Sala de Videomonitoramento de Pedreiras/Foto: Sandro Sandro
Inaugurado ontem (27), pela prefeita de Pedreiras, Vanessa Maia, o serviço de videomonitoramento que ajudará na segurança da cidade, foi uma indicação do vereador Jamison Fernandes, logo que o parlamentar assumir seu primeiro mandato como fiscal do povo.
Essa ação, que tanto é almejada por todos, em governos passados não saiu do papel, apesar da Associação Comercial de Pedreiras chegar a disponibilizar algumas câmeras, na gestão do ex-prefeito Totonho Chicote, nada foi pra frente.
Jamison Fernandes – Vereador/Foto: Sandro Vagner
o vereador Jamison Fernandes, que acompanhou de perto toda movimentação do serviço realizado pela prefeita Vanessa Maia, está satisfeito em saber que a população pode contar com ele, não apenas com esse benefício, mas outros que futuramente serão concretizados pelo poder executivo.
Após participar da inauguração, Jamison Fernandes destacou sua alegria em ver um pedido concretizado e a tranquilidade de saber que agora Pedreiras tem um grande aliado contra a criminalidade, o videomonitoramento, com 84 câmeras espalhadas na cidade.
“Hoje, há pouco mais de um ano, a gente consegue ver e receber esse presente tão sonhado para a cidade de Pedreiras. Onde, há décadas, sonhávamos juntos com a Associação Comercial, com o SINDLOJAS e, hoje já está aqui.” Comentou bastante alegre o vereador Jamison Fernandes.
A tradicional Sessão Solene, realizada no dia do aniversário de Pedreiras, 27 de abril, através da Câmara de Vereadores, reconhece a determinação e prestados relevantes serviços em prol do Município pedreirense, pelos seus filhos legítimos ou adotivos, que são agraciados com honrarias nessa data tão importante.
Na noite desta quarta-feira (27) não foi diferente. Com as presenças de autoridades que fizeram parte da mesa de honra: Marly Tavares (Presidente da Câmara); Vanessa Maia (Prefeita de Pedreiras); Dr. Walber Rodrigues (Vice-prefeito de Pedreiras); Dr. Kayo Saraiva (Presidente da OAM/MA); Pastor Augusto (Líder religioso); Tenente-coronel Miguel Júnior (Comandante do 19º BPM); Dr. Gustavo Brandão (Vice-prefeito de Trizidela do Vale) e Fred Maia (Líder político e ex-prefeito de Trizidela do Vale). Cantores, artistas, poetas, professoras, militares e outras personalidades receberam das mãos dos parlamentares sua honrarias.
Pr. Augusto, Tenente-coronel Miguel Júnior, Kayo Saraiva, Marly Tavares, Vanessa Maia, Dr. Walber e Fred Maia/Foto: Sandro Vagner
Dos treze parlamentares, oito foram autores dos reconhecimentos, que contaram com a aprovação dos demais edis daquela casa.
Fotos: Sandro Vagner
Vereador Enderson Portela, concedeu a Comenda Corrêa de Araújo para:
Contemplados: Pedro Thiago Ferreira Raposo, Damião Felipe Barbosa e ao Tenente-Coronel Ricardo de Almeida Carvalho.
Fotos: Sandro Vagner
Vereador Gard Furtado, foi autor de três títulos de cidadania pedreirense:
Contemplados: Ivan Carlos Silva Lima, Marcus Brunieri de Freitas e ao vereador Valdemir Conceição Silva (Ver. Neguim Silva).
Fotos: Sandro Vagner
A vereadora Iaciaria Rios, concedeu três comendas (uma Corrêa de Araújo e duas Graça Melo):
Contemplados: Maria José Maranhão Maciel (Representada pela Professora Iraci Melo) e a professora Francisca Bulhão de Queirós.
Fotos: Sandro Vagner
Vereador Jamison Fernandes fez a entrega de uma Moção de Congratulações e Aplausos ao médico e vice-prefeito de Trizidela do Vale, Dr. Gustavo Brandão. Contemplou, ainda, com a comenda Corrêa de Araújo a empresária e bioquímica Cleverleide e Silva Brandão.
Fotos: Sandro Vagner
O vereador Jotinha Oliveira, foi autor de dois títulos de cidadania pedreirense. O cantor e compositor maranhense Joãozinho Ribeiro, que esteve ausente devido uma cirurgia de sua esposa, mas virá receber em breve, e para o líder e ex-prefeito de Trizidela do Vale, Fred Maia.
Fotos: Sandro Vagner
Vereador Neguim Silva fez a entrega de duas comendas Corrêa de Araújo. Foram contemplados o Pastor José Augusto Pereira da Cruz e o cantor e compositor Manuel Santana de Oliveira Neto.
Fotos: Sandro Vagner
Das mãos da vereadora Valdete Cruz, Dr. Kayo Saraiva (Presidente da OAB-MA) recebeu seu título de cidadão pedreirense, também contemplado com a comenda Corrêa de Araújo. O comandante do 3º PPM de Trizidela do Vale, Capitão PM Galileu Novo Fraga foi agraciado com a comenda Corrêa de Araújo, assim também, como o cantor e compositor Josivan Pereira de Almeida que ainda foi condecorado com a medalha Mérito Centenário Compositor João do Vale.
Fotos: Sandro Vagner
Da Mesa Diretora, representada pela vereadora e presidente da Câmara, Marly Tavares, foram três títulos de cidadania pedreirense, um dos contemplados não compareceu, o médico Leonardo Augusto da Silva Moreira. O chefe Luciano Rosa e o gerente da CEF, Gildázio Pereira Carvalho receberam das mãos da vereadora seus títulos.
A Mesa Diretora concedeu, ainda, três comendas Corrêa de Araújo, mas apenas o artista plástico Álvaro Gomes Pacheco Filho “Pachequinho”, compareceu. Estiveram ausentes: Tenente-coronel Everaldo Coutinho Morais e Apóstolo Francisco Pereira de Lucena Neto.
Seguindo a programação de aniversário dos 102 anos de Pedreiras, ontem (27), a prefeita Vanessa Maia, o vice-prefeito Dr. Walber Rodrigues, secretários, secretárias, diretores de departamentos, demais servidores municipais, além do ex-prefeito de Trizidela do Vale, Fred Maia, e da prefeita de Lima Campos, Dirce Prazeres, foi realizada a Missa em Ação de Graças, celebrada pelo Padre José Geraldo, no Santuário de São Benedito.
Hasteamento dos Pavilhões
Fotos: Sandro Vagner
Logo após a Santa Missa, autoridades civis e eclesiásticas participaram do hasteamento dos pavilhões: Nacional (Vanessa Maia); Estadual (Fred Maia); Municipal (Marly Tavares) e do Santuário (Padre José Geraldo, Sousa e Raimunda Gama).
Ginásio Poliesportivo do Goiabal
Fotos: Sandro Vagner
Um anseio muito grande da população, principalmente dos moradores do bairro, foi entregue ontem (27), pela prefeita Vanessa Maia, o novo ginásio Poliesportivo do Goiabal, totalmente modernizado, com placar eletrônico, ar condicionados nos vestiários e um piso à altura para receber qualquer equipe para uma disputa esportiva, seja no futsal, vôlei ou até mesmo no basquete.
Entrega de veículos
Fotos: Sandro Vagner
Durante a solenidade, foi realizada, ainda, a entrega de dois novos veículos e uma pá-carregadeira em parceria com o deputado federal Juscelino Filho, que irá reforçar o trabalho no Município.
Videomonitoramento
Fotos: Sandro Vagner
Na secretaria de segurança e trânsito de Pedreiras, a prefeita Vanessa Maia e demais autoridades inauguraram o serviço de videomonitoramento. São câmeras que operam no sistema 4k, uma das mais eficientes, capaz de identificar à distância, em pontos estratégicos, qualquer situação que possa auxiliar os serviços de segurança da Guarda Municipal, da Polícia Civil e Polícia Militar, no combate ao crime. Trabalho elogiado por integrantes da Associação Comercial e CDL, que há muito anos, em gestões passadas, reivindicavam o sistema que vai trazer mais segurança para todos.
Balanço das festividades
Vanessa Maia – Prefeita de Pedreiras/Foto: Sandro Vagner
Durante sua participação no evento da Câmara Municipal, onde foram entregues títulos de cidadania, moção de congratulações e aplausos, comenda Graça Melo e Corrêa de Araújo, a prefeita Vanessa Maia fez uma avaliação sobre as atividades.
“Eu pude fazer uma prestação de contas pra o povo pedreirense, pra todos que estavam aqui presentes e, também, compartilhar da alegria dos homenageados, dessas pessoas que fizeram e fazem um grande trabalho aqui na nossa cidade e contribuem para o desenvolvimento da nossa Pedreiras.”
Estatísticos ouvidos pela Folha, porém, consideram haver falhas na forma como essa ampliação das urnas testadas está sendo justificada pelo TSE. Apesar de não apontarem problemas no teste em si, segundo eles, a metodologia empregada é inapropriada, por gerar amostras insuficientes.
Nessa auditoria, feita no dia da votação, voluntários votam em papel, e os mesmos votos são digitados na urna. O processo é filmado e, ao final, é verificado se o boletim da urna bate com o que está no papel.
Como não é possível testar todas as urnas, a metodologia estatística é importante para definir a amostra adequada de urnas testadas, considerando o nível de precisão que se quer alcançar. A previsão é que sejam usadas 577 mil urnas em todo o país no pleito deste ano.
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No Brasil, nunca houve registro de fraude nas urnas eletrônicas, em uso desde 1996. Com voto impresso, pleitos anteriores já tiveram suspeitas, com casos emblemáticos no Rio de Janeiro e em Alagoas, por exemplo, que envolveram cédulas de papel fraudadas e apuração irregular.
No período com urnas eletrônicas, até as eleições de 2020, eram testadas 100 delas a cada votação. Nos últimos meses, em meio aos ataques de Bolsonaro ao sistema, o tribunal inicialmente anunciou que dobraria a quantidade testada.
Quatro meses depois, em março, o TSE fez um novo gesto, desta vez ampliando para cerca de 600.
Embora não haja consenso entre os especialistas consultados pela Folha sobre a quantidade mínima ideal, eles indicam que, com base na metodologia usada pelo TSE, precisaria ser muito mais elevada do que a calculada, chegando até a cerca de mil urnas por estado.
Já a adoção de metodologias distintas, segundo dois especialistas, poderia requerer uma amostra só um pouco maior —próxima de mil para no país inteiro.
Procurado pela reportagem, o TSE afirmou que, “sem conhecer em profundidade que ‘possíveis falhas’ identificadas pelos estatísticos”, “não há como avaliar se são efetivamente falhas procedimentais ou apenas abordagens distintas que são rotineiras em estudos estatísticos”.
De acordo com o tribunal, a amostra considerada pequena pelos estatísticos ouvidos pela reportagem é consequência da ideia de homogeneidade das urnas eletrônicas e depende do “pressuposto da probabilidade de ocorrência do evento, margem de erro e nível de confiança”.
“As demais formas de auditoria do processo eleitoral permitem verificar que o funcionamento das urnas eletrônicas é homogêneo e, observando uma urna, o resultado será o mesmo encontrado em todas as demais. Válido ressaltar que durante todas as auditorias nunca foram encontradas inconformidades”, diz.
Além do teste de integridade, há outras etapas de auditoria antes e após as eleições.
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O sistema da urna pode ser inspecionado por órgãos, partidos e entidades. Hackers também testam ataques à urna no Teste Público de Segurança. São realizadas cerimônias públicas para assinatura digital e lacração do sistema da urna.
Testes de autenticidade verificam se as urnas estão funcionando com os sistemas oficiais lacrados. E as urnas não são conectadas à internet, entre outros dispositivos de segurança.
A pedido da reportagem, os cinco especialistas analisaram um estudo realizado pela equipe de estatística do TSE. O documento foi mencionado pelo tribunal em ofício de resposta às Forças Armadas tornado público em fevereiro e enviado à Folha após seguidos pedidos ao tribunal.
Nesse ofício, o TSE afirma que o estudo “atestou que o quantitativo existente antes da ampliação já era estatisticamente representativo”.
No estudo, de acordo com os especialistas, não há explicações que permitam entender o que o tribunal considerou para, em dezembro do ano passado, ter anunciado a duplicação da amostra de urnas submetidas aos testes.
Além disso, foram desenhados apenas cenários extremos. O cenário alternativo desenhado pelo estudo, em contraposição ao de 100 urnas, resultava em mais de 123 mil urnas a serem testadas.
De 5 estatísticos consultados pela reportagem, 1 não viu problemas no estudo. Dentre os outros 4, houve diferenças na análise, mas todos avaliaram que, considerando os parâmetros e a metodologia usados pela equipe do tribunal, a amostra de urnas para teste teria que ser maior. Dois deles defendem a troca de metodologia.
A Folha também solicitou ao TSE acesso ao relatório preliminar em que, segundo notícia publicada pelo site do tribunal, a ampliação havia sido sugerida pela CTE (Comissão de Transparência das Eleições), formada por representantes de órgãos como a Polícia Federal e as Forças Armadas, e também da sociedade civil.
O documento, porém, não foi fornecido, nem mesmo a parte referente ao quantitativo de urnas para teste.
Sem acesso ao relatório, a reportagem questionou quais foram os parâmetros utilizados para as duas ampliações.
Segundo o TSE, a base amostral foi ampliada após sugestões da comissão “para tornar ainda maior o índice de confiabilidade do processo eleitoral”. “A margem de confiança era de 95% e, a partir do aumento da base amostral para cerca de 600 urnas, chegamos a uma margem próxima a 99,99%”, afirmou.
Também disse que a fórmula usada para determinação da nova margem de confiança foi feita a partir das mesmas premissas do estudo inicial.
O tribunal afirmou que a amostra inicial, “de cerca de 100 urnas, já era suficiente, uma vez que o sistema é uniforme, mas a Justiça Eleitoral decidiu aumentar para deixar ainda mais robusta e dar maior transparência e publicidade a essa que é apenas uma das inúmeras fases de auditoria existentes no processo eleitoral”.
Até as últimas eleições, o número de urnas sorteadas por estado para participar deste teste podia ser de três, quatro ou cinco urnas, variando de acordo com o número de seções eleitorais de cada unidade federativa. O Amapá, por exemplo, tinha cerca de 1.300 urnas em operação, ante 86 mil em São Paulo.
Na primeira mudança, aprovada pelo TSE em dezembro, os valores por estado foram duplicados, passando a ser de seis, oito ou dez urnas. Já na segunda alteração, em março, os valores foram triplicados e o quantitativo passou a ser de 20, 27 ou 33, a depender do número de urnas de cada estado.
Auditorias por amostragem podem ser empregadas em diversas áreas, abarcando tanto qualidade de produtos e serviços quanto para detecção de ocorrência de fraudes contábeis em empresas.
A amostra ideal varia de acordo com cada cenário e nível de precisão que se quer atingir. É difícil, contudo, traçar um paralelo com os testes das urnas.
CRÍTICAS À AMOSTRA
Apesar da ampliação da amostra realizada pelo tribunal, os pontos problemáticos apontados pelos especialistas permanecem.
Para Airlane Pereira Alencar, professora associada do Departamento de Estatística da USP, eles usam uma fórmula inadequada. “É arbitrário esse tamanho da amostra”, diz. “Não é isso que normalmente é feito para calcular tamanho de amostra, usando a metodologia estatística usual”, afirma.
Um ponto controverso para parte deles é que o estudo do tribunal parte da premissa de que a probabilidade (ou proporção) de urnas com erro é ínfima. O valor usado foi de 0,01%, ou seja, uma urna com erro em 10 mil urnas.
Para detectar problemas, neste cenário —com a margem de erro e nível de confiança assumidas pelo tribunal—, amostras pequenas seriam inadequadas.
Seguindo a metodologia empregada pelo estudo, não seria adequado, segundo Airlane, que a amostra de urnas testadas em cada estado fosse inferior a 30.
Mesmo após a última ampliação aprovada pelo TSE, apenas cinco estados teriam amostras superiores a este valor, de acordo com o previsto para 2022, com 33 urnas testadas.
Considerando a primeira ampliação aprovada pelo TSE, em dezembro, mesmo os estados com maior número de seções teriam no máximo dez urnas testadas.
Também para Raphael Nishimura, especialista em amostragem e diretor do Survey Research Center da Universidade de Michigan, persistem problemas após a ampliação, já que os resultados para a maioria dos estados não contemplam o tamanho mínimo recomendado para a metodologia empregada.
Ele ressalta que nem sempre é possível ter a amostra ideal. “Aumentar o tamanho da amostra carrega consigo custos, e é preciso encontrar um bom equilíbrio entre custos e precisão.”
Para Nishimura, contudo, o modo como o tribunal justificou o aumento da amostra para 600 urnas, apenas passando a confiança para 99,9%, causa estranheza.
Segundo Jorge Oishi, professor aposentado do Departamento de Estatística da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), ao optar aumentar apenas o nível de confiança sem mexer na margem de erro, a amostra obtida é menor.
“Então eles não estão fazendo algo proibido, mas tentando encontrar uma justificativa teórica para aumentar um pouco o tamanho da amostra”, explica. Isso tem efeito no nível de precisão.
Para ele, um dos problemas é que a margem de erro assumida pelo TSE é muito grande quando comparada ao ínfimo percentual adotado de probabilidade de urnas com problema.
Oishi defende a adoção de metodologia distinta, considerando o fato de que o cenário traçado pelo TSE envolve um evento raro —termo técnico da estatística. Seu cálculo chegou a um valor de 38 a 39 urnas em cada estado.
“A crítica que se deve fazer na metodologia do TSE é que não tem cabimento falar sobre o ‘erro’, pois o mesmo deve ser absolutamente zero, pois uma única urna inconforme já descarta qualquer possibilidade da eleição estar isenta de problemas”, diz Eduardo Yoshio Nakano, professor do Departamento de Estatística da UnB.
“O estudo que deveria ser feito, a técnica, deveria verificar a chance da existência de uma ou mais urnas com problemas. E não estimar a proporção”, completa ele que considera a metodologia usada pelo tribunal como inadequada.
Segundo o cálculo de Nakano, uma amostra de 36 urnas por estado seria um quantitativo adequado.
Já para Cristiano Ferraz, professor associado do Departamento de Estatística da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), o mais importante é que a seleção das urnas seja aleatória, e não o tamanho da amostra.
Para ele, é importante considerar que há diversas outras fases garantindo a qualidade das urnas. Tal posicionamento é semelhante ao do TSE. “Este estudo, por mais críticas que se faça, ele tem o mínimo necessário para justificar esse tipo de procedimento.”
PRESSUPOSTO DO ESTUDO
Em resposta às Forças Armadas, ao citar o estudo, o tribunal afirma que “partiu da premissa verdadeira, considerada estatisticamente como um cenário favorável, de que todas as urnas utilizam o mesmo sistema no país inteiro”. Para o TSE, isso é atestado pelas demais fases de auditoria.
No estudo estatístico, contudo, ao apontar o cenário em que cerca de 100 urnas são testadas no país como o cenário “menos oneroso”, a própria equipe do tribunal faz uma ressalva.
“Todavia, tal quadro está fundado em um índice de erro ínfimo o que, talvez, não se coadune com a crescente exigência externa por uma maior fiscalização quanto à integridade do sistema de votação brasileiro”, consta na conclusão do estudo.
Para Diego Aranha, professor associado da Universidade de Aarhus (Dinamarca) e pesquisador da votação eletrônica, não é adequado considerar a premissa de que todas as urnas usam o mesmo sistema.
Já de acordo com Bruno Albertini, que é integrante da Comissão de Transparência das Eleições do TSE e professor do departamento de Engenharia de Computação da Escola Politécnica da USP, é adequado assumir a premissa que a probabilidade de erro é ínfima.
Para Nakano (UnB), porém, há incoerência. “Se você faz uma premissa que é bem forte do tipo todas as urnas são iguais, é quase como fazer a premissa de que a eleição está isenta”, diz.
O TSE afirmou à Folha que “está a disposição para receber eventuais estudos sobre o tema para avaliar e emitir parecer a ser avaliado pelas instâncias decisórias do tribunal que poderá avaliar conveniência e oportunidade para eventuais ajustes que porventura se façam necessários nas premissas e metodologias utilizadas”.
TESTE DE INTEGRIDADE
O que é? No dia da eleição é feito o chamado teste de integridade, antes chamado de votação paralela. Urnas sorteadas na véspera da eleição, em cada estado, são retiradas da seção eleitoral para participar de uma auditoria. O objetivo do teste é verificar, por amostragem, se as urnas funcionam corretamente.
O processo é monitorado por câmeras, auditores e fiscais de partidos. Os participantes registram os votos em cédulas de papel e depositam em urnas de lona lacradas.
Após a impressão da zerésima na urna eletrônica, que garante que não há votos registrados nela, os mesmos votos do papel são digitados na urna eletrônica. Ao final, os resultados contabilizados no boletim da urna são comparados com os votos das cédulas.
A prefeitura de Pedreiras, através da secretaria de assistência social, em alusão ao aniversário do Município, realizou na manhã desta segunda-feira (25), um evento especial voltado às gestantes que são cadastradas nos programas sociais.
Todas foram contempladas com Kit Bebê. Quem não tinha berço, participou do sorteio de cinco berços, que foram doados pela prefeita, comprados com o salário da gestora, depois, todas foram incluídas nos diversos sorteios.
O evento que aconteceu no Anfiteatro Dom Jacinto Brito, contou com a presença da prefeita Vanessa Maia, secretários e secretárias, diretores de departamentos e do vereador Neguinho Silva, representando os demais parlamentares.
Chico da TV e Carol Melo/Foto: Sandro Vagner
Segundo a secretária de Assistência Social, Carol Melo, as gestantes são acompanhadas pelo Centro de Referência e Assistência Social – CRAS, sendo beneficiadas todas das zonas urbana e rural. “Esse acompanhamento à essas famílias é imprescindível, tanto em questão de acompanhamento psicossocial, com orientações. E esse kit bebê é voltado para gestante em vulnerabilidade, onde muitas, praticamente todas, não tem condições de comprar os itens.” Concluiu.
Fred Maia – Ex-prefeito de Trizidela do Vale/Foto: Sandro Vagner
O ex-prefeito de Trizidela do Vale, Fred Maia, parabenizou a prefeita por mais essa iniciativa, juntamente com a secretaria de assistência social. Destacou sobre o evento ser realizado em alusão aos 102 da Princesa do Mearim. “Vanessa, por ser mulher, está tendo cada vez mais esse olhar diferenciado para todas essas mães.”
Vanessa Maia – Prefeita de Pedreiras/Foto: Sandro Vagner
A prefeita Vanessa Maia lembrou que esse evento intitulado “Soma do Amor”, está sendo realizado pelo segundo ano consecutivo. “A gente dá uma assistência completa, quando uma mãe deixa de participar do projeto, a nossa equipe vai atrás pra saber o que ocorreu. A gente quer acompanhar de perto a vida da mamãe e, claro, com o seu bebê.” Destacou Vanessa Maia.
Foto: Sandro Vagner
Para abrilhantar o evento, a cantora Ruth Silva e banda proporcionaram momentos de descontração com muita música.
Numa solenidade simples e rápida, a prefeita de Pedreiras, Vanessa Maia, inaugurou ontem (22), O Eco Ponto, local que irá servir para receber lixo descartado pela população, através de uma Coleta Seletiva.
Além da prefeita, a vereadora Valdete Cruz, autora da preposição; o secretário de meio ambiente, Adecley Farias; e o chefe da Defesa Civil, Ray Brito, participaram da solenidade, formando o dispositivo que foi montado em frente ao prédio.
Outros secretários estiveram presentes; Francisco Rodrigues (Planejamento), Filemon Neto (Projetos Especiais); Elcinho Gírio (Agricultura); Ray Costa (Esportes) Domingos Viana (juventude) e o diretor do IMPP, Wescley Brito, também abrilhantaram o evento.
Fotos: Sandro Vagner
Integrantes que participam dos grupos da Gincana Jovem, tiveram como uma das tarefas, levar material que foi pesado e colocado em cada ponto no Eco Ponto.
Segundo a prefeita Vanessa Maia, a entrega do Eco Ponto faz parte das comemorações dos 102 anos da Princesa do Mearim. “É um local onde vamos fazer a coleta seletiva do lixo, claro, com ajuda e contribuição da população. Eu tenho certeza que essa medida vai fazer uma grande diferença na nossa cidade, principalmente, a gente pode ver, nos períodos chuvosos, onde nossa cidade sofre com as enxurradas, isso devido ao descarte inadequado do lixo.” Finalizou.
A vereadora Valdete Cruz, autora da preposição, disse que, como profissional de saúde, sempre foi um desejo, onde pudesse está trabalhando a perspectiva do meio ambiente, para as futuras gerações.
Fotos: Sandro Vagner
Raí Brito, coordenador da Defesa Civil de Pedreiras, destacou a parceria com a secretaria de meio ambiente, onde vem trabalhando, principalmente, a educação ambiental, levando ao conhecimento da população o destino adequado do lixo, para evitar desastre ambiental em Pedreiras.
O secretário de meio ambiente, Aldeclei Farias, enfatizou o sistema de funcionamento do Eco Ponto. “A população pode trazer aqui, pra o nosso Eco Ponto, todo material que será colocado no local certo, e direcionar esse resíduo para que ele possa ser reutilizado.”
O Eco Ponto está localizado ao lado da secretaria de infraestrutura, próximo a Praça do Cinquentenário, mas segundo o secretário, uma equipe está atuando, a princípio, no comércio, e será colocado à disposição de todos um telefone para contato, o qual ainda terá o número divulgado.
Dr. Flávio Castro (Dir. do HRP): Marcelus Dualibbe (Pres. do EMSERH) e Dr. Fredrico Cavalcante (Dir. Clínico do HRP)/ Foto: ASCOM
Em uma visita na sede da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – EMSERH, nessa sexta- feira, (22) , os diretores do Hospital Regional de Pedreiras – Dr. Kleber Branco, Flávio Castro e Frederico Cavalcante, estiveram reunidos com o novo presidente da empresa, Marcelus Dualibbe, e recebendo um grande presente para Pedreiras e toda a região, o “1º Mutirão de Ortopedia do Hospital Regional de Pedreiras – Dr. Kleber Carvalho Branco” , que será realizado no dia 27/04, dia do aniversário da Princesa do Mearim, onde serão realizadas 200 consultas ortopédicas ,além de exames de raio-x, tomografia computadorizada , exames laboratoriais e risco cirúrgico ,com intuito de zerar toda a demanda reprimida de cirurgias ortopédicas da Região do Médio Mearim.
Essa é mais uma campanha do convênio entre o governo do estado, através da secretaria de estado da saúde, e a EMSERH, trabalho esse que vem sendo dado continuidade pelo governador Carlos Brandao e o secretário de saúde Tiago Fernandes.
Prefeita Vanessa Maia durante a premiação/Foto: ASCOM
Em comemoração ao Dia Municipal do Ciclismo e dando início às festividades do aniversário de 102 anos de Pedreiras, a Prefeitura Municipal realizou na manhã desta quinta-feira, (21), um passeio ciclístico e competições que reuniram diversos apaixonados pelo esporte.
O evento contou com 128 ciclistas inscritos. As competições foram nas modalidades Speed masculino e Mountain Bike, masculino e feminino.
A premiação de R$ 7.600,00 foi dividida entre 30 ciclistas, sendo 10 de cada modalidade. Os esportistas também receberam diversos brindes.
Os dez primeiros colocados na categoria Speed masculino receberam medalhas e troféus (5 primeiros), além de um valor em dinheiro. Da mesma forma, os dez primeiros lugares da categoria Mountain Bike masculino e feminino.
A prefeita Vanessa Maia destacou a importância do incentivo ao esporte. “Nós temos várias equipes de pedal em Pedreiras e nada melhor do que começar as comemorações do aniversário de nossa Princesa com saúde e lazer“, diz.
Ciclistas e autoridades durante o evento esportivo/Foto: ASCOM
Kauana Alves, ciclista, reforçou o diferencial da gestão que pensa no esporte como forma de melhoria de qualidade de vida da população. “Nós estamos muito felizes de saber que essa gestão apoia o esporte, porque sabemos que o ciclismo é saúde, é vida“, afirmou.
fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras - MA
O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (21) decreto que dá indulto ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STJ) a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo.
O anúncio do indulto foi feito por Bolsonaro por meio de live nas redes sociais. O decreto foi publicado logo após a transmissão, em edição extra do Diário Oficial da União.
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Ao ler o documento, o presidente cita considerações como “a prerrogativa presidencial para concessão de indulto individual é medida fundamental à manutenção do Estado democrático de direito” e que “a liberdade de expressão é pilar essencial da sociedade em todas as suas manifestações”.
“Fica concedida graça constitucional a Daniel Lúcio da Silveira, deputado federal condenado pelo Supremo Tribunal Federal em 20 de abril de 2022 no âmbito da Ação Penal nº 1.044 a pena de oito anos e nove meses de reclusão em regime inicial fechado”, destacou Bolsonaro, durante a leitura do texto.
“A graça de que trata este decreto é incondicionada e será concedida independentemente do trânsito em julgado da sentença penal condenatória”. Segundo o presidente, o indulto inclui as penas privativas de liberdade, multa e restritivas de direitos.
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Pouco depois, em sua live semanal, Bolsonaro citou que o assunto está pacificado. “É um direito do presidente da República conceder a graça e toda a fundamentação dessa graça está julgada em jurisprudências do próprio senhor ministro Alexandre de Moraes. Portanto, repito: o decreto é constitucional e será cumprido.”
Entenda
O STF julgou a ação penal aberta em abril do ano passado contra Daniel Silveira, que virou réu e passou a responder a processo criminal pela acusação de incitar à invasão da Corte e sugerir agressões físicas aos ministros do Supremo. Os fatos ocorreram em 2020 e 2021, por meio das redes sociais. O deputado chegou a ser preso, mas foi solto posteriormente.
Com a decisão de ontem (20), Silveira também foi apenado com a perda do mandato e a suspensão dos direitos políticos após o fim dos recursos, o que que poderia tornar o parlamentar inelegível temporariamente. A Corte estipulou ainda multa de cerca de R$ 200 mil como parte da condenação.
Matéria atualizada às 19h51 para acréscimo de informação sobre a live semanal do presidente.
O presidente Jair Bolsonaro – Evaristo Sá – 18. abr.22/AFP
O indulto individual concedido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) a Daniel Silveira (PTB-RJ) é um instrumento que, em tese, livra o deputado da pena de prisão, mas não da inelegibilidade. Ou seja, Silveira continuaria impedido de se candidatar na eleição deste ano.
Também em tese, é um instrumento blindado contra ações do STF (Supremo Tribunal Federal). Isto é, os efeitos do decreto assinado por Bolsonaro nesta quinta-feira (21) seriam automáticos.
O primeiro é o próprio uso do indulto individual, também chamado de graça, sob o regime da Constituição de 1988.
Em geral, os indultos, previstos tanto na Constituição quanto na legislação penal, são coletivos e beneficiam diversos condenados que cumpram requisitos objetivos, como tempo de prisão.
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O de Bolsonaro é diferente porque se dirige a uma pessoa em particular.
Além disso, os indultos costumam ser assinados para aliviar a pena de pessoas que já estejam cumprindo suas sentenças, desde que, como determina a Constituição, não tenham sido condenadas por tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, terrorismo e crimes hediondos.
O decreto que beneficia Silveira foi emitido antes mesmo do trânsito em julgado, ou seja, antes de terem se esgotado todas as chances de recurso judicial.
Para o advogado Pierpaolo Bottini, professor de direito penal da USP, a falta de precedentes sobre o tema cria uma série de dúvidas que precisarão ser respondidas nos próximos dias.
Uma das questões, segundo ele, diz respeito à inelegibilidade. A outra remete à primariedade, ou seja, se o réu será reincidente caso volte a cometer crime.
Em condições normais, o indulto alivia a pena imposta ao réu, mas não seus efeitos secundários. É o que estabelece a súmula 631 do STJ (Superior Tribunal de Justiça), segundo a qual um decreto como o assinado por Bolsonaro extingue apenas os efeitos primários da condenação.
Dito de outro modo, isso significa que outras consequências da condenação continuam aplicáveis ao condenado beneficiado pelo indulto.
No caso de Silveira, o efeito primário é a condenação a 8 anos e 9 meses de prisão, começando em regime fechado. O indulto individual garante que o deputado não vai parar atrás das grades.
Os chamados efeitos secundários, porém, continuam de pé quando se considera o indulto normal. Por exemplo, em caso de cometimento de novo crime, fica configurada a reincidência. O réu também continua obrigado a reparar danos e perde bens de natureza ilícita.
Todos esses são considerados efeitos secundários da condenação. Além deles, a inelegibilidade também entra na lista das consequências que continuam aplicáveis mesmo após o indulto normal.
No caso de Silveira, como a graça constitucional foi concedida antes mesmo do trânsito em julgado, pode-se argumentar que o deputado nem chegou a ser condenado. Sendo assim, em tese, ele nem poderia sofrer os efeitos secundários da condenação.
“A inelegibilidade do Daniel Silveira é consequência da decisão do Supremo. Se o decreto suspende todos os efeitos da decisão, ele determina a suspensão também da inelegibilidade que foi imposta”, diz Eliana Neme, professora da Faculdade de Direito da USP de Ribeirão Preto.
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De qualquer forma, para Neme, esse decreto não atinge eventual decisão da Câmara dos Deputados sobre a perda do mandato de Silveira.
“Com isso, Bolsonaro gera uma crise institucional brutal, porque ele claramente cria um obstáculo para o cumprimento de uma decisão que foi praticamente unânime no STF”, afirma Pierpaolo Bottini.
O ineditismo do decreto, por outro lado, pode jogar contra o próprio indulto. De acordo com Neme, embora os pressupostos formais tenham sido cumpridos, é possível que o mecanismo seja questionado devido à intenção do presidente, que também estaria enfrentando uma decisão colegiada.
Em uma rede social, Eloísa Machado de Almeida, professora e coordenador do Supremo em Pauta FGV Direito SP, afirmou que o STF pode monitorar o indulto e anulá-lo se for inconstitucional.
Na avaliação dela, o decreto assinado por Bolsonaro fere o princípio da impessoalidade e poderia, portanto, ser derrubado pelo Supremo.
O grupo de advogados Prerrogativas considera que o caso é ainda mais grave. Diz que o ato viola a Constituição e pode gerar mais um pedido de impeachment contra o chefe do Executivo.
O coordenador do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho, diz que o perdão de pena a Silveira viola o artigo sexto da Constituição, que versa sobre crimes de responsabilidade contra o livre exercício dos poderes Legislativo e Judiciário. “Opor-se diretamente e por fatos ao livre exercício do Poder Judiciário, ou obstar, por meios violentos, ao efeito dos seus atos, mandados ou sentenças”, diz a Carta.
A prática é comum nos EUA. Bannon, acusado de participar de fraude numa campanha virtual de doações, chegou a ser preso em agosto, mas foi liberado em seguida, após pagar fiança de US$ 5 milhões (R$ 26,8 milhões).
Como ainda não tinha sido condenado, o indulto o livra das acusações, uma vez que o mecanismo do Poder Executivo americano blinda uma pessoa da Justiça.
O QUE DIZEM AS LEIS
CONSTITUIÇÃO
Artigo 5º, inciso XLIII “a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem”
Artigo 84, inciso XII: “Compete privativamente ao Presidente da República (…) conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei”
CÓDIGO DE PROCESSO PENAL (decreto-lei 3.689/1941)
Artigo 734: “A graça poderá ser provocada por petição do condenado, de qualquer pessoa do povo, do Conselho Penitenciário, ou do Ministério Público, ressalvada, entretanto, ao Presidente da República, a faculdade de concedê-la espontaneamente.”