O deputado federal Jean Wyllys informou, nesta quinta-feira (24/1), que deixou o Brasil após sofrer ameaças de morte. Em uma mensagem publicada no Twitter, ele agradece aos seguidores e diz que “manter sua vida também é uma forma de resistência”.
O parlamentar está sob escolta da polícia desde o assassinato da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro. Eleito com 24 mil votos para o terceiro mandato, Jean Wyllys está no exterior, de férias, e disse que não pretende retornar ao Brasil.
Além de ameaças feitas por grupos de milicianos, o parlamentar também é alvo de grupos conservadores, que o atacam pelas redes sociais. O político também é um dos maiores alvos de notícias falsas espalhadas pela internet. “Preservar a vida ameaçada é também uma estratégia da luta por dias melhores. Fizemos muito pelo bem comum. E faremos muito mais quando chegar o novo tempo, não importa que façamos por outros meios! Obrigado a todas e todos vocês, de todo coração. Axé”, publicou o deputado.
Os dados da administração pública sobre gastos com publicidade poderão ser novamente verificadas pelos órgãos de controle de contas. A sugestão foi apresentada nesta quarta-feira (23) pelo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, devendo a área técnica do órgão avaliar a proposta.
De 1999 a 2016 foi possível saber quanto cada veículo da imprensa e empresas de mídia recebia por propagandas e peças publicitárias. Os dados detalhados eram fornecidos a qualquer cidadão pelo Instituto para Acompanhamento da Publicidade (IAP), que era responsável por coletar e organizar dados, mas em março de 2017, o órgão foi extinto pelo então presidente Michel Temer. As agências de publicidade, que repassavam um percentual extraído do faturamento com contratos com o governo, deixaram de financiá-lo.
De acordo com o ministro, a eliminação do órgão prejudicou fortemente a transparência dos gastos da União com propaganda. “As informações disponibilizadas pelo IAP tornaram possível realizar uma série de reportagens escrutinando os gastos federais com propaganda e tornando mais transparente as relações do governo federal com os grandes grupos de mídia do Brasil. Noticia-se que, com a extinção do instituto, esses dados agora são de difícil acesso”, escreveu o ministro.
Em seu requerimento, Bruno Dantas também pede que o TCU investigue a divulgação de dados sobre funcionalismo público após a alteração do Boletim Estatístico de Pessoal, que era produzido mensalmente pelo Ministério do Planejamento.
A publicação, lançada em 1996, reunia informações sobre despesas, salários e quantidade de servidores. A série histórica começava em 1991, com informações mais detalhadas a partir de 1995. A última edição foi ao ar em janeiro de 2017. O governo substituiu o BEP, que era publicado em arquivo PDF, por um site mais moderno, o Painel Estatístico de Pessoal.
Com a mudança, o Planejamento deixou de coletar dados da União e se limitou a contabilizar o contingente de servidores do Executivo. Para consolidar as informações sobre o funcionalismo público federal, tornou-se necessário “bater às portas” de cada poder, do Ministério Público, do Banco Central, das estatais e fazer as contas.
“Diante desses fatos, que demonstram 1 retrocesso na transparência de informações já consideradas relevantes pela imprensa e pela sociedade, entendo que esta Corte não pode deixar de atuar”, afirmou.
Durante reunião realizada ontem (22), no Bar do Índio, com a participação da presidente da FUP Francinete Braga, integrantes do conselho municipal de cultura e artistas, foram discutidos vários assuntos referentes a realização do XIII Festival de Marchinha de Pedreiras. A princípio, segundo Francinete Braga, o gestor municipal, prefeito Antônio França, havia designado que não haveria concorrência entre os participantes e os dez classificados para participar do festival, dividiriam em partes iguais o valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), sendo que, a despesa com a banda ficaria por conta dos participantes.
“O charme do festival é justamente a competição.” Disse o cantor Leandro Batukada Boa. O Conselheiro de Cultura e compositor, Samuel Barreto, foi taxativo em afirmar: “se já tem a premiação e o festival é feito de competição, que já é uma tradição, que fosse mantida a tradição, ou seja, competitivo.”
Foto: Divulgação
Após várias horas de discussão, ficou assim definido:
Premiação do 1º ao 10º lugar, com o seguinte valor:
1° Lugar – R$ 3.000,00 2º lugar – R$ 2.000,00 3º lugar – R$ 1.000,00 Melhor intérprete – R$ 500,00 4º ao 10º lugar a premiação será de R$ 500,00 (sendo as dez classificadas, cada uma já entra ganhando R$ 500,00).
Foi acertando que o Festival só terá a participação de artistas de Pedreiras e Trizidela do Vale, contrariando a opinião de um grupo que acharia que o evento fosse aberto para participações de todo o Estado.
Quanto ao gênero musical, apenas marchinhas carnavalescas.
O 13º Festival de Marchinhas será realizado no Bar do Índio.
Em 2007, o ator participou do filme ‘Tropa de elite’, no qual interpretou o aspirante Neto Gouveia Reprodução / Divulgação
O ator Caio Junqueira morreu nesta quarta-feira, aos 42 anos, após ser vítima de um acidente de carro no Aterro do Flamengo , Zona Sul do Rio, na semana passada. O intérprete do policial Neto do filme “Tropa de elite” (2007) foi levado para o Hospital Miguel Couto. O corpo do ator será enterrado nesta quinta-feira, no cemitério São João Batista.
Na quarta-feira passada, dia 16, Caio, de 42 anos, dirigia sozinho pelo Aterro do Flamengo, em direção ao Centro da cidade, quando perdeu o controle do carro, que subiu o meio-fio, bateu numa árvore e capotou. Com duas fraturas expostas, seria operado hoje, mas os médicos decidiram esperar um pouco.
Na segunda-feira o quadro de saúde do ator chegou a se estabilizar, mas os médicos esperavam controlar uma febre alta para realizar uma cirurgia na mão dele, que havia sofrido fraturas no acidente.
Caio era filho do ator Fábio Junqueira (1956/2008) e irmão de Jonas Torres, conhecido como o Bacana da série “Armação ilimitada” (1985/1988). Aos 9 anos, Caio deu os primeiros passos na carreira artística na série “Tamanho família” (1985/1986), da extinta Rede Manchete.
O gosto pela profissão revelado na infância se consolidou na adolescência quando o ator estreou na Globo, em 1990. Neste ano, emendou dois trabalhos na emissora: a minissérie “Desejo” e a novela “Barriga de aluguel”. Quatro anos depois, fez sua segunda novela, “A viagem”, seguida pelas séries “Engraçadinha” (1995), “Hilda Furacão” (1998) e “Chiquinha Gonzaga” (1999).
Na década seguinte, Caio também fez vários trabalhos na Globo, entre eles a novela “O clone” (2001) e a minissérie “Um só coração” (2004). Um ano depois, o ator fez o remake de “Escrava Isaura”, na Record TV, onde protagonizou “Ribeirão do tempo” (2010) e atuou em obras bíblicas como “José do Egito” (2013) e “Milagres de Jesus” (2014).
O cinema também ocupou espaço de destaque na trajetória profissional de Caio. O ator atuou em grandes sucessos nacionais, entre eles “O que é isso companheiro” (1997), “Central do Brasil” (1998), “Abril despedaçado” (2001), “Zuzu Angel” (2006) e “Tropa de elite” (2007). As peças de teatro “Os justos” (2005) e “Hamlet” (2008) também estão no currículo de Caio.
Um mês após as denúncias de abuso sexual e estupro contra o médium João Teixeira de Faria, conhecido comoJoão de Deus , e sua prisão , o Ministério Público investiga novo caso de abuso sexual em ambiente religioso. O GLOBO ouviu homens e mulheres que frequentavam sessões tântricas organizadas por Diógenes Mira, de 39 anos, também conhecido como Ananda Ramana Das ou Ananda Joy. Três mulheres decidiram denunciar o especialista em terapia tântrica e yoga na Justiça. Ele nega todas as acusações. As promotoras da força-tarefa do MP deixaram aberto um canal para quem quiser denunciar ([email protected]).
Quatro mulheres revelaram à reportagem que, entre 2009 e 2015, sentiram-se coagidas — seja pelo discurso espiritual, seja pela força física — a fazer sexo com o guru. Seus relatos são publicados aqui na íntegra, com autorização mediante acordo de proteção de identidade. Os nomes usados para identificar as vítimas são fantasiosos, para que elas não sejam reconhecidas.
O líder espiritual mantém um instituto de estudos religiosos e místicos em Piracicaba, interior de São Paulo, onde ministra cerimônias tântricas usando o chá ayahuasca — também conhecido como Daime. Cerca de 40 pessoas participavam a cada cerimônia ou reunião para leitura religiosa. Diógenes se diz um estudioso das “tradições religiosas e místicas do Oriente” e segue principalmente as leituras do tantra, filosofia de matriz indiana, com base em textos escritos entre os séculos VII e XV. Sozinhas ou abaladas por problemas de saúde e pessoais, as mulheres recorreram ao guru para superar seus “bloqueios” ou “atrasos espirituais”.
— O Diógenes entrou no quarto e começou a me acariciar. Falei repetidamente que queria tomar banho e descer para a sessão. Ele me deitou na cama, me segurou e tocou meu clitóris, contra a minha vontade. Ele me impedia de levantar e ignorava meus pedidos para parar. — lembra Isabela, que falou ao GLOBO sob sigilo, contando ter sido abusada dentro da casa em Piracicaba, fora do ambiente de cerimônias e sem o uso de entorpecentes. — Eu não conseguia passar por cima dele e sair. Mais de uma vez falei que não queria aquilo.
Denunciantes e testemunhas entrevistados pelo GLOBO explicam que, em casos de cerimônias individuais, Ananda dizia que seria feita uma “dança espontânea”. Elas se sentiam invadidas porque ele, sem tirar a roupa, ele esfregava seu corpo no delas com o pênis ereto. Uma das mulheres relata ter sido beijada sem consentimento em um desses “tratamentos”. Em cerimônias grupais fechadas, elas explicam que sabiam que haveria prática sexual, mas que Ananda não era claro sobre o que seria feito, nem obedecia aos limites de cada um, mesmo quando as pessoas afirmavam que não queriam fazer o que lhes era ordenado.
Desde dezembro, O GLOBO vem tentando contato com Ananda por meio de ligações telefônicas e mensagens virtuais. Nos dias 4 e 5 de janeiro, o guru recebeu e leu mensagens enviadas pela reportagem a seu celular. Em um aplicativo de mensagens, os recados foram recebidos e confirmados como lidos, mas não houve resposta. A equipe de reportagem foi, então, à casa de Piracicaba no dia 14 de janeiro, quando foi recebida por Ananda e sua mulher, Adriana Valverde, de 44 anos. O conteúdo da conversa no local não teve a publicação permitida, mas o líder espiritual confirmou ter recebido as mensagens anteriores.
Em nota enviada por sua advogada, Ananda afirma que “jamais, em qualquer consagração da qual tenha participado, coagiu pessoas a manter relações sexuais, sob argumento verbal ou de substância entorpecente”.
Bolsonaro concede entrevista à agência de notícias Bloomberg, em Davos Foto: Reprodução
Em entrevista para a agência de notícias Bloomberg, em Davos (Suíça), nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro disse que se o senador eleito Flávio Bolsonaro , seu filho mais velho, errou e se isso for provado, ele terá que pagar pelos atos dele.
— Se por acaso ele errou, e isso for provado, eu lamento como pai, mas ele terá que pagar o preço por essas ações que não podemos aceitar.
Segundo a agência de notícias, a investigação sobre Flavio Bolsonaro corre o risco de “minar a agenda anticorrupção do presidente”.
Flávio está na berlinda desde que foram divulgadas as movimentações financeiras atípicas de R$ 1,2 milhão do ex-assessor Fabrício Queiroz, registradas pelo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf). Conforme revelou o colunista Lauro Jardim, no domingo, a movimentação do ex-assessor chega a R$ 7 milhões em três anos . Uma das transações listadas diz respeito a cheques no total de R$ 24 mil destinados à primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente explicou tratar-se do pagamento de parte de uma dívida de R$ 40 mil.
Ontem, após operação do Ministério Público contra milícias no Rio, também veio à tona a informação de que Flávio Bolsonaro empregava a mulher e a filha do ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe da milícia do Rio das Pedras e tido como o homem-forte do Escritório do Crime, organização suspeita do assassinato de Marielle Franco.
A mulher de Adriano, Danielle Mendonça da Costa, foi nomeada em 2007 poucos meses depois de Fabrício Queiroz, passar a integrar o gabinete na Assembleia Legislativa do Rio, e permaneceu no cargo durante 11 anos até 13 de novembro do ano passado, quando foi exonerada a pedido – terminologia utilizada quando o servidor pede sua desvinculação do cargo comissionado.
O governo federal estuda formas de regularizar a permanência de médicos cubanos que queiram ficar no Brasil. Para o Ministério da Saúde, a iniciativa se enquadra na determinação de fortalecimento da atenção básica à saúde. As medidas são analisadas após o fim do acordo de cooperação entre o Brasil e Cuba para participação no programa Mais Médicos, que ocorreu em novembro do ano passado.
O número de profissionais de saúde de Cuba interessados em permanecer no Brasil ainda está sendo contabilizado, pois o Ministério da Saúde aguarda receber a informação do escritório brasileiro da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), intermediadora do acordo.
Na última semana, representantes do grupo interministerial se reuniram no Ministério da Educação sobre a situação dos profissionais cubanos. A assessoria do Ministério da Saúde informou que o governo federal espera chegar a um consenso para atender os médicos de Cuba que queiram atuar no Brasil.
Por intermédio da assessoria, o Ministério da Saúde informou à Agência Brasil que, “preocupado com a questão humanitária e em parceria com o Conselho Federal de Medicina e o Ministério da Educação, busca uma forma de permitir a reintegração desses profissionais após a revalidação dos seus diplomas.
Divergências
Em novembro de 2018, foi encerrado o acordo de cooperação assinado pelo Brasil e Cuba. O governo cubano discordou das novas exigências feitas pelo Brasil, como a necessidade de os profissionais se submeterem ao Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida).
O Revalida serve para comprovar o grau de conhecimento de médicos brasileiros ou estrangeiros que obtiveram diplomas de graduação em instituições de ensino do exterior e que queiram atuar no Brasil. O presidente Jair Bolsonaro reiterou a defesa pelas novas exigências.
Refúgios
Desde que o Programa Mais Médicos foi criado em 2013, o número de cubanos pedindo refúgio tem crescido. Porém, de acordo com órgãos responsáveis pela área, não há dados precisos que permitam a associação entre o aumento do número de pedidos de refúgio e a quantidade de cubanos no país.
De 2003 a 2012, a média de pedidos anuais foi de 22 solicitações. Em 2013, 69 cubanos solicitaram refúgio ao Brasil. A partir daí, as requisições cresceram ano após ano: 113 (2014); 422 (2015); 1.121 (2016); 2.020 (2017) e 2.743 (2018).
Desde o final de novembro de 2018, até o último dia 21, o número chegou a 798 – quase o dobro do total registrado durante os mesmos três meses de 2017/2018, quando 438 cubanos pediram refúgio ao Brasil.
Anteriormente
Em 2017, ano em que 33.866 cidadãos de várias partes do mundo pleitearam o direito de permanecer no Brasil, os cubanos formaram o segundo grupo que mais pediu refúgio, atrás apenas dos venezuelanos.
Os dados são do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) e foram divulgados no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O Conare informa que o status de refugiado é concedido à pessoa que deixa o seu país de origem ou de residência habitual devido a fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas, como também devido à grave e generalizada violação de direitos humanos, e não possa ou não queira acolher-se da proteção de tal país.
Praça do Jardim – Local da tentativa de homicídio/Foto: Reprodução de WhatsApp
Por volta das 11h desta quarta-feira, (23), dois elementos se desentenderam na Praça do Jardim, centro de Pedreiras, um dos envolvidos sacou de um revólver calibre 38 e fez um disparo que atingiu a região mandibular do outro.
A vítima, Francivaldo Gomes Barros, conhecido como Lian, 18 anos, segundo informações, se envolveu em uma briga contra o suspeito, Elielton Vieira Sousa, 18 anos, no ano passado, época natalina. Lian estaria ameaçando o acusado de efetuar o tiro.
Lian deu entrada no Hospital de Pedreiras, mas teve que ser transferido para Presidente Dutra.
Elielton Vieira – Suspeito/Foto: Polícia Militar de Pedreiras – MA
A Policia Militar agiu rapidamente e prendeu o suspeito.
*Com a colaboração do servidor do HG de Pedreiras, Elimilton, e da PM Renilma.
O TG 08-008 de Pedreiras está convocando os jovens que passaram pela Comissão de Seleção em outubro de 2018. Todos deverão comparecer no TG, no período de 21 a 25 de janeiro, a partir das 08h, para a Seleção Complementar 2019.
Segundo informou o subtenente Sérgio, o não comparecimento está sujeito às devidas penalidades estabelecidas na Lei do Serviço Militar e seus regulamentos.
Sérgio Rodrigues dos Santos – Subtenente de Artilharia e Chefe de Instrução do Tiro de Guerra de Pedreiras, agradece a compreensão de todos.
Cumpra com seu dever de cidadão e evite problemas futuros.
Com a colaboração do repórter Sérgio Morais (Lago da Pedra)
Alan de Sousa – Vítima/Foto: Divulgação
Ontem, (22), por volta das 18:30h, um homem identificado como Alan Venâncio de Sousa, 34 anos de idade, foi assassinado por um elemento que estava em uma motocicleta. Segundo informações, Alan estaria em um comércio quando foi surpreendido pelo autor dos disparos, mesmo ferido ele ainda tentou correr, mas após ser alcançado pelo atirador, foi alvejado com mais tiros, morrendo no local.
Muito conhecido na cidade de Lago da Pedra, Alan de Sousa era casado com uma filha do senhor Mauro Jorge, que foi candidato a prefeito nas eleições de 2016, pelo PCdoB.
Além de participar do grupo de muladeiro da cidade, Alan era tratador de animais (cavalos). Ele deixa a esposa e dois filhos.
A Polícia Civil esteve no local e já iniciou as investigações na tentativa de identificar o suspeito e o motivo da execução.