre os alunos e o corpo administrativo das escolas) e 1.157 vasilhames de álcool gel 500 ml, para reduzir ainda mais os riscos de contaminação no ambiente escolar.