Rio: Seis anos após tragédia de Mariana, voz de atingidos chega ao CNJ

Canteiro de obras da Nova Bento Rodrigues./© Tânia Rêgo/Agência Brasil

Seis anos após a tragédia de Mariana (MG), atingidos estão tendo a oportunidade de expor suas experiências e descontentamentos com a reparação nas altas esferas do Poder Judiciário. O espaço foi garantido no âmbito do processo de negociação de um novo acordo de reparação que está sendo mediado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No mês passado, duas audiências públicas foram realizadas em formato virtual. Cada uma delas durou cerca de seis horas, e cada atingido pôde falar por cinco minutos. Mais um encontro está previsto para 1º de dezembro.

A tragédia de Mariana ocorreu no dia 5 novembro de 2015, quando o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco causou a morte de 19 pessoas e gerou impactos em dezenas de cidades mineiras e capixabas situadas na Bacia do Rio Doce. Em março de 2016, foi firmado o Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) que estabeleceu os 42 programas atualmente em andamento. O acordo foi firmado entre a Samarco, suas acionistas Vale e BHP Billiton, a União e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo. Para administrar as medidas previstas e custeadas pelas mineradoras foi criada a Fundação Renova.

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A repactuação desse acordo ocorre em meio a um cenário complexo do processo reparatório. Segundo o CNJ, cerca de 85 mil processos relacionados à tragédia tramitam na Justiça brasileira. O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), que não participaram da negociação do TTAC, consideram que a Fundação Renova não tem a autonomia necessária diante das mineradoras e não conseguiu apresentar os resultados esperados após seis anos. As três entidades, além das defensorias públicas da União e dos dois estados, estão envolvidas na repactuação.

O procurador-geral de Justiça do MPMG, Jarbas Soares Júnior, está otimista com um acordo, pois avalia que as próprias mineradoras têm interesse em chegar a um termo que traga mais segurança jurídica. Ele cita dois dos principais gargalos do processo indenizatório: o reassentamento e as indenizações. “Os atingidos estão até hoje sem suas moradias, o que é um direito elementar básico do cidadão. As indenizações estarão no coração dessa repactuação”.

Nas audiência públicas já realizadas, os atingidos se queixaram de diversos problemas como a contaminação da água, a ineficiência dos programas de reparação e a falta de assessorias técnicas, direito que foi conquistado judicialmente mas que não foi efetivado em muitos municípios. “O índice de analfabetismo na área de produção rural é alto. É muito difícil lidar com tudo isso. A assessoria técnica há muito tempo foi escolhida, mas não vem a campo por falta de liberação”, diz Maria Célia Albino de Andrade, produtora rural e moradora de Conselheiro Pena (MG).

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Apesar de ressaltarem a importância do espaço, muitos deles destacaram nas audiências públicas que esperam participação nas decisões. “O atingido e a atingida precisa estar na mesa de negociação. Precisa ter poder de decisão junto aos órgãos competentes que já estão na mesa”, disse Rômulo Araújo, morador de São Mateus (ES). “Só reunião online não é participação”, acrescenta Simone Silva, que integra a comissão de atingidos de Barra Longa (MG).

O cronograma da mediação prevê atividades até fevereiro do próximo ano. A expectativa do MPF e do MPMG é que possa ser obtido um acordo mais próximo ao que foi negociado para a tragédia de Brumadinho, sem o envolvimento de uma entidade como a Fundação Renova. As ações foram divididas: a responsabilidade de execução ficou em parte com o governo estadual, os municípios e a mineradora Vale, responsável pela barragem que se rompeu causando 270 mortes em janeiro de 2019. Também foram previstas medidas que ficaram a cargo da decisão dos atingidos junto às instituições de Justiça. O acordo de Brumadinho foi fechado em R$ 37,68 bilhões.

Jarbas Soares Júnior vê os dois casos se influenciando. “O que aconteceu em Mariana inspirou Brumadinho, para que não fossem cometidos os mesmos erros. E agora o acordo de Brumadinho está inspirando a repactuação de Mariana”, diz o procurador-geral de Justiça do MPMG.

Para o MPF, a extensão dos danos na bacia do Rio Doce foram superiores. Sua referência na negociação de repactuação é uma ação judicial de R$ 155 bilhões que moveu contra as três mineradoras em 2016. A Fundação Renova afirma já ter gasto, até o final de setembro, cerca de R$ 16,8 bilhões na reparação. A entidade trabalha com um horizonte de atuação até 2030 e prevê que o custo total da reparação chegará a quase R$ 29 bilhões. “Esse é o valor que temos hoje. É um valor que vamos revisando periodicamente para incorporar novas informações, novas decisões judiciais”, diz o presidente da Fundação Renova, André de Freitas.

Reassentamento

As duas comunidades situadas na zona rural de Mariana que foram devastadas – Bento Rodrigues e Paracatu – ainda estão sendo reconstruídas. Já são seis anos que os atingidos vivem em casas alugadas pela Fundação Renova no centro de Mariana ou em cidades vizinhas, como Barra Longa e Ponte Nova. Pelo cronograma original da reconstrução, as casas deveriam ter sido entregues em 2018 e 2019. Uma multa pelos atrasos está sendo cobrada judicialmente pelo MPMG.

Para o presidente da Fundação Renova, a situação decorre da complexidade do processo. Segundo ele, empreendimentos do padrão que está sendo construído levam entre cinco a sete anos para serem entregues. “O que foi feito foi um processo inédito com alta participação: escolha do terreno pela comunidade, seleção do projeto urbanístico. Houve mudanças no projeto depois de licenciado, teve a pandemia, então há uma complexidade enorme. Obra mesmo começamos em 2019. Antes foi preparação”, diz André de Freitas.

Ele lamentou os impactos da pandemia. “Parou a obra, voltou gradativamente. Devíamos ter 5 mil pessoas trabalhando lá no final do ano passado. Tínhamos 1,7 mil”. De acordo com a Fundação Renova, em Bento Rodrigues há 10 casas prontas e mais 87 em construção. Cerca de 65 devem estar concluídas ainda este ano. Os desenhos são feitos por arquitetos contratados pela entidade, e as decisões são tomadas juntamente com as vítimas.

“Para podermos começar a construir uma casa, são necessários o projeto executivo e a liberação do alvará. Há casos em que a família ainda está definindo o projeto. Todos os que já estão liberados a gente entrega até o final do ano que vem. Mas talvez fique um pequeno saldo, uma casa aqui, outra ali, que a gente continuará construindo”, acrescenta André.

Indenizações

Outro problema envolve as indenizações. Em julho do ano passado, a Ramboll, uma das consultorias externas independentes que assessoram a atuação do MPF, indicou que apenas 34% das famílias cadastradas em toda a bacia haviam recebido algum valor indenizatório. Esse cenário vem mudando desde que foi criado o novo sistema indenizatório simplificado, a partir de uma série de sentenças proferidas pelo juiz federal Mário de Paula Franco Júnior. As primeiras delas, em setembro do ano passado, beneficiaram os municípios de Naque (MG) e Baixo Guandu (ES). A partir de então, milhares de atingidos de outros municípios solicitaram adesão e foram atendidos.

“Estamos com quase 46 mil casos com termos aceitos no sistema simplificado. Considerando uma média de R$ 100 mil por pessoa, são cerca de R$ 4,5 bilhões. Nem todos foram pagos ainda. São termos aceitos, mas uma parte deles ainda precisa ser homologada. Cerca de 37 mil já foram pagos. É uma entrega maior do que a gente imaginava para este ano. O nível de adesão é um dos principais indicadores da atratividade do sistema. A média é de 93%”, diz o presidente da Fundação Renova.

Entre os indenizados estão trabalhadores informais, que até então não haviam sequer sido reconhecidos no processo de reparação, como revendedores de pescado, comerciantes, artesãos, agricultores, carroceiros, areeiros, ilheiros e lavadeiras. Eles devem receber quantias que variam entre R$ 71 mil e R$ 161,3 mil. São valores referentes a danos materiais e morais e lucros cessantes, isto é, os ganhos financeiros que o trabalhador deixou de obter. Também foram arbitrados valores entre R$ 17,4 mil e R$ 54 mil a moradores que pescavam ou plantavam para subsistência.

As sentenças fixaram ainda valores para hotéis, pousadas, bares e restaurantes informais, além de donos ou tripulantes de embarcações empregadas na pesca profissional. A Fundação Renova avalia que as decisões judiciais viabilizaram o progresso das indenizações, ao ampliar o leque de documentos que podem ser apresentados, e tornar mais simplificado o reconhecimento dos atingidos de difícil comprovação.

O MPF, no entanto, considera alguns valores baixos e vê irregularidades na implantação do sistema. Em uma ação civil pública foi denunciado o reconhecimento de comissões de atingidos ilegítimas. Também foi levantada suspeita de lide simulada, que ocorre quando o processo é aberto após acordo prévio entre advogados de ambas as partes. No entanto, em decisões preliminares, a Justiça manteve o sistema.

Percepções

Na primeira audiência pública, a moradora de Barra Longa, Cristiane Ribeiro Martins, endossou a denúncia do MPF. “É uma comissão que nunca existiu”, disse ela sobre a entidade que solicitou a inclusão do município no sistema simplificado. Entre os atingidos, há diferentes percepções sobre o sistema indenizatório simplificado. “A lama chegou a 400 metros da minha propriedade e eu não fui considerado atingido. Foi uma luz no fim do túnel de, quem sabe, receber alguma coisa”, disse Alexander da Costa Calderaro, produtor rural em Mariana.

Creusa Fernandes Almeida, moradora do distrito de Revés de Belém, em Bom Jesus do Galho (MG), vê uma pressão da Fundação Renova e também dos advogados particulares para que as pessoas façam a adesão. “Eu aderi porque era considerada um caso de difícil comprovação. E hoje vejo que não era de difícil comprovação. Não tive problema nenhum para entrar e rapidamente me pagaram”.

Uma das principais queixas diz respeito à exigência de assinatura do termo de quitação geral: por meio dele, o atingido concorda em não fazer novas reivindicações indenizatórias. Outra crítica é sobre a interrupção do pagamento do auxílio emergencial, concedido aos trabalhadores que perderam sua fonte de renda. O repasse, feito mensalmente, não se confunde com a indenização, mas é interrompido uma vez que o atingido adere ao sistema simplificado e recebe os valores.

“Por que dar quitação geral? Por que esse sistema tira do atingido o direito de ter seu auxílio emergencial, seu lucro cessante no final do ano? Por que o juiz e as novas comissões defendem isso e jogam esse problema pra frente? Daqui a pouco acaba o dinheiro e os problemas vão continuar, porque o peixe vai estar contaminado. A pesca sofreu um impacto que nós ainda não conseguimos medir”, diz o capixaba Rômulo Araújo.

O agricultor José Pavuna, de Tumiritinga (MG), não achou o sistema indenizatório atraente. “Eu irrigo cinco hectares. Tinha 4,5 mil pés de café. Perdi tudo. Toda minha vida vem desse pedacinho de terra. Eu não aderi. Minha perda é maior do que o valor que está lá”, contou.

Edição: Graça Adjuto

fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Pedreiras: Realizada mais uma Feira da Agricultura Familiar

Feira da Agricultura Familiar – Pedreiras/Foto: Sandro Vagner

Todos os meses a secretaria de agricultura de Pedreiras, realiza a Feira da Agricultura Familiar. Momento que são reunidos alguns agricultures e agricultoras, que tem a oportunidade de vender diretamente ao consumidor, um produto de qualidade e por um preço acessível. Além dos produtos bastante conhecidos, ainda tem de tudo um pouco; bolos, café, caldo, salada, e a populaçao não perde uma Feira.

Direfente das edições anteriores, a Feira foi realizada na manhã desta sexta-feira (05), na Praça Corrêa de Araújo. Segundo o secretário de agricultura, Elcinho Gírio, é para aproveitar o momento de maior circulação de pessoas no centro de Pedreiras, assim, também, como em todo início de mês a circulação do dinheiro aumenta, devido alguns benefícios.

Fotos: Sandro Vagner

Além das barracas padronizadas, durante a Feira da Agriculcutra Familiar, quem vai ao local ainda tem o privilégio de acompanhar música ao vivo, tem para todos os gostos e segmentos, hoje, por exemplo, foi a vez do forró e do pizeiro, modas que tomam conta da música no Brasil.

Ribamar Macêdo – Radialista e Animador/Foto: Sandro Vagner

Ribamar Macêdo, animador da Feira, alegra os vendedores e consumidores, vez em quando com suas “lorotas”, com quem ele conhece, um momento de descontração.

Elcinho Gírio – Secretário de Agricultura de Pedreiras/Foto: Sandro Vagner

A gente tem feito um trabalho de arado, acompanhamento na zona rural, dos nossos agrônomos, técnicos agrícolas, os produtores, esse é o resultado, o produtor é exposto em Praça pública. Nós temos os programas que são do governo federal e estadual, onde estamos senpre atentos, cadastrando Associações, fortalecendo ainda mais, para que eles possam está sempre produzindo e vendendo os produtos e melhorando a renda famiiar, isso é o que a gente quer.” Finalizou o secretário de agricutura do Município de Pedreiras, Elcinho Gírio.

Fotos: Sandro Vagner

Outro objetivo da feira, segundo Elcinho Gírio, é a parceria forte com os produtores do Município, na tentativa de desvincular a importação de produtos de outros estados, como por exemplo, da Bahia e do Ceará, deixando o produtor mais à vontade para produzir e vender diretamente no seu próprio domínio. Onde todos ganham.

Edição e Redação: Sandro Vagner

Revisão: Ruth Barrêto

Pedreiras: CEF e AEMM promovem aproximação de profissionais da Construção Civil com a instituição bancária

Foto: Reprodução

Aconteceu na noite desta quinta-feira (04), no Centro Educa Mais Olindina Freire, um encontro de engenheiros, arquitetos, técnicos, construtores, corretores e correspondentes da CAIXA, promovido pela AEMM – Associação dos Engenheiro do Médio Mearim.

Segundo os organizadores do evento, o objetivo foi estreitar o relacionamento entre os profissionais da Construção Civil e Caixa Econômica Federal de Pedreiras.

Reprodução

No encontro, foi promovida uma palestra/treinamento, para obtenção de financiamento imobiliário nas modalidades de aquisição de imóveis residenciais novos e usados e construção de edificações com recursos dos programas de financiamento da CAIXA.

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Os palestrantes, os gerentes da Caixa, Gildázio Carvalho e Wolfle Costa, e o representante da AEMM, o Engenheiro Joselito Oliveira, acreditam que esse encontro foi um passo importante, que a partir de agora a economia de Pedreiras e a região do Médio Mearim ganharão mais forças, com as propostas que foram apresentadas.

Joselito Oliveira (Engenheiro Civil), Wolfle Costa (Gerente da CEF) e Gildásio Carvalho (Gerente da CEF)/Foto: Divulgação

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Uma pautamuito debatida, foi sobre o inventivo à geração de empregos e o aquecimento do comércio regional.

São Luís: Operação de crédito de R$ 180 milhões no BRB vai financiar obras de infraestrutura no Maranhão

Simplício Araújo – Secretário de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão

Obras de infraestrutura que vão ajudar no dia a dia da população maranhense e em operações logísticas, devem ser financiadas por meio de uma operação de crédito disponibilizada via Banco Regional de Brasília (BRB). As tratativas iniciaram neste ano, após o secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, viabilizar a implantação do BRB no Maranhão e apresentar o projeto a diretora de Atacado e Governo do BRB, Eugenia Melo.

Ao todo, serão quatro obras em locais estratégicos do Maranhão, que contemplam vias e pontes. O projeto de lei para a operação de crédito no valor de R$ 180 milhões já foi encaminhado pelo governador Flávio Dino, para a aprovação da Assembleia Legislativa do Estado.

As obras contemplam uma ponte no município de Barreirinhas, sobre o Rio Preguiças, pavimentação da rodovia MA-211 entre os Municípios de Central do Maranhão e Bequimão, melhoria e pavimentação da rodovia MA-247 entre os municípios de São Luís Gonzaga e Trizidela do Vale e a execução de serviços de conservação na rodovia MA-006 entre os municípios de Grajaú e Formosa da Serra Negra.

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“São obras importantes, que serão prontamente atendidas por meio dessa operação de crédito. Obras essas que já tentávamos executar, como a rodovia entre os municípios de São Luís Gonzaga e Trizidela do Vale, e que somente agora, com essa operação junto ao BRB, conseguiremos executar. Teremos a geração de postos de trabalho e consequentemente, emprego e renda”, pontuou Simplício Araújo.

Consórcio Brasil Central

Todos os esforços e tratativas com o BRB ocorreram via Consórcio Brasil Central (BrC), em que o secretário Simplício Araújo é conselheiro e representa do Estado do Maranhão. Criado em 2015, o BRC visa aumentar a competitividade dos estados, por meio da cooperação técnica efetiva na formulação de políticas regionais, projetos, parcerias, captação de recursos e soluções de problemas. Os projetos do BrC são direcionados às áreas de desenvolvimento econômico sustentável, infraestrutura, logística, articulação institucional, ambiente de negócios e gestão pública.

 

Nesse viés, o BRB firmou parcerias significativas com estados e representantes do setor produtivo para sua expansão em pelo menos seis estados brasileiros, além do Distrito Federal: Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás e Maranhão.

fonte: ma.gov.br

Pedreiras: Vereadora Iaciaria Rios entrega Moção de Congratulações e Aplausos aos Professores Municipais e Estaduais

Iaciaria Rios (Vereadora), Ana Roberta e Gisele Leal/Fotos: Pablo

Durante a Sessão Ordinária na Câmara de Vereadores de Pedreiras, nesta quarta-feira (03), a vereadora Iaciaria Rios (Podemos), fez a entrega de duas Moções de Congratulações e Aplausos.

Os professores da Rede Municipal de Ensino foram contemplados com a Moção de Congratulações e Aplausos, a presidente do SINDSERPE, professora Ana Roberta, representou a categoria.

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Educadores da Rede Estadual de Ensino também foram agraciados com uma Moção de Congratulações e Aplausos, a presidente do SINPROESEMMA, a professora Gisele Leal, representou os professores no ato.

Ana Roberta – Presidente do SINDSERPE/Foto: Pablo

Ana Roberta agradeceu a vereadora Iaciaria Rios. Disse em seu discurso que a profissão do professor é uma das mais antigas do mundo, continua enfrentando dificuldades e desafios quanto ao seu valor, uma vez que o professor contribui com o desenvolvimento do aluno e da sociedade. Ana Roberta disse que o reconhecimento por parte da vereadora Iaciaria Rios, foi inédito, serviu como um grande estímulo a todos os professores do Município.

Gisele Leal – Presidente do SIMPROESEMMA e Professora/Foto: Pablo

Gisele Leal, que representou os professores da Rede Estadual, agradeceu a homenagem grandiosa que a categoria estava recebendo através da professora e vereadora Iaciaria Rios. Gisele lembrou a importância que os professores têm para o país e toda a sociedade. Assim como Ana Roberta, citou alguns nomes de educadores pedreirenses, dentre eles, a própria vereadora Iaciaria Rios, que muito contribuiu para a educação do Município, quando assumiu a direção geral do então Centro Educacional Olindina Nunes Freires, hoje, Centro Educa Mais Olindina Freire.

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Como sempre, gentil e atenciosa, a vereadora Iaciaria Rios ressaltou a importância do momento, e sabe o que os professores sentiram com esse reconhecimento.

Fotos: Pablo

“Como alguém que sempre esteve presente na área da educação, foi uma honra para mim estar entregando essas Moções de Congratulações e Aplausos para todos esses profissionais exemplares. Como disse uma vez o pensador Antônio Gomes Lacerda: ‘Educação não tem preço, mas sua falta tem custo’. Então, fico bastante contente em hoje ser capaz de prestar essa homenagem e reconhecimento para os educadores pedreirenses, que com sua competência, nunca deixarão esse custo recair sobre nossos jovens”. Disse a vereadora, Iaciaria Rios.

Pedreiras: Organizadores da I Semana Cultural Samuel Barrêto recebem Moção de Congratulações e Aplausos

Ernesto Barrêto, Valéria Leite, vereadora Katyane Leite, Sara Barrêto, Ester Barrêto, Ruth Barrêto e o cantor Josivan Pereira/Foto: Pablo

Na manhã desta quarta-feira (03), uma parte da Comissão Organizadora da “I Semana Cultural Samuel Barrêto”, recebeu das mãos da vereadora Katyane Leite (PTB), a Moção de Congratulações e Aplausos, em reconhecimento ao grande evento e pela organização que foi, já considerada por muitos como a maior movimentação cultural jamais vista em Pedreiras, realizada nos dias 06, 07 e 08 de outubro.

Uma solenidade simples, mas de grande valor e reconhecimento, para que esse incentivo seja mais um dos inúmeros, com a certeza que Samuel Barrêto jamais será esquecido. Seus trabalhos em prol da nossa Cultura vão continuar, o Poeta não Morre nunca.

Raira Barrêto, Sara Barrêto, Ruth Barrêto, vereadora Katyane Leite, vereadora e presidiente da Câmara, Marly Tavares, Ester Barrêto, Valéria Leite e Ernesto Barrêto/Foto: Pablo

Pra mim, foi um prazer imensurável. O Samuel Barrêto merece todas as honrarias, todas as homenagens pelo trabalho prestado no Município de Pedreiras, tanto na Cultura, quanto na educação e na arte. Era um Poeta exímio, eu mesma acompanhei desde a infância o trabalho do Samuel e vinha aprendendo com ele sempre, um exemplo de humildade, de um ser humano repleto de humildade. Fiquei muito feliz e emocionada quando a Lei que foi aprovada aqui na Câmara, foi uma satisfação imensa e nada mais justo do que essa Moção de Aplausos para a I Semana Cultural Samuel Barrêto, foi o saldo, a população de Pedreiras também gostaria de ouvir o resumo do que aconteceu nessa Semana, que foi de grande sucesso. Parabéns, a todos os organizadores, a família de Samuel Barrêto, pela iniciativa e de todos os amigos que apoiaram, enfim, viva, a cultura de Pedreiras!” Disse a vereadora, Katyane Leite.

Ruth Barrêto (Coordenadora de Marketing da I Semana Cultural Samuel Barrêto)/Foto: Pablo

Ruth Barrêto (sobrinha e afilhada de Samuel Barrêto), agradeceu a vereadora Katyane Leite e a todos os vereadores e vereadoras pela aprovação da homenagem.

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Rio: Filha de Flordelis que admitiu plano para matar pastor Anderson pede para ser julgada ‘o mais rápido possível’

Simone dos Santos Rodrigues, filha biológica da ex-deputada federal Flordelis dos Santos de Souza, fez um pedido à Justiça para ser julgada “o mais rápido possível” pelo envolvimento na morte do padrasto, o pastor Anderson do Carmo. No processo respondido por Simone, no qual a mãe também é ré, ainda não há data marcada para julgamento. No entanto, em outra ação, dois filhos de Flordelis e irmãos de Simone – Flávio dos Santos Rodrigues e Lucas Cezar dos Santos – serão julgados no próximo dia 23. Eles foram os primeiros a serem presos pelo crime, ocorrido em junho de 2019.

Na petição, a advogada Daniela Corrêa Grégio, argumenta que Simone “necessita ser julgada o mais rápido possível” em razão do seu estado de saúde. A defesa alega que a filha de Flordelis tem câncer e tumores no útero. A advogada pede ainda que Simone passe a responder a um processo separadamente, uma vez que não tem mais intenção de recorrer da sentença da juíza, que em maio deste ano determinou que os réus sejam levados a júri popular. Ainda na petição, Simone mais uma vez afirma ser mandante do crime.

No processo respondido por Simone e Flordelis, ainda não há data para julgamento porque a ex-deputada ainda está recorrendo da sentença determinando que ela seja levada a júri popular. Simone está presa desde 25 de agosto de 2019.

Flávio e Lucas foram presos dias após o crime e acusados de serem o executor e partícipe do assassinato, respectivamente. Segundo as investigações, Lucas ajudou na compra da arma do crime e Flávio foi o responsável por atirar no padrasto. Ambos foram indiciados pela Polícia Civil na primeira fase das investigações e viraram réus no primeiro processo do caso.  Em agosto do ano passado, a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo concluiu a segunda fase das investigações e indiciou pelo assassinato e outros crimes Flordelis, seis filhos e uma neta, dando origem a um segundo processo.

Nessa segunda investigação, Lucas e Flávio foram acusados de participação na fraude de uma carta que tinha o objetivo de atrapalhar a apuração do caso. Eles foram denunciados por organização criminosa e uso de documento falso. Por esses crimes, em maio, a juíza Nearis determinou que Flávio também seja julgado, mas entendeu que não havia provas suficientes contra Lucas.

Para facilitar o julgamento, a magistrada determinou que na sessão deste mês Flávio seja julgado pelo homicídio e também pelos outros dois crimes – uso de documento falso e organização criminosa. Já Lucas será julgado apenas pelo assassinato.

Advogada de Simone, Daniela Corrêa ainda solicita, na petição, que seja feita busca e apreensão de um laudo médico produzido dentro da cadeia após visita de um médico da Secretaria de Adminstração Penitenciária  a Simone no Instituto Penal Oscar Stevenson. O laudo foi feito após pedido da defesa para que Simone tenha assistência médica adequada na cadeia. A juíza ainda não decidiu sobre os pedidos feitos.- Só quero que minha cliente seja julgada logo por uma questão de saúde. Ela está definhando na cadeia. Nem assistência médica adequada minha cliente está tendo, mesmo com determinação judicial. Ela está doente. Se tem uma pessoa que tem que ter prioridade para ser julgada é ela – afirma a advogada.

Em janeiro deste ano, Simone admitiu pela primeira vez ter encomendado a morte de Anderson do Carmo. Em audiência na Justiça, ela afirmou ter dado dinheiro para que sua irmã, Marzy, matasse o pastor.  Ela alegou, no entanto, que não sabia se a irmã tinha dado prosseguimento ao plano e disse ter tomado tal atitude por desespero, uma vez que não aguentava mais as investidas sexuais por parte da vítima.

Posteriormente, em depoimento na Câmara dos Deputados, em processo de cassação do mandato da ex-deputada Flordelis, Simone voltou a admitir ter planejado a morte do pastor, mas acusou a vítima do assassinato também de tê-la violentado sexualmente e chegou a apontar que uma menor de idade também pode ter sido vítima do padrasto. Apesar das confissões de Simone, Flordelis ainda é acusada de ser mandante da morte do marido. As declarações da filha não foram suficientes para livrar a pastora das acusações. Flordelis está presa desde 13 de agosto deste ano, dois dias após ter perdido o mandato na Câmara dos Deputados.

Simone e Flávio são filhos biológicos apenas de Flordelis. Já Lucas foi adotado pela pastora e por Anderson do Carmo. Marzy é filha afetiva do casal.

fonte: oglobo.globo.com

Brasília: Com a promessa de plugar de vez a economia, 5G vai a leilão

Reprodução

Realidade em 65 países e 1.662 cidades, a telefonia móvel de quinta geração dará o seu primeiro grande passo no Brasil em uma concorrência marcada para o próximo dia 4. Às 10h, na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Brasília, os envelopes com as propostas das empresas habilitadas a concorrer em diferentes modalidades de operação e localidades começarão a ser abertos.

Além de grandes operadoras já atuando na telefonia brasileira, como Claro, TIM e Telefônica (Vivo), o leilão pode ter a participação de outras 12 empresas. A Algar e a Sercomtel, de médio porte, também já operam no país. As outras dez concorrentes estrearão no mercado: Brasil Digital Telecomunicações Ltda; Brisanet Serviços de Telecomunicações SA; Cloud2U Indústria e Comércio de Equipamentos Eletrônicos Ltda; Consórcio 5G Sul; Fly Link Ltda; Mega Net Provedor de Internet e Comércio de Informática Ltda; Neko Serviços de Comunicações, Entretenimento e Educação Ltda; NK 108 Empreendimentos e Participações SA; VDF Tecnologia da Informação Ltda; e Winity II telecom Ltda.

Mesmo tendo apresentado propostas, as competidoras que não cumprirem todas as exigências do Edital 1/2021 serão excluídas — e seus envelopes, devolvidos intactos.

A expectativa é de que o Tesouro Nacional arrecade R$ 3,06 bilhões, caso os lotes sejam leiloados na sua totalidade. Esses recursos, relativos às outorgas, terão um impacto direto nas finanças do governo, mas é possível que até R$ 49,7 bilhões sejam movimentados com a venda dos espaços de radiofrequência em 5G, sendo R$ 7,57 bilhões para atender à demanda de internet para rede de educação básica. Outros R$ 39,1 bilhões compõem o restante dos investimentos obrigatórios constantes do edital, incluindo uma rede exclusiva para a área governamental em Brasília.

A licitação, que será dirigida a radiofrequências nas faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz, com prazo de operação de 20 anos prorrogável por mais 10, teve como primeiro horizonte o mês de novembro do ano passado e só foi marcada em definitivo depois de correções no edital determinadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo a Anatel, “será a maior oferta de espectro da história da agência”. Mas a princípio só serão beneficiadas as capitais e as grandes cidades.

Podem participar do certame empresas constituídas segundo as leis brasileiras, com sede e administração no país, em que a maioria das cotas ou ações com direito a voto pertença a pessoas naturais residentes no Brasil, inclusive as que explorem serviço de telecomunicações, individualmente ou em consórcio. As estrangeiras estão autorizadas, desde que firmem compromisso de se adaptarem às características exigidas.

Entre as principais novidades da tecnologia 5G, estão a transmissão de altas taxas de dados e em baixa latência, ou seja, no menor espaço de tempo possível, com segurança e confiabilidade. Na ampla gama de possibilidades a serem exploradas, há aplicações eficientes para o desenvolvimento de serviços destinados a diversas atividades econômicas e pessoas físicas, como operação remota de máquinas, operação de máquinas por outras máquinas, procedimentos em telemedicina e transmissão de vídeos em alta resolução.

fonte: senado.leg.br

Brasília: Debate sobre causas do aumento da dívida pública fica para o dia 11

Estudo do Cedes avalia a transferência de resultados entre o Banco Central e o Tesouro Nacional

O Centro de Estudos e Debates Estratégicos (Cedes) da Câmara dos Deputados adiou para o próximo dia 11 a audiência sobre “A Teoria Monetária Moderna e a Dívida Pública”.

O debate será às 9 horas, em local a ser definido, e poderá ser acompanhado de forma virtual pelo e-Democracia.

A audiência faz parte dos trabalho do grupo de estudos do Cedes sobre a dívida pública brasileira, de autoria dos deputados Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) e Denis Bezerra (PSB-CE).

A audiência tem como metas:

  • atualizar os dados apresentados por estudo semelhante realizado pelo Cedes no ano de 2005, relatado, à época, pelo deputado Félix Mendonça;
  • identificar e apresentar os fatores condicionantes da evolução dos indicadores de endividamento público;
  • identificar e apresentar os fatores condicionantes da evolução do estoque das “operações compromissadas”; e
  • identificar as principais “Regras Fiscais” trazidas pela legislação e explicar porque não foram suficientes para se evitar o aumento do endividamento público brasileiro.

O estudo promovido pelo Cedes pretende compreender a sistemática de transferência de resultados entre o Banco Central do Brasil e o Tesouro Nacional, quantificar o fluxo de recursos entre tais entidades e o reflexo sobre a variação do endividamento público; compreender as mais recentes teorias associadas ao controle do endividamento público e à gestão da política monetária; e identificar os grandes detentores da dívida pública, além de analisar o papel do Congresso Nacional na fiscalização da dívida pública.

“Com a realização deste estudo, esperamos contribuir para a potencialização desse debate na agenda legislativa e, também, ter a oportunidade de ouvir autoridades do executivo, empresários, acadêmicos e especialistas envolvidos com a temática”, observam os deputados.

Debatedores
Foram convidados para a audiência:
– o  ex-presidente do Banco Central e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Affonso Celso Pastore;
– o economista e ex-presidente do BNDES, André Lara Resende; e
– o jornalista do jornal O Estado de S. Paulo e consultor de comunicação do Ibre/FGV, Fernando Dantas.

Fonte: camara.leg.br

Brasília: COP26: Brasil promete reduzir emissões de gases pela metade até 2030

A 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), em Glasgow, na Escócia, começa nesta segunda-feira (1º) e segue até 12 de novembro. O encontro reunirá mais de 190 países para discutir medidas mais enérgicas contra o aquecimento global. A abertura do Brasil na Cúpula do Clima será às 11 horas (horário de Brasília) com um discurso do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite.

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, anunciou ontem (1º) uma nova meta de redução de emissões de gases do efeito estufa. A informação foi divulgada durante a abertura da participação brasileira na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), em Glasgow, na Escócia.

“Apresentamos hoje uma nova meta climática, mais ambiciosa, passando de 43% para 50% até 2030; e de neutralidade de carbono até 2050, que será formalizada durante a COP26”, disse. Leite participou da abertura da cúpula por meio de transmissão simultânea, em evento realizado em Brasília, no edifício-sede da Confederação Nacional da Indústria.

Segundo o ministro, a conferência marca “uma transição do debate das promessas climáticas para a criação de empregos verdes”. Leite argumentou ainda que o Brasil tem atuado como articulador do debate.

“Realizamos encontros bilaterais prévios com mais de 60 países, atuando como país articulador, buscando o diálogo e pontos de convergência. Também conduzimos dezenas de reuniões técnicas, coletando subsídios que culminaram numa estratégia de negociação para defender o interesse nacional e posicionar o Brasil como país fundamental nessa nova agenda verde mundial”, disse.

Crescimento verde

Em discurso gravado para a conferência, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o “Brasil é uma potência verde” e argumentou que o país é solução para os problemas atuais.

“O Brasil é uma potência verde. Temos a maior biodiversidade do planeta, a maior e mais rica cobertura florestal e uma das maiores áreas oceânicas. No combate à mudança do clima, sempre fomos parte da solução, não do problema”, afirmou.

Bolsonaro ressaltou ainda que o Programa Nacional de Crescimento Verde, lançado na semana passada, “traz as preocupações ambientais para o centro da agenda econômica”. A iniciativa tem como objetivo aliar a redução das emissões de carbono, a conservação de florestas e o uso racional de recursos naturais com geração de emprego verde e crescimento econômico.

“Ao promover uma ‘economia verde’, o programa vai orientar as ações de proteção e conservação do meio ambiente por meio de incentivos econômicos, direcionando recursos e atraindo investimentos. Com isso, vamos favorecer ações e projetos de conservação da floresta, uso racional dos recursos naturais, redução de emissões de gases de efeito estufa e, principalmente, geração de “empregos verdes”, defendeu Bolsonaro.

Elogio

Por meio do Twitter, o enviado especial do Clima do governo dos Estados Unidos, John Kerry, cumprimentou o Brasil após o anúncio das novas metas climáticas.

“Saudamos os novos compromissos do Brasil para acabar com o desmatamento ilegal até 2028, alcançar uma redução significativa de 50% de gases de efeito estufa até 2030 e atingir zero líquido até 2050. Isso adiciona um impulso crucial ao movimento global para combater a #criseclimatica. Estamos ansiosos para trabalhar juntos!”, afirmou Kerry.

COP26

A 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas começou ontem e segue até 12 de novembro. O encontro vai reunir mais de 190 países para discutir medidas mais enérgicas contra o aquecimento global.

Edição: Paula Laboissière

fonte: agencianoticia.ebc.com.br