O Ministério da Saúde atualizou hoje (21) as informações sobre a vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan. O ministério informa que o secretário-executivo da pasta, Elcio Franco, realizou pronunciamento, transmitido pela TV Brasil, para prestar esclarecimentos sobre a carta de intenções para aquisição da vacina do Butantan-Sinovac/Covid-19.
CoronaVac
O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (21) que o governo federal não comprará a vacina CoronaVac. De acordo com ele, antes de ser disponibilizada para a população, a vacina deverá ser “comprovada cientificamente” pelo Ministério da Saúde e certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Ministério Público de Pedreiras/Foto/Sandro Vagner
O Ministério Público do Estado do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Pedreiras, que tem como titular a Promotora Drª. Marina Carneiro Lima de Oliveira, expediu uma RECOMEDAÇÃO que destaca a realização de eventos, conforme a PORTARIA Nº 055, DE 17 DE AGOSTO DE 2020, que aprovou o protocolo específico de medida sanitária segmentada para a REALIZAÇÃO DE EVENTOS PÚBLICOS E PRIVADOS, DE PEQUENO PORTE,
de observância pelos grupos de setores econômicos.
Na redação, destaca a realização de um grande evento, e resolveu RECOMENDAR:
1. Que o grupo “PRIMAS PRODUÇÕES”, produtor do show do artista “TARCÍSIO DO ACORDEON” ABSTENHA-SE DE REALIZAR O EVENTO fora dos parâmetros permitidos nos Decretos Estaduais mencionados; especialmente no que se refere ao número total de participantes no evento; devendo informar, a este órgão, por escrito, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, a quantidade de ingressos disponibilizados para a venda;
2. Que a Vigilância Sanitária de Pedreiras verifique se o aludido evento esta sendo organizado com a observância das regras constantes nos decretos estaduais, informando ao MPE, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, quais as medidas foram tomadas pelo órgão, no que se refere ao cumprimento das determinações contidas nos Decretos Estaduais já citados.
1. Que a Polícia Civil observe, em caso de concessão da licença ao organizador do evento, o cumprimento dos regramentos previstos dos decretos estaduais citados na presente Recomendação, encaminhando ao MPE as informações correlatas, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas.
Até quando uma pesquisa de opinião pública, nessas eleições municipais, pode influenciar o eleitor a escolher seu candidato? É possível ele mudar de opinião quando tem acesso a outra pesquisa e, de repente, aquele candidato que estava em segundo lugar, em outra pesquisa, já está como preferido do eleitor? Pedreiras não é diferente de nenhum outro Município, nesse momento que antecedem as eleições para escolher o novo gestor (a) ou reconduzir o atual gestor para mais quatro anos.
Quem não lembra que mesmo antes dos registros das candidaturas, contávamos com onze nomes que davam como certo e alguns até diziam que a situação era irreversível, para concorrer à prefeitura de Pedreiras? Só que desses, restaram apenas seis, e vale ressaltar que até o fechamento dessa matéria, nenhum ainda tivera seu registro deferido pelo TSE, mas, que segundo a promotora eleitoral de Pedreiras, Drª Marina Carneiro, todos já estão sendo julgados.
Fonte: TSE – Tribunal Superior Eleitoral
Mas vamos voltar quanto às pesquisas que já foram realizadas. Ao todo, segundo o site do TSE – Tribunal Superior Eleitoral, sete (7) foram registradas, mas, por enquanto, apenas quatro foram levadas ao conhecimento do público. Importante ressaltar, que tem pessoas que contratam um instituto, mas não divulga o resultado, por que queria apenas saber da situação dos candidatos, isso é real, não é ilegal.
Dos seis candidatos que concorrem as eleições em Pedreiras, três apareceram, segundo os institutos que realizaram as pesquisas, em primeiro lugar: Antônio França (DEM), Vanessa Maia (SOLIDARIEDADE) e Dr. Humberto (PSC). Não desqualificando nenhum dos candidatos, que tem esse direito de saber como está sua situação, mas fica a grande interrogação:” E o eleitor, como fica sua situação?” Hoje, ele olha uma pesquisa, seu preferido está em primeiro lugar, festa, claro! Amanhã, em outra pesquisa, de um instituto diferente, o candidato que estava em primeiro passa a ser o segundo ou até mesmo o terceiro colocado. E, aí? Em quem ele vai acreditar? Na pesquisa que foi divulgada pelo seu candidato, através das redes sociais ou na de seu adversário, que tem seu opositor como novo escolhido pela pesquisa? Resposta: claro, que vai acreditar no instituto que divulgou o seu candidato! E será sempre assim, seja qual for a eleição.
Duvidar ou acreditar de um instituto que realiza uma pesquisa é um direito de qualquer um. Como dizem, nem os dedos das mãos são iguais, em outras palavras, é o processo democrático. Se não houvesse essa discordância, não existiria a situação e a oposição, e a peleja não teria sentido.
E como fica a situação dos outros três candidatos que nunca apareceram na preferência de uma pesquisa. O que eles pensam a respeito?
Foto: Instagram do candidato
Dr. Walterby Silva – Candidato a prefeito de Pedreiras – PV
“É sempre um prazer responder ao seu Blog, que tem como síntese a informação e a imparcialidade. Meu querido, pelo que as pesquisas apresentam, em 2021 Pedreiras terá três prefeitos, isso por que, quem manda fazer a pesquisa, tá sempre na frente. Candidato “A” fez a pesquisa, fica na frente. Candidato “B” fez a pesquisa, fica na frente, e Candidato “C” fez a pesquisa, fica na frente. Isso, por que eles quando mandam fazer suas pesquisas encomendadas, eles simplesmente já indicam as casas e as pessoas que saem para fazer as pesquisas. Isso, quando são feitas as pessoas já tendem a votar pra aquele candidato. Então, eles já sabem boa parte das casas que detém simpatia por eles próprios, e lá são realizadas as pesquisas, aí, sim, fica fácil ficar na frente, fica fácil aparecer lá em cima nas pesquisas. E, é o que vem acontecendo.”
Pastor Odaias – Candidato a prefeito de Pedreiras – PODEMOS
“As pesquisas, elas deveriam ter um único objetivo, seria traçar estratégias, o candidato faria a pesquisa e veria qual bairro ele estaria melhor, qual bairro ele estaria mais fraco, pra focar naquele determinado bairro onde ele possivelmente não tirou uma margem de votos suficientes, pra tratar estratégias. Mas, esse ano, nessa campanha, as pesquisas realizadas, cada instituto faz a pesquisa e aparece um Candidato em 1º lugar, Candidato “B” em segundo, Candidato “C” em terceiro, e nós vemos que a pesquisa ela não tem mais o objetivo estrategista original, a estratégia agora é manipular a consciência do eleitor, fazer com que o eleitor se perca, é alienar na verdade a intenção de voto do eleitor. Só que nas redes sociais já vemos que o próprio eleitor já percebeu essa malandragem, é o que eu chamo, não chamo de pesquisa, por ser estatístico, por ter 17 anos que leciono a estatística, então eu me privo, eu me nego de chamar esses dados de estatísticas, e chamo de malandragem, é uma pura malandragem. Nos colocar, Dr. Assaiante, Dr. Walterby e Pastor Odaias, sempre lá atrás, é uma forma de diminuir pra comprar mais barato. Achando que nós iremos abrir mão, abdicar de alguma coisa e desistir, como eles estão falando por aí. Também, em resumo, essas pesquisas que eles estão fazendo não cumprem nenhum princípio das técnicas de amostragem, das técnicas de estatísticas, não cumprem nenhum. Então, na minha concepção, é uma brincadeira de menino de buchão.”
Alexandre Assaiante – Candidato a prefeito de Pedreiras – PT
“Meu querido, Sandro Vagner, eu tenho ficando bastante tranquilo em relação a essas pesquisas que têm sido constantemente divulgadas em nossa cidade. Até por que a grande pesquisa é o que eu sinto, eu e o grupo que me acompanha quando a gente anda pelas ruas de Pedreiras e sente o carinho e o afeto das pessoas. Agora, se for pra falar das pesquisas em si, eu lhe digo que eu estou muito é feliz, por que nós saímos de uma semana de 1% pra 6%, isso mostra evidentemente um crescimento do nosso processo, então vamos supor que essas pesquisas sejam verdadeira e estejam corretas. Alexandre Assaiante, candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores (PT), se sente contemplado por esse exponencial crescimento. Mas, digo novamente, a minha grande pesquisa, a pesquisa que eu acredito é a que sinto na rua, e é que o resultado virá dia 15. Quanto a essa briga dos medalhões da cidade, eu prefiro não me interferir e deixar com eles, se resolvam entre si. O nosso projeto é simples é do povo, e a nossa perspectiva é de crescimento. O Partido dos Trabalhadores tem se consolidado a cada dia, isso se evidencia, inclusive, nas pesquisas que eles estão fazendo. Mas, a maior é a que gente sente com as pessoas de nossa cidade.”
Ouvimos esses Candidatos, que, como os demais, também podem e tem o direito de contratar uma empresa, essa, por sua vez, contrata um instituto e faz uma pesquisa. Mas o resultado, seria diferente dos demais?
Presidente Jair Bolsonaro Foto: Pablo Jacob / Pablo Jacob
O presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar nesta segunda-feira que o governo não vai obrigar os brasileiros a tomarem a vacina contra o novo coronavírus. Bolsonaro afirmou que essa decisão é do Executivo federal e o ministro da Saúde, Edurado Pazuello, “já disse que não será obrigatória essa vacina e ponto final”.
— O Programa Nacional de Vacinação, incluindo as vacinas obrigatórias, é de 1975. A lei atual incluiu a questão de pandemia lá, mas é bem clara: quem define isso é o ministério da Saúde, e o meu ministro da Saúde já disse que não será obrigatória essa vacina e ponto final — afirmou.
Em seguida, sem mencionar o nome, o presidente criticou um governador que, segundo ele, “está se intitulando o médico do Brasil”.
— Tem um governador ai que está se intitulando o médico do Brasil, dizendo que ela será obrigatória — repito que não será —. Da nossa parte, a vacinação, quando estiver em condições de, depois de aprovada pelo Ministério da Saúde e com comprovação científica, e assim mesmo tem que ser validada pela Anvisa, dai sim nós ofereceremos ao Brasil, de forma gratuita, obviamente, mas repito: não será obrigatória — afirmou.
— Em São Paulo a vacinação será obrigatória, exceto para quem tenha orientação médica e atestado médico de que não pode tomar a vacina. E adotaremos medidas legais se houver contrariedade nesse sentido — disse Doria.
A um apoiador que falou que a vacina estava sendo “feita nas coxas” e questionou “quem é que vai tomar uma desgraça dessas?”. Bolsonaro afirmou que é necessário ter comprovação científica para poder usá-la.
— É, tem que ter comprovação científica, o país que tá oferecendo essa vacina tem que primeiro vacinar em massa os seus, depois oferecer para os outros países. Assim muita coisa é até na área militar: você só consegue vender um produto bélico para outro país depois que você usar em seu território e, de forma comprovada, mostrar sua eficácia — disse.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na noite de ontem (18) uma nota de esclarecimento para rebater duas notícias falsas sobre a urna eletrônica que já haviam sido desmentidas em 2018 e voltaram a circular nos últimos dias em aplicativos de mensagem e redes sociais, a menos de um mês do primeiro turno das eleições municipais deste ano, marcado para 15 de novembro.
Uma das mensagens, que circula em vídeo, diz que o TSE recusou consultoria do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA) e do Instituto Militar de Engenharia (IME) para o desenvolvimento de uma urna eletrônica capaz de imprimir o voto. As três instituições negam, desde 2018, a existência de qualquer proposta de assessoria nesse sentido. Os posicionamentos oficiais podem ser encontrados aqui.
Outra notícia falsa, que desta vez circula no Facebook, diz respeito a um edital publicado em 2017 para a compra de impressoras para as urnas eletrônicas. Com base no depoimento de um professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UNB), a fake news afirma que uma empresa fundada por dois venezuelanos teria tido acesso ao código das urnas após vencer o certame, abrindo a porta para fraudes futuras.
O edital para a compra de impressoras não foi adiante, pois a impressão do voto acabou suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o TSE, uma empresa fundada pelos venezuelanos de fato havia vencido a licitação, mas acabou desclassificada posteriormente por apresentar equipamento incompatível com as exigências técnicas. “Além disso, em nenhum momento, a referida empresa teve acesso a quaisquer códigos da urna”, alega o tribunal.
A identificação das notícias falsas que votaram a circular foi feita por uma coalização firmada entre a Justiça Eleitoral e nove agências de checagem compostas por jornalistas profissionais.
Uma operação conjunta, realizada entre os dias 14 e 16 de outubro, interditou serrarias no município de Zé Doca, a 302Km de São Luís. A Operação Verde Brasil 2 foi realizada pela Polícia Federal, IBAMA e Exército, com o apoio da Capitania dos Portos do Maranhão, Batalhão de Policiamento Ambiental e Corpo de Bombeiros do Maranhão.
Três serrarias, localizadas no entorno das Terras Indígenas Awá e Alto Turiaçu, foram interditadas, nove fornos foram inutilizados, dois caminhões com madeira pronta foram apreendidos nas proximidades, seiscentos metros cúbicos de madeira em tora foram apreendidos e inutilizados, além de setenta e dois metros cúbicos de madeira serrados.
O setor de inteligência da Polícia Federal foi o responsável por localizar as serrarias. Os criminosos identificados são reincidentes e vão responder pelos crimes ambientais e por receptação.
Fotos/Polícia Federal do MA
As ações integradas continuarão e visam o combate a crimes ambientais. A Operação Verde Brasil 2 é coordenada pelo Ministério da Defesa. Está no escopo do Conselho Nacional da Amazônia (CNA), em apoio aos órgãos de controle ambiental e de segurança pública.
Foto/Polícia Federal do MA
fonte: Assessoria de Comunicação da PF do Maranhão
A Polícia Civil realizou diversas operações no interior do estado, no mês de setembro de 2020, o que resultou em 190 prisões, apreensões de armas, drogas, aparelhos celulares e recuperação de veículos.
Dentre as prisões, 82 foram Prisões em Flagrante; 63 em cumprimento a Mandados de Prisão Preventiva; 20 Mandados de Prisão Temporária; 16 Mandados de Prisão por Sentença Penal Condenatória; quatro de Mandados de Prisão Civil; três de Auto de Apreensão em Flagrante e dois Mandados de Internação Provisória.
Diversas operações foram realizadas com o objetivo de coibir a ação das associações criminosas, o Tráfico de Armas de Fogo e Munições, Tráfico de Drogas, Roubo a Carga e Lavagem de Dinheiro, Contrabando, elucidação de Homicídios, entre outros crimes.
As ações foram executadas pelas delegacias regionais e delegacias municipais, subordinadas à Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI) e, algumas delas, reforçadas por delegacias especializadas e outras superintendências da Polícia Civil.
fonte: 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pedreiras