São Paulo: Bolsonaro vira alvo principal de 1º debate, e Lula se esquiva sobre corrupção

Os candidatos à Presidência da República no primeiro debate na TV – Bruno Santos/Folhapress

No primeiro debate presidencial na TV, o presidente Jair Bolsonaro (PL) se tornou o alvo preferencial dos demais candidatos. O atual chefe do Executivo, por sua vez, mirou no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se esquivou em pergunta sobre corrupção.

O tema central do debate foi o respeito às mulheres, arena em que Bolsonaro atua com desvantagem. O assunto foi levantado pelas candidatas mulheres, Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (União Brasil), mas dominou as discussões a partir de um ataque do presidente à jornalista Vera Magalhães.

Além de Tebet e Soraya, Ciro Gomes (PDT) e Lula se solidarizaram com Vera. O debate teve ainda a participação de Felipe D’Ávila (Novo).

O evento foi organizado em pool por Folha, UOL e TVs Bandeirantes e Cultura, e durou quase três horas. Lula e Bolsonaro foram os últimos a confirmar presença no debate —depois de dias de incertezas nas campanhas.

Segundo a última pesquisa Datafolha, divulgada neste mês, Lula lidera com 47% das intenções de voto, ante 32% de Bolsonaro e 7% de Ciro.

Além dos duelos entre Lula e Bolsonaro, houve embate entre Ciro e o petista. Tebet foi uma das principais críticas do presidente no debate, mas tampouco poupou Lula. O chefe do Executivo manteve a calma nos enfrentamentos com adversários, mas se exaltou ao ser questionado por Vera sobre a vacinação.

“Vera, não pude esperar outra coisa de você. Acho que você dorme pensando em mim, você tem alguma paixão por mim. Você não pode tomar partido num debate como esse. Fazer acusações mentirosas a meu respeito. Você é uma vergonha para o jornalismo brasileiro”, disse Bolsonaro a ela.

Tebet saiu em defesa da jornalista e também foi alvo de Bolsonaro. “A senhora é uma vergonha para o Senado. E não estou atacando mulheres, não. Não vem com essa historinha de atacar mulheres, de se vitimizar”.

“Quando vejo o que aconteceu com a Vera, eu realmente fico extremamente chateada. Quando homens são tchutchucas com outros homens, mas vêm para cima da gente sendo tigrão. Eu fico extremamente incomodada, fico brava”, disse Soraya.

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Ciro também repreendeu o trato de Bolsonaro a mulheres. O pedetista lembrou a fala da fraquejada, enquanto Bolsonaro mencionou que Ciro já disse que a função de sua mulher, que era Patrícia Pillar na época, era dormir com ele. Ambos pediram desculpa, no debate, pelas declarações.

“Você corrompeu todas suas ex-esposas. Você corrompeu seus filhos, tendo prometido que ia acabar com a corrupção do PT”, disse Ciro. “Você não tem coração”, completou o pedetista, citando falas de Bolsonaro na pandemia.

Em suas considerações finais, Lula afirmou se solidarizar com Tebet e “com a jornalista que foi agredida”.

Mas, ao ser questionado sobre se comprometer a indicar mulheres para metade de seu ministério, Lula afirmou que não assumiria esse compromisso —enquanto Tebet declarou que assim o fará se eleita.

O candidato do PT afirmou que indicará “as pessoas que tem capacidade para assumir determinados cargos”. “O que não dá é para assumir o compromisso numericamente. […] Não vou assumir compromisso, porque se não for possível passarei por mentiroso.”

Em uma pergunta direta a Bolsonaro, Tebet questionou se o presidente tem raiva das mulheres. Ela disse não ter medo do presidente e afirmou que ele ataca as mulheres.

Bolsonaro afirmou que as mulheres não devem ser defendidas só por serem mulheres e citou a primeira-dama Michelle Bolsonaro, a quem tem usado para atingir o eleitorado feminino.

“Me acusa sem prova nenhuma. […] Fui o governo que mais sancionou leis pelas mulheres. […] Não cola mais. […] Chega de vitimismo, somos todos iguais”, disse. “Faz política, fala coisa séria, não fica aqui fazendo mimimi”, completou.

Tebet respondeu que Bolsonaro destila ódio e é uma fábrica de fake news. “Não vi o presidente da República pegar a moto dele e entrar em um hospital para abraçar uma mãe”, disse ela, lembrando sua participação na CPI da Covid e as suspeitas de corrupção em compras de vacinas.

A quantidade de perguntas sobre mulheres acabou irritando os bolsonaristas no estúdio.

No primeiro embate direto entre candidatos, Bolsonaro perguntou a Lula, seu principal adversário na corrida eleitoral, se o petista queria voltar ao poder para continuar a corrupção na Petrobras.

“A gente tem que acreditar que nada acontece por acaso. Era preciso ser ele a me perguntar e sabia que essa pergunta viria”, disse Lula.

O petista afirmou que “inverdades não valem a pena na televisão”, assim como “citar números mentirosos” e listou medidas anticorrupção e de transparência do seu governo, entre elas a criação do Portal da Transparência e da Lei de Acesso à Informação.

Em seguida, Bolsonaro replicou citando a delação de Antonio Palocci, ex-ministro de Lula e Dilma Rousseff (PT). “Se todo mundo fazia mal feitos, roubava, só o ex-presidente não sabia”, disse.

O chefe do Executivo também afirmou que o governo do ex-presidente foi “marcado pela cleptocracia” e feito “a base de roubo”. “Seu governo foi o mais corrupto da história do Brasil”, disse.

Lula rebateu afirmando que seu governo foi o que gerou mais emprego, inclusão social, investimento na educação e lucro para a Petrobras. Citou ainda o menor desmatamento na Amazônia e o reassentamento de terras, num contraponto a Bolsonaro.

Bolsonaro e Lula voltaram a se confrontar a respeito do auxílio de R$ 600 e acusaram um ao outro de mentir. Ambos defendem manter a verba no ano que vem.

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“Como conseguir recursos? Não roubando, não metendo a mão no bolso do povo”, disse o presidente. “Para o PT, quanto pior estiver o povo mais pobre, melhor para eles fazerem política em cima disso”.

Já Lula afirmou que a manutenção do auxílio nesse valor não está na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que o governo mandou ao Congresso. “Existe uma mentira no ar”, disse.

“O candidato adora citar números absurdos que nem ele acredita”, completou. “Está no teu DNA mentir e inventar números. […] Por que não aumentou o Bolsa Família? Pagava uma miséria”, rebateu Bolsonaro.

O clima esquentou também nos bastidores —o deputado André Janones (Avante-MG), apoiador de Lula, e Ricardo Salles (PL), apoiador de Bolsonaro, partiram para uma briga e foram separados por seguranças.

Em reunião com assessores de todos os candidatos ficou acertado que não haveria plateia no estúdio, mas acompanhantes assistiram o debate em uma sala.

Bolsonaro buscou acenar para seu eleitorado durante o programa. Nas considerações finais, levantou as bandeiras de “Deus, família, pátria e liberdade”. Chamou Lula de “ex-presidiário” e citou o avanço da esquerda na América Latina como um risco.

“O que vai acontecer com nosso Brasil se esse ex-presidiário voltar para a cena do crime juntamente com Geraldo Alckmin, um homem religioso e católico, mas que resolveu cantar a Internacional Socialista. É a união de tudo o que não presta no Brasil”, disse.

Logo em sua primeira resposta, o presidente criticou o que chamou de ativismo judicial e defendeu seu indulto ao deputado Daniel Silveira, condenado por ameaças a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). “Alguns ministros do STF querem a qualquer preço interferir no Poder Executivo”, disse.

Em um momento de desabafo por ter sido o alvo prioritário, Bolsonaro questionou por que todos sentiam raiva dele. “Por que me atacar? Por que acabei com a harmonia da corrupção por aí?”, declarou.

Já Lula, em suas considerações finais, falou sobre melhoras na economia na sua gestão e mencionou indiretamente Alckmin, seu candidato a vice que saiu do PSDB, mas sem citar seu nome, e Dilma.

“Aqui se fala do governo da Dilma, mas não fala do golpe que ela sofreu. Derrubaram uma mulher por causa de pedalada e não derruba um cara por causa de motociata. O país vai fazer um julgamento histórico da Dilma”, disse o petista.

Lula afirmou ainda que foi preso para que Bolsonaro fosse eleito em 2018. “Era preciso tirar o Lula [da eleição]. Eu estou mais limpo do que ele e qualquer parente dele”, declarou o petista, completando ter sido inocentado pelo STF. O Supremo anulou as condenações do ex-presidente.

Os demais candidatos, sobretudo Ciro, Tebet e Soraya, pregaram uma alternativa a Lula e a Bolsonaro, equiparando os dois em alguns momentos e condenando a divisão política. Tebet e Soraya fizeram dobradinha ao falarem sobre saúde, educação e feminismo.

Tebet afirmou que os candidatos “alimentam ódio” e “dividem famílias”. “O Brasil é muito maior que Lula e Bolsonaro.”

Ciro afirmou querer reconciliar o Brasil e criticou a agressividade do PT. Ele declarou que “corrupção e fisiologia são o centro do modelo de organização da política” de Lula e de Bolsonaro.

O candidato do PDT chegou a afagar Bolsonaro: “eu aplaudo, colaboro, coopero com todas as iniciativas do seu governo, você sabe disso”.

“Apenas o seu governo não conseguiu responder nem à questão econômica trágica que herdou, porque é verdade que o senhor herdou uma tragédia econômica do PT, nem conseguiu mudar aquilo que foi promessa solene, a governança política do país. O senhor está filiado ao partido do Valdemar Costa Neto”, disse Ciro.

Ciro, que voltou a apresentar a proposta de refinanciamento de dívidas, também questionou Bolsonaro a respeito da fome, depois que o mandatário disse que não havia quem pedisse pão no Brasil.

O presidente culpou a pandemia pela piora na economia e lembrou que reduziu o ICMS dos combustíveis, além de ampliar o valor do Bolsa Família ao criar o Auxílio Brasil. “Alguns passam fome, sim, mas não com número exagerado.”

O pedetista, então, afirmou ser preciso acabar com os “limites politiqueiros da política de renda” e defendeu seu programa de renda mínima Eduardo Suplicy, em homenagem ao vereador petista.

Ciro confrontou Lula em pergunta sobre a união da esquerda. O petista iniciou afirmando respeitar o adversário e disse que quer atrair o PDT para um eventual governo. “Sou grato ao Ciro, que esteve no governo comigo. […] Ele resolveu não estar conosco, sair com candidatura própria é direito dele. Não sou eu que vou impedir”, disse.

O pedetista, porém, respondeu de forma dura e disse que “Lula se deixou corromper”. Ele afirmou que o ex-presidente é um “é encantador de serpentes” e o responsabilizou pela crise econômica. Segundo Ciro, a eleição de Bolsonaro foi um protesto contra a “contradição moral e econômica” de Lula.

Os dois chegaram a bater boca fora do microfone. “Mesmo assim nós ainda vamos conversar e você vai pedir desculpas, porque sabe que está dizendo inverdades a meu respeito. […] Eu não fui para Paris [em 2018]. Eu fui absolvido nos 26 processos”, rebateu Lula.

O petista também acenou a Tebet, mas não foi poupado por ela. Ele perguntou sobre a CPI da Covid, e ouviu da senadora que “houve corrupção, tentativa de comprar vacina superfaturada”.

“A corrupção é fruto de governos passados. Esse governo teve corrupção, como lamentavelmente teve o governo de vossa excelência”, emendou a emedebista em crítica ao PT.

Lula respondeu que seu governo valorizou a Polícia Federal e tinha mecanismos de transparência. “Hoje qualquer coisinha é sigilo de 100 anos”, disse em referência a Bolsonaro.

A candidata do MDB também criticou Bolsonaro ao prometer respeito à Constituição e aos Poderes.

“Temos radicalização e desarmonia em função de termos um presidente que ameaça a democracia a todo o momento, não respeita a impressa livre, a independência do Supremo, do Poder Judiciário e do Legislativo. Precisamos trocar o presidente da República”, disse.

D’Avila afirmou que “não vive da política e nem de governo” e citou Romeu Zema (Novo), em Minas, como exemplo. Ele defendeu “cortar desperdício da máquina pública” e disse que o “Estado caro e ineficiente atrapalha a vida de quem trabalha”.

O candidato do Novo disse a Lula que “parece que o PT não gosta de empresários e do mercado” —os dois, no entanto, concordaram a respeito da necessidade de preservar a Amazônia. “Temos que olhar o mercado com juízo, porque ele vai ajudar o Brasil na questão do meio ambiente”, disse.

O petista perguntou ao candidato do Novo sobre mudança climática e desmatamento com a intenção de desgastar Bolsonaro. “Tivemos um ministro [Ricardo Salles] que dizia ‘deixa a boiada passar.'”

Em outra passagem, d’Avila afirmou ser um absurdo chamar o agronegócio de fascista, em crítica a Lula.

Ele questionou Soraya a respeito do uso do fundo eleitoral, já que a União Brasil tem a maior fatia. Ela respondeu que nem todos os candidatos bancam a própria campanha, como ele que é milionário, e defendeu a verba para viabilizar a eleição de mulheres.

Soraya defendeu um imposto único e disse ter um projeto liberal “de verdade, não no gogó”. Ela prometeu isentar todos os professores do imposto de renda.

A candidata da União Brasil ainda criticou o uso da religião na política e comparou Lula a Bolsonaro. “Dizíamos sempre que o PT nos separava para conseguir manipular e manobrar todo mundo, esse governo está fazendo a mesma coisa.”

A senadora afirmou que o mundo que Lula descreve durante sua gestão “só existe na propaganda eleitoral” e que os economistas da equipe do ex-presidente são “todos mofados”.

Lula então respondeu que a senadora não deve ter visto as mudanças em seus governos, mas que outras pessoas viram. “O seu motorista viu, o seu jardineiro viu, a sua empregada doméstica viu”, ironizou.

Lula e Bolsonaro não ficaram lado a lado no debate, como estava previsto em sorteio. Pouco antes do início do programa, a pedido da segurança das duas campanhas, a ordem foi mudada. Ciro foi às redes reclamar da alteração do posicionamento no palco.

O debate ocorre na mesma semana em que candidatos à Presidência foram sabatinados no Jornal Nacional, da TV Globo. Bolsonaro participou na segunda (22), Ciro na terça (23), Lula na quinta (25) e Tebet na sexta (26).

fonte: folha.uol.com.br

Brasília: Nasa inicia contagem regressiva para volta à Lua

© NASA/Joel Kowsky/Direitos reservados

Tudo está praticamente pronto para o tão aguardado lançamento da Missão Artemis I, da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), previsto para hoje (29) direto da plataforma de Lançamento 39B, do Centro Espacial Kennedy, na Flórida.

O que ainda preocupa técnicos e engenheiros da missão que pretende retornar à lua são as condições climáticas, já que foram registrados relâmpagos neste fim de semana e há probabilidade de chuvas esparsas.

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Mesmo assim, segundo comunicado da Nasa nesse domingo (28), as condições climáticas favoráveis para o lançamento do foguete Space Lauch System (SLS) e da cápsula Orion nesta segunda-feira são de 80%.

As equipes de meteorologia da agência destacam, entretanto, que essa probabilidade máxima de tempo favorável (80%) refere-se às primeiras duas horas da janela de lançamento, que começa às 8h33 (9h33, horário de Brasília).

Esta é a primeira ação do programa Artemis, que tem o objetivo de levar um voo tripulado ao satélite natural da terra nos próximos anos. E mais, de levar a primeira mulher ao solo lunar.

Além disso, a missão ambiciona ampliar a atuação no sistema solar: construir uma base lunar permanente, sustentável e fazer com que a lua seja um ponto de apoio para projetos no planeta vizinho, Marte.

Conquista do espaço

A viagem não tripulada de hoje marca uma série de testes na órbita da Lua, tanto em relação aos equipamentos quanto à cápsula Orion, que deve levar até quatro astronautas na segunda etapa da missão, prevista para ocorrer até 2026.

Além disso, será testada uma peça fundamental na missão, o Módulo de Serviço Europeu, responsável, por exemplo, pelos sistemas de abastecimento de água, energia, propulsão, controle da temperatura dentro da cápsula e fruto da parceria com a Agência Espacial Europeia (ESA).

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Segundo a ESA, a missão, que será comandada aqui da terra, pode durar entre 20 e 40 dias e terminará de volta à terra com um mergulho no Oceano Pacífico, na costa da Califórnia, nos Estados Unidos.

O voo de volta à Lua, organizado pela Nasa em parceria com 21 países, inclusive o Brasil, representa o retorno ao satélite 50 anos após a última viagem tripulada, em 1972, com a missão Apollo.

O presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura, está entre os convidados para o lançamento da Artemis I direto do Centro Espacial Kennedy.

Para o coordenador de Satélites e Aplicações da Agência Espacial Brasileira, Rodrigo Leonardi, a Artemis I é ”um marco histórico na retomada dos voos tripulados para a exploração espacial. E a expectativa é que ao se juntar a esse programa, o Brasil também possa abrir novo capítulo em seu programa espacial dedicado”, diz.

Ele informou que o país já vem discutindo com países parceiros assuntos ligados a transporte, habitabilidade, operações, infraestrutura e ciência no âmbito do programa Artemis.

O representante da AEB destacou que a missão liderada pela Nasa foi incluída entre as iniciativas do Programa Nacional de Atividades Espaciais, documento que estabelece projetos e prioridades para a próxima década.

Para a médica brasileira e empresária no ramo espacial, Thaís Russomano, a expectativa para a contagem regressiva de volta à Lua leva também a desdobramentos para as portas que podem se abrir com o novo passo na corrida espacial.

“Depois de 50 anos, começamos o processo da volta à Lua. A missão Artemis reabre o caminho de construção do conhecimento necessário para que, um dia, o ser humano habite o satélite natural da terra, transformando-o no segundo lar cósmico”, diz.

A médica, que vive em Londres, chegou a participar de pesquisas sobre a ação da microgravidade no corpo dos astronautas e até mesmo de duas campanhas de voos parabólicos (quando é possível experimentar a gravidade zero sem viajar ao espaço) da Agência Espacial Europeia em 2000 e 2006.

Outras datas

De acordo com as agências espaciais, caso o lançamento desta segunda-feira (29) seja suspenso, mais duas datas são possíveis: 2 e 5 de setembro.

A contagem regressiva pode ser acompanhada nos canais da Nasa, no Youtube, e também na página da agência na internet.

fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Edição: Graça Adjuto

Brasília: Brasil tem mais de 16,5 mil candidatos a deputado estadual; veja lista

Banner eleições 2022/© Agência Brasil

A Justiça Eleitoral recebeu pelo menos 28 mil registros de candidaturas para as eleições de outubro. Do total, 16.507 disputam uma vaga de deputado estadual e 592, de deputado distrital. A região com o maior número de candidatos a deputados estaduais é a Sudeste, com 5.582. Em segundo lugar, aparece o Nordeste, com 4.186, seguido da Região Sul, com 2.326, Norte, com 2.909 e Centro-Oeste, com 1.504.

Segundo dados do TSE atualizados até a última quarta-feira (24), foram recebidos 12 registros de candidaturas à Presidência e 12 a Vice-Presidência; 223 para governador, 236 para senador, 10.456 para deputado federal, e 592 para deputado distrital.

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A campanha começou no dia 16 e vai até 1º de outubro, um dia antes do primeiro turno. Pela legislação eleitoral, os candidatos estão autorizados a fazer caminhadas, carreatas com carro de som e a distribuir material de campanha até as 22h.

Confira a lista completa dos candidatos a deputados estaduais e distritais:

Norte

No Norte do país, 2.909 pessoas disputam uma vaga de deputado estadual. No Pará, 638 pessoas concorrem a 41 vagas. No Amazonas, são 430 candidatos para 24 vagas. No Amapá, são 358 disputando 24 vagas. Em Rondônia são 417; em Roraima, 402; e no Tocantins são 310 disputando 24 vagas em cada estado.

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Clique em deputado estadual para conhecer os candidatos do estado:

Acre 

Amazonas 

Amapá 

Pará

Rondônia

Roraima

Tocantins

Nordeste

No Nordeste do país, 4.186 pessoas disputam uma vaga de deputado estadual nos nove estados. A Bahia é o estado com o maior número de candidatos da região: 900 para 63 vagas. Em segundo lugar com o maior número de candidatos, está Pernambuco, com 598 para 49 vagas. Na sequência, vêm o Ceará, com 559 candidatos para 46 vagas, e o Maranhão, com 549 para 42 vagas. Na Paraíba, são 464 pessoas na disputa de 36 vagas e, em Sergipe, são 319 para 24 vagas. Os estados com o menor número de candidatos são Rio Grande do Norte (315 para 24 vagas), Alagoas (274 para 27 vagas) e Piauí (208 para 30 vagas).

Clique em deputado estadual para conhecer os candidatos do estado:

Alagoas

Bahia

Ceará

Maranhão

Paraíba

Pernambuco

Piauí

Rio Grande do Norte

Sergipe

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, 592 pessoas disputam uma vaga de deputado distrital e 1.504 disputam uma vaga de deputado estadual em três estados. Goiás é o estado com o maior número de candidatos da região: 791 para 41 vagas. Em segundo lugar, com o maior número de candidatos, está o Distrito Federal, com 592 candidatos para 24 vagas. Em Mato Grosso são 317 pessoas disputando 24 vagas e, em Mato Grosso do Sul, são 396 pessoas para 24 vagas.

Clique em deputado estadual e distrital para conhecer os candidatos do estado:

Distrito Federal 

Goiás

Mato Grosso do Sul 

Mato Grosso 

Sudeste

No Sudeste, 5.582 pessoas disputam uma vaga de deputado estadual nos quatro estados. São Paulo é o estado com o maior número de candidatos da região: 2.040 que disputam 94 vagas. Na sequência, aparece o Rio de Janeiro, com 1.621 para 70 vagas, e Minas Gerais, com 1.398 para 77 vagas. Em último, está o Espírito Santo, com 523 pessoas disputando dez vagas.

Clique em deputado estadual para conhecer os candidatos do estado:

Espírito Santo

Minas Gerais 

Rio de Janeiro 

São Paulo 

Sul

No Sul, 2.326 pessoas disputam uma vaga de deputado estadual nas três unidades federativas. Paraná lidera a lista com 894 candidatos a 54 vagas. Em segundo lugar, está o Rio Grande do Sul com 823 candidatos para 55 vagas e, em último, Santa Catarina, com 609 para 40 vagas.

Clique em deputado estadual para conhecer os candidatos do estado:

Paraná

Rio Grande do Sul

Santa Catarina 

fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Edição: Bruna Saniele

Brasília: Propaganda eleitoral no rádio e na televisão começa nesta sexta-feira

© Arquivo Agencia Brasil

Candidatos aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital começam hoje (26) a apresentar suas propostas aos eleitores, durante a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão aberta.

A propaganda será veiculada nas emissoras que operam em VHF e UHF, bem como nos canais de TV por assinatura administradas pelo Senado, a Câmara dos Deputados, as assembleias legislativas, a Câmara Legislativa do Distrito Federal ou as câmara municipais.

Deverão ser utilizados recursos de acessibilidade, como legendas em texto, janela com intérprete de Libras e audiodescrição sob responsabilidade dos partidos, federações e coligações.

No caso da disputa para presidente da República, cada candidato terá um tempo específico de propaganda, conforme cálculo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O tempo de inserção de cada candidato é diferente, pois é calculado conforme a representatividade dos partidos políticos na Câmara dos Deputados.

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Conforme o cálculo, a distribuição do tempo diário dos candidatos nos blocos de propaganda ficou estabelecida assim:

Luiz Inácio Lula da Silva (3 minutos e 39 segundos) – Coligação Brasil da Esperança, formada pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV), Federação PSOL/Rede, Solidariedade, PSB, AGIR, Avante e Pros

Jair Bolsonaro (2 minutos e 38 segundos) – Coligação Pelo Bem do Brasil (PL, PP e Republicanos)

Simone Tebet (2 minutos e 20 segundos) – Coligação Brasil para Todos (MDB e Federação PSDB-Cidadania e o Podemos)

Soraya Thronicke (2 minutos e 10 segundos) – União Brasil

Ciro Gomes (52 segundos) – PDT

Roberto Jefferson (25 segundos) – PTB

Felipe D’Avila (22 segundos) – Novo

Hoje, primeiro dia do horário eleitoral, a ordem de apresentação dos candidatos à Presidência da República será a seguinte: Roberto Jefferson, Soraya Thronicke, Felipe D’Avila, Lula, Simone Tebet, Bolsonaro e Ciro Gomes. Os candidatos ainda terão à disposição as inserções de propaganda durante a programação das emissoras.

Conforme a legislação eleitoral, 90% do tempo total de propaganda são distribuídos proporcionalmente pelo número de deputados da atual composição da Câmara. O restante (10%) é dividido igualmente.

Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Vera Lúcia (PSTU) e Sofia Manzano (PCB), que não atingiram os requisitos mínimos, não terão acesso ao horário eleitoral. Para isso, pela cláusula de barreira, é preciso que as legendas tenham obtido 1,5% dos votos válidos na última eleição em um terço dos estados, ou nove deputados eleitos distribuídos por um terço do território nacional.

O primeiro partido em representatividade na Câmara dos Deputados é o União Brasil, com 81 deputados federais eleitos, seguido pela Federação Brasil da Esperança (Fe Brasil), composta pelo PT (Partido dos Trabalhadores), PCdoB (Partido Comunista do Brasil) e PV (Partido Verde), que têm 70; Partido Progressista (PP) com 38; Federação PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) – Cidadania com 37; PSD (Partido Social Democrático, 35; MDB (Movimento Democrático Brasileiro), 34 e o PL (Partido Liberal), 33. Na última colocação estão Avante e PSC (Partido Social Cristão), ambos com sete deputados.

Regras

O TSE definiu regras para a propaganda eleitoral. Nelas estão previstas as condutas consideradas ilícitas. É proibida a veiculação de propaganda com o objetivo de degradar ou ridicularizar candidatas e candidatos. O TSE também proíbe a divulgação de fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinjam a integridade do processo eleitoral, inclusive os de votação, apuração e totalização de votos.

É vedado também incluir, no horário destinado às candidaturas proporcionais (deputados estaduais, distritais e federais), propaganda de candidaturas majoritárias (senador, governador e presidente) ou vice-versa. É permitida, no entanto, a utilização, durante a exibição do programa, de legendas com referência às candidaturas majoritárias ou, ao fundo, cartazes ou fotografias desses candidatos. Também é permitido mencionar o nome e o número de qualquer candidatura do partido, federação e coligação.

Dias de exibição

Para presidente da República, a propaganda eleitoral gratuita deverá ser transmitida às terças, quintas-feiras e aos sábados, das 7h às 7h12m30 e das 12h às 12h12m30 no rádio; das 13h às 13h12m30 e das 20h30 às 20h42m30 na televisão.

Nas eleições para o cargo de deputada ou deputado federal a propaganda será veiculada às terças, quintas-feiras e aos sábados, das 7h12m30 às 7h25 e das 12h12m30 às 12h25 no rádio; e das 13h12m30 às 13h25 e das 20h42m30 às 20h55 na televisão.

Nas eleições para senadora ou senador, a transmissão ocorrerá às segundas, quartas e sextas-feiras, das 7h às 7h05 e das 12h às 12h05 no rádio; das 13h às 13h05 e das 20h30 às 20h35 na televisão.

Para deputadas ou deputados estaduais e distritais, a propaganda será divulgada às segundas, quartas e sextas-feiras, das 7h05 às 7h15 e das 12h05 às 12h15 no rádio; das 13h05 às 13h15 e das 20h35 às 20h45 na televisão.

Candidatas e candidatos ao governo terão anúncios exibidos às segundas, quartas e sextas, das 7h15 às 7h25 e das 12h15 às 12h25 no rádio; das 13h15 às 13h25 e das 20h35 às 20h45 na televisão.

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O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores irão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Caso haja segundo turno para a disputa presidencial e para governos estaduais, a votação será em 30 de outubro.

fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Edição: Graça Adjuto

Pedreiras: Time do “Moleza” derrota Coroatá e sagra-se campeão dos Cinquentões em Codó

Rogério Medeiros recebe das mãos do prefeito de Codó, Dr. José Francisco, a taça de campeão/Foto: Divulgação

Representante de Pedreiras na modalidade dos Cinquentões, em Codó, a equipe do Moleza, conquistou no domingo passado (21), o título de campeão, ao derrotar pelo placar de 4 x 1 o time da cidade de Coroatá.

Após enfrentar grande adversários, o Moleza mostrou mais uma vez a superioridade e confirmar o favoritíssimo nas competições que participa.

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Marcaram os gols: Milton Milonga (2), Rogério Medeiros (1) e outro de Totôca, sempre deixando sua marca em Codó.

Com essa conquista o time ganhou seu terceiro título intermunicipal jogando na cidade de Codó.

Liderado pelo veterano Luiz Orlando, o Moleza sempre participa das competições intermunicipais e locais, sendo uma equipe aguerrida e respeitada pelos seus adversários.

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Parabéns a todos que fazem parte dessa grande equipe, que sempre leva o nome de Pedreiras, honrando com boas e brilhantes apresentações.

Pedreiras: Polícia Civil cumpre mandado de prisão preventiva em Lima Campos

Dr. Diego Maciel Ferreira – Delegado Regional de Polícia Civil de Pedreiras/Arquivo do portal

Hoje (25), por volta das 16h, na Rua 7 de setembro, em Lima Campos, a Policia Civil de Pedreiras, cumpriu um mandado de prisão preventiva contra E.S.S., conhecido como “Doidão”.

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Segundo informações do Delegado Regional de Polícia Civil de Pedreiras, Dr. Diego Maciel Ferreira, o mandado de prisão preventiva, foi emitido pelo juízo de direito da 3ª Vara da comarca de Pedreiras, em razão da prática da infração de lesão corporal praticada no âmbito da violência doméstica e familiar contra a mulher.

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O preso foi encaminhado para a Penitenciária Regional de Pedreiras, local onde estará à disposição da justiça.

fonte: 14ª DRPC de Pedreiras

Pedreiras: Dupla suspeita de vários assaltos volta a agir no centro da cidade

Reprodução do vídeo

Desta vez, a dupla que a Polícia afirma ter as mesmas características da que praticou ontem (24), um assalto à mão armada, a um comerciante no centro de Pedreiras, pode ser a mesma que tomou uma motocicleta e, agora usando uma arma, que parece um facão, tomou uma bolsa dos braços de uma mulher, que saía de um estabelecimento comercial, no centro de Pedreiras, na Travessa Carvalhinho.

No grupo de WhatsApp da Imprensa Policial, o comandante do 19º BPM de Pedreiras, Tenente-coronel Aguiar, disse o seguinte: “Vou querer fazer mais ações criminosas, enquanto estiver dando certo vão dar continuidade, mas logo irão cair, a PM não brinca em serviço, fica a dica.”

Veja o vídeo.

Lima Campos: Prefeitura e Polícia Militar implantam o PROERD no Município

Foto: Assessoria de Comunicação de Lima Campos

Na tarde desta terça (23), Prefeitura de Lima Campos e Polícia Militar assinaram o protocolo de intenções do PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS E À VIOLÊNCIA (PROERD), em evento no prédio da Câmara Municipal de Vereadores, com as presenças de autoridades militares, secretários do governo municipal, Pr. Valdenir, Prof. Maria Cilene, pais, responsáveis, alunos e diversas crianças.

Fotos: Assessoria de Comunicação de Lima Campos

O PROERD é um projeto coordenado pela Polícia Militar em parceria com as unidades escolares e as famílias, a fim de promover a educação de crianças e adolescentes, através de estratégias de ensino voltadas para o lúdico, favorecendo a aprendizagem e a formação de laços afetivos, importantes aspectos na prevenção às drogas e à violência.

Fotos: Assessoria de Comunicação de Lima Campos

Confira mais no Site Oficial: https://www.limacampos.ma.gov.br/

Pedreiras: Saúde Municipal é referência para região do Médio Mearim

Foto: ASCOM

O trabalho feito pela prefeita Vanessa Maia e sua equipe tem colhido frutos e plantado boas sementes nestes quase 1 ano e 8 meses.

Com isso a prefeita Vanessa Maia já realizou diversos avanços na saúde.

Em pouco tempo foram construídas duas unidades básicas de saúde na zona rural, nos Povoados Pacas e Pau D’arco.
E para melhor atender a população ampliou de cinco para dez especialidades no Centro de Especialidades Municipal (CEM) que também ganhou um espaço novo e mais adequado dando mais comodidade para os pacientes a procura dos serviços.

No Hospital Municipal implantou uma sala de UCI Unidade de cuidados Intensivos e realizou a entrega de 18 veículos para o programa saúde em casa e PSF onde atende pessoas acamadas e impossibilitadas de irem as Unidades de Saúde ou mesmo no hospital e conta com uma equipe multidisciplinar.

A fisioterapia de Pedreiras ganhou e muito e para isso foi investido pesado na ampliação dos atendimentos, além do laboratório municipal que realiza diversos exames por dia uma estrutura que parece particular, mais é público ou seja a custo zero.

O município ganhou também no primeiro ano da gestão três ambulâncias e uma delas com UTI móvel completa.
Acompanhando a modernidade tecnológica os agentes de saúde receberam tablets e todo o sistema de saúde foi computadorizado com programas que permitem todas as informações necessárias do quadro dos pacientes usuários do SUS em tempo real.

Fotos: ASCOM

Com isso os atendimentos triplicaram e hoje não atende somente a população pedreirenses, mas também pessoas de várias cidades da região e do estado.

Nos próximos dias a população será presenteada com o novo Centro de Especialidades em Ortodontia que já está prontinho. Isso sim é trabalho, é a população de Pedreiras vivendo um novo tempo de reconstrução, pois cuidar das pessoas é a principal missão do governo Tempo de Reconstruir.

Cuidar das pessoas é o nosso maior orgulho, Prefeitura de Pedreiras Tempo de reconstruir.

fonte: ASCOM de Pedreiras – MA

Brasília: Governo pede à Anvisa liberação de vacina contra a varíola dos macacos

Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)./© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Saúde protocolou junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na noite dessa terça-feira (23), o pedido de análise da vacina para a prevenção da varíola dos macacos, com a dispensa de registro.

“Na avaliação, a Agência irá considerar as diretrizes regulatórias estabelecidas na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 747, de 19 de agosto de 2022, e o fato de a Vacina Vírus Ankara Modificado, vacina jynneos, do fabricante Bavarian Nordic, ter sido avaliada por autoridades reguladoras estrangeiras equivalentes à Anvisa (AREE)”, informou a Anvisa.

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A Agência acrescentou que, nessa análise, confirmará se as características essenciais da vacina são as mesmas aprovadas pela AREE, tais como: fabricante, concentração, forma farmacêutica, indicações, contraindicações, posologia, população-alvo, via de administração e modo de uso, entre outras informações.

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O processo de avaliação passará pela Comissão Técnica da Emergência Monkeypox, criada pela Anvisa e a decisão final será deliberada pela Diretoria Colegiada da Agência.

fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Edição: Denise Griesinger