Sábado, veja a agenda e siga seu candidato a Prefeito de Pedreiras.
Vanessa Maia – SOLIDARIEDADE
Dr. Humberto – PSC
Antônio França – DEM
Pastor Odaias – PODEMOS
Para ajudar a tirar dúvidas dos eleitores, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou um assistente virtual que funciona pelo aplicativo do WhatsApp. Chamado de “Tira-Dúvidas Eleitoral no WhatsApp”, o recurso foi lançado com o objetivo de facilitar o acesso do eleitor a informações relevantes sobre as eleições municipais de 2020 e reforçar o combate à desinformação durante o período eleitoral.

O tira-dúvidas funciona por meio de um chatbot ou bot (assistente virtual), como também é chamado, que traz informações sobre diferentes temas de interesse do eleitor, desde cuidados com a saúde para votar, informações sobre dia, horário e local de votação até dicas para mesários e informações sobre candidatura, entre outros temas.
Para interagir com o assistente virtual, basta acessar a câmera do seu celular e apontá-la para o QR Code, ou adicionar o telefone +55 61 9637-1078 à sua lista de contatos, ou por meio do link wa.me/556196371078.
A cada tema apresentado, o chatbot oferece uma série de tópicos para o eleitor escolher. Após digitar o número do tópico escolhido, o assistente virtual apresenta as informações solicitadas.
Segundo o TSE, o assistente virtual oferece ainda um serviço voltado exclusivamente ao esclarecimento de notícias falsas, as chamadas fake news, envolvendo o processo eleitoral brasileiro. O tópico, chamado de “Fato ou Boato?” disponibiliza ao usuário alguns conteúdos desmentidos por agências de checagem de fatos.
Por meio dele é possível desmistificar “os principais boatos sobre a urna eletrônica ou assistir a vídeos do biólogo e divulgador científico Átila Iamarino, com dicas de como identificar conteúdos enganosos disseminados por meio da internet durante a pandemia de covid-19, informou o TSE.
Além disso, o TSE firmou acordo com representante do setor de telecomunicações no Brasil, para garantir que usuários possam acessar conteúdos do site da Justiça Eleitoral sem gastar seu pacote de dados entre setembro e novembro, no período que vai desde a campanha eleitoral até o fim do segundo turno.
fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

As contas externas registraram saldo positivo pelo sexto mês seguido em setembro, de US$ 2,320 bilhões, informou hoje (23) o Banco Central (BC). Foi o primeiro resultado positivo para setembro desde de 2007 (US$ 482 milhões) e o maior para o mês na série histórica iniciada em 1995.

No ano passado, no mesmo mês, houve déficit de US$ 2,727 bilhões em transações correntes (contas externas), que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países.
“Seguindo a tendência dos meses anteriores, essa reversão decorreu do aumento de US$ 2,1 bilhões no superávit da balança comercial de bens, e das reduções de US$ 2,1 bilhões e de US$ 885 milhões nos déficits em renda primária [lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários] e serviços [viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros], respectivamente”, diz o BC, em relatório.
Em 12 meses encerrados em setembro, houve déficit em transações correntes de US$ 20,7 bilhões (1,37% do Produto Interno Bruto – PIB), ante saldo negativo de US$ 25,7 bilhões (1,66% do PIB) no período equivalente terminado em agosto.
As exportações de bens totalizaram US$ 18,485 bilhões em setembro, com recuo de 9,1% em relação a igual mês de 2019. As importações somaram US$ 13,130 bilhões, queda de 23,3% na comparação com setembro do ano passado. Com esses resultados, a balança comercial registrou superávit de US$ 5,355 bilhões no mês passado e de US$ 36,969 bilhões, no acumulado de sete meses.
O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) atingiu US$ 1,621 bilhão em setembro, ante US$ 2,506 bilhões em igual mês de 2019. Nos sete meses do ano, o saldo negativo chegou a US$ 15,350 bilhões, ante US$ 25,593 bilhões de janeiro a setembro de 2019.
No caso das viagens internacionais, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 164 milhões, enquanto as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 301 milhões. Com isso, a conta de viagens fechou o mês com déficit de US$ 138 milhões. No acumulado do ano até setembro, o saldo negativo é de US$ 2,029 bilhões.
Em setembro de 2020, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 1,625 bilhão, contra US$ 3,733 bilhões em igual período de 2019. De janeiro a setembro, o saldo negativo ficou em US$ 30,089 bilhões, ante US$ 42,825 bilhões em igual período do ano passado.
A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 212 milhões, contra US$ 280 milhões em setembro de 2019. Nos sete meses do ano, o resultado positivo chegou a US$ 1,994 bilhão, contra US$ 977 milhões em igual período de 2019.
Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 1,597 bilhão no mês, ante US$ 6,033 bilhões em setembro de 2019. De janeiro a setembro, o IDP chegou a US$ 28,554 bilhões, contra US$ 52,032 bilhões nos sete meses de 2019.
Nos 12 meses encerrados em setembro de 2020, o IDP totalizou US$ 50 bilhões, correspondendo a 3,31% do PIB, em comparação a US$ 54,5 bilhões (3,52% do PIB) no mês anterior.
Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo. Apesar de os investimentos estarem menores neste ano, no acumulado de 12 meses o IDP supera o déficit nas contas externas.
Em setembro, houve entrada líquida de investimento em carteira no mercado doméstico no total de US$ 1,207 bilhão, contra US$ 4,911 bilhões de saída líquida em igual período de 2019. No caso das ações e fundos de investimento, houve saída de US$ 972 milhões. Já os investimentos em títulos de dívida tiveram entrada líquida de US$ 2,179 bilhões.
De janeiro a setembro, houve saídas líquidas de US$ 27,074 bilhões nesses tipos de investimento, contra a entrada líquida de US$ 2,598 bilhões observados em igual período de 2019.
fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Uma comitiva liderada pelo secretário de Estado de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão, Simplício Araújo, que representou o governador Flávio Dino, visitou hoje (22) o local onde será construído o Parque João do Vale, em Pedreiras.
Segundo Simplício Araújo, a obra será entregue à população no próximo ano, em janeiro de 2021.

Conversamos com o secretário, que ainda destacou uma visita ao Hospital Macro Regional de Pedreiras, que deverá ser inaugurado em dezembro.

Blog – Secretário, hoje o senhor visitou o local onde será construído o Parque João do Vale. Como foi acompanhar o início da obra?
Simplício Araújo: “Estive hoje representando o governador Flávio Dino, acompanhado da professora Zefinha Bentivi, que representava o reitor da UFMA, Natalino Salgado. As obras do Parque João do Vale foram iniciadas ontem (21) e hoje viemos vistoriar o início. Pretendemos fazer uma nova vistoria ainda em novembro e uma terceira vistoria antes da inauguração.”
Blog – Quem são os parceiros dessa obra?
Simplício Araújo: “A obra é uma parceria da secretaria de Indústria, Comércio e Energia, secretaria de Governo que é que vai executar a obra, e da UFMA que é a proprietária do terreno em questão. A UFMA tem uma cessão aprovada com apoio da professora Zefinha Bentivi, que é aqui de Pedreiras, e aprovou essa concessão por mais dez anos, ao Estado do Maranhão, autorizando a obra.”
Blog – Quais os benefícios Pedreiras terá com essa obra, secretário?
Simplício Araújo: “É uma obra que vai trazer benefício enorme para Pedreiras, primeiro pela sua beleza, é uma obra que será, com toda certeza, será o presente para a cidade de Pedreiras nesse centenário, por isso, que eu tive um esforço no sentido que a obra fosse entregue ainda esse ano, no entanto, em decorrência desse processo de cessão, que a Universidade Federal renovou com o estado do Maranhão, nós só agora iniciamos e a obra deve ser entregue até o dia 15 de janeiro.”
Blog – Sua satisfação com a obra?
Simplício Araújo: “Estamos com muita satisfação, com muito orgulho de estar trazendo essa obra pra Pedreiras, é é uma obra que tem uma parcela de recursos oriundos da iniciativa privada, por tanto, aí esteve a participação da secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Energia, através do Simplício Araújo, como teve também no Hospital de Campanha, quando nós conseguimos mais de hum milhão de reais, pela empresa ENEVA, para que esse Hospital fosse montado aqui na cidade de Pedreiras.”
Blog – O senhor esteve vistoriando a obra do Hospital Macro Regional de Pedreiras?
Simplício Araújo: “No desenrolar da minha agenda aqui na cidade de Pedreiras, eu fui também com a equipe do Hospital de Campanha, com a professora Zefinha Bentivi e com outros cidadãos e cidadãs pedreirenses, visitar a obra do Hospital Regional de Pedreiras, que deve ser entregue no mês de dezembro. A obra está bastante adiantada, já está na fase de acabamento e todos os equipamentos já estão sendo comprados, em paralelo, para que a gente possa inaugurar a obra com prontidão e rapidez a partir do mês de dezembro. Essa obra vai ser muito importante pra cadeia produtiva daqui da região, por que ela vai trazer pra Pedreiras, pacientes não apenas aqui da cidade, não apenas de Trizidela do Vale, mas também de outras cidades, possibilitando que nós tenhamos aqui recursos que serão deixados pelos alimentos, recursos que serão deixados pelo medicamentos, recursos que serão deixados pelas hospedagens, pelo combustível das pessoas que se deslocam até aqui e fazendo uma movimentação econômica importante, além disso, deve empregar direto e indiretamente cerca de 500 (quinhentas) pessoas. Trazendo para Pedreiras uma movimentação oriunda desses pagamentos do governo do Estado aos funcionários e a manutenção do Hospital, muito importante pra nossa economia aqui mensalmente em Pedreiras e na região.”
Blog – Secretário, o senhor esteve em reunião com o prefeito de Trizidela do Vale, Fred Maia. Qual foi o teor desse encontro?
Simplício Araújo: “Aproveitando, estive com o prefeito Fred, combinando os últimos detalhes para inaugurar a maior obra da região do médio Mearim, que é a Praça da juventude. Uma obra que nós deixamos quando fomos deputado federal, e essa obra deve será inaugurada no próximo dia 30, pelo o prefeito Fred, com a minha presença, e, é já uma das obras que apontam para o desfecho dessa obra que o Parque João do Vale, que, eu gostaria muito que fosse entregue como presente de natal, mas quem sabe a gente consiga dá uma acelerada, se nós não conseguirmos, vamos entregar a obra no dia 15 de janeiro. Esse é um compromisso do governador Flávio Dino e do secretário Simplício, e um presente para todas as pessoas de Pedreiras e região.”
Uma animação que foi apresentada em vários grupos de WhatsApp, mostra o projeto do Parque João do Vale em Pedreiras.

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, que o eleitor não pode ser impedido de votar caso não tenha em mãos o título de eleitor, sendo obrigatória somente a apresentação de documento oficial com foto.
Com a decisão, os ministros do Supremo tornaram definitiva uma decisão liminar concedida pelo plenário às vésperas da eleição geral de 2010, a pedido do PT. O julgamento de mérito foi encerrado ontem (19) à noite no plenário virtual, ambiente digital em que os ministros têm um prazo, em geral, de uma semana, para votar por escrito.
Em uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI), o PT havia questionado a validade de dispositivos da minirreforma eleitoral de 2009 (Lei 12.034), que introduziu na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) a exigência de apresentação do título de eleitor como condição para votar.
Os ministros entenderam, agora de modo definitivo, que exigir que o eleitor carregue o título de eleitor como condição para votar não tem efeito prático para evitar fraudes, uma vez que o documento não tem foto, e constitui “óbice desnecessário ao exercício do voto pelo eleitor, direito fundamental estruturante da democracia”, conforme escreveu em seu voto a relatora ministra Rosa Weber.
A ministra acrescentou que a utilização da identificação por biometria, que vem sendo implementada nos últimos anos pela Justiça Eleitoral, reduziu o risco de fraudes, embora a identificação por documento com foto ainda seja necessária como segundo recurso.
Ela destacou também que, desde 2018, o eleitor tem também a opção de atrelar uma foto a seu registro eleitoral no aplicativo e-Título, e utilizar a ferramenta para identificar-se na hora de votar, o que esvaziou ainda mais a utilidade de se exigir o título de eleitor em papel.
“O enfoque deve ser direcionado, portanto, ao eleitor como protagonista do processo eleitoral e verdadeiro detentor do poder democrático, de modo que a ele não devem, em princípio, ser impostas limitações senão aquelas estritamente necessárias a assegurar a autenticidade do voto”, escreveu Rosa Weber, que foi acompanhada integralmente pelos demais ministros.
fonte: oimparcial.com.br

Entre 2003 e 2019, a proporção de obesos na população com 20 anos ou mais de idade do país mais que dobrou, passando de 12,2% para 26,8%. No período, a obesidade feminina passou de 14,5% para 30,2% e se manteve acima da masculina, que subiu de 9,6% para 22,8%.

Já a proporção de pessoas com excesso de peso na população com 20 anos ou mais de idade subiu de 43,3% para 61,7% nos mesmos 17 anos. Entre os homens, foi de 43,3% para 60% e, entre as mulheres, de 43,2% para 63,3%.
Os dados constam do segundo volume da Pesquisa Nacional de Saúde 2019, e foram divulgados hoje (21), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2019, uma em cada quatro pessoas de 18 anos ou mais de idade no Brasil estava obesa, o equivalente a 41 milhões de pessoas. Eram 29,5% das mulheres e 21,8% dos homens.
Já o excesso de peso atingia 60,3% da população de 18 anos ou mais de idade, o que corresponde a 96 milhões de pessoas, sendo 62,6% das mulheres e 57,5% dos homens.
O excesso de peso também ocorria em 19,4% dos adolescentes de 15 a 17 anos de idade, o que corresponde a um total estimado em 1,8 milhão de pessoas, sendo 22,9% de moças e 16% dos rapazes. A obesidade atingia 6,7% dos adolescentes: 8% no sexo feminino e 5,4 % no sexo masculino.
Para a responsável pela pesquisa, a analista Flávia Vinhaes, as causas para o excesso de peso e a obesidade são a baixa qualidade da alimentação do brasileiro e a escassez de atividades físicas. “Faltam políticas públicas estruturadas de combate à obesidade e ao excesso de peso, como o incentivo à ingestão de alimentos saudáveis e à prática esportiva”, indica.
É considerado como excesso de peso o índice de massa corporal (IMC) maior do que 25. A pessoa obesa tem IMC maior do que 30. O IMC é calculado pelo peso em quilograma dividido pelo quadrado da altura em metro.
Segundo o IBGE, a prevalência de déficit de peso em adultos com 18 ou mais anos de idade foi de 1,6%, (1,7% para homens e 1,5% para mulheres), ficando, portanto, bem abaixo do limite de 5% fixado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como indicativo de exposição da população adulta à desnutrição.
Em 2019, pela primeira vez a Pesquisa Nacional de Saúde coletou informações sobre a Atenção Primária à Saúde (APS). O questionário foi aplicado aos moradores com 18 anos ou mais de idade que tiveram pelo menos dois atendimentos com o mesmo médico em unidades básicas de saúde ou unidades de saúde da família. A meta era avaliar o cuidado médico prestado nessas unidades.
No ano passado, 17,3 milhões de pessoas de 18 anos ou mais de idade utilizaram algum serviço da Atenção Primária à Saúde, nos seis meses anteriores à data da entrevista, em mais de um atendimento médico.
As respostas dos questionários receberam valores que foram usados para se calcular o escore geral da APS, que varia de 0 a 10. Segundo o IBGE, um escore igual ou superior a 6,6 aponta excelente qualidade de atenção primária à saúde. O escore geral da Atenção Primária à Saúde obtido na pesquisa no Brasil foi de 5,9.
Para o IBGE, um resultado abaixo de 6,6 significa baixa classificação e revela serviços com baixa presença de atributos da APS, como a facilidade para utilizar os serviços de saúde; a regularidade do serviço de saúde e a relação humanizada entre equipe de saúde e pacientes; a capacidade de garantir a continuidade da atenção ao paciente; a orientação familiar e comunitária.
“Como é a primeira vez que o IBGE faz esse tipo de avaliação, a gente ainda não tem uma forma de avaliar se houve evolução ou não nessa pontuação. A gente, agora, está trabalhando numa linha de base que é esse 5,9”, disse a responsável pela pesquisa.
Ao todo, 69,9% das pessoas de 18 anos ou mais de idade que utilizaram algum serviço da Atenção Primária à Saúde, nos últimos seis meses anteriores à data da entrevista, eram mulheres; 60,9% das pessoas eram pretas ou pardas; 65% tinham cônjuges; e 35,8%, 40 a 59 anos de idade.
Os homens pontuaram a APS com 5,9 e as mulheres, com 5,8. Entre os mais jovens (18 a 39 anos) o escore ficou em 5,6 e, entre os mais velhos (60 anos ou mais de idade), 6,1.
No país, 53,8% dos usuários de APS não tinham uma ocupação, sendo que 64,7% tinham renda domiciliar per capita inferior a um salário mínimo e 32,3%, e se inseriam na faixa de 1 a 3 salários mínimos. As pessoas não ocupadas pontuaram 5,9 e as ocupadas, 5,8.
Das pessoas de 18 anos ou mais de idade que se consultaram com o mesmo médico pelo menos duas vezes, em unidades básicas de saúde, nos seis meses anteriores à entrevista, 94,4% não tinham plano de saúde. Sua avaliação dos atributos da APS teve nota 5,9.
Os moradores cujos domicílios eram cadastrados na unidade de saúde atribuíram um escore geral de 6. Já os moradores de lares não cadastrados avaliaram a APS com escore geral de 5,5. Entre aqueles que receberam pelo menos uma visita de algum agente comunitário ou membro da equipe de saúde, o escore foi 6,1, e para os que nunca receberam qualquer visita destes profissionais, o escore foi de 5,7.
No Brasil, o motivo mais frequente da procura por atendimento médico foi doença ou outro problema de saúde ou continuação de tratamento (52,5%), vindo, a seguir, exames periódicos (40,2%).
fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

O Ministério da Saúde atualizou hoje (21) as informações sobre a vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan. O ministério informa que o secretário-executivo da pasta, Elcio Franco, realizou pronunciamento, transmitido pela TV Brasil, para prestar esclarecimentos sobre a carta de intenções para aquisição da vacina do Butantan-Sinovac/Covid-19.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (21) que o governo federal não comprará a vacina CoronaVac. De acordo com ele, antes de ser disponibilizada para a população, a vacina deverá ser “comprovada cientificamente” pelo Ministério da Saúde e certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
*Conteúdo em atualização.
fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

O Ministério Público do Estado do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Pedreiras, que tem como titular a Promotora Drª. Marina Carneiro Lima de Oliveira, expediu uma RECOMEDAÇÃO que destaca a realização de eventos, conforme a PORTARIA Nº 055, DE 17 DE AGOSTO DE 2020, que aprovou o protocolo específico de medida sanitária segmentada para a REALIZAÇÃO DE EVENTOS PÚBLICOS E PRIVADOS, DE PEQUENO PORTE,
de observância pelos grupos de setores econômicos.
Na redação, destaca a realização de um grande evento, e resolveu RECOMENDAR:
1. Que o grupo “PRIMAS PRODUÇÕES”, produtor do show do artista “TARCÍSIO DO ACORDEON” ABSTENHA-SE DE REALIZAR O EVENTO fora dos parâmetros permitidos nos Decretos Estaduais mencionados; especialmente no que se refere ao número total de participantes no evento; devendo informar, a este órgão, por escrito, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, a quantidade de ingressos disponibilizados para a venda;
2. Que a Vigilância Sanitária de Pedreiras verifique se o aludido evento esta sendo organizado com a observância das regras constantes nos decretos estaduais, informando ao MPE, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, quais as medidas foram tomadas pelo órgão, no que se refere ao cumprimento das determinações contidas nos Decretos Estaduais já citados.
1. Que a Polícia Civil observe, em caso de concessão da licença ao organizador do evento, o cumprimento dos regramentos previstos dos decretos estaduais citados na presente Recomendação, encaminhando ao MPE as informações correlatas, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas.
Veja na íntegra a RECOMENDAÇÃO