Jornalista Alex Alves foi preso em casa, no bairro Vila Redenção, em Imperatriz — Foto: Divulgação/Polícia Militar
A Polícia Militar de Imperatriz, a 630 km de São Luís, prendeu na manhã desta terça-feira (8) Alex Alves dos Reis Batista por suspeita de agredir e manter esposa e filhos em cárcere privado. Ele é jornalista e tem um canal no Youtube onde expõe suas reportagens.
De acordo com a Ronda Escolar do 14º Batalhão de Polícia Militar, uma aluna de 16 anos relatou na escola que sofria agressões e costumava ser mantida com sua mãe e irmãos em cárcere privado pelo pai. Ao chegar ao endereço da menina, os policiais se depararam com a esposa pedindo socorro e muito abalada emocionalmente, junto com as crianças.
“A menina informou aos policiais que só ele podia usar computador, celular… e que elas [mulheres] tinham que ser submissas a ele. Quando nós entramos na residência a vítima estava apavorada, dizendo que ele passou a noite inteira coagindo ela, e que era para gente ajudar porque ele é louco e ela precisa fugir para outra cidade e recomeçar a vida”, contou a tentente Josmara Rocha Aguiar, comandante da Patrulha Maria da Penha, que atua no combate a violência contra a mulher.
A tenente Josmara também informou que Alex é pai de uma filha (denunciante) e dois filhos, e que eles também ficavam trancados em casa.
“Eles [filhos] estavam em casa. Quando a gente chegou, todos começaram a guardar as roupas e documentos para poder ir embora. Tanto que, na viatura, eles levavam roupas e mantimentos porque eles iriam para casa de parentes para poder se libertar do pai”
Ainda segundo a polícia, a esposa confirmou o cárcere privado e que estava há dias sem ver a luz do dia. Por fim, as vítimas informaram que eram maltratadas, agredidas e passavam fome.
Após ser preso, Alex foi levado para a Delegacia da Mulher de Imperatriz, onde foi atuado por violência psicológica e cárcere privado.
“Ela [esposa] foi ouvida e relatou um forte abalo emocional e que chegou a ser ameaçada com faca no passado. Ela disse ainda que tinha que ser submissa e que sofria muito. Ele [Alex] será atuado por violência psicológica e cárcere privado e depois enviado para o CCPJ (Central de Custódia de Presos de Justiça) de Imperatriz”, declarou a delegada da mulher, Sylvianne Lenira.
Tomou posse na noite desta segunda-feira (07), em sessão solene, a nova composição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Vereadores de Pedreiras. O presidente Bruno Curvina (PDT), terá pela frente mais dois anos como presidente, quando foi reeleito, em chapa única, “Com Transparência e Respeito o Trabalho Continua”, em abril do ano passado, para o biênio 2019/2020, com nove (09) votos a favor, 02 (dois) contrários, uma abstenção e uma ausência.
A composição da nova diretoria ficou assim:
Presidente – Vereador Bruno Curvina/ 1º Vice-presidente – Vereador Filemon Neto/ 2º Vice-presidente – Francisco Sérgio Oliveira da Silva “Sérgio Profírio”/ 1º Secretário – Vereador Antônio Simplício da Silva “Didi Motos”/ 2º Secretário – Vereador Adonias da Silva Marques “Adonias Quineiro”.
Participaram da formação da mesa o ex-prefeito Raimundo Louro (representando o Deputado Estadual Vinícius Louro); Major Ricardo (Comandante do 19º BPM de Pedreiras) e o prefeito Antônio França. Dos novos integrantes da diretoria, faltou apenas do vereador Adonias Quineiro (2º Secretário) que justificou sua ausência.
Os vereadores Elcinho Gírio, Robson Rios e Jotinha não participaram da sessão. Segundo a presidência, apenas Jotinha teria justificado a ausência.
“Estamos firmes na atitude da gente, como vereador representante do povo de Pedreiras. Como sempre digo, o papel do vereador é sempre cobrar e fiscalizar, é o papel que a gente vai sempre fazer.” Disse o vereador e 2º vice-presidente Sérgio Profírio.
Ex – líder do governo na câmara, o vereador Filemon Neto, disse que mais uma vez está à disposição do povo de Pedreiras, ele que durante o primeiro biênio, também esteve à frente da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, como presidente.
O presidente reeleito, vereador Bruno Curvina disse o que a população pode esperar do legislativo. “Com toda certeza, é uma Câmara mais experiente, uma Câmara que nesses últimos dois anos procurou entender a situação do Município, e vamos tentar melhorar as Leis vigentes em nossa cidade. Iremos tentar nesses próximo dois anos, maior interação com os cidadãos pedreirenses que tanto cobram dos vereadores, do prefeito, e às vezes não há um entendimento do que é realmente o papel do vereador e o papel do prefeito”. Concluiu o presidente reeleito.
“Vamos estar olhando para os erros e buscando em parceria com a Câmara Municipal, em estarmos acertando. Sabemos das dificuldades que enfrentamos e temos certeza que, com a experiência que adquirimos, iremos trabalhar com esta casa, exatamente com o poder executivo, fazer uma gestão que venha trazer frutos ao nosso Município.” Destacou o prefeito de Pedreiras, Antônio França.
Fotos: Sandro Vagner
Outros convidados foram prestigiar a posse da Mesa Diretora; Chico da TV (Secretário de Segurança Pública de Trizidela do Vale) representou o prefeito Fred Maia; o novo secretário de administração de Pedreiras, Josué, que segundo o prefeito Antônio França, ainda será apresentado à sociedade; a secretária da Mulher, Janne Glêb; Phellipe Figueiredo, secretário de juventude; Francisco Sérgio, secretário de Infraestrutura; Simão Reis, secretário de Meio Ambiente; José Roberto, diretor da 7ª Ciretran; Capitão PM Fraga; o médico Dr. Walber Rodrigues; Joyci Curvina (esposa do presidente Bruno Curvina e coordenadora do projeto “Meu Tesourinho”); Francisco Flávio “Cacimbão” (futuro articulador político de Pedreiras); o senhor Leônidas Castro, diretor da AGED; a nova assessora de comunicação da prefeitura de Pedreiras, Joyce; o conselheiro tutelar Pelezinho e a imprensa.
Foto: Sandro Vagner
Os parlamentares retornarão do recesso no dia 04 de fevereiro.
Alberto Fraga – Dep. Federal (DEM-DF)/Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro recebeu na tarde de ontem (7) o deputado Alberto Fraga (DEM-DF) para discutir a proposta de elaboração de um decreto que regulamenta a posse de armas de fogo no Brasil. Fraga é relator projeto de flexibilização do Estatuto do Desarmamento em tramitação na Câmara. Após o encontro, o parlamentar citou três aspectos do futuro decreto.
Um deles se referem à concessão de anistia de armas irregulares no país, permitindo que o cidadão que tem arma em casa, sem registro ou com o documento vencido, faça o recadastramento.
O texto deverá acrescentar, segundo Fraga, um dispositivo que vai tirar do delegado da Polícia Federal o poder de decidir se a pessoa poderá ou não obter a posse, e elevar o prazo do registro da arma de 3 para 10 anos.
Mudanças
De acordo com o deputado, o decreto vai suprimir a necessidade comprovada para obtenção de posse de arma de fogo. Segundo ele, bastará o cidadão informar o motivo pelo qual deseja ter uma arma em casa. A justificativa não será mais um impeditivo.
“Se o delegado não for com a sua cara, ele pode dizer não porque esse requisito da necessidade comprovada é subjetivo, depende do arbítrio do delegado. Com o decreto, isso desaparece”. Conforme o parlamentar, serão exigidos que o cidadão não tenha antecedentes criminais e aprovação em teste de aptidão psicológica.
Em seguida, o deputado ressaltou que houve uma mudança de comportamento a partir do estatuto do desarmamento, em 2003. “No primeiro efeito do estatuto do desarmamento muita gente cadastrou suas armas. Tínhamos um universo de 6 milhões de armas cadastradas. A Polícia Federal tem 700 mil armas cadastradas. Ninguém renovou. O cadastramento é uma forma do governo saber quantas armas existem no Brasil, pelo menos as legalizadas”.
Previsão
Em entrevista na semana passada, Bolsonaro afirmou que o decreto sairá ainda em janeiro . “Ali, na legislação diz que você tem que comprovar efetiva necessidade. Conversando com o [ministro da Justiça] Sergio Moro, estamos definindo o que é efetiva necessidade. Isso sai em janeiro, com certeza”, disse na ocasião.
A legislação é clara ao distinguir posse e porte de arma. A posse de arma de fogo, tratada no futuro decreto, permite ao cidadão ter a arma em casa ou no local de trabalho. O porte, que não será contemplado nesse decreto, diz respeito à circulação com arma de fogo fora de casa ou do trabalho.
Onda de violência continua no Ceará – José Cruz/Agência Brasil
O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou, na noite de ontem (7), o envio de um efetivo extra de agentes da Força Nacional de Segurança para o Ceará. O estado vive há cinco dias uma onda de violência, protagonizada por integrantes de facções criminosas, que resultou em mais de 150 ataques a prédios públicos, estabelecimentos comerciais, veículos e equipamentos de segurança. As ocorrências foram notificadas em cerca de 37 municípios, incluindo a capital. Desde sábado (5), 330 homens da Força Nacional patrulham as ruas da região metropolitana de Fortaleza. Agora, o contingente será elevado para 406 agentes, bem como um total de 96 viaturas.
Além disso, o governo da Bahia enviou, no fim de semana, um efetivo de 100 policiais militares do estado para o Ceará para ajudar na crise. Mais três estados também enviarão agentes para reforçar a segurança no território cearense. Segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará, são 43 policiais militares e agentes de inteligência do Piauí, Pernambuco e Santa Catarina.
No balanço divulgado no início da tarde, o governo estadual confirmou a prisão de 148 pessoas suspeitas de envolvimento nos ataques. Desse número, 38 foram presos e apreendidos entre a noite de domingo (6) e a manhã de hoje (7). Em meio à crise de violência urbana, um grupo de 23 detentos fugiu hoje de manhã da Cadeia Pública de Pacoti, cidade a 122 km de Fortaleza. Nenhum detento havia sido recapturado até o início da noite.
Transporte e lixo
O clima em Fortaleza e região metropolitana é de uma certa apreensão e de grandes dificuldades para população, especialmente no transporte público. Os ônibus da capital circularam com escolta policial composta por mais de 200 policiais, mas a frota disponibilizada nesta segunda-feira foi 30% menor do que o normal, o que prejudicou a chegada ao trabalho para milhares de pessoas.
Além disso, a cidade sofre com problemas na coleta de lixo, que se acumula nas ruas e principais avenidas da capital. Com a série de ataques, as empresas que atuam na limpeza também reduziram a circulação de caminhões que recolhem os resíduos na cidade.
Vista aérea do sítio frequentado pelo ex-presidente Lula em Atibaia, no interior de São Paulo Foto: Luís Moura / WPP/Agência O Globo
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta segunda-feira as alegações finais no processo que apura se ele recebeu propina por meio da reforma de um sítio em Atibaia (SP). Os advogados pedem a absolvição por “insuficiência de provas” e “atipicidade das condutas” do processo.( As acusações e provas contra Lula no processo do sítio de Atibaia )
O Ministério Público Federal acusa Lula de se beneficiar de reformas no sítio em troca de vantagens ilícitas para empreiteiras que mantinham contratos com a Petrobras.
No documento, com 1,6 mil páginas e 24 anexos, os advogados afirmam que Lula jamais foi proprietário do sítio e que existe um “elo artificial” entre a propriedade e as contratações da Petrobras. Também alega que o juiz Sergio Moro não teria parcialidade para julgar o caso.
Afirmam que o ex-juiz não tinha “a necessária imparcialidade” para julgar o caso e, portanto, o processo deveria ser remetido a outra Vara de Justiça. Também disseram que Moro abandonou qualquer aparência de imparcialidade ao aceitar o convite para ser ministro da Justiça do presidente Jair Bolsonaro.
Os advogados sustentam que a acusação de corrupção passiva atribuída a Lula seria pela nomeação Renato Duque e Paulo Roberto Costa, o que ocorreu em 2004. A denúncia foi recebida só em 2017. Para a defesa, pelo fato de Lula ter mais de 70 anos, o crime deveria prescrever em dez anos.
“Não bastasse ter agido para prejudicar Lula e seus correligionários na disputa eleitoral, o antigo juiz do processo, abandonando de vez qualquer aparência de imparcialidade, aceitou o convite para integrar o governo do Presidente Jair Bolsonaro, na qualidade de Ministro da Justiça”, dizem os advogados de Lula.
Realizadas entre o fim 2010, quando o petista ainda ocupava a Presidência da República, e 2014. as obras teriam sido pagas por Odebrecht e OAS. Ao oferecer a denúncia, em julho do ano passado, o MPF afirmou que Lula participou “conscientemente do esquema criminoso” montado para fraudar licitações da Petrobras em troca do pagamento de propinas a políticos. O ex-presidente nega as acusações e alega inocência.
Embora o sítio esteja registrado em nome de Fernando Bittar e Jonas Suassuna, a acusação argumenta que Lula era o “proprietário de fato” e para compravar isso anexou algumas provas: o registro de 270 viagens dos seguranças da Presidência ao sítio, entre 2011 e 2016; fotos de bens pessoais da família de Lula, como dois pedalinhos em nomes dos netos do petista, roupas e presentes que ele ganhou quando era presidência.
O MPF ainda cita, como provas de que Lula foi beneficiado pelas reformas a instalação de câmeras de segurança por funcionários do ex-presidente, trocas de mensagens sobre a reforma entre executivos das empreiteiras e funcionários do Instituto Lula, além da apreensão, no apartamento do ex-presidente em São Bernardo, de notas fiscais de bens que ficavam no sitio.
A acusação também se baseia nas delações premiadas de Emílio e Marcelo Odebrecht, que foram interrogadas pela juíza Gabriela na semana passada, e na tentativa de delação de Leo Pinheiro, da OAS, que também já prestou depoimento. Ao todo, a ação tem 13 réus. Além de Lula, ainda falta ouvir o depoimento do pecuarista José Carlos Bumlai.
O MPF relaciona os valores gastos pelas empreiteiras com a reforma do sítio com contratos que as companhias firmaram com a Petrobras. Segundo o órgão, a Odebrecht gastou R$ 700 mil com a reforma do sítio em troca de três contratos com a estatal, e a OAS pagou R$ 170 mil por ter sido beneficiada em outros três contratos. Os R$ 150,5 mil restantes foram intermediados por Bumlai.
Ao aceitar a denúncia contra Lula, em 1 de agosto de 2017, o juiz Sergio Moro, que então era responsável pela Lava-Jato, citou que o “ex-presidente comportava-se como proprietário do sítio de Atibaia”. Sobre o fato de que a propriedade está registrada em nome de outras pessoas, Moro citou a relação de proximidade entre entre as famílias Lula da Silva, Bittar e Suassuna.
A defesa de Lula questiona a relação estabelecida pelo MPF entre os contratos que Odebrecht e a OAS fizeram com a Petrobras e a reforma do sítio. Para os advogados, não é possível estabelecer que a reforma foi uma espécie de “pagamento” pelos acordos com a estatal. Em depoimento na semana passada, Marcelo Odebrecht afirmou que sua “relação direta com Lula não era nos contratos da Petrobras”.
Cristiano Zanin Martins, advogado do petista, afirma que não houve corrupção e que a força-tarefa não mostrou nenhum ato de ofício de Lula que possa sugerir corrupção. O defensor também nega qualquer relação de Lula com a assinatura de contratos entre as empreiteiras e a Petrobras.
Idaspe Perdigão era delegado da cidade de Esperantinópolis e foi preso em agosto de 2018 — Foto: Arquivo Pessoal
O ex-delegado de Esperantinópolis, Idaspe Perdigão Freire Júnior, foi preso na manhã de sábado (5), em sua residência na cidade de Barra do Corda, a 347 km de São Luís. Ele foi encaminhado para um presídio da Polícia Civil na cidade.
Segundo a polícia, em um intervalo de três meses ocorreram 99 violações contra a tornozeleira eletrônica a qual Idaspe estava obrigado a usar em cumprimento de medidas cautelares. Dentre as violações, foi registrado que ele deixava a bateria da tornozeleira completamente descarregada e também saía do perímetro onde deveria permanecer.
Essa é a segunda vez que o ex-delegado de Esperantinópolis é preso. Após sua primeira prisão, Idaspe conseguiu um habeas corpus para responder ao processo usando tornozeleira eletrônica.
Na primeira vez, em agosto de 2018, o ex-delegado foi preso por receber dinheiro para liberar veículos apreendidos, dentre outros crimes. Na época, a polícia também prendeu o carcereiro da delegacia, identificado como Raimundo.
“Em agosto foi por causa dos veículos, que ele estava fazendo a restituição mediante pagamento usando o carcereiro, o Raimundo. Também teve outros casos. Houve um caso específico em que o Raimundo pediu um dinheiro falando que era para um defensor público e a pessoa falou que não tinha dinheiro. A pessoa foi mandada para uma prisão em Pedreiras, sendo que nesse caso o delegado estava pedindo R$ 4 mil para liberar. E ainda tivemos informações de presos que tinham alguns benefícios, como cumprir pena solto. Tudo levava a crer que ele [Idaspe] recebia dinheiro, e por isso eles tinham esses benefícios”, informou a delegada Kelly Haraguchi, que comandou o inquérito contra o delegado Idaspe.
Policial militar Hamilton Caires Linhares foi preso por suspeita de envolvimento no triplo assassinato no Maranhão — Foto: Divulgação/Polícia Militar
O policial militar Hamilton Caires Linhares foi preso na manhã desta segunda-feira (7) por suspeita de participação no triplo homicídio dos três jovens no bairro Coquilho, zona rural de São Luís. A informação foi confirmada ao G1 pelo secretário de Segurança Pública (SSP), Jefferson Portela.
De acordo com o secretário, testemunhas relataram à polícia que o PM era conhecido na região. Após os depoimentos, a polícia pediu ainda no domingo (6) uma representação pela prisão temporária por 30 dias, do policial Hamilton Caires Linhares. Ele foi preso e encaminhado para a sede do Comando-Geral da Polícia Militar em São Luís.
Ao chegar na manhã desta segunda a sede da Companhia de Operações Especiais (COI), onde trabalha, o policial Hamilton já estava acompanhado com seu advogado. A arma dele foi apreendida e será submetida a análises.
As primeiras investigações apontam que os três jovens teriam sido perseguidos no interior do condomínio ‘Minha Casa, Minha Vida’, pela equipe de vigilância do local. Segundo o delegado Lúcio Rogério Reis, da Superintendência de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP), as vítimas teriam sido cercadas em uma área de matagal e um disparo teria sido ouvido.
Os depoimentos das testemunhas afirmaram que os jovens estavam indo para uma área de banho próximo ao condomínio, mas ainda não foi comprovado que eles teriam envolvimento com algum delito. A equipe de vigilância do local já vinha tendo uma série de conflitos com os moradores da região, que usavam as dependências do condomínio para ter acesso ao mangue.
Triplo assassinato
Joanderson da Silva Diniz, 17 anos; Gustavo Feitosa Monroe, 18 e Gildean Castro Silva, 14 anos, foram encontrados mortos na zona rural de São Luís — Foto: Montagem/G1 MA
Os jovens Gildean Castro Silva, de 14 anos, Gustavo Feitosa Monroe,18, e Joanderson da Silva Diniz,17, foram assassinados em uma região de mato no bairro Coquilho, zona rural de São Luís. A princípio, segundo a polícia, todos foram mortos por arma de fogo com tiros na nuca. A primeira suspeita é de que vigilantes de uma área de construção da região teriam cometido o crime.
Os corpos de Gustavo Feitosa Monroe e Joanderson da Silva Diniz foram enterrados na manhã deste sábado (5) e Gildean Castro Silva foi enterrado a tarde no cemitério que fica localizado na própria comunidade do Coquilho. No sábado (5), o Secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, afirmou que pelo menos dois policias possuem ligação com os vigilantes da empresa.
José Orlando “Chacal” – Suspeito/Foto: 19º BPM de Pedreiras – MA
A Polícia Militar de Pedreiras, através do 19º BPM, com apoio do Serviço de Inteligência e da Força Tática, cumpriu hoje (07), por volta das 16h, mandado de prisão em desfavor de José Orlando Araújo Sousa, vulgo Chacal/Jaca, no bairro Seringal. Segundo informações do Major Ricardo, ao ser dado voz de prisão, Chacal empreendeu fuga adentrando em residências e quintais, e embrenhou-se no matagal, onde chegou a lesionar o pé esquerdo.
Feito o cerco policial, a Guarnição da PM da Força Tática, juntamente com o Serviço de Inteligência, conseguiram efetuar a prisão do elemento, que fora apresentado na 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil, para procedimentos cabíveis.
“Nós estamos trabalhando para tirar de circulação esses elementos que estão aterrorizando os moradores de Pedreiras e de Trizidela do Vale. Em operações da PM nos últimos dias, já realizamos mais de 15 prisões e apreensões.” Destacou o Comandante do 19º Batalhão de Polícia Militar de Pedreiras, Major Ricardo.
O Blog recebeu na manhã desta segunda-feira (07), uma informação do Sargento Luciano, da inteligência da Polícia Militar de Araxá/MG, informando sobre a situação do jovem Ricardo Pereira da Silva, 28 anos de idade, que foi vítima de tentativa de homicídio e encontra-se em estado gravíssimo na UTI da Santa Casa de Araxá, em Minas Gerais.
Segundo informações, a vítima é natural de Pedreiras, morador da rua Corinto Nascimento, nº 76.
Ricardo – Vítima/Foto: Polícia Militar de Minas Gerais
Veja na íntegra a informação do Sargento Luciano.
Prezado Sr. Sandro Vagner, bom dia!
Sou o Sgt. Luciano, da Inteligência da Policia Militar de Araxá/MG. Fui procurado por agentes da Assistência Social, os quais me informaram que a pessoa de RICARDO PEREIRA DA SILVA, nascido em 19/06/1991, foi vítima de uma tentativa de homicídio em data de 04/01/2018. Ricardo se encontra em estado gravíssimo na UTI da Santa Casa de Araxá/MG.
É necessário contato urgente de parentes, uma vez que ele estava como andarilho aqui em Araxá. Através de pesquisas consegui o endereço de seus genitores Maria Lindalva Pereira Silva e Isais da Silva, como sendo na rua Corinto Nascimento, nº 76, Pedreira/MA.
Caso o Sr. consiga o contato é necessário que os parentes de Ricardo ligue no nº (34) 99111-6067, falar com a Débora ou podem me ligar também no número (34) 3201-1216.
Desde já agradeço o Sr. pela gentileza. Qualquer necessidade estou a disposição.
Por volta das 19h de ontem (06), um condutor de uma motocicleta, identificado pela Guarnição do Corpo de Bombeiros como Marcos, após passar em alta velocidade sobre um obstáculo, foi de encontro a uma Van que estava estacionada, batendo na lateral, e em seguida chocou-se contra um pedaço de trilho de linha férrea, que é usado para proteger calçadas e portas de residências em locais de grande fluxos de veículos.
Segundo informações repassada pelo Subtenente Rogério, da Guarnição do Corpo de Bombeiros, que atendeu a ocorrência, o condutor da motocicleta sofreu fratura exposta em um fêmur, que, por pouco, não atingiu a veia femoral e ainda sofreu um corte muito profundo chegando a esfacelar um dos calcanhares. Após os primeiros procedimentos realizados pelo Corpo de Bombeiros, imobilização, a vítima foi encaminhada ao Hospital Geral de Pedreiras, após passar pelos primeiros procedimentos médicos, foi encaminhado ao hospital de Peritoró.
Os veículos foram encaminhados ao pátio da 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pedreiras.
Testemunha
Uma testemunha que mora nas proximidades do local do acidente, que não quis se identificar, contestou a versão do motorista. Segundo ele, a Van entrou na contra-mão, certo que o motoqueiro vinha em alta velocidade, mas foi a Van que causou o acidente, chegando a imprensar o condutor da motocicleta contra a barra de ferro.