No dia 20 de janeiro, teve início o primeiro torneio de Carnaval do Campo da Boiada, em Pedreiras. O evento esportivo contou com a participação de dez (10) equipes. Após o andamento do certame, a final, que irá acontecer amanhã (10), sábado de Carnaval às 16 horas no Campo da Boiada, será entre os times do Comercial Araújo e Pissica.
Segundo a organização, o campeão receberá troféu e a quantia de R$ 1.000,00 (um mil reais); o vice-campeão será contemplado com troféu e R$ 600,00 (seiscentos reais). Goleiro menos vazado, e o artilheiro da competição receberão troféus.
Fotos: Organização do evento
O organizador do evento, Marquinho, convida todos os desportistas para essa grande final entre Comercial Araújo x Pissica.
A educação de Pedreiras está de luto. Morreu na madrugada desta quinta-feira (08), a professora Maria Joana Rodrigues de Sousa. Maria Joana, como era carinhosamente chamada e conhecida por todos em Pedreiras, deixou sua marca na educação, mas muitos a conheceram, assim, como eu, como uma grande animadora de comícios, quando, naquela época, ainda podia fazer show durante as campanhas eleitorais. Maria Joana era craque em fazer paródia durante os pleitos eleitorais, sentia-se bem. Divertia todos com sua voz segura e arrancava muitos aplausos durante suas apresentações.
Ficam as boas lembranças da educadora, gestora escolar e, por que não dizer, da cantora Maria Joana. Inúmeras foram as homenagens prestadas a essa mulher que soube fazer boas amizades, por isso, sua alegria que contagiava a todos, jamais será esquecida.
Como forma de agradecimento por ter contribuído com a educação de Pedreiras, a Unidade Regional de Educação prestou sua homenagem a Maria Joana.
Saudades, sim, mas esquecida, jamais!”
Maria Joana e o filho Jociel/Foto: Arquivo de família
Que descanse em paz, e Deus conforte os corações dos familiares e amigos.
Corpo de Bombeiros e Carro-pipa no local do incêndio/Foto: Dj Waldecy Carvalho
O incêndio começou por volta da 18h, e destruiu um depósito de cachaça situado na Rua Messias da Costa, em Trizidela do Vale, de propriedade do ex-vereador Gonçalinho. As labaredas atingiram uma altura elevada que foram observadas de vários pontos de Pedreiras e de Trizidela do Vale.
Uma aglomeração de curiosos se formou rapidinho, mas não demorou para que o caminhão do Corpo de Bombeiros chegasse ao local e iniciasse o trabalho para conter as chamas. Carros-pipa também auxiliaram no combate. Vizinhos do depósito tiveram ajuda de populares que efetuaram a retirada de móveis e eletrodomésticos dos imóveis. Ninguém se feriu.
Quase uma hora depois a Guarnição do Corpo de Bombeiros conseguiu controlar o fogo, que contou com uma grande ajuda, uma chuva caiu ajudando apagar as chamas. Segundo informações, uma Mercedes de propriedade do filho do dono do depósito, foi consumida pelo fogo, assim, também, como outros veículos que estavam estacionados no pátio de uma fábrica de gesso (informações a serem confirmadas pelo Corpo de Bombeiros).
(Vídeo cedido pelo técnico em eletrônica Leopoldo Lira)
O depósito funcionava em um prédio antigo, chegando a tomar parte de um quarteirão da rua. As causas do incêndio ainda não foram divulgadas pelo Corpo de Bombeiros de Trizidela do Vale.
Segundo informações, o crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (08), na rua dos 3 reais (próximo a um monumento intitulado “cuscuz”) em Trizidela do Vale. O autor é um adolescente infrator F.V.S. 17 anos. A causa do crime teria sido a cobrança de uma dívida no valor de R$ 30,00 (trinta reais), ao senhor José Benedito Moraes Viana, (63 anos de idade. ele foi alvejado com golpes de facão contra o rosto e ombro direito. A vítima deu entrada no Hospital de Peritoró, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.
F.V.S – Suspeito/Foto: 19º BPM-Pedreiras
Ciente do fato as Polícias Civil e Militar passaram a empreender diligência no sentido de apreender o suspeito, obtendo sucesso. F.V.S. foi apreendido durante operação conjunta das Polícia, na manhã desta quinta -feira (08), por volta das 10h40. Ele foi recolhido temporariamente na 14ª Delegacia Regional de Policia Civil de Pedreiras, ficando à disposição do poder judiciário, aguardando deliberação judicial para ser encaminhado para a FUNAC/CANÃA de São Luís – Maranhão.
O ex-atacante Valdiram virou morador de rua e dorme em Bonsucesso – Rafael Oliveira
A marquise de um restaurante falido em Bonsucesso hoje só serve para abrigar moradores de rua. Ali, Valdiram forrou o chão com pedaços de papelão para se proteger da chuva. Na noite da última terça, apenas mais três homens dividiram o local com ele. Todos ali guardam suas próprias lembranças e frustrações. Mas apenas o ex-jogador de futebol, famoso por sua passagem pelo Vasco, em 2006, foi às lágrimas.
— Já fiz a alegria de uma torcida. Tive o nome cantado no Maracanã. Hoje estou aqui, na marquise. Estou pagando caro demais — desabafou.
No entorno da Praça das Nações, ponto central de Bonsucesso, Valdiram é uma figura conhecida. Não apenas pelos meses de protagonismo no Vasco. Mas pela nova rotina de morador de rua. O ex-atacante de 35 anos chegou no bairro há pouco mais de dois meses e, sem trabalho, conta com a ajuda de quem se dispõe a lhe dar dinheiro.
Este é o capítulo mais recente de uma história já conhecida. A trajetória de Valdiram, que chegou a ser vice-campeão da Copa do Brasil com o Vasco, em uma final com o Flamengo, em 2006, é marcada mais pelas polêmicas extracampo do que pelos gols. De 2006 a 2011, passou por 18 clubes, média de três por ano. A compulsão por sexo, o alcoolismo e o vício em drogas o impediram de ter carreira sólida. Ele buscou tratamento numa instituição da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, do pastor Marcos Pereira, pela qual também virou pastor. A experiência não o impediu de sofrer recaídas. E as portas do futebol, aos poucos, se fecharam.
O último clube foi o Atlântico, da Bahia, no ano passado. Saiu de lá após desentendimento com o treinador e viajou à São Paulo atrás de uma irmã. Mas, na capital paulista, não teve a recepção que esperava. Sem dinheiro e sem casa, só encontrou amparo nas ruas.
Valdiram em sua passagem pelo Vasco em 2006, em jogo contra o Volta Redonda, pela Copa do Brasil, em São Januário – Alexandre Cassiano
No fim de 2017, com a ajuda da irmã, pegou a ponte aérea e tentou a sorte no Rio. Achou que encontraria ajuda no Bonsucesso, onde jogou há cinco anos. Só esqueceu que as portas de lá haviam se fechado para ele. O que se comenta no clube é que Valdiram furtou companheiros e funcionários.
— Sempre tem alguém na rua que dá dinheiro ou paga comida. Mas ele também precisa se ajudar — comenta Russo, ex-jogador e funcionário da recepção do Bonsucesso.
A todos que param para conversar com ele, o ex-jogador não esconde sua mágoa com Eurico Miranda. Na versão de Valdiram, o ex-presidente cruz-maltino teria lhe prometido nova chance em São Januário há cinco anos. A promessa nunca foi cumprida.
— Ajuda financeira nunca lhe foi negada. Agora, jogar no clube? Esquece. Não reunia condições — diz Eurico. — Lamento profundamente saber que chegou nessa condição. Mas, infelizmente, ele procurou essa situação.
Procurado, o presidente do Vasco, Alexandre Campello, lamentou a situação e prometeu acionar o departamento social do clube para estudar alguma forma de ajuda. Enquanto isso, Valdiram conta com a ajuda dos moradores e comerciantes de Bonsucesso. Chegou a morar em apartamento usado por outras pessoas sem casa. O imóvel não tem luz e água, exibe sujeira pelos quatro cantos e é frequentado por ladrões. Logo saiu. Quem mais lhe oferece ajuda é Renato Fernandes, dono de ótica. Além de dinheiro, lhe dá roupas e tenta encontrar uma saída. Quer levá-lo ao sindicato dos atletas e já agendou visita a um clube de Anchieta:
— Que clube pequeno não gostaria de tê-lo? Ele precisa de um trabalho e pode dar visibilidade.
Com três cirurgias nos joelhos e magro, Valdiram não sonha mais com o retorno ao futebol. Está sem os documentos, perdidos num encontro com uma prostituta. E não quer voltar a uma clínica.
— Passei três anos numa dessas e, quando saí, caí nas drogas. Você acha mesmo que resolve? — conta o ex-atacante, que cheirava a álcool nas duas vezes em que foi encontrado pela reportagem. — Preciso é de uma casa e trabalho. Posso trabalhar numa escolinha. Aí paro. Enquanto isso, bebo minha cachaça.
No último sábado, Valdiram falou com o pai, Valter, por telefone. Emocionou-se, mas garantiu estar bem no Rio. Apesar da saudade dos filhos (Letícia e Valdiram Júnior), não quer voltar a Canhotinho-PE, sua terra natal. Tem certeza que ainda dará um drible nas adversidades.
Marcos Aurélio e Gardênia Cintra – Suspeitos/Foto; Polícia Civil de Peritoró – MA
Na manhã de hoje (07), a Polícia Civil, por meio da DP Peritoró, DP Coroatá, DRPC Pedreiras e DRPC Bacabal, realizou operação na cidade de Peritoró-MA em combate ao tráfico de drogas. Na ocasião foi preso o casal Marcos Aurélio da Silva e Gardênia Cintra de Sousa, com os quais foram encontrados 21 (vinte e uma) pedras de crack, 1 (um) pino de cocaína, material para embalar droga e dinheiro trocado.
Foto: Polícia Civil de Peritoró – MA
Cabe mencionar que Marcos Aurélio da Silva era o principal alvo da operação, pois também possui mandado de prisão no processo n° 1036-26.2017.8.10.0035, que apura crime de homicídio, além de ser suspeito de dois outros homicídios nas cidades de Peritoró e Pedreiras.
Marcos Aurélio da Silva ficará à disposição da justiça da Comarca de Coroatá-MA, enquanto Gardênia Cintra de Sousa seguirá para o Complexo Prisional de Pedrinhas, na capital do estado.
A Polícia Civil de Pedreiras, através da 14ª Delegacia Regional, já está de posse das imagens dos supostos assassinos do comerciante Raimundo Lucena, que foi morto a tiros na manhã de ontem (06), na cidade de Igarapé Grande. Os dois elementos que estavam em uma motocicleta Bros, sem placa, foram flagrados pelas câmeras ao longo do trajeto da dupla.
Pelas imagens é possível observar um dos elementos fazendo a vigília, quando supostamente o comerciante era assassinado, enquanto o outro, bem vestido, foi flagrado entrando no estabelecimento já com a mão sobre a arma.
Foto: Polícia Civil de Pedreiras – MA
A Polícia pede a quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro da dupla, entrar em contato pelos telefones disponíveis nas fotos que foram distribuídos em redes sociais. O mais importante, sua identidade será mantida em sigilo absoluto.
O senador Pastor Bel (PRTB-MA), suplente do senador Edison Lobão (PMDB-MA) – Divulgação/Agência Senado
Muito exaltado e nervoso, o senador Pastor Bel (PRTB-MA), suplente do senador Edison Lobão (PMDB-MA), afirmou nesta terça-feira que alguns dos seus colegam “deveriam estar presos”. Em discurso na tribuna do Senado, Pastor Bel ainda reclamou da dureza da vida de político, que é achincalhado pela população, bate na porta dos ministérios e não consegue “uma bicicleta” para levar para seu estado. Os poucos senadores no plenário ficaram assustados com o discurso. O senador estava acompanhado de Levy Fidelix, o candidato a presidente do seu partido
Pastor Bel, da Igreja Assembleia de Deus, ameaçou entregar o mandato imediatamente para que Lobão tome conta, mas depois disse que ficará até abril. Ele ressaltou, no entanto, que não sabe se vale a pena ficar na Casa como “mais um mau caráter que só recebe o salário e não faz nada pelo estado”.
— A gente vê caminhando nos corredores do Senado quem não tem um pingo de vergonha na cara, que já deveria estar preso! Esse pode ser meu último discurso aqui, mas deixo a minha revolta. A minha revolta! Vale a pena ser senador? Os ladrões estão aí, mas em 2018 o povo vai estar de olho em nós — bradou o Pastor Bel, alterando ainda mais o tom da voz.
Ele começou o discurso contando que, ao chegar hoje em Brasília, quando entrou no salão de desembarque, bateu a mão no bolso e cadê a carteira? Acionada a polícia, a bolsa foi encontrada no banheiro, mas sem o dinheiro.
— Que país é esse? A violência está muito grande, eu trago aqui a minha revolta com o que está acontecendo com o meu país! Hoje não se respeita político. Por onde a gente passa, qualquer um se levanta e fala o que quer contra a gente. Por mim já tinha entregado esse negócio aqui.
Decepcionado, Pastor Bel disse que assumiu o mandato de senador achando que “isso aqui era outra coisa”. Mas ressaltou que prefere deixar o mandato à disposição de Lobão e ir cuidar da vida, pois ganha muito mais “cuidando da obra de Deus e pregando a palavra do senhor”.
— Estou batendo na porta dos ministérios e não consegui até agora nem uma bicicleta para levar para meu estado. Deixo o mandato e o senador Lobão se quiser que tome conta. Estou preocupado é com minha dignidade. Deixo a minha revolta porque a gente não consegue nada — discursou Pastor Bel.
Apesar de dizer que pelos corredores transitam os ladrões que deveriam estar na cadeia, defendeu Lobão, que responde a diversos inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), derivados da Lava-Jato. Ele disse que Lobão é como um pai para ele.
Os senadores presentes no plenário tentaram acalmar Pastor Bel.
— O senhor tem que dizer quem são os ladrões — questionou o senador José Medeiros (Podemos-MT).
— Vossa Excelência sabe muito bem quem são — respondeu Pastor Bel.
— Eu não, se o senhor sabe, deve representar contra eles no Conselho de Ética da Casa — retrucou Medeiros.
Na sua tentativa a senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) , em aparte, disse que todos os senadores vinham ao Senado trabalhar por seus estados e ele deveria aproveitar a chance para também trabalhar pelo Maranhão.
— Abrande seu coração e mostre que veio lutar pelo seu estado — tentou Rose de Freitas.
Sem sucesso. Pastor Bel continuou dizendo que nunca iria trocar sua dignidade por emenda parlamentar.
— Quero agradecer minha família e minha esposa que está debaixo de oração desde cedo orando por mim — encerrou, diante dos senadores que não sabiam se riam ou levavam a sério a fala do senador maranhense.
Luis Inácio Lula da Silva – Ex-presidente da República/Foto: Reprodução
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, publicou hoje (6) o acórdão da decisão que confirmou a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ação penal envolvendo o tríplex no Guarujá (SP) e aumentou a pena para 12 anos e um mês de prisão.
Com a publicação do documento, que representa a sentença do colegiado, a defesa de Lula terá dois dias, conforme o Código de Processo Penal (CPP), para entrar com o último recurso na segunda instância, os chamados embargos de declaração, após ser intimada. A intimação eletrônica pode levar até dez dias, fato que pode elevar o prazo para interposição do recurso para até 12 dias.
Caso o recurso seja rejeitado, a pena do ex-presidente será executada, conforme ficou consignado no julgamento. No entanto, os advogados do ex-presidente já recorreram Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender preventivamente a medida.
Execução da pena
A possibilidade de prisão para execução provisória da condenação do ex-presidente ocorre em função do entendimento do STF, que valida prisão de condenados pela segunda instância da Justiça, mesmo cabendo recurso aos tribunais superiores.
Em 2016, o Supremo julgou a questão duas vezes e manteve o entendimento sobre a possibilidade da decretação de prisão de condenados após julgamento em segunda instância. No entanto, há uma divergência dentro do tribunal.
Após a decisão, alguns ministros da Segunda Turma do STF passaram a entender que a prisão a ocorreria apenas no fim dos recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ). No entanto, na semana passada, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, disse que a questão não será colocada em votação no plenário novamente.
Nova composição
Há dois anos, por maioria, o plenário da Corte rejeitou as ações protocoladas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo Partido Ecológico Nacional (PEN) para que as prisões ocorressem apenas após o fim de todos os recursos, com o trânsito em julgado.
No entanto, a composição da Corte foi alterada com a morte do ministro Teori Zavascki e houve mudança na posição de Gilmar Mendes. Não há data para a retomada da discussão pela Corte.
O cenário atual na Corte é de impasse sobre a questão. Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello são contra a execução imediata ou entendem que a prisão poderia ocorrer após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e a presidente, Cármen Lúcia, são a favor do cumprimento após a segunda instância.
O resultado vai depender do entendimento do ministro Alexandre de Moraes, que não participou do julgamento porque tomou posse no Supremo em março do ano passado, na cadeira deixada vaga por Zavascki.
João Douglas Lopes de Souza (direita) e Ian Gustavo de Souza Silva (esquerda) eram funcionários de um lava jato em frente ao local do crime. Foto: Divulgação/PCDF
Os dois homens envolvidos no homicídio ocorrido próximo a uma distribuidora de bebidas, em Ceilândia, acabaram presos ainda nesta sexta-feira (2) por agentes da 24ª Delegacia de Polícia (Setor O). João Douglas Lopes de Souza, de 24 anos, e Ian Gustavo de Souza Silva, 22, foram localizados enquanto tentavam fugir de Brasília. A vítima, Pedro Victor Rodrigues, foi morta nesta madrugada após uma discussão com os detidos.
Segundo as investigações, João Douglas e Ian, que eram funcionários de um lava jato, estavam na QNO 11/13, consumindo bebida alcoólica em frente ao local de trabalho, quando Pedro, acompanhado da namorada, chegou em um VW Fox. Em determinando momento, houve um bate-boca entre Pedro e os autores do crime, pois ele queria comprar bebidas no local e os dois falaram que ali não era um bar. Durante a discussão, Ian passou a agredir Pedro com chutes e, quando ele tentou revidar, João Douglas aproveitou para esfaqueá-lo. Pedro não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. O momento foi registrado por uma câmera de segurança.
A namorada de Pedro também chegou a ser agredida e foi coagida a entrar no veículo em que ela havia chegado. Com a mulher no carro, os criminosos seguiram em direção a Águas Lindas (GO), até um ponto em que abandaram ela e o veículo.
Ian foi encontrado na tarde de ontem (05) e João Douglas, horas depois, na Rodoviária de Taguatinga, quando tentava fugir para o Maranhão. Ainda segundo a polícia, João Douglas, há seis anos, havia cometido outro homicídio na cidade de Lago da Pedra (MA), também a facadas, e fugiu para Brasília. Os dois foram reconhecidos pela namorada da vítima e confessaram o crime.
Foto: Reprodução/WhatsApp
João Douglas deverá responder por homicídio, furto – por ter roubado o celular da vítima – e constrangimento ilegal. Já Ian, por homicídio qualificado.