O prefeito de Lima Campos, Jailson Fausto Alves, sancionou o projeto de lei que permite a antecipação de feriados municipais na cidade de Lima Campos. O decreto foi publicado nesta sexta-feira (29).
O texto foi enviado à Câmara na quarta (27) e aprovado pelos vereadores em votação realizada nesta sexta (29). O projeto foi aprovado por unanimidade entre os vereadores presentes.
O objetivo da proposta enviada pelo prefeito Jailson Fausto (PL) é aumentar o isolamento social por meio de um “feriadão” para a próxima semana.
Jailson afirmou que o feriado prolongado será desta segunda-feira (1º) até quarta-feira (3). Para isso, os feriados da padroeira da cidade – Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (27 de junho), de São Pedro (29 de junho) e Dia do Evangélico em Lima Campos (31 de outubro) serão antecipados para a próxima segunda, terça e quarta. “Sei que é um sacrifício que todos estamos fazendo, mas o fruto será o melhor possível para todos. Agradeço ao padre e aos pastores por estarem sempre juntos com a administração em prol do bem da nossa população. Com ajuda de Deus, vamos vencer” – destacou o prefeito, mostrando-se grato pela cidade inteira apoiar as medidas tomadas para o combate à disseminação do coronavírus no território limacampense.
O COMÉRCIO FICARÁ TOTALMENTE FECHADO!
APENAS FARMÁCIAS E POSTOS DE COMBUSTÍVEIS PODERÃO FUNCIONAR ESSES DIAS.
Por Jackson Borges – Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Lima Campos
O ex-ministro Sergio Moro durante coletiva de imprensa em que anunciou sua demissão do governo Bolsonaro Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro afirmou, em entrevista à revista “Crusoé” veiculada nesta sexta-feira, que o presidente Jair Bolsonaro não vetou dois pontos do projeto anticrime para proteger o filho, o senador Flávio Bolsonaro. Segundo o ex-juiz da Lava-Jato em Curitiba, as restrições à decretação de prisão preventiva e a acordos de colaboração premiada batem de frente com o discurso contra a corrupção e a impunidade adotados por Bolsonaro na campanha eleitoral.
“Me chamou a atenção um fato quando o projeto anticrime foi aprovado pelo Congresso. Infelizmente houve algumas alterações no texto que acho que não favorecem a atuação da Justiça criminal. Tirando a questão do juiz de garantias, houve restrições à decretação de prisão preventiva e também restrições a acordos de colaboração premiada. Propusemos vetos, e me chamou a atenção o presidente não ter acolhido essas propostas de veto, especialmente se levarmos em conta o discurso dele tão incisivo contra a corrupção e a impunidade. Limitar acordos e prisão preventiva bate de frente com esse discurso. Isso aconteceu em dezembro de 2019, mesmo mês em que foram feitas buscas relacionadas ao filho do presidente”, afirmou Moro à Crusoé.
Questionado sobre a suposta existência de uma “Abin paralela”, em referência à Agência Brasileira de Informação, ele disse que foram solicitados, no início do governo, “talvez” cinco policiais federais para atuar diretamente no Palácio do Planalto, sem ser externado o motivo. O pedido foi feito, segundo ele, informalmente, mas depois foi abortado.
“Isso nunca me foi colocado nesses detalhes. O que houve no começo do governo, no início de 2019, foram solicitações informais para que nós cedêssemos um número até significativo de policiais federais para atuar diretamente no Palácio do Planalto. Mas essa ideia, como foi revelado pelo falecido Gustavo Bebianno, foi abortada. Isso foi cortado. Isso não evoluiu.”
O ex-ministro diz ainda que o presidente é incoerente com o discurso de campanha ao fazer alianças com parlamentares do centrão, “que não se destacam exatamente pela imagem de probidade”. Segundo Moro, a aliança tem como barrar um pedido de impeachment no Congresso.
CONTINUA DEPOIS DOS COMERCIAIS
“No que se refere à agenda anticorrupção, de fortalecimento das instituições e aprimoramento da lei para tanto, sim, e já faz algum tempo. No que se refere às alianças políticas, o discurso do presidente era muito claro no sentido de que ele não faria alianças políticas com o Centrão e agora ele está fazendo. E a culpa por isso não pode ser posta em mim, dizendo: “Olha, foi preciso fazer aliança com o Centrão cpor causa da saída do Moro”. Não, isso precedeu a minha saída. Começou antes, pelo receio do presidente de sofrer um impeachment. A motivação principal da aliança é essa”, diz o ex-juiz.
Desde a última segunda-feira (25/05), entrou em vigor o Decreto Municipal 025/2020, permitindo a abertura do comércio e serviços de Pedreiras por meio período (das 12 às 18 horas), visando minimizar os impactos econômicos provocados pela pandemia da Covid-19, que afetou todo o mundo.
É uma medida que busca amenizar as perdas da classe empresarial, mas sem descuidar das medidas necessárias para evitar ainda mais casos de Coronavírus no município, o que requer os cuidados sanitários e a compreensão de todos: comerciantes, clientes e sociedade em geral.
Após várias denúncias de que comerciantes estavam burlando o decreto e abrindo também no horário da manhã, a Vigilância Sanitária, com o apoio da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Guarda Municipal, deflagrou ações de fiscalização para coibir tais práticas.
Na manhã desta quinta-feira (28), as equipes de fiscalização visitaram o centro comercial, constatando que de fato, alguns estavam abrindo o comércio de forma disfarçada e colocando os clientes para dentro, em horário de atendimento não permitido, sendo que os mesmos foram autuados e deverão prestar esclarecimentos posteriores aos agentes públicos.
Divulgação
“É uma das diversas ações que Pedreiras- incansavelmente luta no combate covid-19. Agradecemos a Polícia Militar, nossa Guarda Municipal, aos bombeiros que sempre também estão a disposição e as guerreiras da Vigilância Sanitária. Todos executado seu trabalho perante a sociedade com muita honra e trabalho”, ressalta o secretário Municipal de Administração, Josué Oliveira.
A ação foi de advertência e de informação, mas também já foi feita a interdição de estabelecimentos, e o trabalho continuará em todo o município, em várias outras fiscalizações que contará agora também com a participação do Procon.
George Floyd, de 46 anos, que trabalhava como segurança em um restaurante em Minneapolis, foi abordado por policiais que responderam a uma chamada de suspeita de uso de documentos falsificados na noite de 25 de maio.
Um vídeo de 10 minutos filmado por uma testemunha mostra Floyd suplicando e dizendo repetidamente “não consigo respirar” para um policial branco.
O incidente ocorreu no mesmo dia em que viralizaram as imagens de uma mulher branca em Nova York chamando a polícia dizendo estar sendo ameaçada por um homem negro após uma discussão trivial sobre o cachorro dela, que estava solto.
Mais de mil mortos a tiros pela polícia em 2019
A morte de Floyd chama atenção para estatísticas preocupantes sobre assassinatos cometidos por policiais nos Estados Unidos.
De acordo com um levantamento do jornal Washington Post, 1014 pessoas foram mortas a tiros por policiais no país em 2019, e estudos mostram que as principais vítimas foram americanos negros.
Um estudo da ONG Mapping Police Violence aponta que, nos EUA, negros têm quase três vezes mais chances de serem mortos pela polícia do que brancos.
A brutalidade policial inspirou reações como o movimento #BlackLivesMatter (Vidas negras Importam), surgido em 2013.funda. Celebridades como a cantora Beyonce e a estrela do basquete Lebron James endossaram publicamente as campanhas.
A seguir, veja algumas das muitas vítimas cujas mortes provocaram protestos contra a brutalidade policial.
Trayvon Martin, 26 de fevereiro de 2012
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Trayvon Martin, um estudante negro de 17 anos do ensino médio, foi morto a tiros por George Zimmerman em Sanford, Flórida.
Martin estava visitando parentes em um condomínio fechado quando foi confrontado por Zimmerman, um vigia voluntário atuando em um bairro hispânico.
Em 2013, um júri considerou Zimmerman inocente. A lei dos EUA permitiu que ele dissesse que atirou em Trayvon em legítima defesa, mas a família e os amigos do adolescente sempre insistiram que se tratava de assassinato.
O assassinato foi determinante para desencadear o movimento social Black Lives Matter.
Eric Garner, 17 de julho de 2014
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Eric Garner morreu por asfixia em Nova York, depois de ser preso por suspeita de vender ilegalmente cigarros soltos.
Imagens do episódio mostram Garner gritando repetidamente “não consigo respirar”, enquanto um policial branco, Daniel Pantaleo, é visto agarrando seu pescoço em uma chave de braço, enquanto eles lutavam no chão.
Um júri do Estado se recusou a apresentar queixa criminal contra Pantaleo, desencadeando protestos em várias cidades americanas.
Pantaleo foi demitido do Departamento de Polícia de Nova York cinco anos após o evento.
Michael Brown, 9 de agosto de 2014
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O movimento Black Lives Matter ganhou mais visibilidade internacional depois que Michael Brown, de 18 anos, foi morto a tiros após uma briga com o policial branco Darren Wilson.
O incidente em Ferguson, Missouri, provocou protestos violentos que terminaram em uma morte, várias pessoas feridas e centenas de prisões.
Outros protestos eclodiram em novembro daquele ano, depois que um júri decidiu não indiciar Wilson, que se demitiu da polícia.
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Walter Scott, 4 de abril de 2015
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Walter Scott, um homem negro de 50 anos, foi baleado três vezes nas costas enquanto fugia do policial Michael Slagger em North Charleston, Carolina do Sul.
O policial havia parado o carro de Scott por causa de uma luz quebrada. Na época, Scott era sujeito a um mandado de prisão por atraso no pagamento de pensão alimentícia.
Slagger foi condenado a 20 anos de prisão em 2017, enquanto a família de Scott conseguiu uma indenização de US$ 6,5 milhões das autoridades de North Charleston.
Freddie Gray, 12 de abril de 2015
Direito de imagemMURPHY, FALLON, MURPHY
Apenas uma semana após o tiroteio de Walter Scott, outro caso polêmico ocorreu em Baltimore, Maryland.
Fred Gray, de 25 anos, foi preso por porte de arma depois que policiais encontraram uma faca no bolso dele.
Um vídeo filmado por uma testemunha mostra Gray gritando enquanto é levado para uma van da polícia. Algumas horas depois, ele foi internado em um hospital com uma lesão medular grave.
Ele morreu uma semana depois e protestos violentos terminaram com pelo menos 20 policiais feridos.
Três dos seis policiais envolvidos em sua prisão foram considerados inocentes de sua morte e os outros três nunca foram julgados.
Sandra Bland, 13 de julho de 2015
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Sandra Bland, de 28 anos, foi detida pelo policial do Texas Brian Encinia por uma pequena infração de trânsito.
Ao ser abordada pelo policial, ela acendeu um cigarro e se recusou a apagá-lo. Bland foi presa e acusada de agredir um policial depois de protestar contra a operação.
Três dias depois, ela se matou na cadeia. Embora Bland não tenha sido morta por ação policial, sua morte provocou indignação em todo o país.
Seu caso popularizou o #SayHerName (Diga o nome dela), um movimento social para conscientizar as mulheres negras vítimas de brutalidade policial.
Bland também se tornou tema de um documentário exibido pela HBO em 2018.
Philando Castile, 6 de julho de 2016
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Philando Castile foi baleado pelo policial Jeronimo Yanez após uma blitz de trânsito em Falcon Heights, Minnesota.
As consequências do incidente foram transmitidas ao vivo pela namorada da vítima.
Embora o policial Yanez tenha sido acusado de homicídio em segundo grau e duas acusações de disparo de arma de fogo, ele foi absolvido por um júri menos de um ano depois.
Botham Jean, 6 de setembro de 2018
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Botham Jean, de 26 anos, foi morto em seu próprio apartamento pela policial Amber Guyger, que estava de folga.
A policial disse que havia entrado no apartamento do contador por engano pensando que era o dela. Ela atirou em Jean, que estava desarmado, acreditando que ele era um ladrão.
Um ano depois, Guyger foi condenada a 10 anos de prisão.
Atatiana Jefferson, 13 de outubro de 2019
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Atatiana Jefferson, de 28 anos, estudante de medicina, foi morta a tiros em seu próprio quarto em Forth Worth, Dallas, pelo policial Aaron Dean.
Dean fora enviado para o endereço dela após o alerta de um vizinho, dizendo que a porta da frente de Jefferson estava aberta — e atirou nela pela janela do quarto.
Ele foi acusado de assassinato, mas ainda não foi julgado.
Breonna Taylor, 13 de março de 2020
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Breonna Taylor, uma médica de emergência médica de 26 anos, foi baleada oito vezes quando policiais entraram em seu apartamento em Louisville, Kentucky, no dia 13 de março.
Eles estavam executando um mandado de busca como parte de uma investigação sobre drogas, mas nenhuma droga foi encontrada na propriedade.
A família de Taylor acredita que os policiais não estavam procurando por ela ou seu parceiro, mas por um suspeito não relacionado a eles que já estava sob custódia e não morava no complexo de apartamentos.
A polícia de Louisville disse que os policiais reagiram a tiros depois de um deles ter sido baleado.
O cantor e compositor pedreirense Paulo Pirata vai realizar a rifa de um carro, onde o evento será transmitido durante uma live em sua rede social, no Instagram (@pirattapaulo) às 21h, no próximo dia 20 de junho
Segundo Paulo Pirata, restam poucos pontos da rifa, que custa apenas 100 reais. O veículo é um Pálio – ano 2000.
Quem quiser participar e tentar a sorte é só entrar em contato pelo WhatsApp (98) 98144-4041.
Serão apenas 120 concorrentes.
Além do carro, você pode ser contemplado com a quantia de R$ 500,00 (quinhentos reais), sorteio extra.
De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado na noite desta quarta-feira (27) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), o Maranhão contabiliza 7.117 pessoas recuperadas da Covid-19. Destes, 59 são profissionais da saúde.
No Maranhão, 27.979 pessoas foram diagnosticadas com a doença em 210 dos 217 municípios do estado. Ainda de acordo com a SES, já foram contabilizados 887 óbitos em decorrência da doença.
O boletim informa que 18.570 pacientes estão em isolamento domiciliar; 941 estão em tratamento em enfermarias e 464 estão em leitos de UTI. Dos 2579 testes realizados nesta quarta-feira (27), 1834 atestaram positivo.
General Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Foto: Jorge William / Agência O Globo
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, afirmou nesta quinta-feira que uma intervenção militar “não resolve nada” e que no governo “ninguém está pensando nisso”. Segundo Heleno, apenas a imprensa pensa nessa possibilidade.
— Intervenção militar não resolve nada. Ninguém está pensando nisso. Não houve esse pensamento nem da parte do presidente, nem da parte de nenhum dos ministros. Isso só tem na cabeça da imprensa. A imprensa está contaminada com isso, não sei por que — disse Heleno a jornalistas, no Palácio da Alvorada.
De acordo com o ministro, os pedidos por uma intervenção das Forças Armadas, que ocorrem em protestos a favor do governo, são isolados e fazem parte do direito de livre manifestação.
— Manifestações absolutamente irresponsáveis. Podem falar o que quiser, podem prever um regime soviético no Brasil. Não tem nada a ver. A manifestação é livre, espontânea, permitida.
Em relação à nota que divulgou na semana passada, dizendo que uma apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro traria “consequências imprevisíveis”, Heleno disse ter feito uma nota “genérica”, sem citar o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). A nota foi publicada após Celso de Mello encaminhar ao procurador-geral da República, Augusto Aras, um pedido apresentado por parlamentares de oposição de apreensão do celular de Bolsonaro.
— Eu não citei o nome do ministro Celso de Mello, não citei o nome do procurador-geral. Fiz uma nota simplesmente genérica e houve uma distorção. Teve gente que colocou o nome do ministro Celso de Mello, como se eu tivesse dirigindo a nota a ele. Não dirigi a nota a ninguém.
Para o ministro, é um “absurdo” vincular a nota a uma possível intervenção militar:
— Uma nota completamente neutra, colocando o problema em si, sem citar nomes. Não falei em Forças Armadas, não falei em intervenção militar. Teve gente que disse que aquilo ali era um preâmbulo da intervenção militar. Virou moda. Isso é um absurdo, ninguém está pensando nisso, ninguém conversa sobre isso.
‘Equilíbrio entre os Poderes’
Augusto Heleno defendeu um “equilíbrio” entre os três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e disse que cada uma precisa ficar limitado à sua atribuição. Ele afirmou que a apreensão do celular de Bolsonaro não poderia nem ser cogitada.
— Tem que ver os dois lados. Vamos manter o equilíbrio entre os Poderes, limitar as atribuições dos respectivos Poderes, é isso que está se pleiteando. No momento que há uma manifestação, não sei de quem, de uma possibilidade de ser apreendido o celular do presidente da República, se nós ficarmos calados, eu principalmente, que sou o responsável pela segurança institucional, parece que eu estou concordando, e sou absolutamente contra isso. Não pode nem ser ventilado.
O ministro disse que “os dois lados” precisam de “harmonia” e “respeito”.
— “Ah, mas o presidente é um cidadão comum”. Sim, o presidente é um cidadão comum, tanto é que vários já tomaram impeachment. Mas qual a razão de apreender o celular do presidente Bolsonaro? Dê uma razão plausível disso aí? É preciso que as coisas sejam, para os dois lados, seja buscado o equilíbrio, o bom senso, a harmonia, o respeito.
Heleno não quis comentar se Bolsonaro fez críticas ao Judiciário na reunião ministerial realizada na quarta-feira, para discutir o inquérito do STF que investiga ataque à Corte. Dizendo que a reunião foi “secreta”, o ministro fez uma crítica velada à decisão de Celso de Mello de divulgar a reunião ministerial do dia 22 de abril.
— Problema da reunião. Chega de revelar reuniões secretas, reuniões reservadas, botar isso no ventilador. Outra coisa que está errada, totalmente errada.
O presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa no Palácio da Alvorada/Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (28) que a operação da Polícia Federal (PF) desencadeada ontem (27), autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), tem como objetivo censurar as mídias sociais e atingir quem o apoia. “Estão perseguindo gente que apoia o governo de graça. Querem tirar a mídia que eu tenho a meu favor sob o argumento mentiroso de fake news. Não teremos outro dia igual ontem, chega, chegamos no limite”, disse, em pronunciamento à imprensa ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta quinta-feira.
Os mandados de busca e apreensão cumprido ontem foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do chamado inquérito das fake news no STF. O inquérito têm por objetivo apurar a existência de esquemas de financiamento por empresários e divulgação em massa nas redes sociais de notícias falsas e ofensas contra autoridades da República.
De acordo com Bolsonaro, a equipe de governo trabalhou ontem o dia todo e, por volta da meia-noite, entrou com habeas corpus contra a operação. Para ele, as pessoas alvos dos mandados tiveram sua propriedade privada violada e sua honra atentada ao serem surpreendidas com a PF batendo em suas casas. “Nunca tive intenção de controlar a Polícia Federal, pelo menos isso serviu para mostrar ontem. Mas, obviamente, ordens absurdas não se cumprem. E nos temos que botar um limite nessas questões.”
Bolsonaro disse que está à disposição para conversar com os presidentes dos outros poderes e que respeita as instituições e criticou decisões monocráticas. “Ontem foi o último dia e eu peço a Deus que ilumine as poucas pessoas que ousam se julgar melhor e mais poderosas que os outros, que se coloquem no seu devido lugar, que nos respeitemos. Não podemos falar em democracia sem um Judiciário independente, um Legislativo independente para que possam tomar decisões, não monocraticamente, por vezes, mas as questões que interessam ao povo como um todo que tomem, mas de modo que seja ouvido o colegiado”, disse.
Para Bolsonaro, é preciso que as autoridades sejam humildes e corrijam o que, por ventura, fizeram de errado. “Eu já errei e me desculpei, os outros devem fazer a mesma cosia. Essa crise, que está aparecendo aí, não interessa para ninguém”, disse, pedindo que “não mergulhem o Brasil numa crise política” e usem “a sua caneta ou seu voto para o bem do nosso país”.
O presidente argumentou ainda que a operação de ontem foi um atentado às liberdades individuais e à liberdade de expressão. Segundo ele, as mídias sociais são complementares à mídia tradicional e o chamado “gabinete do ódio” é uma invenção em que algumas pessoas acreditam. “Essa mídia social me trouxe à Presidência, sem ela não estaria aqui. Não gastei nada, nunca tive nada de recurso para fazer campanha, foi o povo que me colocou aqui”, disse.
De acordo com o ministro Alexandre de Moraes, o chamado “gabinete do ódio” é apontado, nos depoimentos de parlamentares ouvidos no inquérito, como a associação criminosa “dedicada à disseminação de notícias falsas, ataques ofensivos a diversas pessoas, às autoridades e às Instituições, dentre elas o Supremo Tribunal Federal, com flagrante conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”.
Agentes de limpeza de Bernardo do Mearim/Foto: Secretaria de Saúde
As medidas que a prefeita de Bernardo do Mearim está tomando, Eudina Costa, vão desde à aquisição de medicamentos, teste rápido e proteção para os servidores da saúde e de outros setores do Município.
Para que a população tome consciência de tudo que a prefeitura está fazendo, um carro de som está todos os dias levando as informações e, ao mesmo tempo, solicitando, inclusive, o apoio aos agentes de limpeza que prestam um grande trabalho nesse momento de pandemia.
Em conversa com o Blog, a prefeita Eudina Costa destacou algumas ações que devem ter a contribuição de todos:
Eudina Costa – Prefeita de Bernardo do Mearim/Foto: Reprodução Facebook
“Evitar colocar entulhos de materiais de construção, evitar cortar árvores e organizar seus lixos domésticos, para facilitar o trabalho deles, que, afinal, também correm riscos de serem contaminados.” Disse a gestora.
Um vídeo feito pela equipe de saúde mostra os medicamentos e testes rápidos que foram adquiridos pela prefeitura de Bernardo do Mearim.
Reunião para decidir sobre novas medidas de combate à Covid-19/Foto: ASCOM
A Prefeitura de Lima Campos, está divulgando o endurecimento das medidas para reforçar o isolamento social na cidade, por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A cidade tem 231 casos confirmados da doença, com 8 mortos.
O plano de isolamento social intensivo começa hoje (28) e vai até 5 de junho. Nestes 7 dias, haverá ampliação da fiscalização das medidas dos decretos já publicados, e implantação de barreiras de restrição de circulação em locais com baixo índice de isolamento.
As informações foram divulgadas após intensas reuniões com várias categorias. Sempre com a participação do prefeito Jailson Fausto Alves, da secretária de saúde Lidiane Curvina, da secretária de Administração Lísia Wadna e do procurador do município dr. Jailson Silva. Na terça-feira (26), o encontro foi com representantes da Polícia Militar e da Guarda Municipal. Em seguida, aconteceu uma reunião com os representantes do comércio não essencial de Lima Campos. E ainda na tarde de terça, mais um encontro – desta feita com proprietários de negócios essenciais.
Reunião para decidir sobre novas medidas de combate à Covid-19/Foto: ASCOM
Ontem (27), foi a vez de conversar com os motoristas de transporte alternativo (vans e carros de linha) e, ainda, com representantes do Banco do Brasil, Bradesco e lotérica. Após dialogar com todos esses setores do nosso município, onde o prefeito expôs a todos a necessidade da tomada de medidas urgentes para achatar a curva de casos de Covid-19 na cidade, todos foram unânimes em se comprometer a colaborar com a administração a fim de assegurar a preservação da saúde e da vida e, em consenso, estabeleceu-se uma série de ações duras a serem implementadas em Lima Campos já a partir de hoje (28).
O prefeito Jailson anunciou ainda que encaminhou um projeto de lei para a Câmara Municipal para antecipar três feriados municipais, para começarem na próxima segunda-feira (1º de junho)
Reunião para decidir sobre novas medidas de combate à Covid-19/Foto: ASCOM
DETALHAMENTO DAS MEDIDAS
• INSTALAÇÃO DE BARREIRAS SANITÁRIAS NA ENTRADA E NA SAÍDA DA CIDADE.
• TODO COMÉRCIO NÃO ESSENCIAL ESTARÁ COMPLETAMENTE FECHADO, SOB PENA DE MULTA E CASSAÇÃO DO ALVARÁ.
• ESTÁ SUSPENSA A FEIRA LIVRE POR 7 DIAS.
• FICAM SUSPENSAS AS LINHAS DE TRANSPORTES ALTERNATIVO DE PASSAGEIROS COM SAÍDA OU CHEGADA AO MUNICÍPIO DE LIMA CAMPOS, NO PERÍODO DE 28 DE MAIO A 04 DE JUNHO DE 2020.
• PROIBIDA A VENDA DE BEBIDAS ALCOÓLICAS EM BARES, SUPERMERCADOS E DEPÓSITOS, BEM COMO SEU TRANSPORTE E CONSUMO EM ESPAÇOS PÚBLICOS E PRIVADOS, COM AGLOMERAÇÃO.
• É OBRIGATÓRIO O USO DE MÁSCARA.
• ESTÁ INSTITUÍDO O TOQUE DE RECOLHER NESSES 7 DIAS – SEMPRE A PARTIR DAS 9 DA NOITE ATÉ ÀS 5 DA MANHÃ DO DIA SEGUINTE. PORTANTO, PROIBIDA A CIRCULAÇÃO NAS RUAS DE PEDESTRES, MOTOCICLETAS E CARROS, NA CIDADE.
• PROIBIDA A CIRCULAÇÃO, EM QUALQUER HORÁRIO, DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES MENORES DE 16 ANOS.
• OS COMÉRCIOS ESSENCIAIS FUNCIONARÃO DE 8h ÀS 18h. E DEVERÃO TOMAR TODAS AS MEDIDAS DE SEGURANÇA COM OS FUNCIONÁRIOS E CLIENTES – DISPONIBILIZANDO ALCOOL EM GEL, E LIMITANDO O NÚMERO DE PESSOAS NO INTERIOR DO ESTABELECIMENTO.
INFORMAMOS QUE TODO CIDADÃO PODE COMUNICAR À POLÍCIA E À GUARDA MUNICIPAL QUALQUER DESOBEDIÊNCIA A ESSAS MEDIDAS
NÚMEROS DO NOVO CORONAVÍRUS
De acordo com o boletim epidemiológico mais recente da Secretaria de Saúde, a cidade tem 231 casos confirmados do novo coronavírus. A SEMUS DE LIMA CAMPOS possui uma CENTRAL DE ATENDIMENTO E ACOMPANHAMENTO que presta assistência médica diária a mais de 300 pacientes suspeitos e confirmados de Covid-19. O acompanhamento se dá por um profissional de saúde através de ligações de voz, chamadas de vídeo e mensagens de WhatsApp.
Por Jackson Borges – Assessoria de Comunicação de Lima Campos