A Guarda Municipal de Poção de Pedras encontrou um veículo abandonado no povoado Cutia, zona rural do Município. Segundo informações, o carro foi tomado de assalto no dia 16 de janeiro, na cidade de Lima Campos.
Trata-se de um Prisma 1.4L LT – 2011/2012, cor prata. Estava nos sistema do Sinesp Cidadão como veículo Roubado/Furtado.
As medidas para que o carro seja entregue ao verdadeiro proprietário já foram tomadas pelas autoridades competentes.
O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) com o ex-assessor Fabrício Queiroz – Reprodução
O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) afirmou em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da TV Record, na noite deste domingo (20), que os depósitos fracionados identificados em sua conta são resultado da venda de um imóvel.
Na sexta (18), o Jornal Nacional revelou que o senador eleito recebeu R$ 96 mil em um período de cinco dias, entre junho e julho de 2017.
Segundo a reportagem, foram 48 depósitos no valor de R$ 2 mil, realizados em espécie no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio).
Flávio Bolsonaro também afirmou que o título de pouco mais de R$ 1 milhão pago à Caixa Econômica Federal deve-se ao financiamento deste imóvel.
De fato, uma permuta de imóveis entre Flávio Bolsonaro e sua mulher e outro casal, registrada em cartório em agosto de 2017, mostra que o senador eleito quitou em junho uma alienação fiduciária com a Caixa, referente a um imóvel na zona sul do Rio, no valor de cerca de R$ 1.024.000.
Flávio Bolsonaro afirmou que recebeu em dinheiro certa quantia da venda deste imóvel e que depositou o valor na própria conta. Segundo ele, foram depósitos de R$ 2 mil por esse ser o limite no caixa eletrônico.
No Itaú, único banco no qual o senador eleito tem conta declarada, o limite para depósito em espécie no caixa eletrônico é de R$ 2 mil. Na Alerj, onde foram feitos os depósitos, há um autoatendimento do Itaú.
A escritura da permuta mostra que o casal concordou em pagar R$ 600 mil ao filho do presidente, sendo R$ 50 mil em cheque e R$ 550 mil sem descrição da forma de pagamento, com princípio de quitação em março de 2017.
Na semana passada, o ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu a investigação do caso do ex-assessor Fabrício Queiroz a pedido do filho de presidente.
O senador eleito argumentou que tem foro especial perante o Supremo e que o Ministério Público do Rio produziu provas ilegalmente. O relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, decidirá sobre a competência da corte com o fim do recesso, que se encerra no dia 31 de janeiro.
À Record, Flávio Bolsonaro disse que não pediu foro privilegiado no STF, mas que fez uma reclamação para que o Supremo decida o foro competente.
“Já informei ao Supremo as atrocidades que estão acontecendo aqui comigo. Meu sigilo bancário quebrado sem autorização judicial. Por que essa pressa? Por que essa perseguição comigo?”, questionou.
Especialistas afirmaram à Folha, no entanto, que a solicitação de dados ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) não configura quebra de sigilo bancário. A lei permite a comunicação entre o Conselho e o Ministério Público e questionamentos similares ao de Flávio Bolsonaro já foram rejeitados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e pelo STF.
O senador eleito também negou que funcionários do gabinete na Alerj devolvessem parte do salário. Ele argumentou que, em certos períodos, alguns cargos ficaram vagos em seu gabinete, o que não aconteceria se tivesse a intenção de acumular dinheiro dessa maneira.
O senador eleito reclamou, ainda, que não teve a oportunidade de prestar os devidos esclarecimentos. Ele faltou a um depoimento no Ministério Público do Rio no dia 10 de janeiro.
Em entrevista à Rede TV!, também na noite deste domingo, Flávio Bolsonaro disse que queria ir ao Ministério Público prestar os esclarecimentos, mas que foi convencido por seus advogados a não comparecer. “Analisa bem como as coisas estão acontecendo”, sua defesa teria dito a ele.
“Eles têm razão. Como que começa a vazar um monte de coisa?”, questionou.
O senador eleito ressaltou que o Ministério Público vinha afirmando que ele não era investigado, o que mostrou-se falso posteriormente. “Quem quer a verdade está mentindo?”
Flávio Bolsonaro disse que não sabia, caso prestasse depoimento ao órgão, se estaria indo para uma “arapuca” ou para conversar com pessoas que avaliariam o caso com isenção.
Ele afirmou que entrará com uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público contra os responsáveis pela investigação no estado, para apurar o vazamento de conteúdo sigiloso.
Flávio Bolsonaro levou à entrevista com a Record papéis que, segundo ele, eram o título pago junto à Caixa e a escritura do imóvel vendido. O filho do presidente, no entanto, não quis mostrá-los ou entrar em detalhes. “Foro adequado para discutir isso não é a imprensa”, afirmou.
Ele também voltou a eximir-se de responsabilidade sobre as movimentações de Queiroz. “O que meu ex-assessor faz ou deixa de fazer é responsabilidade dele”, disse.
À Rede TV!, Flávio também comentou o encontro com o pai, JairBolsonaro, no sábado (19), no Palácio da Alvorada, em Brasília. Ele contou que os dois conversaram sobre a investigação, e que o presidente teria dito que a estratégia seria falar a verdade.
Matheus Lessa, de 22 anos, morreu para defender a mãe. Foi num assalto, semana passada, no mercado da família na Zona Oeste do Rio.
Matheus cursava o último ano de psicologia. De dia, ele ajudava a mãe e, à noite, ia para a faculdade. Quando bandidos entraram no local para assaltar e a mãe entrou em luta corporal com um deles, que não estava armado, o rapaz viu outro dos assaltantes indo em direção a ela para atirar e se jogou na frente para protegê-la.
Leonardo Nascimento, 25 anos de idade está preso acusado de ser o autor do crime.
Fabiana Evangelista Moraes dos Santos foi encaminhada ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas — Foto: Divulgação/Polícia
A polícia prendeu na noite de sexta-feira (18) no município de Buriti, a 332 km de São Luís, Fabiana Evangelista Moraes dos Santos. Ela é suspeita de participar de furtos em agências bancárias no estado do Maranhão.
Segundo a polícia, durante as investigações, coordenadas pelo Departamento de Combate à Roubos a Instituições Financeiras (DCRIF) foi identificado o envolvimento de Fabiana Evangelista no furto qualificado a agência bancária da cidade de Coroatá, a 260 km da capital, ocorrido no ano de 2018. Por este crime havia um mandado de prisão preventiva em seu desfavor.
Fabiana Evangelista Moraes dos Santos foi encaminhada ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, onde ficará à disposição da justiça. De acordo com a polícia, Fabiana ainda responde a processo criminal por tráfico ilícito de drogas na Comarca de Coroatá.
Masazo Nonaka tinha 113 anos e morreu de causas naturais, no Japão (Kyodo/via REUTERS/File Photo/Direitos Reservados)
Considerado o homem mais velho do mundo, Masazo Nonaka morreu hoje (20) aos 113 anos em sua casa, numa pousada com fontes termais, no norte do Japão.
A família informou que ele faleceu durante a madrugada, enquanto dormia em sua residência, em Ashoro, na ilha de Hokkaido, no norte do Japão.
Os seus familiares disseram que Nonaka morreu de causas naturais.
O centenário, cuja família administra uma pousada com fontes termais há quatro gerações, foi certificado no ano passado como o homem mais velho do mundo aos 112 anos e 259 dias.
Nascido a 25 de julho de 1905, Nonaka cresceu numa grande família e sucedeu aos seus pais na administração da pousada, que agora é gerida por sua neta.
A mulher e três dos filhos de Nonaka já haviam morrido.
Dr. Allan Roberto recebendo a premiação/Foto: Reprodução
A revista Saúde News Nordeste em consulta às entidades, autoridades da área e à classe médica, entre toda os tantos esculápios maranhenses, elegeu o médico pedreirense Allan Roberto Costa Silva, como um dos 12 médicos destaques no quesito Saúde Pública no estado do Maranhão no ano de 2018.
A solenidade aos homenageados ocorreu em São Luís na noite de ontem, (19), num dos auditórios do Blue Tree Hotel.
Dr. Allan Roberto – Médico/Foto: Reprodução
As homenagens não se restringiram somente à classe médica, mas também aos municípios que evoluíram da gestão passada à atual na Atenção Básica de Saúde, como Caxias, Bacabal e Pinheiro, por exemplo. E também a autoridades relacionadas à área como os Promotores de Justiça Titulares das Varas do Idoso e da Saúde da capital, respectivamente, Dr. Augusto Cutrim e Dra. Glória Mafra. Representantes dos gestores de saúde do governo federal, estadual e municipais participaram do evento.
Renata Klycia (esposa do médico) e Dr. Allan Roberto/Foto: Reprodução
Na ocasião, ao receber sua homenagem, Dr. Allan fez questão de chamar sua esposa, Renata Klycia, à frente e homenageá-la como grande responsável por seu sucesso pessoal e profissional; e ressaltou em seu discurso que o momento pelo qual passa o grande desprestígio da classe médica junto à população e aos órgãos governamentais não deve ser culpados somente às possíveis omissões das entidades médicas classistas nem às gestões públicas nas 03 esferas governamentais e conclamou a classe médica à reflexão sobre se a responsabilidade de tal situação não deve-se, principalmente, ao imobilismo, à omissão e a falta de atitude dos próprios médicos não tomarem atitudes enérgicas e urgentes para o resgate da dignidade profissional da classe.
Fotos: Reprodução
Sobre receber tal homenagem, o médico pedreirense declarou estar feliz de ser reconhecido pelo seu trabalho e esforço pelos mais humildes e principalmente pela melhoria da assistência à saúde pública à população maranhense. E complementou que recebe a premiação como símbolo do aumento de sua responsabilidade para com todos aqueles que a partir de agora precisarem de seus serviços profissionais; que encara sua profissão como um verdadeiro ministério sacerdotal, não lhe importando status ou benesses financeiras e que no decorrer de sua luta encontrou e encontra muitas resistências em não tornar o exercício da Medicina um comércio sem escrúpulos e que tem consciência que a partir de agora torna-se uma “vitrine” maior para os interesses contrários aos de sua luta.
Rodrigo Sousa Silva, 24 anos de idade, por volta das 18:30h, conduzia uma motocicleta na Avenida Coronel Manoel Inácio, em Trizidela do Vale, colidiu contra uma estaca de concreto. Segundo informações, ele teria ido comprar cervejas e estava sem capacete no momento do acidente.
O atendimento ao jovem foi realizado pela Guarnição do Corpo de Bombeiros, sendo levado para o Hospital de Trizidela do Vale. Devido a gravidade, teve que ser removido de ambulância para o HG de Presidente Dutra.
Fotos: Dionatan Almeida
Rodrigo é morador do bairro aeroporto, rua 03, Invasão Luis Carroceiro, e presta serviço para a empresa Gabriela Construções.
Marcelo Yuka, conhecido por ser um dos fundadores da banda O Rappa, morreu fim da noite desta sexta-feira (18/1). O compositor e baterista carioca tinha 53 anos e estava internado no hospital Quinta D’or, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, há duas semanas. A informação foi confirmada pela assessoria do hospital à Globo News.
Yuka estava com a saúde debilitada desde agosto do ano passado, quando sofreu um AVC. Ele foi internado no último dia 4 em estado grave.
Em 2000, Marcelo Yuka ficou paraplégico após tentar impedir que oito bandidos roubassem o carro de uma mulher no Rio de Janeiro. Na ocasião, ele foi atingido por nove tiros.
O músico Paulinho Coruja, da banda Diabo Verde, foi o primeiro a lamentar a morte do colega de profissão nas redes sociais. “Perdi meu amigo, meu ídolo, meu herói. Eu te amo muito, meu irmão”, escreveu.
Leandro Frois foi encontrado morto na Cadeia Pública de Porto Alegre após ser preso em flagrante por violência doméstica — Foto: Reprodução/Facebook
Um homem foi encontrado morto na Cadeia Pública de Porto Alegre na madrugada de quinta-feira (17). Segundo a Polícia Civil, o lutador de Artes Marciais Mistas (MMA) Leandro Frois Lopes, de 32 anos, havia sido preso em flagrante na noite de quarta (16) após uma briga com a esposa. Ele era suspeito de ter agredido a companheira.
Conforme o boletim de ocorrência, a mulher relatou que havia sido agredida com tapas e esganadura, e que tinha marcas no pescoço. Ela informou aos policiais que queria representar criminalmente pela prisão do homem e fazer o pedido de Medida Protetiva de Urgência (MPU).
Os envolvidos foram encaminhados pela Brigada Militar para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde o flagrante foi registrado e uma fiança de R$ 5 mil foi estipulada para Leandro ser solto.
Ainda na delegacia, a polícia solicitou que o defensor público que estava de plantão no Palácio da Polícia atuasse na defesa de Leandro, por ele estar sem advogado. Ao G1, a Defensoria Pública informou que o defensor que atenteu o suspeito o questionou sobre o pagamento da fiança, e ele respondeu que não tinha o valor.
Assim, o defensor fez um pedido de liberdade, que foi enviado ao Poder Judiciário. Como o valor não foi pago, Leandro foi encaminhado para o sistema prisional durante a madrugada, onde aguardaria a decisão do juiz plantonista.
Segundo a polícia, horas depois, a Brigada Militar comunicou que Leandro havia se matado no presídio. O delegado Rodrigo Reis vai investigar o caso. “Vamos ouvir testemunhas e com laudo de necropsia saberemos [se ele se matou]”.
Uma advogada que conhece a família, e que prefere não ser identificada, contou ao G1 que um policial militar falou para a mãe de Leandro não pagar a fiança e ficar com defensor público em vez de contratar um advogado. Segundo ela, o policial havia dito que Leandro não ficaria preso por muito tempo.
Ao G1, o 11° Batalhão da Polícia Militar (BPM) informou que dois agentes, um homem e uma mulher, atenderam a ocorrência e que em nenhum momento eles sugeriram que não era para pagar fiança. A BM acrescentou que os familiares de Leandro perguntaram quanto tempo ele ficaria preso e que o próprio Leandro disse que, por ser réu primário, não ficaria preso muito tempo.
A mãe de Leandro publicou no Facebook que o enterro do filho ocorre na tarde desta sexta no Cemitério Parque Jardim da Paz. O G1 não conseguiu contato com familiares.
José Ivaldo Cardoso Machado é suspeito de ter tentado matar a sua filha — Foto: Divulgação/Polícia
A polícia prendeu na quinta-feira (17) no município de Santa Rita, a 81 km de São Luís, José Ivaldo Cardoso Machado, após ele ser suspeito de ter tentado matar a sua filha de apenas seis anos de idade.
De acordo com os policiais, José Ivaldo Cardoso Machado foi encontrado em uma fazenda, localizada no Povoado Mata dos Pires, em Santa Rita. Ele estava foragido desde a tentativa do crime.
Segundo a polícia, o caso ocorreu no dia 28 de outubro de 2018, no Povoado Juçara, situado em Itapecuru Mirim, a 108 km da capital, e na ocasião José Ivaldo, que também é conhecido como Maciel, teria desferido vários golpes de foice contra a sua filha.