Interligando os bairros São Benedito e Seringal, a Prefeitura de Pedreiras por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Urbanismo fez a abertura de uma nova rua, com as obras realizadas neste sábado (06).
A nova via passa pela Travessa Zeca Araújo, no Seringal, passa pela ASSEMA e chega a São Benedito. Para a abertura desta rua, a Associação em Áreas de Assentamento do Estado do Maranhão (ASSEMA) fez a doação do terreno, firmando parceria com a prefeitura.
Prefeito Antônio França vistoriando a obra/Foto: ASCOM da prefeitura de Pedreiras – MA
Divaldo Santiago, morador da Travessa Zeca Araújo, nas proximidades, aprovou a abertura da nova rua. “Vai ficar muito esse novo acesso, e o trabalho que já foi feito em minha rua também melhorou muito a nossa área, pois a minha rua recebeu asfalto na gestão do prefeito Antônio França”, disse.
O secretário Municipal de Infraestrutura e Urbanismo, Sérgio Florêncio ressalta que, “Esse trabalho vai facilitar a vida do povo desta região, que circula entre esses dois bairros”.
Ex-prefeito de Pedreiras, Totonho Chicote visitou o local/Foto: ASCOM da prefeitura de Pedreiras – MA
O prefeito Antônio França acompanhou os trabalhos e recebeu a visita do ex-prefeito Totonho Chicote e do líder religioso Apóstolo Neto.
Fotos e redação: ASCOM da prefeitura de Pedreiras – Maranhão
As portas da mais nova farmácia de Pedreiras, foram abertas as 08:15h. Cedo, clientes já aguardavam com ansiedade o momento de comprar, não só medicamentos, mas outros produtos com preços populares. O interior da Ultra Popular ficou lotado, clientes não só de Pedreiras, mas de Trizidela do Vale e região foram fazer suas compras e aproveitar as promoções de inauguração.
Fotos: Sandro Vagner
Os primeiros 100 clientes foram contemplados com um vale compras no valor de R$ 20,00. As promoções vão continuar, como por exemplo, hoje (08), a lata de leite ninho integral, 400g custava apenas R$ 9,99 – Tyflen, somente R$ 0,10.
Fotos: Sandro Vagner
Faça uma visita, Avenida Rio Branco, no centro comercial de Pedreiras.
De acordo com a ViaBahia, o acidente aconteceu por volta das 9h, na altura do km 523, quando o caminhão da banda bateu de frente com outro veículo do mesmo porte. — Foto: Carlos Quintino / Blog A Voz é Aqui
Um acidente envolvendo um caminhão da banda do cantor Léo Santana deixou duas pessoas mortas na BR-116, na altura da cidade de Itatim, a cerca de 220 km de Salvador, no sábado (6). A informação foi confirmada pela assessoria do artista.
Conforme a nota divulgada pela produção do cantor, neste domingo (7), as vítimas estavam em um caminhão contratado para transportar os equipamentos da banda. Não há informações sobre as causas do acidente.
De acordo com a ViaBahia, o acidente aconteceu por volta das 9h, na altura do km 523, quando o caminhão da banda bateu de frente com outro veículo do mesmo porte.
As vítimas foram identificadas como Luiz Gustavo da Ressurreição, que dirigia o caminhão, e Ivonilson de Brito Lima, que seguia como passageiro. Os dois saíram de Salvador e estavam sozinhos no veículo. A idade deles não foi informada. Não há detalhes de para onde o caminhão seguia.
No Storie do Instagram, Léo lamentou o acidente e falou sobre a relação com as vítimas.
“É muito ‘punk’ ter que trabalhar quando se recebe uma notícia ruim, drástica. Um caminhão da minha banda, da minha equipe, com duas pessoas que trabalhavam na equipe da gente acabou batendo de frente com uma carreta. Os dois vieram a falecer. Ter que trabalhar com isso na cabeça é muito forte, é muito punk. Fica meus pêsames para os familiares do Gustavo e do Nabo, que eram moleques que eu gostava demais. Que Deus conforte os corações de vocês”, disse o artista.
Léo fez shows na noite de sábado em Fortaleza e em São Gonçalo do Amarante, ambas no Ceará. A agenda do artista segue normalmente.
Na manha de ontem (06), o Município de Trizidela do Vale ganhou mais uma obra com a marca do prefeito Fred Maia, foi inaugurado o empório José Valdeci Silva, empresário que muito serviço prestou, empregando centenas de pessoas em suas empresas, por isso, o reconhecimento por parte do administrador, que teve a indicação da justa homenagem através do suplente de vereador Ricardo Maia, autor do projeto de Lei, que teve aprovação unânime pelos seus colegas de parlamento.
Fotos: Sandro Vagner
Familiares ficaram emocionados com a homenagem ao saudoso José Valdeci Silva. Vários discursos contaram um pouco a história de luta e de exemplo do empresário que nunca pensou em desistir, chegando a espelhar muitos. Teve poesia, lembranças de bons momentos e, claro, agradecimentos pela homenagem que ficará marcada para sempre.
Socorro Leite – Viúva/Foto: Sandro Vagner
Dona Socorro Leite agradeceu ao então vereador Ricardo Maia e ao prefeito Fred Maia, pela homenagem, uma forma do nome de um dos maiores empresários de Pedreiras ser lembrado para sempre.
Fred Maia – Prefeito de Trizidela do Vale/Foto: Sandro Vagner
O prefeito Fred Maia fez questão de contar como conheceu o senhor Valdeci Silva e como ele o ajudou a comprar sua primeira carreta, agradeceu a presenças de todos e disse que o trabalho pelo Município de Trizidela do Vale tem que continuar, e ainda tem muito para oferecer aos trizidelenses.
Fotos: Sandro Vagner
O Empório “José Valdeci Silva” vai proporcionar um local digno aos proprietários dos 11 boxes, resta agora que todos zelem por esse empreendimento, que tem ainda dois setores administrativos e banheiros.
Foto: Sandro Vagner
Bem centralizado, o Empório está funcionando no local do antigo mercado de Trizidela do Vale.
Fotos: Sandro Vagner
Participaram da inauguração: Esposa, filhos, irmão, amigos, ex-funcionários e várias autoridades; vereadores e vereadora, vice-prefeito Déibson Balé, secretários e convidados que foram prestigiar esse grande momento.
João Gilberto em show no Parque Ibirapuera, em 1992 Foto: Heitor Hui / Agência O Globo
Responsável por uma revolução na maneira de cantar e tocar violão que mudou tudo na música brasileira, João Gilberto morreu neste sábado, 6, aos 88 anos . A causa da morte ainda não foi divulgada. Ele deixa três filhos, João Marcelo, Bebel e Luisa.
Nos últimos dez anos, aquele João Gilberto ícone da bossa nova foi aos poucos perdendo espaço para um personagem complexo. A decadência física, as questões de família, os problemas de dinheiro, os contratos mal feitos, enfim, um conjunto de episódios graves acabou soando mais alto do que o talento de um artista tão grande.
Grande e único. Graças a ele, a bossa nova se consolidou e a música brasileira teve portas abertas para conquistar seu lugar no mundo. A brilhante geração de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque não teria ido tão longe se não fosse a inspiração de ” Chega de saudade “, disco que João lançou em 1958.
São muitos os capítulos desta história. Primeiro, o do adolescente que cantava coisas do rádio no alto-falante da Praça da Matriz de sua cidade, Juazeiro (BA). Depois, o jovem que foi para Salvador sonhando em se profissionalizar.
Em seguida, a ida para o Rio como crooner do grupo vocal Garotos da Lua. Não deu certo. Demitido por faltar aos compromissos, ele tentou outros caminhos, gravou um disco que não aconteceu, chegou a participar de show de Carlos Machado, passou por maus pedaços no Rio, sem casa, sem trabalho, sem perspectiva. O cantor dessa fase é fã de Orlando Silva, tenta cantar como ele, mas fracassa.
De 1955 a 1957, não se ouviu mais falar em João Gilberto no Rio que o rejeitara. São os dois anos que ele passa em Porto Alegre, Diamantina e, por menos tempo, na casa dos pais em Juazeiro. Quando volta ao Rio, é outro homem, outro artista.
Consta que, durante ao seis meses em que morou com a irmã na cidade mineira, não saiu de casa, pouco falou, dia e noite abraçado ao violão em busca de ritmos e harmonias que acabariam dando forma definitiva a um estilo que logo seria visto por outros músicos como novo, quando não revolucionário. Novo estilo, nova bossa, bossa nova.
Embora muitos fatos relacionados a João Gilberto fossem criados, como se sua vida tivesse de ser tão extraordinária quanto sua arte, a transformação que ocorreu nos seis meses em Diamantina realmente aconteceram, num estranho processo de reinvenção difícil de explicar. Como terá chegado àquela batida de violão?
Por que mudou tão radicalmente o timbre de voz? E onde foi buscar a emissão, a divisão, a precisão, o jeito de cantar, de início aparentemente transgressor, mas, na realidade, preciso, adequado a todo tipo de canção, brasileira ou não? E de que forma voz e violão se integraram como uma coisa só, feitos um para o outro.
O fato é que o João Gilberto que volta ao Rio em 1957 vai, como diria Tom Jobim, influenciar “toda uma geração de arranjadores, guitarristas, músicos e cantores”. Aos 26 anos. Criou assim a bossa nova, fez seguidores, ficou famoso. Cultuado no Brasil e admirado no mundo inteiro, gravou discos aqui e nos Estados Unidos, excursionou à Europa, apresentou-se em festivais, foi aplaudido no México e no Canadá, na Alemanha e no Japão.
Com esporádica passagens pelo Brasil, João Gilberto fez de Nova York o seu pouso. Em 1979, volta em definitivo. A partir de então e até 2008, ano de seu último show, cada subida ao palco é um acontecimento. Ou quando acontece, sempre com lotação esgotada, ou quando não, como o do Canecão (em 1979), cancelado por problemas de som que só o preciosismo de seus ouvidos detectou.
Cancelou também um show no Municipal, em 2011, pelo qual seu produtor seria condenado a devolver mais de R$ 500 mil ao teatro. Cancelou ainda, por problemas de saúde, a excursão comemorativa de seus 80 anos.
A maioria de seus últimos shows no Brasil deu-se em seu formato preferido: ele sozinho, terno e gravata, banquinho e violão. Sua relação com a plateia tinha de ser mutuamente respeitosa. Em várias ocasiões, zangado ou com um simples “psiu”, obrigou o público a fazer silêncio para ouvi-lo.
Caetano Veloso sintetizou o que significa João Gilberto para a música brasileira (ou melhor, para o Brasil, ou melhor, para o mundo, ou melhor…) em “Pra ninguém”. Depois de listar em versos gravações históricas de artistas como Djavan, Maria Bethânia, Nana Caymmi e Paulinho da Viola, ele conclui: “Melhor do que isso só mesmo o silêncio/ Melhor do que o silêncio só João”. O silêncio de quem era maior do que o silêncio, portanto, esse silêncio que se estabelece com a morte de João, tem o peso do vazio deixado pelo sumiço repentino de um país inteiro.
De fato, foi um país — ou o sonho de um país, materializado em música — que nasceu das mãos e da garganta de João quando, em 1958, foi lançado aquele mítico disco de 78 rotações. No lado A, “Chega de saudade” — as harmonias e melodias de Tom Jobim e a poesia de Vinicius de Moraes juntas, revelando em todo o esplendor a Santíssima Trindade da bossa nova. No lado B, “Bim bom” — rara composição do próprio João, que parecia precisar ali expressar em suas palavras (apenas duas, “e não tem mais nada não) o que era a revolução suave que propunha. “Quando a bossa nova inventou o Brasil”, canta Tom Zé, definindo o episódio.
Paulo Maratá à frente da cavalgada/Foto: Sandro Vagner
Ontem (05), foi realizada a abertura oficial com a realização de uma grande cavalgada, que saiu do Parque Maratá, percorrendo algumas ruas de Trizidela do Vale, indo até Pedreiras, onde vaqueiros e amazonas desfilaram com orgulho, demonstrando que a tradição tem que continuar.
Foto; Sandro Vagner
A imagem de Nossa Senhora Aparecida, protetora dos vaqueiros, mais uma vez ganhou ornamentação especial sobre o carro abre-alas.
Fotos: Sandro Vagner
Este ano, segundo a comissão organizadora, aumentou o número de participantes. Diferente de anos anteriores, a cavalgada foi realizada numa sexta-feira e não no sábado, como era de costume.
Fotos: Sandro Vagner
Sobre a disputa, os vaqueiros e seus cavalos já estão na pista do Parque Maratá, que já recebe um bom público. Inúmeras caravanas vieram participara dos 30 anos desse evento em Trizidela do Vale.
A Polícia Civil do Estado do Maranhão, através da 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil – Pedreiras, vem comunicar a toda a sociedade da região a redução em 13% no número de homicídios e de 19% no número de Crimes Violentos Letais Intencionais/CVLI (latrocínio e lesão corporal seguida de morte) em toda a Regional de Pedreiras/MA, no comparativo entre o primeiro semestre de 2018 e 2019.
O significativo percentual é resultado dos esforços do sistema estadual de segurança pública através das atuações da Polícia Civil e Polícia Militar na região, sempre contando com a valiosa parceria das Guardas Municipais onde estão instaladas.
Foto: Divulgação
A 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil continuará se esforçando para a redução desses índices, visando também elucidar todos os crimes praticados na área da Regional. Operações estão sendo realizadas, mandados de prisão e de buscas domiciliares cumpridos, além de diversas investigações em curso sempre objetivando o combate à criminalidade.
São Luís recebe título de capital nacional do bumba meu boi — Foto: Reprodução/TV Mirante
São Luís recebeu o título de capital nacional do bumba meu boi. O reconhecimento veio após a sanção da Lei nº 13.851, de 4 de julho de 2019, pelo presidente Jair Bolsonaro.
O relator do projeto de lei foi o senador maranhense Roberto Rocha (PSDB). Ele defendeu que essa manifestação cultural está presente em diversos estados do Brasil, mas é no Maranhão que o bumba meu boi se destaca com mais força, como uma expressão da cultura, fé e devoção, misturando elementos de tradições europeias, africanas e indígenas.
Para o autor do projeto, a oficialização de São Luís como a capital nacional do bumba meu boi pode produzir impactos positivos no setor turístico.
Investigação da Draco e da 16ªDP apontam Renato como o responsável por realizar a venda dos imóveis ilegais; em abril, dois prédios desabaram e 24 pessoas morreram Foto: Reprodução
A Polícia Civil prendeu, na tarde desta sexta-feira, o homem apontado pela investigação como o responsável por realizar a venda de apartamentos nos dois prédios ilegais que desabaram em abril no Condomínio Figueiras, na Muzema, deixando 24 mortos. Renato Siqueira Ribeiro estava foragido desde maio, e foi preso em Nova Friburgo, na Região Serrana. Contra ele, havia um mandado de prisão temporária.
De acordo com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e de Inquéritos Especiais (Draco-IR), que realizou a ação, o setor de Inteligência da especializada, que investiga junto ao Ministério Público, a atuação das milícias que atuam no ramo de construção e venda ilegal de imóveis nas áreas de Muzema e Rio das Pedras, conseguiu chegar ao paradeiro de Renato. Ele responderá pelo crime de homicídio qualificado 24 vezes – número de vítimas da tragédia.
— Ele vinha se mudando de casa o tempo todo, não tinha um paradeiro fixo, exatamente para dificultar a nossa ação policial. Ele não apresentou resistência, e esperamos que contribua com as investigações — afirmou Gabriel Ferrando, delegado titular da Draco.
Em maio, Rafael Gomes da Costa já havia sido preso pela 16ªDP (Barra da Tijuca), que investiga o desabamento. José Bezerra de Lima, conhecido como Zé do Rolo, também teve a prisão temporária decretada pela Justiça, e segue foragido.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmou que pretende votar a reforma da Previdência já na próxima terça-feira (9). Ele disse, porém, que começará a contar votos dos deputados a partir deste final de semana.
Maia recebe neste sábado (6) em sua casa em Brasília os líderes partidários para fazer a contagem dos votos.
Apesar de não ter começado a contagem, Maia disse acreditar que já tem os 308 votos necessários para aprovação. Segundo ele, a população está sensibilizada e isso abriria espaço para deputados se sentirem mais à vontade com a aprovação das mudanças nas aposentadorias.
A coordenação da contagem e da articulação ficará com o deputado Aguinaldo Ribeiro, afirmou Maia.
Como é uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), a reforma precisa ser aprovada em dois turnos por 308 dos 513 deputados.
Maia descartou que parlamentares reincluam estados e municípios na reforma. Segundo ele, a medida tiraria entre 50 e 60 votos da Previdência, o que inviabilizaria a reforma.
“Temos de 50 a 60 deputados que não votam com a inclusão”, afirmou, acrescentando que são parlamentares mais próximos de governadores.
Maia afirmou ainda que vê pouco espaço na Câmara para atender a demanda de policiais, mas que o tema poderá ser debatido caso deputados aliados ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentem uma alternativa.
Bolsonaro tentou negociar mudanças que tornassem as regras mais amenas para policiais. Sem essa flexibilização, foi criticado pela categoria, uma grande apoiadora do presidente nas eleições.
Maia disse que é legítimo que Bolsonaro defenda a categoria, que sempre foi a base de apoio desde o primeiro mandato. No entanto, ele afirmou que o presidente deve ser presidente de todos os brasileiros, não mais apenas de uma categoria.
Segundo Maia, a principal queixa de policiais está no fim da paridade (que garante mesmo salário na aposentadoria pago aos ativos) e da integralidade (aposentadoria pelo último salário).
O benefício era garantido a servidores públicos no passado, mas gradualmente deixa de existir. “Se a gente tira uma parte, dá uma sinalização de que não é de fato que era uma reforma igual para todos”, afirmou Maia.
O presidente da Câmara afirmou ainda temer que a mudança faça com que novas concessões sejam feitas. “Se os brasileiros mais simples estão contribuindo, a Polícia Federal também pode contribuir”, acrescentou.
O presidente da Câmara seguiu ainda em declarações sobre a economiafortemente aplaudidas pelo público do mercado financeiro. Afirmou que é preciso enfrentar o que chamou de problema das estatais, que ficam de fora do programa de privatizações do governo. Citou Caixa, que disse não entender o gigantismo, Banco do Brasil e Petrobras.
Defendeu ainda uma reforma do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), para que o trabalhador deixe de subsidiar o governo, e do serviço público.