Mega-Sena, concurso 1.734: ninguém acerta e prêmio acumula em R$ 19 mi

Ninguém acertou os seis números do concurso 1.734 da Mega-Sena sorteados nesta quarta-feira (19) na cidade de Osasco (SP). O prêmio estimado para o próximo concurso que acontece no sábado (22) é de R$ 19 milhões.
Veja as dezenas sorteadas: 12 – 17 – 25 – 29 – 41 – 52.
A quina saiu para 64 apostas e cada uma delas levará um prêmio de R$ 25.676,61. Outros 3.315 bilhetes acertaram a quadra e ficarão com R$ 708,16 cada.

Para apostar
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Janot apresenta ao STF denúncia por corrupção contra Cunha e Collor

Eduardo Cunha – Pres. da Câmara dos Deputados
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou nesta quinta-feira (20) ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncias contra o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e contra o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) por suposto envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato.
Nas denúncias, o procurador-geral pede a condenação dos dois sob a acusação de terem cometidos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com a denúncia, eles receberam propina de contratos firmados entre a Petrobras e fornecedores da estatal. Ambos os parlamentares negam as acusações.
Na denúncia contra Eduardo Cunha, a Procuradoria pede que ele devolva US$ 80 milhões – US$ 40 milhões como restituição de valores supostamente desviados e mais US$ 40 milhões por reparação de danos. A PGR estima essa quantia em R$ 277,36 milhões, pela cotação atual.
Também foram alvos de denúncia de Janot a ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), aliada de Cunha e atual prefeita de Rio Bonito (RJ), além de Pedro Paulo Leoni Ramos, ministro do governo Collor, e mais três pessoas ligadas ao senador.
O STF terá agora de decidir se aceita ou não as denúncias. Se aceitar, os denunciados se tornarão réus e responderão a ações penais no Supremo – devido ao foro privilegiado decorrente da condição de parlamentares, Cunha e Collor não podem ser processados em outra instância da Justiça.
Na hipótese de o STF aceitar a denúncia, Cunha – devido à condição de presidente da Câmara – será julgado pelo plenário do tribunal, formado pelos 11 ministros. O julgamento de Collor ficaria a cargo da Segunda Turma do Supremo, integrada por cinco ministros, entre os quais Teori Zavascki, relator dos inquéritos da Operação Lava Jato referentes a autoridades com foro privilegiado.
A Procuradoria informa na denúncia que identificou 60 operações de lavagem de dinheiro, entre as quais remessas ao exterior, entrega de dinheiro vivo, simulação de contratos de consultoria, emissão de notas frias e transferências para uma igreja vinculada a Cunha, a título de doações religiosas.
De acordo com as investigações, após o fornecimento das sondas, a Samsung Heavy Industry parou de pagar as comissões a Júlio Camargo, o que teria levado Eduardo Cunha a pressionar para voltar a receber a propina.
Para isso, segundo a PGR, a então deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), aliada de Cunha, apresentou à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara requerimentos pedindo ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Ministério de Minas e Energia informações sobre Júlio Camargo, Samsung Heavy Industry e o grupo Mitsui, envolvido nas negociações de um dos contratos. Conforme a denúncia, Cunha foi o autor “material e intelectual” dos requerimentos – ele nega.
Depois da apresentação dos requerimentos, Júlio Camargo procurou o ex-diretor da PetrobrasPaulo Roberto Costa – preso na Lava Jato e que também fez acordo de delação premiada – para reclamar da pressão pela retomada do pagamento da propina, diz a denúncia da PGR.
Segundo o texto da denúncia, Júlio Camargo pediu a Costa uma reunião com o então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, do PMDB. Essa reunião teria ocorrido em agosto de 2011  em São Paulo, segundo relata a Procuradoria com base em depoimento de Camargo, que no encontro teria relatado a Lobão as pressões que vinha sofrendo.
“Isso é coisa do Eduardo”, teria afirmado Lobão, segundo reproduz a denúncia. Em seguida, diante de Camargo, o ministro teria telefonado para o deputado e indagado: “Você enlouqueceu?”.
Após a suposta reunião com Lobão, Baiano marcou encontro entre ele, Camargo e Eduardo Cunha, em setembro de 2011, em um domingo à noite, em uma sala de um prédio comercial do Leblon, no Rio de Janeiro, afirma o texto do procurador-geral.
Segundo relato de Camargo reproduzido na denúncia, Cunha disse não ter nada de pessoal contra ele, mas que era necessário uma solução para a retomada dos pagamentos da propina. De acordo com a denúncia, depois dessa reunião, os pagamentos teriam sido retomados.
A denúncia apresentada nesta quinta pelo procurador-geral não esgota a investigação do parlamentar. Isso porque uma parte da investigação – a que se refere à suposta entrega de dinheiro a aliados de Cunha – ainda continuará em apuração em inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal.
Cunha nega as acusações
Eduardo Cunha sempre negou ser o autor dos requerimentos de Solange Almeida e disse que jamais recebeu propina no esquema da Petrobras.
Nos primeiros depoimentos à Justiça, Julio Camargo não mencionou o nome do deputado. Posteriormente, mudou a versão e passou a incriminar Cunha. Segundo a defesa de Camargo, ele não falou antes sobre o envolvimento do presidente da Câmara por “receio” de sofrer retaliação.
Eduardo Cunha afirma que o procurador-geral da República atuou em conjunto com o Executivo para convencer Júlio Camargo a “mentir” e incriminá-lo. Depois que Julio Camargo acusou Cunha, o deputado anunciou rompimento com o governo e disse que passaria a atuar como deputado de oposição.
Na noite desta quarta-feira, Eduardo Cunha afirmou que, mesmo denunciado, não se afastará da presidência da Câmara.
“Eu não farei afastamento de nenhuma natureza. Vou continuar exatamente no exercício pelo qual eu fui eleito pela maioria da Casa. Absolutamente tranquilo e sereno com relação a isso”, disse na noite de quarta (20).
O líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), aliado de Eduardo Cunha, disse acreditar que a denúncia não é motivo suficiente para um afastamento dele do comando da Câmara, como quer um grupo de parlamentares de diferentes partidos, entre os quais PSOLPSBe PT. Eles avaliam formular um pedido para Cunha renunciar ou requerer ao Conselho de Ètica a abertura de um processo por quebra de decoro parlamentar.
Picciani defendeu que não haja uma condenação antecipada e disse que a “presunção de inocência” serve para qualquer cidadão, inclusive o presidente da Casa.
“Num Estado de Direito, qualquer cidadão pode vir a ser réu. O que precisa é concluir o julgamento. Apenas a condenação pode delimitar isso. Qualquer coisa diferente disso é uma antecipação de condenação, de suposições que não condizem com o Estado de Direito, seja para o presidente da Câmara quanto para qualquer cidadão”, afirmou.
Advogado e PMDB
O advogado Antonio Fernando de Souza, responsável pela defesa de Cunha, afirmou ao G1 que ainda não teve conhecimento do teor da denúncia.
“Quando tivermos acesso, vamos preparar a defesa. Mas não podemos adiantar nada, porque não sabemos nada ainda. Vamos aguardar para ver no que consistiu a denúncia, vamos examinar antes”, declarou.
G1 procurou a direção nacional do PMDB, mas a assessoria do partido informou que não se manifestaria sobre a denúncia contra Cunha e a ex-deputada Solange Almeida.
A denúncia contra Collor
As investigações da Operação Lava Jato apontam que o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) recebeu, entre 2010 e 2014, R$ 26 milhões como pagamento de propina por contratos firmados na BR Distribuidora.
Delatores da Lava Jato afirmaram que chegaram a pagar faturas de cartão de crédito de Collor e que o senador recebeu parte da propina em dinheiro vivo e em mãos.
Antes de o dinheiro chegar às mãos do ex-presidente da República, afirmaram esses delatores, a quantia teria circulado em um carro-forte de uma empresa de valores e em carros blindados.
Entregador do doleiro Alberto Youssef, preso na Lava Jato, o depoente Rafael Ângulo disse que entregou dinheiro vivo a Collor no apartamento dele, em São Paulo – R$ 60 mil em notas de R$ 100.
De acordo com os delatores, o principal articulador do acordo que teria resultado em propina para dirigentes da BR e para o próprio senador foi Pedro Paulo Leoni Ramos, ministro de Assuntos Estratégicos do governo Collor.
Youssef narrou, em depoimento, ter sido procurado por Leoni Ramos para lavar dinheiro desviado da BR Distribuidora.
A investigação apontou que parte do dinheiro desviado teria sido usado por Collor para a compra de carros de luxo em nome de empresas de fachada.
Em julho, a Polícia Federal apreendeu três veículos de luxo na casa de Collor em Brasília: uma Ferrari, um Porsche e uma Lamborghini. Segundo as investigações, os veículos foram comprados com dinheiro de propina supostamente recebida no esquema – o senador nega.
Conforme a apuração, os carros não estão em nome de Collor, mas sim, em nome de empresas de fechada. Dois carros são propriedade da Água Branca Participações, empresa de Collor que, conforme investigadores, não tem funcionários e é usada para lavagem de dinheiro.
As investigações também indicaram que as prestações do financiamento do Lamborghini estão atrasadas. Para a cúpula da Lava Jato, os pagamentos pararam em razão da operação, porque a propina parou de ser distribuída. Já existe, inclusive, um processo na Justiça de São Paulo para reaver o bem em razão da inadimplência.
Fernando Collor – Senador
Collor nega as acusações
Desde que foi mencionado nas investigações, Collor sempre negou as acusações e disse estranhar a inclusão de seu nome na lista de políticos supostamente envolvidos no esquema.
Em diversas ocasiões, o senador subiu à tribuna do Senado para criticar a condução da Operação Lava Jato pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Collor chegou a usar um palavrão para xingar Janot em um desses discursos.
Para o ex-presidente, Janot promoveu “vazamentos seletivos” em uma “sórdida estratégia midiática”. Ele também acusou o procurador-geral de ter orquestrado as investigações para vinculá-lo ao esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
No dia em que contestou a denúncia de que recebeu R$ 26 milhões em propina, o senador do PTBdisse “nada ter a ver” com os fatos a ele imputados.  E declarou ter certeza de que “a verdade, mais uma vez, virá à tona”.
Quanto aos carros de luxo apreendidos pela Operação Politeia, um desdobramento da Lava Jato, o senador disse que são propriedade de empresas das quais é sócio majoritário e afirmou que é o responsável pelos seus financiamentos. Para ele, a apreensão dos veículos superesportivos foi “espetaculosa” e midiática”.
No discurso em que xingou o procurador-geral na tribuna do Senado, Collor voltou a dizer que as acusações contra ele são “ilações”.
“Reafirmo que tudo não passa de ilações. São falsas versões impingidas à opinião pública de forma a esterilizar a verdade, a escamotear as reais intenções midiáticas do procurador-geral da República e a impor a narrativa que a ele interessa”, disse Collor no discurso.

Polícia Federal faz operação no município de Bom Jardim

Operação da Polícia Federal acontece em Bom JardimOperação da Polícia Federal acontece em Bom Jardim (Foto: Divulgação)

Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (20), operação na cidade de Bom Jardim, interior do estado, para investigar desvio de verba no município. Segundo primeiras informações, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) (STTR) e ex-secretário de agricultura do município, Antônio Cesarino, foram presos.
Ainda não há confirmação de que a prefeita Lidiane Rocha seja alvo da da operação, mas ela é investigada, suspeita de desvio de verbas, desde o início do ano pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão (MPMA), pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal. Segundo o MPMA, os desvios podem chegar a R$ 15 milhões.
Fonte: imirante.com.br

Governo empossa novos gestores do Sistema de Segurança Pública

O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), realizou, nesta quinta-feira (20), às 10h, a cerimônia de posse dos novos gestores do Sistema de Segurança Pública, na sede da SSP, na Vila Palmeira, em São Luís.
O Governo do Maranhão criou três Superintendências Estaduais que irão compor o sistema de Segurança Pública do Estado, de acordo com a Lei 10.238/2015.
Na oportunidade, foram empossados o delegado Leonardo do Nascimento Diniz, que ficará à frente da Superintendência Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção às Pessoas (SHPP); o delegado Tiago Matos Bardal, que será o gestor da Superintendência de Repressão ao Narcótico (Senarc); o delegado Manoel Ferreira Almeida Neto, que ficará à frente da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor); e a delegada Francisca Adriana Ribeiro Amarante Paixão, que será a nova gestora da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC).
Na ocasião, ainda, tomaram posse as equipes das Superintendências compostas por delegados, policiais civis e escrivães.
Participaram da cerimônia, o governador do Maranhão, Flávio Dino; o Secretário de Estado Segurança Pública, Jefferson Portela; o presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho; a presidente do Tribunal de Justiça, Cleonice Silva Freire; o Superintendente da Polícia Federal, Alexandre Silva Saraiva; o Superintendente da Polícia Rodoviária Federal, Paulom Fernando Nunes Moreno; a Corregedora Geral do Estado, Ana Carla Silvestre; o Corregedor Geral do Sistema de Segurança Pública, Fernando de Moura; o Delegado-geral da Policia Civil, Augusto Barros; o Comandante Geral da Polícia Militar, Marco Antônio Alves; e demais autoridades.
Fonte: Ascom/ SSP
Por: Thayssa Rabelo

Assessoria do Prefeito Afastado Totonho Chicote Se Justifica Sobre as Licitações que Não Estavam na Prefeitura

O Blog recebeu hoje, a cópia de um documento, onde a Assessoria Jurídica do Prefeito Afastado de Pedreiras, tenta justificar a devolução das licitações, que foi preciso a justiça determinar prazo para que os documentos fossem enviados à Prefeitura de Pedreiras, sob ordem de busca e apreensão nas residências do Prefeito Totonho Chicote, Ex-Secretários e do Ex-Presidente da CPL.
Segundo à Assessoria Jurídica, as licitações teriam sido levadas para o setor de digitalização.
Tirem suas conclusões.

Licitações Foram Devolvidas à Prefeitura de Pedreiras. Crime Comprovado?

Após vencer o prazo para que todos os envolvidos no suposto desaparecimento das licitações, entregassem toda a documentação, uma caixa com as benditas licitações foi a maior atração hoje na Prefeitura de Pedreiras.
Agora, o bom mesmo, será a Prefeita em exercício Fátima Vieira não deixar barato e punir todos os culpados ao rigor da lei.

Isso, mostrou a incompetência, mais uma vez, da gestão do Prefeito afastado Totonho Chicote, que ele, e outros tentaram de qualquer maneira, impedir que a população tomasse conhecimento das supostas fraudes, que já é de conhecimento de todos, através do Dossiê da Corrupção, protocolado pelo Movimento Fóruns e Redes e Cidadania, que causou o afastamento do administrador. Reter documentos é crime e os criminosos podem ser presos.
Que seja feita a justiça, e todos possam pagar pelo erro cometido.

Muda de Sigla, Mas não Muda de Cacique

Propostas de redução do prazo de filiação partidária para alguém se candidatar a um cargo eletivo e a criação de uma “janela” no sétimo mês antes da eleição para mudar de partido, dividiram a opinião dos deputados da comissão especial da reforma política (PECs 344/13, 352/13 e outras). O relator do colegiado, Deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), apresentou as sugestões na tarde desta terça-feira (17).

Atualmente, para se candidatar, a um cargo eletivo, o cidadão deve estar filiado a um partido político, há pelo menos, um ano antes do pleito. No caso de juízes e militares, esse prazo é de seis meses. A proposta de Castro é que esse período menor (seis meses) passe a valer para todos os brasileiros, sem exceção.

Pelas regras em vigor, se eleito, o candidato deve permanecer na agremiação até o final do mandato, salvo os casos previstos em lei (fusão partidária, justa causa). Caso contrário, perde o mandato, pois, segundo a Justiça Eleitoral (Resolução TSE 22.610/07), o mandato pertence ao partido. Castro, propôs que, sete meses antes das eleições, o cidadão já filiado tenha 30 dias para poder mudar de legenda por livre e espontânea vontade.

Esse alerta serve para quem pretende se desfiliar, ou já está desmembrado de partido “A” ou partido “B”.

Essa semana o PT (Partido dos Trabalhadores) de Pedreiras, teve a lista de filiados diminuída, pelos menos cinco pediram desfiliação, não sabemos os reais motivos que levou esse filiados tomarem essa decisão. Fala-se na criação de um grupo denominado: “Os pés no chão.” Formado por 19 (dezenove) pessoas. Também ficamos sabendo que todos que deixaram o PT, irão compor o PEN.

Cá com meus botões, o PEN tem como presidente alguém que fez parte da administração passada. O que queremos saber, é exatamente, se o quinteto vai caminhar com os “pés no chão”, ou não serão índios comandados por mais um cacique, que ora, deve fazer parte de um grupão que se forma, na intenção apenas de ganhar número. Pra frente é que se anda.

Com plena autorização dos desfiliados do PT, que agora vão pra o PEN, que mudou apenas o “chefão” ou a “chefe”, são:

Irmão Isaac; João –  Presidente da Associação de Moradores do bairro Mutirão; Neide – agente comunitária de saúde; Jackson, e Meire do bairro Novo Seringal. Segundo informações do grupo, a intenção dessa nova sigla é eleger dois Vereadores na próxima eleição.

Muita coisa pode acontecer até o próximo ano, até mesmo arrependimentos. E, nunca é bom chorar após o caldo ter derramado.

Estamos de Olho em tudo!

Rede Social Contra as Drogas Esteve em Lima Campos

Vice-Prefeito, Secretários e palestrantes

O Ministério Público em parceria com a Secretaria de Educação de Lima Campos realizou na manhã do dia 19 de agosto (quarta-feira) a primeira etapa do projeto Rede Social contra as Drogas com alunos da rede pública de ensino daquele Município.

Eveline Malheiros – Promotora de Justiça
Durante o evento alguns palestrantes explanaram aos alunos sobre os riscos e perigos do uso de drogas. A promotora de justiça Dra. Eveline Malheiros, titular da promotoria da Infância e Juventude da Comarca de Pedreiras, ressaltou que o Ministério Público tem se preocupado com o crescente numero de casos de adolescentes envolvidos em atos infracionais, que possuem grande relação com o uso de substancias entorpecentes.
Marcus Krause – Servidor do MP
Em seguida os adolescentes ouviram o depoimento de Sidney, morador daquele Município que fez um breve relato de vida. Outro a falar ao público foi o soldado da PM Meneses que falou dos perigos das drogas e suas consequências. O servidor do Ministério Público Marcus Krause foi outro palestrante que debateu com os alunos o tema a escola é as drogas, exibindo um vídeo chocante de mães que sofrem pela perda dos filhos que se envolvem com as drogas. E finalizando os trabalhos o jovem César deu um depoimento que comoveu todos os presentes. Ele que foi dependente químico falou como conseguiu se livrar das drogas buscando ajuda em Deus e como sua vida mudou depois que abandonou as drogas.

Sidney – testemunho 
Durante o evento várias autoridades de Lima Campos estiveram presentes entre elas vereadores, o vice Prefeito Estevinho, o Secretário de Educação Marcos Monteiro, a Secretaria de Saúde Cleide e de assistência social Pedrina, dentre outros secretários, conselheiros tutelares, professores, policia militar, pastores e representantes comunitários.
Alunos
Por: Marcus Krause

Jorge Henrique marca, e Vasco derrota o Flamengo na Copa do Brasil

Com um gol de Jorge Henrique, o Vasco derrotou o Flamengo, nesta quarta-feira, no Maracanã, no primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Brasil. É a primeira vez desde a final de 2004, contra o Santo André, que o rubro-negro é derrotado no Maracanã, pelo torneio. Já o time da Colina chegou à sexta vitória consecutiva em clássicos, algo que não acontecia desde 1947.

Com o resultado, o time do técnico Jorginho, que estreou, joga por um empate a partida da volta, na quarta que vem.

A partida começou com os ânimos exaltados e algumas faltas. Logo nos primeiros minutos, o paraguaio Julio dos Santos, do Vasco, levou o cartão amarelo. Aos 12, o rubro-negro Wallace e o vascaíno Riascos se estranharam na área do Fla e levaram cartão também. Três minutos depois, Guerrero tocou na saída de Martín Silva, que tirou com o pé. Aos 17, zaga do Fla falhou, Madson cruzou, Nenê ajeitou, bateu colocado, e Cesar fez ótima defesa.

O Vasco voltou a chegar com perigo aos 22, quando Serginho cabeceou na primeira trave após escanteio da direita, e a bola passou muito perto.

Aos 12 do segundo tempo, Riascos rolou para Jorge Henrique acertar de primeira o gol de César. Belo gol. Também na etapa final, Wallace, que já tinha o cartão amarelo, foi expulso ao dar carrinho em Madson.