A região do Médio Mearim reconhece a cada dia a credibilidade do Curso de Direito da FEMAF. Dezenas de ingressantes, Motivados para o Sucesso, participaram da Aula Magna sobre “As Perspectivas da Advocacia por um Advogado Militante”.
O preletor foi o Dr. Bruno Guilherme, Advogado em Tribunais Superiores, Sócio do Projeto “Tribunal com Bruno” da “Escola de Advogados”, Palestrante Nacional e Produtor de Conteúdo Jurídico. Ele abrilhantou a retomada das aulas de Direito com uma oratória contagiante, esclarecendo sobre a realidade da Advocacia em grau de recurso.
Dr. Bruno Guilherme (palestrante)/Foto: Assessoria de Comunicação da FEMAF
Dr. Bruno, com muita simpatia e entusiasmo, desmistificou a prática da Advocacia nos Tribunais. E, com isso, a nova turma de Direito da FEMAF entendeu a importância da Sustentação Oral Convincente, presencialmente ou on-line e que o perfil do bom profissional começa com seu empenho desde os primeiros momentos na faculdade e se projeta por toda a vida.
A segunda turma de Direito da FEMAF está de parabéns, compreendeu que, para alcançar o sucesso e a prosperidade, deve estudar sempre, praticar com afinco, ter boas relações sociais, manter-se determinada e intransigente na defesa de seus futuros clientes.
Drª Bianca, Dr Cláudio (Coordenador Curso de Direito FEMAF), Marcus Franco vice-diretor FEMAF e Dr Eduardo Ferro (Presidente OAB/Subseção Pedreiras)/Foto: Assessoria de Comunicação da FEMAF
O evento contou com o apoio da OAB, Subseção de Pedreiras e da “Escola de Advogados” e com a presença de advogados e autoridades.
Mensagem do presidente da OAB/MA – Dr. Thiago Diaz, aos acadêmicos de Direito da FEMAF
Últimos dias para inscrever-se no Melhor Curso de Direito da Região (vestibular agendado). femaf.com.br Direito é na FEMAF!
Rua Grande, principal ponto do comércio de São Luís, estava praticamente vazia durante período de lockdown em maio de 2020 — Foto: Adriano Soares/Grupo Mirante
O principal argumento é de que o comércio tem sido rigoroso com as medidas de proteção sanitária, condicionadas pelo Governo do Maranhão para o funcionamento de lojas, bares, shoppings e restaurantes.
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Entre as 11 entidades estão a Associação Comercial do Maranhão (ACM), Associação dos Jovens Empresários do Maranhão (AJE), Câmara de Dirigentes Lojistas de São Luís (CDL), Federação das Associações Empresariais do Maranhão (FAEM), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão (FAEMA), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Maranhão (FCDL), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (FECOMÉRCIO) e Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA).
Veja a nota na íntegra:
“As entidades representativas do setor produtivo vem a público manifestarem-se acerca da possibilidade de novo decreto de ‘Lockdown’ na capital São Luís e demais municípios do Estado do Maranhão, decorrente de instrumento judicial encampado pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão.
Compreendem e estão cientes as entidades e toda a classe empresária da situação de aumento do número de casos da Covid-19 e de uma segunda onda de contaminação no Estado e, adicionalmente, da elevação do número de leitos ocupados nas redes pública e privada, o que reforça a necessidade da adoção e prática dos protocolos de segurança sanitária de uso e entendimentos já consagrados no meio social.
No entanto, acerca da possibilidade de decretação de um novo ‘Lockdown’ em todo o Estado do Maranhão, ressaltam as entidades que, em nenhum momento, foram convidadas a participar de qualquer debate com o Poder Público relacionado ao tema, a fim de permitir a colaboração do empresariado e demais classes que serão diretamente impactadas pelo possível fechamento das atividades econômicas, caso o pleito formulado pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão seja acolhido pelo Poder Judiciário.
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O entendimento comum entre as entidades representativas do setor produtivo é que um novo decreto de ‘Lockdown’ consistiria em um golpe muito duro para todos os segmentos produtivos (empregadores) e para os empregados neste momento de retomada da atividade econômica, que, há quase um ano, vêm sofrendo os impactos da crise gerada pela pandemia, enfatizando que desde o início da pandemia têm atuado firme para cumprir e auxiliar no cumprimento das medidas sanitárias emanadas do Poder Público, sempre no sentido da cooperação e do reforço aos cuidados necessários para que todos possamos vencer, juntos, os desafios e a crise gerados pela pandemia.
Reiteram as entidade estarem à disposição para participar de todo e qualquer diálogo relacionado à matéria, bem como ratificam o compromisso de, como sempre, cumprir, apoiar e defender o cumprimento estrito das regras e orientações sanitárias de combate ao novo Coronavírus, não desejando referendar o inócuo debate sobre o que teria mais valor, se a vida ou a economia.
Por fim, apelam as entidades à serenidade, equilíbrio e ao respeito à sociedade na tomada de decisão de tamanha importância, ensejando que, ao final, sejam encontrados os melhores caminhos para todos e à sociedade em geral, ao lado de quem lutamos com firmeza e empenho para que possamos superar este momento de dificuldades e avançar na promoção do bem-estar e do progresso econômico de nosso estado.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, registrou 0,25% em janeiro, 1,10 ponto percentual abaixo da taxa de dezembro de 2020 (1,35%). A informação foi divulgada hoje (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 4,56%, acima dos 4,52% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2020, a variação havia sido de 0,21%.
Segundo o IBGE, alimentos e bebidas continuam puxando os preços para cima, mas com menos força. Já a mudança de bandeira nas contas de energia elétrica e as quedas nos preços de passagens aéreas ajudaram a segurar a inflação em janeiro.
“Houve uma queda de 5,60% no item energia elétrica, que foi, individualmente, o maior impacto negativo no índice do mês (-0,26 ponto percentual) Após a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2 em dezembro, passou a vigorar em janeiro a bandeira amarela. Assim, em vez do acréscimo de R$ 6,243 a cada 100 quilowatts-hora, o consumidor passou a pagar um adicional bem menor, de R$ 1,343. O que resultou em uma deflação (-1,07%) no grupo Habitação, do qual esse item faz parte, mesmo com a alta em outros componentes, como o gás encanado (0,22%) e a taxa de água e esgoto (0,19%)”, disse, em nota, o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.
Vestuário tem deflação
De acordo com o estudo, outro grupo que registrou deflação em janeiro foi o de vestuário (-0,07%), após alta de 0,59% em dezembro, quando as vendas do setor se aqueceram para as festas de fim de ano.
Entretanto, os demais sete grupos que compõem o índice contabilizaram elevação de preços, com destaque para alimentação e bebidas (1,02%), grupo que apresentou a maior variação e o maior impacto positivo (0,22 ponto percentual) no índice do mês. Mas a alta foi menos intensa que a de dezembro (1,74%).
“Os alimentos para consumo no domicílio, que haviam subido 2,12% no mês anterior, variaram 1,06% em janeiro. As frutas subiram menos (2,67% contra 6,73% em dezembro) e as carnes caíram de preço (-0,08% contra alta anterior de 3,58%), assim como o leite longa vida (-1,35%) e o óleo de soja (-1,08%). Por outro lado, os preços da cebola (17,58%) e do tomate (4,89%), que haviam recuado no mês anterior, aumentaram”, explicou Kislanov.
Já a alimentação fora do domicílio teve movimento inverso, passando de 0,77% em dezembro para 0,91% em janeiro, especialmente por conta da alta do lanche (1,83%).
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Segundo o IBGE, o custo dos transportes (0,41%), grupo com o segundo maior peso no IPCA, também desacelerou frente ao mês anterior (1,36%), principalmente por causa da queda no preço das passagens aéreas (-19,93%), cujos preços haviam subido 28,05% em dezembro.
Já os combustíveis (2,13%) apresentaram variação maior que a do mês passado (1,56%), com destaque para a gasolina (2,17%) e o óleo diesel (2,60%).
“Vale destacar que os planos de saúde (0,66%), que estavam com reajuste suspenso em 2020, terão agora em 2021 aumentos retroativos, o que impacta na saúde e cuidados pessoais (0,32%). Em janeiro, foi incorporada a primeira parcela da fração mensal do reajuste anual suspenso em 2020”, afirmou o instituto.
INPC
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) também desacelerou, tendo alta de 0,27% em janeiro, enquanto em dezembro havia registrado 1,46%. Em 12 meses, o índice acumula alta de 5,53%. Em janeiro de 2020, a taxa ficou em 0,19%.
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O cálculo do INPC se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília. Já o IPCA abrange famílias que ganham de um a 40 salários mínimos, independentemente da fonte.
A produção industrial fechou o ano de 2020 com queda em 12 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de acordo com dados divulgados hoje (9). Os principais recuos foram registrados no Espírito Santo (-13,9%), Ceará (-6,1%) e São Paulo (-5,7%).
Na média nacional, segundo dados do instituto divulgados na semana passada, a indústria teve queda de 4,5%.
Outros locais que tiveram redução da produção acima da média nacional foram Amazonas (-5,5%), Rio Grande do Sul (-5,4%), Bahia (-5,3%) e Mato Grosso (-5,2%).
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Também recuaram no ano passado, porém abaixo da média nacional, os seguintes locais: Santa Catarina (-4,4%), Minas Gerais (-3,2%), Região Nordeste (-3%), Paraná (-2,6%) e Pará (-0,1%).
Três estados fecharam o ano com resultado positivo: Pernambuco (3,7%), Rio de Janeiro (0,2%) e Goiás (0,1%).
Dezembro
Na comparação de dezembro de 2020 com o mês anterior, houve alta em 11 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Espírito Santo (5,4%) e Ceará (4,7%). Quatro locais tiveram queda, sendo as maiores delas observadas na Bahia (-4%) e no Amazonas (-3,7%).
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Na comparação anual, de dezembro do ano passado com dezembro de 2019, 13 dos 15 locais tiveram aumento na produção. Os destaques foram Rio Grande do Sul (19,7%), Paraná (18,9%), Santa Catarina (18,7%) e Minas Gerais (18,4%). Dois locais tiveram queda: Rio de Janeiro (-3,9%) e Goiás (-3,5%).
Veículos recuperados pela PM de Lagoa Grande do MA/Foto: Polícia Militar
Numa operação policial que teve início na tarde de domingo 07 de fevereiro e desfecho na manhã de ontem, (08), Policiais Militares do Destacamento Policial da cidade de Lagoa Grande do Maranhão, subordinados ao 19º BPM, sediado na cidade de Pedreiras, que tem como comandante o Tenente Coronel PM Miguel da Silva Morais Júnior, conseguiram recuperar 03 motocicletas roubadas, fazer a apreensão de um menor de iniciais L.R de O, de um revólver calibre 38.
A citada ocorrência culminou na morte de um elemento de alta periculosidade chamado de O.F dos S, conhecido pela alcunha de ROQUE e do seu comparsa identificado como W dos S. M.
Fotos: Polícia Militar
Roque já era conhecido pela sua extensa ficha criminal, incluindo aí a prática de homicídios e de roubos a bancos, mais recentemente, estava sendo investigado pela suposta prática de assassinatos em Lago da Pedra, cuja motivação era a disputa pelo controle do tráfico de drogas na referida cidade.
Douglas de Melo Martins – Juiz da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís/Foto: Reprodução
O anúncio da audiência de conciliação com os gestores municipais ou representantes, que acontecerá no Auditório da Procuradoria Geral da Justiça, com apenas 50 pessoas, sendo os demais através de vídeo conferência, para evitar aglomeração, que acontecerá na próxima quinta-feira (11), foi anunciada em sua rede social (Instagram), pelo próprio Juiz da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, Douglas de Melo Martins.
Segundo ele, serão discutidas medidas contra o avanço da Covid-19 no Maranhão.
Veículos recuperados pela PM de Lagoa Grande do MA/Foto: Polícia Militar
Ontem (07), por volta das 16h, a Polícia Militar foi informada sobre um assalto à mão armada, onde três elementos teriam roubado uma motocicleta, levando inclusive os pertences da vítima. O fato teria acontecido na estrada vicinal entre Lagoa Grande e Lagoa do Encontro.
Após algumas informações, os militares saíram em diligência e conseguiram alcançar os suspeitos, que ao avistarem a viatura da PM, tentaram despistar os policiais, sendo que dois fugiram, mas um foi preso, após ter colidido contra uma certa, chegando a ficar desacordado, mas depois, já recuperado, foi levado para a Delegacia de Polícia Civil.
Houve troca de tiros entre os PM’s e os suspeitos que conseguiram escapar, após caírem no matagal, mas abandonaram os veículos.
MATERIAL APRENDIDO
02 celulares da marca MOTOROLA
Uma mochila com algumas roupas
Uma Moto Honda Bros 160cc de cor laranja e placa PBO-3038
Uma Moto Honda CG150 de cor vermelha e placa OXX-2282
Uma Moto Honda FAN 160cc de cor preta, sem placa, de chassis 9…………..73993
A FEMAF – Faculdade de Educação Maria Adelaide Franco, vai promover hoje (08), a partir das 19h, a Aula Inaugural do Curso de Direito. O evento contará com a presença do professor Dr. Bruno Guilherme, que irá proferir uma grande palestra, com o tema: “As perspectivas da Advocacia por um Advogado Militante”.
Sobre o palestrante: Dr. Bruno Guilherme é Advogado em tribunais superiores e professor Universitário. Palestrante Nacional e Produtor de Conteúdo Jurídico. Também é especialista em Processo Civil, Penal e Processo Penal. É mestre em Direito pela UAL, em Lisboa – Portugal.
Francisco Rodrigues (Diretor-geral) e Marcus Franco(Vice-diretor da FEMAF)/Foto: Sandro Vagner
“É apenas a sequência de um sonho que é de todos nós que fazemos a FEMAF. Muitas outras realizações estão por acontecer. Ganha Pedreiras, a região e todos que fazem parte desse audacioso projeto em prol de uma boa educação para todos.” Destacou Marcus Franco – vice-diretor da FEMAF.
UFMA abrirá concurso público para professores com renumeração de até 9 mil reais — Foto: Biné Morais / O Estado
A Universidade Federal do Maranhão vai ofertar doze vagas para ingresso na carreira do magistério superior. As inscrições estarão abertas no período de 15 de fevereiro a 19 de março.
A remuneração inicial será de R$ 9.618,18, para a classe Adjunto A, dedicação exclusiva, com título de doutorado, R$ 5.831,21, para doutores Adjunto A, com regime de trabalho de 40 horas, e R$ 3.600,48, para professores com Especialização, na classe Auxiliar e com regime de trabalho de 40 horas semanais.
O candidato aprovado, classificado e nomeado para uma das vagas, exercerá a docência em qualquer um dos campus da UFMA e, inicialmente, no campus ou centro e na subunidade acadêmica, conforme consta no Edital, em atividades a serem desenvolvidas nos turnos diurno e noturno.
A inscrição do candidato no concurso implicará conhecimento e aceitação total e incondicional das disposições, normas e instruções constantes no edital e de quaisquer editais e normas complementares que vierem a ser publicados com vistas aos Concursos Públicos, das quais o candidato não poderá alegar desconhecimento.
As pré-inscrições deverão ser efetuadas no período de 15 de fevereiro a 19 de março, exclusivamente no Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH) da UFMA, na aba Concursos, opção Concursos Abertos.
Para solicitar a pré-inscrição, o candidato deverá anexar os seguintes documentos:
a) Curriculum Vitae no modelo Plataforma Lattes/CNPq (somente currículo);
b) CPF (dispensável se constar no Documento de Identidade);
c) Documento de identidade que possua fotografia e que seja válido em todo o território nacional;
d) Comprovante de quitação com a Justiça Eleitoral (comprovante de votação ou certidão de quitação eleitoral, emitida pelo site do TSE, à exceção dos candidatos estrangeiros;
e) Documento que ateste a quitação com o serviço militar, nos casos dos candidatos do sexo masculino nos casos previstos em lei, à exceção dos candidatos estrangeiros;
f) Diploma (s) de graduação acompanhado do Histórico Escolar correspondente. Caso o diploma tenha sido emitido por Instituição de Ensino Superior Estrangeira, deverá ter sido revalidado no país;
g) Comprovante de pagamento da Guia de Recolhimento da União-GRU referente à Taxa de Pré-inscrição no Concurso, disponível no site da UFMA, no valor de R$ 300,00 e contendo os dados da GRU, disponível no edital.
O concurso contempla vaga para os departamentos de Medicina, Odontologia, Engenharia Química, Matemática, Sociologia e Antropologia, Educação I, campus de São Luís, cursos de Engenharia de Alimentos e Medicina, campus de Imperatriz, e Engenharia de Pesca e Medicina, campus de Pinheiro.
Começa nesta segunda-feira (8) – e vai até a próxima sexta-feira (12) – o prazo de adesão de instituições públicas de educação superior ao primeiro processo seletivo de 2021 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O edital contendo o cronograma e procedimentos do primeiro processo seletivo de 2021 do Sisu foi publicado noDiário Oficial da União de 22 de janeiro.
A seleção dos candidatos às vagas é feita por meio dos resultados obtidos pelos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), referente à edição de 2020.
“Após a divulgação do resultado do Enem 2020, o Ministério da Educação (MEC) publicará o edital com o prazo de inscrição e demais procedimentos para o primeiro processo seletivo do Sisu deste ano”, informou o ministério.
Segundo o edital, cabe às instituições de ensino disponibilizar o acesso virtual para que os estudantes selecionados via Sisu possam encaminhar a documentação exigida e efetuar a matrícula de forma remota, caso não possam realizar os procedimentos necessários de forma presencial.
Documentos de adesão
Após o período de adesão, as instituições terão de 17 a 23 de fevereiro para retificar, se for o caso, as informações constantes nos documentos de adesão, que deverão ser encaminhados ao MEC.
Também cabe a essas instituições de educação superior divulgar, tanto em suas páginas na internet como em locais de grande circulação de estudantes, as condições específicas de concorrência às vagas ofertadas no âmbito do Sisu, “conforme expressas em seus documentos de adesão, bem como editais próprios, quando couber, e a sistemática adotada para a convocação dos candidatos”.
O Sisu é o programa do MEC para acesso de brasileiros a um curso de graduação em universidades públicas do país. As vagas são abertas semestralmente, por meio de um sistema informatizado, e para participar é preciso ter garantido um bom desempenho nas provas do Enem e não ter zerado a redação.
Além do Sisu, as notas do Enem podem ser usadas para acessar o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que facilita o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior.