A Prefeitura de Pedreiras em parceria com o Sebrae realizou aula inaugural do Programa Jovens Empreendedores Primeiros Passos na noite da última quinta-feira, (24), no Anfiteatro Dom Jacinto.
O evento contou com a presença do técnico analista do Sebrae de Bacabal Carlos Augusto, da prefeita Vanessa Maia, secretários, vereadores, alunos e professores da sede e da zona rural.
Fotos: ASCOM -Prefeitura de Pedreiras – MA
Empreendedorismo é a disposição para identificar problemas e oportunidades e investir recursos e competências, e alguns alunos já tiveram o primeiro contato com o aprendizado. Carlos Augusto (representante do Sebrae) afirma que o programa vem democratizar oportunidades para muitas crianças, e mostra passos do comportamento empreendedor para que a criança possa se desenvolver.
Cumprindo determinação do CPI, o 19º BPM iniciou na noite de ontem (25), a Operação Carnaval 2022.
Ao longo da noite foram realizadas barreiras policiais, abordagens e revistas pessoais.
Foto: 19º BPM de Pedreiras – MA
“O Carnaval no Médio Mearim começou num clima de paz e tranquilidade na área do 19º BPM, esperamos que continue e finalize assim“, pontuou o Tenente-Coronel QOPM Miguel Comandante do Batalhão.
Apenas 20, dos 217 municípios do Estado só Maranhão possuem Defesa Civil, importante órgão que garante assistência às famílias vítimas de desastres naturais, como as chuvas que atingiram o município de Pedreiras nos últimos meses e deixou diversas famílias desalojadas e desabrigadas.
Outros municípios que sofrem com catástrofes e não possuem Defesa Civil, sofrem com a falta de assistência e a demora no envio de ajuda, pois depende de outros municípios, o que dificulta a solução rápida dos problemas que são urgentes.
Em Pedreiras, a Defesa Civil funciona desde de 2008. O ano passado, já na gestão da prefeita Vanessa Maia, um plano de contingência foi produzido, antecipando os problemas e minimizando os impactos das cheias do Rio Mearim.
A mesma coisa aconteceu esse ano, quando a Defesa Civil se antecipou a chegada das chuvas e mapeou as áreas de riscos alertando os moradores para os pedidos de se manterem em áreas que podiam haver deslizamento.
Com a ação rápida, a Defesa Civil consegui diminuir o número de famílias desabrigadas e atingidas pelas águas do Rio Mearim.
Divulgação
Segundo o coordenador da Defesa Civil, Raí Brito, a gestão fez um trabalho efetivo de prevenção e conscientização, o que facilitou o trabalho do órgão.
“O Plano de Contingência envolve todas as secretarias municipais, então essa rede de proteção e de apoio é fundamental para que as ações de concretizem com mais agilidade e assertividade. Essa é a forma da gestão Tempo de Reconstruir agir. Todos juntos pensamos melhor e fazemos mais“, afirma Raí.
Ana Roberta que é a presidente do SINDSERPE – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Pedreiras, realizou mais uma prestação de contas.
Desta vez, a dirigente sindical através de uma nota, emitiu o parecer de mais uma gestão, sua segunda consecutiva.
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Veja a nota
Caros colegas servidores públicos municipais de Pedreiras, é com imensa alegria e gratidão a Deus, que venho, por meio desta nota, prestar contas de mais uma conquista da nossa gestão, frente à presidência deste Sindicato, que tem como objetivo principal, a luta incessante pelos direitos de nossa classe.
No ano de 2014, dois anos após iniciar meu primeiro mandato, como presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Pedreiras – SINDSERPE, ciente da obrigatoriedade do Registro Sindical, documento que legitima nossas reivindicações profissionais e que nos resguarda frente as ações e determinações que precisamos tomar no tocante ao que fere os direitos da nossa categoria, dei entrada no processo, solicitando o documento supra citado, o qual foi indeferido. Entretanto, a nossa luta pelo mesmo não parou por ai. Em constantes idas à capital do estado, insistindo em nosso pleito, fui informada que nosso processo havia sido arquivado. De lá para cá muitas foram as buscas para que esse documento chegasse até nós, e hoje, em tão boa hora, o mesmo chegou às minhas mãos.
Participando da Plenária Estadual da FETRACSE, na cidade de Presidente Dutra, fui convidada para receber o nosso Registro Sindical, expedido pelo Coordenador-Geral de Registro Sindical – CGRS, com publicação no Diário Oficial da União, número 30 do dia 11 de fevereiro de 2022.
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Compartilho com todos vocês, a imensa felicidade pela realização deste sonho tão almejado, e dizer como Fábio Soares ( Zamorano), um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só , mas, um sonho que se sonha com Deus, é um sonho que se realiza.
Eu, na condição de representante desta classe de servidores, sinto-me lisonjeada, ao ver o meu nome encabeçando esta Diretoria, que ao cumprir no próximo ano mais uma etapa dessa gestão sindical, terei nos anais da história a memória desta inesquecível conquista.
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Sendo só para o momento, meu abraço caloroso a todos os meus representados.
Uma tentativa de assalto por um elemento bastante conhecido na região, foi frustrada em Presidente Dutra, ontem (23), por volta do meio-dia.
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Segundo o nosso leitor, Luiz Filho, representante comercial, que comercializa seus produtos em Presidente Dutra e região, o elemento ao tentar tomar uma moto de uma senhora, conforme as filmagens, não obteve êxito e saiu correndo, só que o mesmo não contava com a perseguição dos populares que o alcançaram, sendo imobilizado por um professor de Jiu Jitsu, até a chegada da Polícia Militar que o conduziu à delegacia de Polícia Civil.
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O suspeito já é um velho conhecido da cidade de Dom Pedro.
Divulgação
O fato aconteceu no centro da cidade, Rua do Bandeirante.
Bloco “Beneditando Por Aí” (2019)/Foto: Sandro Vagner
Todos os anos no período carnavalesco a Paróquia de São Benedito realiza o evento “Beneditando por Aí”, um bloco religioso de evangelização católica considerado o maior do maranhão nessa expressão.
Segundo o Reitor do Santuário, Padre José Geraldo, devido a pandemia do coronavirus, este ano o evento será realizado na Matriz.
O Benditando Por Aí terá início nesta sexta-feira (25), indo até o dia 01 de março com uma extensa programação religiosa com adoração, pregação e eucaristia.
Confira no vídeo a programação especial de carnaval.
Em parceria com a Prefeitura de Lima Campos, o SEBRAE aplica o curso JEPP aos Professores da rede municipal de ensino, que objetiva habilitá-los a aplicarem técnicas de empreendedorismo, na busca de soluções para os diversos problemas da Educação com a implantação do Jovens Empreendedores Primeiros Passos – JEPP – nas escolas.
Na abertura, o Analista de sistema do SEBRAE, Carlos Augusto deu as boas-vindas a todos explicando a importância do acontecimento.
Este curso terá a duração de 45 horas e está sendo ministrado pela orientadora Antônia Santana Neta – Consultora credenciada do SEBRAE.
Fotos: ASCOM – Lima Campos – MA
As Coordenadoras Pedagógicas Aristânia Freitas e Cláudia Rejane estão sendo as representantes da SEMED e acompanham todo o processo.
A Inova Pedreiras é um compromisso da prefeita de Pedreiras, Vanessa Maia. Aulas de robótica, informática básica, programação de games e eletrônica para alunos da rede municipal de ensino.
Ao lado de analistas do Sebrae Bacabal, grande parceiro do município, representantes da Secretaria de Planejamento de Pedreiras estiveram em São Luís para visita técnica aos hubs de inovação na perspectiva de conferir experiências assertivas do Governo do Estado.
A equipe visitou um centro de inovação focado na contribuição inovação das empresas. Esse centro é formado pela Locomotiva e o Casarão Tech que fazem parte do Programa INOVA Maranhão, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Maranhão (Secti); o SebraeLab, espaço de conexões e interatividade do Sebrae e a Black Swan.
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Os representantes da Prefeitura de Pedreiras reforçaram a importância da implantação, no município de uma escola de inovação para aproveitar o potencial da cidade e das pessoas e trazer resultados para todo o ecossistema de inovação ao qual a escola estará vinculada, além de fortalecer e impactar positivamente a sociedade pedreirense.
O infectologista Julio Croda se tornou uma das maiores referências em Covid-19 no Brasil Foto: DAVID MAJELLA / Agência O Globo
O infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT) já era conhecido internacionalmente por sua atuação no enfrentamento à tuberculose. Quando a pandemia de coronavírus eclodiu, no início de 2020, ele estava à frente do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, durante a gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta. Desde então, se tornou uma das maiores referências no assunto no Brasil. Em entrevista ao GLOBO, Croda, que também é professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) fala sobre o fim da pandemia, estima que em breve será possível relaxar o uso de máscaras e alerta para a necessidade de ampliar a quarta dose para os idosos, em especial aqueles que tomaram três injeções da CoronaVac.
Como o senhor classifica o momento atual da pandemia?
Eu diria que estamos caminhando para o fim da pandemia e vamos entrar numa fase endêmica, com períodos sazonais epidêmicos, como já acontece com a gripe e a dengue, por exemplo. Passar da pandemia para a endemia não significa que a gente não vai ter o impacto da Covid-19 em termos de hospitalização e óbito. Significa que esse impacto vai ser menor a ponto de não ser necessário medidas restritivas tão radicais e eventualmente até a liberação do uso de máscaras, que é uma medida protetiva individual. Isso se deve justamente pelo avanço da imunidade coletiva da população mundial. Estamos avançando muito mais às custas de vacinação do que da infecção. Ela foi a grande mudança de paradigma, que reduziu a letalidade da Covid-19 de um número 20 vezes maior que o da influenza para duas vezes maior, nesse momento.
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O que define o fim da pandemia e o início da endemia da Covid-19?
O grande marcador é a letalidade. Ou seja, quanto a Covid mata. Esse vírus só vai matar menos se tiver alta cobertura vacinal. As pessoas que morrem, atualmente, fazem parte de três grupos: idosos muito extremos mesmo vacinados, pessoas com muita comorbidade e pessoas não vacinadas. À medida que avançamos na vacinação, a tendência é reduzir essa letalidade. Foi assim com a influenza H1N1, quando surgiu a pandemia em 2009. Partimos de uma letalidade de 6% e isso foi reduzido para 0,1%.
Esse cenário positivo pode acontecer ainda esse ano?
Com certeza. Mas isso será diferente em cada região e cada país, pois depende da cobertura vacinal, da letalidade e da dinâmica da transmissão. Diversos países começarão, de alguma forma, a diminuir as medidas restritivas, cancelando a obrigatoriedade do uso de máscaras, de manter distanciamento, de evitar aglomeração. Isso já acontece na Europa. Depois da onda de Ômicron, todos os países flexibilizaram. Muitos deixaram de exigir o uso de máscara. Se não existem medidas restritivas, se a recomendação eventualmente seja a vacinação e doses de reforços anuais, não faz sentido eles continuarem mobilizados em uma resposta pandêmica, de emergência em saúde pública. A Europa já está caminhando nesse sentido porque tem mais de 50% da população com três doses e mais de 70%,80% com duas doses. No esquema da Ômicron, três doses é o esquema básico de vacinação.
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E no Brasil, quando isso vai acontecer?
Acredito que ainda nesse primeiro semestre a gente tenha uma situação mais favorável, que seja possível de alguma forma, declarar que não estamos mais em emergência de saúde pública, por exemplo. O número de hospitalizações e óbitos é que vai determinar o impacto sobre o serviço de saúde.
A quarta dose tem sido muito discutida, ela é de fato importante nesse momento?
A quarta dose é importante principalmente para os idosos e pessoas com comorbidades. Essas pessoas foram as primeiras a receber o esquema básico com duas doses e muitos receberam essa terceira dose em setembro, no máximo em outubro. Então já tem quatro meses dessa terceira dose. Como a gente sabe que existe uma queda de proteção ao longo do tempo, seria importante eles receberem um novo reforço. As vacinas foram perdendo a sua efetividade e proteção principalmente pelo surgimento de novas variantes. Elas continuam protegendo contra hospitalização e óbito, mas no idoso, essa perda é mais pronunciada. No Brasil ela se torna ainda mais importante porque a maioria desses idosos recebeu esquemas primários com a CoronaVac. Em São Paulo, alguns fizeram esquemas homólogos de CoronaVac há mais de quatro meses. Já sabemos que a CoronaVac na população idosa produz uma resposta imunológica menor e uma proteção menor.
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Foi um erro o estado de São Paulo utilizar a CoronaVac como reforço para idosos?
Na época já existiam dados de resposta imunológica e efetividade mostrando que nessa população, outras vacinas eram superiores. Então baseado nos dados que já existiam no momento da decisão do estado de São Paulo, sim, foi um erro. O resto do Brasil não seguiu o estado de São Paulo. O papel da CoronaVac foi fundamental para iniciar a vacinação. Qualquer vacina é melhor do que nenhuma. Então ela salvou muitas vidas. Mas quando se tem opção, é importante escolher a melhor. A ideia de que vacinar rápido reduziria a transmissão da doença pela imunidade coletiva gerada pela vacina não se comprovou quando veio a Ômicron. Para o resto da população não há evidências de que a quarta dose seja necessária.
Alguns países já começam a discutir o relaxamento das medidas de prevenção, como a obrigatoriedade do uso de máscara. O Brasil já pode fazer isso?
A gente ainda vive o pico da Ômicron. Ainda não podemos adotar as medidas europeias. A nossa cobertura vacinal é diferente, a dinâmica da pandemia aqui é diferente, ela chegou mais tardiamente. Temos que observar nossos indicadores. O mês de fevereiro ainda vai ter muita transmissão, muita hospitalização, muito óbito. Em algum momento teremos que fazer essa discussão, mas provavelmente isso será a partir do meio de março. Quando tivermos uma situação favorável, os gestores vão começar a copiar as medidas que foram implementadas na Europa, principalmente no que diz respeito às flexibilizações. Isso deve acontecer à medida que a média móvel de óbitos, que é o último indicador a cair, chegue nos períodos pré-Ômicron.A curva de novos casos já começou a cair e a de mortes deve começar a diminuir em breve.
O senhor acha que o carnaval pode impactar essa tendência de alguma forma?
O que pode acontecer, a depender da cidade e do estado, é a redução da velocidade de queda do número de casos, mas não uma retomada. As ondas são bastante similares. São quatro a seis semanas de subida, seguida por quatro a seis semanas de queda, independente da cobertura vacinal porque os suscetíveis são esgotados. O que muda é a magnitude do impacto, que é o tamanho do pico, isso depende da cobertura vacinal. Mas a dinâmica da onda epidêmica vai ser a mesma. Mesmo com um evento de massa, que eventualmente esteja associado a aglomeração e transmissão, não haverá suscetíveis suficientes para uma nova onda. A não ser que surjam novas variantes, que sejam mais transmissíveis que a Ômicron e tenham um escape da resposta imune do que a Ômicron.