Pedreiras: II Encontro do CMDCA do Maranhão acontecerá durante três dias

Começa amanhã 26/02 e vai até o dia 28/02, o Segundo Encontro Maranhense de Conselheiros Municipais de Direitos da Criança e Adolescente – CMDCA, com os temas: “2º Processo Eleitoral Unificado do Conselho Tutelar e o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente”.

O evento será realizado no auditório do IFMA/Campus Pedreiras, na MA – 381.

Segundo a conselheira do CMDCA de Pedreiras, Nilma Melo, mais de trinta Municípios já confirmaram presença. 

Cada Município participante poderá ser representado por dois conselheiros, sendo 01 da sociedade civil e 01 do poder público.

Estamos otimistas quanto a esse encontro. Será um momento importante para discutirmos os temas em pauta. Vamos buscar melhorar o atendimento aos direitos às nossas crianças e adolescentes de todo o Estado do Maranhão. Esperamos contar com a participação de todos.” Destacou a conselheira Nilma Melo.

Maranhão: Blogueiro maranhense morre afogado em Brasília

Blogueiro maranhense morre afogado em Brasília — Foto: Arquivo pessoa

Morreu neste domingo (24), em Brasília, o blogueiro maranhense Robert Lobato. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, Robert Lobato foi vítima de afogamento em um riacho no Núcleo Rural Chifrudo, em Santa Maria, no Distrito Federal.

O blogueiro acabou se afogando no momento em que tentava atravessar o riacho a nado.

Segundo reportagem do G1 DF, Robert estava acompanhado de amigos durante o acidente. Os colegas acionaram o socorro e os militares tentaram reanimar a vítima, que não resistiu. O óbito foi constatado no local pelo médico do resgate aéreo do Corpo de Bombeiros.

Graduado em administração, Robert assinava desde 2008, o Blog do Robert Lobato com conteúdo voltado para “política e tendências”. Atualmente, era assessor político do senador maranhense Roberto Rocha (PSDB).

São Paulo: Caixa dois: votação no STF pode esvaziar Lava-Jato

Roberson Henrique Pozzobon é procurador e integrante da força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba Foto: Heuler Andrey / Agência O Globo 08/05/2018

A possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir por encaminhar à Justiça Eleitoral todos os casos de pagamentos feitos a políticos a título de caixa dois pode retirar da Lava-Jato dezenas de investigações ainda em andamento. A votação pelo plenário do STF está marcada para o próximo dia 13 e preocupa o Ministério Público Federal em Curitiba. Segundo o procurador Roberson Pozzobon, integrante da força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba, o envio à Justiça Eleitoral pode abrir as portas para a impunidade, já que ela não tem estrutura para investigar crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

— Caixa dois é um eufemismo para a corrupção. Pela lei eleitoral, o crime é apenas omitir a doação na declaração ao Superior Tribunal Eleitoral, mas as investigações feitas até agora mostram que os políticos se comprometem a defender o interesse das empresas até debaixo d’água, tanto na votação de projetos, no Senado e na Câmara, quando no direcionamento obras, no caso de governadores — diz Pozzobon.

O pedido para votação em plenário foi feito pela Primeira Turma do STF. A votação tende a ser apertada. Pelo menos cinco ministros já tomaram decisões na qual afirmaram que caixa dois é crime eleitoral, retirando investigações da Justiça Federal: Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Garcia, e Celso de Mello, além de Dias Toffoli, atual presidente da Corte. Contrário à decisão, o ministro Edson Fachin tem sido voto vencido na Segunda Turma do STF. O ministro Alexandre de Moraes, da Primeira Turma do STF, também já se manifestou favorável a manter as investigações no âmbito da Lava-Jato.

A votação tende a ser apertada. Pelo menos cinco ministros já tomaram decisões na qual afirmaram que caixa dois é crime eleitoral, retirando investigações da Justiça Federal: Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Garcia, e Celso de Mello, além de Dias Toffoli, atual presidente da Corte.

Pozzobon lembra que uma investigação de corrupção leva, muitas vezes, mais de dois anos. Na Justiça Eleitoral, que é transitória, os juízes tem mandatos de dois anos, que trabalham voltados a questões de curto prazo, geralmente focadas nos períodos eleitorais. Na Justiça Eleitoral, com a troca de juízes, os casos tenderão a prescrever, avalia o procurador.

— Na maioria das vezes a defesa dos políticos afirma que o crime é de caixa dois justamente para tirar o foco da investigação criminal. Mas a corrupção é clara. Basta ver que muitos dos pagamentos feitos pelas empreiteiras a esses políticos ocorreu fora do ano de eleições — diz ele.

O caixa dois toma a forma de corrupção permanente, já que os políticos recebem dinheiro mesmo quando não há campanha em curso.

— Há uma corrupção contínua, um compromisso de longo prazo, não de um ato isolado. A empresas compram boa vontade permanente em relação a tudo que possa beneficiá-las. Falar em crime eleitoral é dar a eles um teletransporte para a impunidade — diz ele.

Fonte: oglobo.globo.com

Brasília: Governo de Minas Gerais proíbe uso da água do Rio Paraopeba

Lucas Hallel/Ascom Funai

Na véspera de completar um mês da tragédia do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), o governo de Minas Gerais reiterou a proibição do uso da água do Rio Paraopeba, que abastece a região. Não foi informado por quanto tempo valerá a determinação.

Em nota, divulgada pelas secretarias de Saúde, Meio Ambiente e Agricultura, o alerta é para evitar o uso em quaisquer circunstâncias. “A orientação de não se utilizar a água bruta do rio, sem tratamento, é válida para qualquer finalidade: humana, animal e atividades agrícolas.”

A medida foi adotada após a detecção de metais em níveis acima do permitido pela legislação ambiental e de avaliação da Secretaria de Saúde de Minas Gerais com base em requisitos de vigilância sanitária.

Monitoramento

O monitoramento de qualidade da água é feito diariamente desde 26 de janeiro, um dia após o rompimento da Barragem B1. O trabalho é desenvolvido pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) em parceria com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Agência Nacional de Água (ANA) e Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

Pelo último levantamento, divulgado há dois dias, 176 pessoas morreram na tragédia e há 134 desaparecidas. Amanhã (25) completa um mês do acidente.

Pedreiras: Turma de enfermagem da FAESF realiza campanha para arrecadar alimentos

O TROTE SOLIDÁRIO integra os alunos calouros e veteranos na comunidade acadêmica, por meio de ações de solidariedade. Há algum tempo, diversas Instituições de ensino superior estão mobilizando novos universitários a promover o bem, estimulando-os a uma consciência cidadã para que ajudem outras pessoas e sejam, futuramente, profissionais justos, éticos e solidários. E, é com esta responsabilidade e Compromisso que a Faculdade de Educação São Francisco – FAESF  lançou há três anos o TROTE SOLIDÁRIO.

Fotos: Arquivo da turma de enfermagem 2019 da FAESF

Acadêmicos da  turma de Enfermagem estão em campanha pela arrecadação de alimentos não perecíveis para doação às famílias carentes na Semana Santa. A campanha será estendida até 05 de Abril e os interessados podem fazer a entrega do alimento no Colégio São Francisco/FAESF. Além da doação do alimento, segundos os alunos, pode ser doado fralda geriátrica ou até mesmo qualquer quantia em dinheiro.

Elimilton do Vale Castro – Líder da turma/Foto: Reprodução

Ajudem-nos a não deixar vazio o prato de dezenas de pessoas carentes. Sua participação é muito importante nessa campanha que vai fazer muita gente feliz. Estamos em uma disputa sadia com as outras turmas, e quem arrecadar mais será o vencedor. Quem ganhará será a população carente de Pedreiras” Disse o líder da sala, o acadêmico Elimilton do Vale Castro.

Foto: Sandro Vagner (12/04/2018)

No ano passado, os alunos arrecadaram mais de 5 mil quilos de alimentos e outros produtos que foram distribuídos aos idosos do CASI – Centro de Assistência Solidária aos Idosos, e aos desabrigados pela enchente do Rio Mearim.

Pedreiras: “Lá Vem o Padre Véio” vence o XIII Festival de Marchinhas Carnavalescas

XIII Festival de Marchinhas Carnavalescas/Foto: Ruth Barreto

O XIII Festival de Marchinhas Carnavalescas, promovido pela Prefeitura de Pedreiras, através da FUP – Fundação Pedreirense de Cultura,  realizado neste sábado (23), no Bar do Índio, foi um sucesso. O evento já faz parte do calendário festivo, realizado sempre uma semana antes do carnaval.

Foto: Ruth Barreto

Das 23 (vinte e três) marchinhas que participaram da seletiva, apenas 10 (dez) disputaram a grande final. Após a apresentação, os jurados escolheram as três melhores, ficando assim a classificação final com a seguinte premiação:

Ana Rosélis (Intérprete) e Joaquim Filho (Compositor) vencedores do XIII Festival de Marchinhas Carnavalescas de Pedreiras – MA/Foto: Ruth Barreto

1º Lugar – R$ 3.000,00 – “Lá Vem o Padre Véio“(Homenagem ao Padre José Geraldo) (Autores: Joaquim Filho e Henrique Pedras Verdes), que foi interpretada pela cantora Ana Rosélis.

2° Lugar – R$ 2.000,00 – “Pedreiras da Alegria” – Autor e Intérprete Leandro Batukada Boa

3º Lugar – R$ 1.000,00 – “Minha Fantasia” – Autor: José Alves da Fé – Intérprete: Yure Leal

A professora Ana Rosélis levou ainda o prêmio de R$ 500,00 como melhor intérprete do festival.

Francinete Braga – Presidente da FUP – Fundação Pedreirense de Cultura/Foto: Ruth Barreto

Acredito que foi o maior público de todos os festivais. Nós acertamos em cheio em trazer o festival pra o Bar do Índio, que é a Casa da Cultura de Pedreiras. Acredito que depois desse festival, nunca mais ele sairá do Bar do Índio. Estou muito feliz. Este ano nós superamos.” Disse a presidente da FUP, Francinete Braga.

Joaquim Filho – Vencedor do Festival/Foto: Ruth Barreto

Mais uma vez, o poeta, escritor e compositor, Joaquim Filho, deixou sua marca nos festivais de Pedreiras, conquistando mais um 1º lugar. “Em primeiro lugar, eu gostaria de parabenizar a Prefeitura Municipal de Pedreiras, parabenizar a FUP, na pessoa do prefeito Antônio França e da Francinete Braga. O Festival é um patrimônio cultural de Pedreiras e a volta do festival, independente de ter ganhado ou não, a gente já recebeu um prêmio, que foi esse retorno. Foi um retorno por cima, que valeu apena, foi o melhor festival que já aconteceu na cidade de Pedreiras.” Concluiu.

Alberto Martins, Prefeito Antônio França e Emanuel Nascimento/Foto: Ruth Barreto

O prefeito de Pedreiras, Antônio França, avaliou de forma positiva a realização do festival: “Estou muito feliz, no ano passado a gente não fez o Festival de Marchinhas, houve muitas críticas, muitas cobranças, e esse ano tivemos a coragem de fazer em nova forma, novo modelo, buscando parcerias e aqui fizemos uma parceria muito importante com o Bar do Índio, aonde a gente conseguiu atingir um público recorde, no meu ponto de vista. Fiquei muito feliz com o resultado. Quero agradecer a todos os participantes que vieram aqui, acreditaram, como, também, o público que veio prestigiar e parabenizar os ganhadores e a todos que vieram concorrer.”

Fotos: Ruth Barreto

No ano que vem, segundo informou o prefeito Antônio França, será melhor ainda, de acordo com a base que foi a realização do Festival no Bar do Índio.

Fotos: Ruth Barreto

O Blog parabeniza todos os participantes, eles foram os verdadeiros vencedores pela grande festa que proporcionaram ao público de Pedreiras.

Fotos: Ruth Barreto 
Fotos: Ruth Barreto

Pedreiras: Recursos do Juizado Especial de Pedreiras viabiliza compra de material para projeto social

Dr. José Carlos (Promotor de Justiça e instrutor de Jiu-Jitsu); Marco Adriano (Juiz da 1ª Vara); Ana Gabriel (Juíza da 2ª Vara); Larissa Tupinambá (Juíza da 3ª Vara); Marcus Krause (Idealizador do porjeto); Ana Roberta (Sindserp); Vereadora Ceiça e Dr. Arthur Gustavo (Juiz da 4ª Vara e juizado especial)

Juízes da comarca de Pedreiras participaram, na tarde de quarta-feira, 20, do lançamento do projeto “Um Novo Caminho” e inauguração da sede própria da “Associação Toda Criança Feliz”, instituição que promove atividades de assistência a crianças e adolescentes em conflito com a lei e em situação de vulnerabilidade social na cidade. 

A cerimônia aconteceu no bairro da Prainha, com a presença dos juízes Artur Azevedo do Nascimento, titular do Juizado Especial Cível e Criminal; Marco Ramos Fonseca (1ª Vara); Ana Costa Ewerton (2ª Vara) e Larissa Tupinambá Castro (3ª Vara); do promotor e instrutor de jiu-jitsu, José Carlos Faria (2º Promotoria de Justiça); da vereadora Conceição de Maria; da professora Ana Roberta Alves, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Pedreiras e do servidor público Marcus Barbosa Krause, presidente da associação, além das famílias beneficiadas pelo projeto.

A associação desenvolve atividades esportivas, musicais e educacionais desde 2013, com o objetivo de acolher adolescentes de 12 a 18 anos em situação de vulnerabilidade social e em conflito com a lei, e contribuir para a efetividade dos direitos estabelecidos no Estatuto da Criança e Adolescente.

As atividades e oficinas são feitas por profissionais voluntários, cedidos de órgãos públicos e acadêmicos de Pedreiras, por meio de convênios firmados entre a Associação e essas entidades. 

RECURSOS – Em 2018, a associação foi credenciada pelo Juizado Especial Cível e Criminal de Pedreiras para receber recursos oriundos de transação penal e prestações pecuniárias e recebeu o valor de R$ 10.670,00, utilizado na aquisição de 20 quimonos, 49 placas de tatame, 10 violões, 4 tabuleiros de xadrez, 40 cadeiras plásticas, 1 armários e 1 bebedouros e 2 mesas e 2 kits de tênis de mesa, que tornaram possível a manutenção das atividades.

O juiz Artur Azevedo do Nascimento explicou que a associação atendeu aos critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça para ser credenciada a receber os recursos disponibilizados pelo Juizado.

“A visita dos juízes foi importante para constatar, de perto, a execução do projeto, a aplicabilidade dos recursos e o impacto social positivo que as ações terão na comunidade e no futuro das crianças carentes”, destacou o magistrado.

Em Pedreiras, o número de adolescentes envolvidos em atos infracionais é alto, com registro de mais de 200 processos de atos infracionais em tramitação na 3ª Vara da Comarca. Essa situação de risco para crianças e adolescentes motivou a direção da entidade a desenvolver atividades para integrar as crianças e adolescentes em atividades culturais, educativas e desportivas, de modo a afastar o convívio com as drogas e a criminalidade. 

Segundo informações do presidente da associação, após acolhimento e acompanhamento, o adolescente será envolvido em uma das oficinas existentes, à proporção que forem surgindo as demandas, a princípio uma vez por semana, com uma carga horária de quatro por dia.

Fonte: tjma.jus.br

São Paulo: Ensino de robótica leva professora à final de prêmio internacional

Débora Garofalo está entre os dez melhores professores do mundo – Arquivo pessoal/Direitos reservados

Com um projeto de ensino de robótica com sucata para estudantes de escola pública, Débora Garofalo foi selecionada entre mais de 10 mil candidatos de várias nacionalidades e está entre os dez melhores professores do mundo. A professora de Língua Portuguesa, que ensina tecnologia na periferia da capital paulista, é finalista no Global Teacher Prize 2019, prêmio internacional que reconhece métodos inovadores e criativos para lecionar e oferece prêmio de US$ 1 milhão.

Desde o início do projeto, em 2015, mais de uma tonelada de materiais recicláveis foram retirados das ruas da cidade e transformados em protótipos – produtos de um trabalho da fase de teste – na Escola Municipal Ensino Fundamental Almirante Ary Parreira, na Vila Babilônia, zona sul.

“O projeto de robótica com sucata nasceu da vontade de transformar a vida das crianças da periferia aqui da cidade de São Paulo. Eu sempre acreditei, como professora, que a educação só faz sentido se ela puder ser significativa e se ela puder ter esse caráter transformador”, disse Débora.

“Eu queria trazer essa visão para as crianças de que a tecnologia é uma propulsora da aprendizagem e que, na educação básica, a gente podia então trabalhar esses conceitos. Só que eu não tinha nenhum material para começar e eu também não queria que esse ensino fosse limitado a um grupo de alunos”. Até hoje já passaram pelas aulas de robótica cerca de 2 mil estudantes.

A realidade local também foi decisiva para o projeto, já que a comunidade sofria com enchentes e lixo nas ruas. “A primeira coisa que as crianças me relatavam é que, em dias de chuva – e a gente começa dar aula sempre no mês de fevereiro que é um mês muito chuvoso –, eles não iam para a escola porque as casas deles alagavam, o acesso para ir para a escola alagava e eles perdiam tudo”.

O sucesso do projeto trouxe grandes lições, de acordo com a professora. Uma delas é pensar em uma escola que não só produza mais conhecimento, mas que comece a contribuir com soluções locais.

Mão na massa

Jovens de 6 a 14 anos aprendem sobre montagem de motor, circuitos e programação para, então, terem autonomia e pensarem no que vão construir. “Em um primeiro momento, a gente olha bem para esses materiais que a gente recolheu porque são materiais diversos e aí [os alunos] vão começar a pensar e estruturar o que eles gostariam de construir”, contou.

Já foram construídos brinquedos, um pequeno semáforo, uma máquina de refrigerante, robôs, barata e aranha robóticas, além de soluções para questões práticas da vida. “Um aluno criou uma casa sustentável. Uma réplica da casa dele, mas totalmente sustentável, com energia solar, usando o arduino [placas programáveis] para ligar e desligar [a luz] em horários para fazer economia de energia. A gente vê que nasce um pouco de tudo, inclusive soluções para o dia a dia”, disse a professora.

“O foco do nosso trabalho realmente é um trabalho sustentável, não é só ensinar robótica, é mostrar que a gente pode intervir nessa sociedade transformando esse material, reciclando, reutilizando”, acrescentou. “Quando a gente pensa no ensino de robótica, todo mundo fala ‘precisa ter altos recursos para trabalhar robótica’ e a gente quis também desmitificar isso, porque a robótica nada mais é do que você encontrar soluções, então trabalhar de forma sustentável foi uma das nossas soluções”.

Débora comemorou a abertura e disposição da escola em apoiar o projeto. “Eu lembro a primeira vez que eu fiz uma aula no pátio, justamente porque a minha sala não tinha tanto espaço e a gente foi produzir alguns protótipos no pátio, utilizando as mesas. A coordenadora chegou e falou ‘eu nunca imaginei uma aula de tecnologia fora do laboratório’, então houve uma mudança cultural das pessoas”, disse.

Ela considera que a “mão na massa” – a aprendizagem criativa – essencial para os estudantes. “Começou a se criar uma febre na escola porque uma criança foi seguindo o modelo da outra ‘se ele conseguiu fazer, eu também posso fazer, então vou tentar também’. Isso foi mudando a cara da escola, então aos poucos os professores foram aderindo e o trabalho foi se tornando interdisciplinar, já que a gente trabalha com uma questão do lixo que dá pra abordar diversos aspectos”.

A professora promove formação em todo país para outros professores sobre o ensino de robótica com sucata. “Nós só chegamos a essa etapa do prêmio justamente por ter esses dados comprobatórios que o trabalho é replicável, porque é uma das exigências do prêmio”. Ela destaca ainda a importância de que essa experiência possa se disseminar. “Nós não somos preparados para trabalhar com tecnologia, então é muito importante que o professor também vivencie, que seja prazeroso para o professor, porque só assim ele vai ter condições de replicar”, disse.

Empoderamento

Débora é a primeira mulher brasileira a chegar à final do Global Teacher Prize 2019, que anunciará o vencedor no dia 24 de março em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. “A lição de casa é começar a valorizar os professores, é começar a envolver esses professores nas políticas públicas, mas [o prêmio é] também a quebra de muitos paradigmas, principalmente pra mim que sou mulher, sou a primeira mulher a estar nessa final pelo Brasil. E se a gente pensar que a proporção de professoras é muito maior do que a de professores é uma grande quebra de tabu”, disse.

Ela contou que chegou a ser duramente criticada no começo do projeto e que muitas pessoas falavam que seu trabalho era artesanato. “Eu era uma mulher mexendo com tecnologia, que não é uma coisa comum, principalmente por ser uma mulher formada na área de humanas, que é mais incomum ainda. Então foram vários tabus quebrados”.

Foi com muito diálogo que a professora obteve uma mudança, para depois haver o empoderamento das alunas também. “No começo, [as meninas] ficavam muito no cantinho apesar de todo o incentivo que eu fizesse para que elas participassem. Mas depois elas também começaram a trazer os seus protótipos para dentro da sala de aula e mostrar o quanto elas eram produtivas e o quanto elas eram caprichosas. E elas começaram a se tornar referência”, comemorou.

“E os meninos começaram a apoiá-las e dizer ‘que legal que você construiu e como você fez isso’. Aquela reação de preconceito começou a virar uma relação de empatia, de perceber que eles também podiam aprender com as mulheres e aí foi uma coisa muito bacana”, relatou a professora.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Maranhão: Homem é preso ao tentar sair do Maranhão com droga avaliada em R$ 100 mil

Alexandre Martins de Oliveira, de 24 anos, foi preso enquanto transportava 4,6 kg de droga na BR-135 no Maranhão. — Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu ontem (22), Alexandre Martins de Oliveira, de 24 anos, que transportava 4,5 kg de droga na BR-135 no Maranhão. Segundo a polícia, a droga é avaliada em aproximadamente R$ 100 mil.

O flagrante foi realizado pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), após ter recebido informações que o jovem estaria na zona rural de São Luís comprando a droga que seria levada para o Tocantins.

Alexandre Martins de Oliveira dirigia na BR-135 quando foi abordado pelos policiais, que após uma revista, encontram os quatro tabletes e pequenos pedaços de crack escondidos em um compartimento secreto do veículo. Além da droga, a polícia apreendeu um revólver .38 e três munições.

Segundo a polícia, Alexandre Martins foi conduzido a sede da Seic onde foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e porte de arma de fogo. O jovem foi conduzido ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Droga avaliada em aproximadamente R$ 100 mil, estava escondida em compartimento secreto no veículo que Alexandre Martins de Oliveira dirigia. — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Fonte: g1.globo.com/ma

Peritoró: Escolinha Bahia de Futebol juniores será instalada no Município

Imagem ilustrativa/Internet (montagem: Sandro Vagner)

Nos próximos dias a cidade de Peritoró-MA estará dando início a um grande projeto esportivo na região, o objetivo é realizar uma seletiva através de um torneio de futebol com várias equipes, daí, serão escolhidos os atletas que estarão aptos a realizar sua inscrição. A faixa etária será com crianças nascidas a partir de 2002 a 2008. 

Segundo um dos idealizadores do projeto, que também será treinador, o goleiro Thallysson, a Escolinha Bahia de Futebol Juniores será uma vitrine para futuros craques.

Queremos manter um trabalho bem firme e legalizado com a garotada, formando jogadores, levando para avaliações, viagens entre outras coisas, e também formar grandes cidadãos de bem, onde iremos trabalhar a coordenação motora, físico, fundamentação, velocidade; (Futebol); evangelismo, educação e socialização dos atletas. Esperamos que tudo possa dar certo, estamos aqui dispostos a fazer o melhor pelas nossas crianças e adolescentes!”

Uma equipe de profissionais competentes já foi montada, tendo a grande responsabilidade de comandar esse projeto que futuramente irá colher bons frutos. São eles:

Professor Cesar Oliveira, Professor Thallysson Vianna, Professor Marcos Silva e o Professor Mateus Pereira

Para melhores informações entre em contato com o Professor Thallysson (99) 9121-9740

Boa sorte a todos!