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Olimpíadas 2020: Passado no futebol e drama com a Covid: conheça Daniel Cargnin, bronze no judô na Olimpíada de Tóquio

BrasileiroDaniel Cargnin celebra conquista do bronze no judô Olimpíada de Tóquio Foto: FRANCK FIFE / AFP

O judoca Daniel Cargnin derrotou o israelense Baruch Shmailov e conquistou a segunda medalha para o Brasil na Olimpíada de Tóquio, neste domingo. Atual número 15 do ranking, o gaúcho de 23 anos é bronze na categoria masculina até 66kg. Na arena Budokan, templo do judô, o estreante garantiu a manutenção da tradição brasileira na modalidade.

Daniel é um dos judocas mais promissores da modalidade no país. Ele conheceu o judô aos seis anos por influência de um amigo que também praticava. Mas até a sua adolescência, o gaúcho natural de Porto Alegre e criado em Canoas ainda dividia atenções com o futebol — era lateral-direito das escolinhas do Grêmio. Ele escolheu focar no judô no clube Sogipa por influência de sua mãe, que segundo ele mesmo, “gostava mais de judô do que ele”. Aos 17 anos, deixou a casa dos pais para apostar na modalidade.

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No Brasil, é o principal nome do peso meio-leve, foi bicampeão pan-americano de judô (2019 e 2020) e vice-campeão dos Jogos Pan-Americanos de Lima (2019). Com as conquistas, ele se credenciou como titular absoluto da seleção na categoria.

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Mas às vésperas do embarque para Tóquio, o judoca viveu um drama. Daniel testou positivo para Covid-19 no final de maio deste ano, e não conseguiu embarcar para Budapeste, onde disputaria o Mundial de Judô. O torneio poderia lhe dar os pontos para ser um dos melhores classificados antes da decisão dos cruzamentos na Olimpíada.

— Eu não sentia cheiro de muitas coisas. Passava perfume no braço e não sentia nada. Resolvi fazer o teste, e deu positivo. Foi o único sintoma que tive. Antes da pandemia, eu seria o sexto cabeça de chave, mas não ir para o Mundial me atrapalhou. Paciência, a medalha vai ter de vir de qualquer jeito, sem escolher adversário — disse ele em entrevista à “Folha”.

Com o resultado, o judô brasileiro mantém a tradição de subir no pódio olímpico desde 1984. A modalidade é a que trouxe mais medalhas para o país na história: a de Cargnin é a 23ª.

Na primeira rodada, o brasileiro venceu o egípcio Mohamed Abdelmawgoud no golden score, com um ippon nos primeiros segundos. Nas oitavas de final passou por Denis Vieru, da Moldávia, também no golden score, com um waza-ari.

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Nas quartas, ele superou o número 1 do mundo, o italiano Manuel Lombardo, com um waza-ari faltando poucos segundos para o fim da luta. Nas semis, Cargnin levou ippon do japonês bicampeão mundial Hifum Abe, e ficou fora da final. Mas na disputa pelo bronze garantiu o pódio contra o adversário que enfrentou outras três vezes, e só venceu o último confronto antes dos Jogos Olímpicos.

fonte: oglobo.globo.com

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