Nesta segunda-feira (16), a Secretaria de Saúde do Maranhão (SES) divulgou novo boletim de monitoramento de casos suspeitos do novo coronavírus. De acordo com a SES, mais 7 casos foram descartados para COVID-19, enquanto 17 casos suspeitos estão sendo monitorados no Maranhão.
Os 17 casos suspeitos, estão em isolamento domiciliar e estão sendo acompanhados por equipes do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), os casos suspeitos no Maranhão estão divididos em 3 cidades, 15 casos em São Luís, 1 em Caxias e 1 em Imperatriz.
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Os casos descartados, que deram resultado negativo para o COVID-19, foi emitido por laboratório credenciado pelo Ministério da Saúde (MS). Os casos foram:
1. Mulher, de 43 anos, com histórico de viagem para Brasília
2. Homem, de 44 anos, contato com caso suspeito
3. Adolescente feminino, de 17 anos, contato com caso suspeito
4. Adolescente feminino, de 14 anos, contato com caso suspeito
5. Adolescente masculino, 13 anos, contato com caso suspeito
6. Homem, de 77 anos, contato com caso suspeito
7. Mulher, de 71 anos, contato com caso suspeito
Os caos suspeitos em monitoramento:
1. Homem, de 31 anos, com histórico de viagem para São Paulo
2. Mulher, de 34 anos, contato com caso suspeito
3. Homem, de 29 anos, com histórico de viagem para São Paulo
4. Mulher, de 31 anos, com histórico de viagem para Itália, Madri e Egito
5. Mulher, de 40 anos, com histórico de viagem para Itália, Madri e Egito
6. Homem, de 50 anos, contato com suspeito
7. Homem, de 36 anos, com histórico de viagem aos EUA
8. Mulher, de 35 anos, contato com caso confirmado em Fortaleza
9. Mulher, de 38 anos, procedente de Fulda (Alemanha)
10. Homem, de 19 anos, procedente de Del Leste Paraguay, com escala em São Paulo
11. Mulher, de 58 anos, contato com casos suspeito
12. Mulher, de 24 anos, histórico de viagem para França, Polônia, Varsóvia e Portugal
13. Homem, de 31 anos, histórico de viagem pra São Paulo
14. Mulher, de 32 anos, histórico de viagem para França, Holanda e Bélgica
15. Mulher, de 64 anos, contato com suspeito
16. Homem, de 34 anos, com histórico de viagem para Nova Iorque
17. Homem, de 21 anos, com histórico de viagem pela Europa
Com base na determinação do governador Flávio Dino, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), informou que as aulas nas escolas da rede pública estadual estão suspensas por um período de 15 dias. Além disso, o decreto se estende a todos os estabelecimentos de Educação no Maranhão, instituições públicas e privadas.
A medida integra um conjunto de esforços que estão sendo realizados como forma de conter a disseminação do novo coronavírus (Covid-19) no Maranhão.
A medida é válida para todas as unidades escolares ligadas à rede estadual, incluindo os Iemas. De acordo com a Seduc, a equipe de Gestão da Rede e Aprendizagem reajustará o calendário escolar, para que não haja prejuízos ao ano letivo dos estudantes.
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O Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Covid-19, instituído pelo governador Flávio Dino, acompanha a situação em todo o país e monitora rigorosamente o Maranhão, que até o momento não tem caso de coronavírus confirmado.
A decisão de Jair Bolsonaro de juntar-se a manifestantes que pediam o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal gerou uma reação coordenada por parte dos Poderes sob ataque.
A pedido do presidente do Supremo, Dias Toffoli, e do ministro Luiz Fux, os presidentes Rodrigo Maia (Câmara, DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (Senado, DEM-AP) receberam nesta segunda (16) o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, para discutir medidas acerca da pandemia do novo coronavírus.
No domingo (15), Bolsonaro surpreendeu ao surgir na praça dos Três Poderes e, descumprindo ordens sanitárias já que estava em isolamento por ter tido contato com infectados em sua viagem aos EUA, confraternizou-se com integrantes do ato. Ao longo do dia, fez postagens de apoio ao protesto.
Ele foi criticado por políticos e infectologistas, dado que neste momento a recomendação oficial é a de evitar aglomerações e contato físico, e só respondeu dizendo que poderia fazer o que bem entendesse, negando estar a atacar outros Poderes.
O ato deu um novo sentido à já aguda crise política, que residia centrada na disputa entre Executivo e Legislativo pelo manejo de R$ 30 bilhões do Orçamento.
Agora, o papel moderador que o Judiciário vinha exercendo, exceto nos episódios em que Bolsonaro foi admoestado pelo decano Celso de Mello, mudou.
No Palácio do Planalto, a informação recebida é de que não haverá mais a tolerância tácita que marcava a presidência Dias Toffoli, que buscava o papel de esteio institucional em tempos de extrema crispação entre os Poderes.
Toffoli transitava bem no governo por meio de sua ligação com o general Fernando Azevedo, ministro da Defesa e seu ex-assessor especial.
Crises foram mediadas e o ministro deu decisões polêmicas favorecendo, por exemplo, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), primogênito do presidente e investigado entre outras coisas por ligação com milicianos.
Os militares, que na tríade principal do governo têm Azevedo, Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Walter Braga Netto (Casa Civil), têm mantido silêncio sobre a escalada da crise.
Nesta segunda, os três generais que serviram juntos sob o comando de Azevedo se reuniram, mas oficialmente para falar sobre o temor do espaçamento da pandemia na fronteira entre Venezuela e Roraima.
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A presença de Fux no encontro desta segunda é indicação de continuidade, dado que pelo rodízio do STF o ministro assumirá o lugar de Toffoli. Também de unidade, dado que os dois togados não comungam exatamente das mesmas linhas de pensamento na corte.
Inicialmente, a ideia não é forçar mais o conflito —isso caberia a Bolsonaro, que mesmo nesta segunda voltou a falar de forma desafiadora a Maia, que até aqui foi o fiador do único grande sucesso legislativo do governo, a reforma da Previdência.
O presidente disse abertamente que estava sendo isolado, alvo de um golpe, de que há rumores de impeachment no ar. Nas redes sociais, seus filhos Eduardo (deputado por SP) e Carlos (vereador pelo PSC carioca) ativamente denunciaram uma suposta campanha contra seu pai.
Rodrigo Maia prefere seguir a linha propositiva, como fez ao convocar seus pares para aprovar quaisquer ações emergenciais em relação ao coronavírus.
Medidas econômicas terão ambiente para prosperar, desde que com o selo do Congresso —deixando o protagonismo desejado por Paulo Guedes (Economia) na lateral.
Maia não quer ser visto como um Eduardo Cunha, o então deputado emedebista que presidia a Câmara e patrocinou pautas-bombas fiscais contra Dilma Rousseff (PT) no ano que antecedeu o impeachment da presidente.
Por outro lado, deu seu recado na semana passada ao deixar passar um acréscimo de R$ 20 bilhões no Orçamento com o Benefício de Prestação Continuada, uma clássica pauta-bomba.
A crise sanitária tornou-se o palco da aceleração do isolamento de Bolsonaro, que crescentemente fala em tons messiânicos, supondo um apoio popular unânime a seu projeto que não é aferido em pesquisas de opinião.
Além do mau exemplo do domingo, Bolsonaro tem insistido em que o coronavírus não é tão perigoso quanto parece, ignorando aspectos epidemiológicos que não têm a ver com a taxa de letalidade do patógeno.
O presidente tentou interferir diretamente no trabalho de Mandetta, que foi deputado pelo DEM-MS. Na semana passada, ele ficou contrariado com a ida programada do ministro para São Paulo, onde se encontraria com o governador João Doria (PSDB) e seu time.
Para Bolsonaro, isso cacifaria o tucano, agora um rival aberto visando a disputa presidencial de 2022. Mandetta alegou que não poderia deixar de coordenar esforços com o estado mais populoso e que concentra o maior número de infectados pelo coronavírus. E viajou a São Paulo, sob protestos.
O governador, que chamou o presidente de ausente na crise e foi dos primeiros a criticá-lo pelo ato de domingo, não poupa elogios a Mandetta e ao Congresso, numa sinalização vista por aliados e adversários como a de posicionamento de batalha.
Nesta terça, um ex-aliado de Bolsonaro cooptado por Doria, o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), irá protocolar um pedido de impeachment do presidente. Ninguém levará muito a sério, mas o instrumento ficará à disposição de Maia, para análise eventual.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou há pouco que o governo pretende injetar até R$ 147,3 bilhões na economia nos próximos três meses para amenizar o impacto do coronavírus sobre a economia e o sistema de saúde. Segundo o ministro, a maior parte dos recursos vem de remanejamentos, de linhas de crédito e de antecipações de gastos, sem comprometer o espaço fiscal no Orçamento.
Conforme Guedes, até R$ 83,4 bilhões serão aplicados em ações para a população mais vulnerável, até R$ 59,4 bilhões para a manutenção de empregos e pelo menos R$ 4,5 bilhões para o combate direto à pandemia.
“Vamos cuidar dos mais idosos. Já anunciamos os R$ 23 bi para entrar em abril e mais R$ 23 bi para maio (sobre antecipação para aposentados e pensionistas do INSS) e antecipar abonos para junho (R$ 12 bi)”, diz Paulo Guedes ao falar das medidas para a população mais vulnerável.
O ministro definiu como prioritárias três das 19 propostas em tramitação no Congresso Nacional que constam de ofício enviado na semana passada aos presidentes da Câmara e do Senado. A primeira é a Proposta de Emenda à Constituição do Pacto Federativo, que descentraliza recursos da União para estados e municípios. A segunda é a aprovação do projeto de lei que autoriza a privatização de Eletrobras, que renderá R$ 16 bilhões ao governo neste ano.
A última proposta considerada prioritária por Guedes é o Plano de Equilíbrio Fiscal, programa de socorro a estados pouco endividados, mas com dificuldades financeiras por causa do comprometimento dos orçamentos locais com servidores.
O ministro citou ainda medidas que já entraram em vigor, como a liberação de R$ 135 bilhões nos compulsórios – parcela que os bancos são obrigados a depositar no Banco Central (BC) – e as decisões do Conselho Monetário Nacional (CMN) para apoiar a renegociação de dívidas das empresas e das famílias.
População vulnerável
Na semana passada, o governo tinha anunciado a antecipação da primeira parcela do décimo terceiro de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de agosto para abril e a redução do teto de juros, o aumento da margem e a extensão do prazo de pagamento do crédito consignado (com desconto na folha de pagamento). Agora, Guedes anunciou a antecipação da segunda parcela do décimo terceiro do INSS de dezembro para maio, num total de R$ 23 bilhões; a antecipação do abono salarial para junho (R$ 12,8 bilhões) e a transferência de valores não sacados do Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), num total de R$ 21,5 bilhões.
Parte do patrimônio de R$ 21,5 bilhões do PIS/Pasep, formada por valores não sacados por trabalhadores que já morreram, irá para uma reserva que financiará o saque por herdeiros. O restante será destinado a novos saques do FGTS, em moldes semelhantes ao saque imediato, realizado no ano passado.
O governo pretende ainda reforçar o Bolsa Família, com a destinação de até R$ 3,1 bilhões para incluir mais de 1 milhão de pessoas no programa. Os recursos virão de remanejamentos do Orçamento a serem discutidos com o Congresso.
Empregos
No pacote de manutenção dos empregos, o governo pretende permitir a isenção, por três meses, das contribuições dos empresários para o FGTS (R$ 30 bilhões) e da parte da União no Simples Nacional (R$ 22,2 bilhões). O dinheiro deixará de ser pago por 90 dias, mas o valor será ressarcido em prazo ainda não definido. No caso do FGTS, a equipe econômica informou que as contribuições em atraso poderão ser quitadas somente em 2021.
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Outra medida consiste na redução em 50% das contribuições para o Sistema S (que inclui o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai; Serviço Social do Comércio – Sesc; Serviço Social da Indústria- Sesi; e Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio- Senac) por três meses, num total de R$ 2,2 bilhões. O Programa de Geração de Renda (Proger), do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) reforçará o crédito a micro e pequenas empresas em R$ 5 bilhões. O governo também pretende simplificar as exigências para a contratação de crédito e a dispensa de Certidão Negativa de Débito na renegociação de crédito e facilitar o desembaraço (liberação na alfândega) de insumos e matérias primas industriais importadas antes do desembarque.
Combate à pandemia
Nas ações diretas de combate à pandemia de coronavírus, o governo pretende destinar R$ 4,5 bilhões do fundo do DPVAT para o Sistema Único de Saúde (SUS). O dinheiro se somará aos R$ 5 bilhões de emendas parlamentares remanejadas para o SUS, liberado por medida provisória assinada no fim da semana passada.
O governo também reduzirá a zero as alíquotas de importação para produtos de uso médico-hospitalar até o fim do ano, desonerar temporariamente de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens importados e bens produzidos internamente usados no combate ao Covid-19.
As medidas, explicou o Ministério da Economia, se somam à suspensão da prova de vida dos beneficiários do INSS por 120 dias, à preferência tarifária e à prioridade no desembaraço de produtos de uso médico-hospitalar.
Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro comentou em sua conta do Twitter sobre o anúncio feito pelo Ministério da Economia.
Segundo informações da coordenadora de enfermagem do Hospital Geral de Pedreiras, Cynthia Fabíola Cosse Braz Lima, o evento sobre o Coronavírus aconteceu na sala da Vigilância Epidemiologica, onde a enfermeira Markléia foi a responsável pelo treinamento aos profissionais de saúde.
Foi criado um Plano de Contingência, explicando as procedências caso algum paciente venha dar entrada como suspeito de ter contraído o vírus, até o mesmo ser encaminhado a uma sala de isolamento, que segundo a coordenadora, já está sendo providenciada no próprio hospital e maternidade de Pedreiras. Ao dar entrada, o paciente terá todo acompanhamento, inclusive com a coleta de material, logo no início com uma profissional que ficará de plantão.
Cynthia disse ainda que foi criado também um fluxograma com diversos números de contatos, caso alguém precise de alguma informação.
Esperamos que todos possam contribuir, principalmente, com o fator de higiene, que é muito importante. Todos já são conhecedores através da mídia, o que é preciso para evitar a proliferação da doença.
O reitor Natalino Salgado da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) anunciou em coletiva que a partir de terça-feira (17), as aulas estarão suspensas pelos próximos 30 dias em decorrência do coronavírus.
A UFMA possui vários campus e centros por todo os estado, mas setores administrativos devem continuar funcionando com o horário reduzido: das 8h às 14h ou das 14h às 20h.
Outra decisão é o afastamento dos servidores com mais de 60 anos, que são os mais vulneráveis a doença.
A decisão do reitor já é uma tendência de diversos órgãos públicos que seguem orientações do Ministério da Saúde com intuito de evitar a propagação do vírus no país.
No total já foram 200 casos confirmados no Brasil, mas no Maranhão não há confirmações de pessoas com o covid19.
Jorge Jesus: tristeza ao falar de amigo morto Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
O técnico Jorge Jesus se emocionou após a vitória do Flamengo por 2 a 1 sobre a Portuguesa. Mas não por causa da forma como o time alcançou o resultado (uma virada nos minutos finais). E sim por causa do novo coronavírus.
Ao comentar sobre a pandemia mundial, que fez o jogo ser realizado com portões fechados, o treinador português revelou já ter perdido um amigo. E chegou a ficar com a voz embargada. Mais tarde, em mensagem no Instagram, Jesus afirmou que se confundiu e que o amigo não morreu.
“Hoje foi um dia muito triste pra mim , obtive uma informação desencontrada sobre a morte de um amigo querido. Na verdade a informação correta é que ele está em estado grave no hospital. Lamento muito pelas vítimas dessa tragédia mundial e me solidarizo com as famílias das vítimas e peço a Deus pela cura dele e de todos que estejam atingidos por esta pandemia do Covid-19 Jesus admite equívoco e diz que amigo não morreu em Portugal por causa do coronavírus”.
O técnico foi mais claro ao mostrar qual é sua posição em relação aos jogos. Para ele, é preciso parar os campeonatos. Ele lembrou que seus jogadores foram expostos a um dirigente do clube que testou positivo (o vice de embaixadas Maurício Gomes de Mattos). Em seu depoimento, mostrou que o clima interno é de grande preocupação.
– Isso do coronavírus… Testa a equipe… Tem a preocupação com o que a gente pode ter, as nossas famílias… Tudo isso está sendo um problema muito grande dentro da estrutura do Flamengo – desabafou Jesus.
– É um vírus que aparece facilmente em todo lado. E isto mexeu com a equipe sentimentalmente. O fato de hoje não estarem aqui os torcedores também mexeu. Eu acho que isto vai ter que parar, né? Na próxima rodada, eu penso que não pode haver jogos do Estadual. A gente tem que defender os jogadores. Eles não são super homens. O Flamengo neste momento é uma equipe que está no risco. A gente teve contato com uma pessoa. Não sabemos o que pode acontecer. E, portanto, espero que este tenha sido o último jogo nesta situação, que é muito complicada para todos nós.
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Assim como o duelo entre Flamengo e Portuguesa, os outros jogos da rodada do Campeonato Carioca e do Paulista serão com portões fechados. O vazio da arquibancada incomodou Jesus.
– Foi tudo emocionalmente muito complicado. Eu nunca joguei sem torcedor. E espero que tenha sido o primeiro e o último jogo. É uma coisa afetiva, nós nos sentimos incomodados. Mas isto é uma prova de que não há futebol sem torcedor.
Cartórios de todo o país fizeram 37,3 mil comunicações de operações suspeitas de lavagem de dinheiro no primeiro mês de vigência da norma do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que incluiu as serventias extrajudiciais no combate à corrupção.
As informações foram repassadas à Unidade de Inteligência Financeira (UIF) do Banco Central, antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão responsável pelo rastreamento de atividades ilícitas.
Após receber as informações dos cartórios, a UIF elabora relatórios que são enviados ao Ministério Público caso seja confirmado que a compra de um imóvel ou a transferência de propriedade, por exemplo, não têm fundamento econômico ou foi paga em espécie.
As informações financeiras são usadas para investigar casos de corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e movimentações de organizações criminosas.
De acordo com a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg/BR), os cartórios já lideram o número de notificações suspeitas entre todos os setores monitorados, como bancos, joalherias e cooperativas de crédito. Em março, a previsão é de que o número total de notificações suspeitas passe de 70 mil. Os números ainda não foram divulgados oficialmente.
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No mês passado, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) incluiu os cartórios no sistema de combate à corrupção e definiu que os tabeliães são obrigados a informar todas as movimentações suspeitas de pessoas que comparecerem às serventias. Pelo Provimento nº 88, os cartórios devem monitorar as condições da movimentação de registro de imóveis, de empresas e identificar o beneficiário final da operação.
Em dezembro do ano passado, o plenário do Senado aprovou a Medida Provisória (MP) 893/19, que transferiu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia para o Banco Central (BC). A medida foi tomada após críticas à subordinação administrativa do órgão ao Poder Executivo.
Ana Roberta ao lado do deputado estadual do Rio Grande do Norte, Keops Idealizador do curso Lidera +
Professora e sindicalista, Ana Roberta (Vice-presidente do SINDSERPE) participou nos dias 06, 07 e 08 de março, da conclusão do curso de formação política para mulheres, realizado na cidade de Mairiporã – São Paulo.
O curso intitulado Lidera +, foi uma realização do Partido Solidariedade em parceria com a Fundação 1° de Maio, para mulheres de todo Brasil. O principal objetivo do curso Lidera + é o engajamento da mulher no cenário político do país, o curso teve a durabilidade de cinco meses, onde foram abordados vários temas,tais como: Formação Política, Primeiros Passos de uma Carreira Política, Construindo Candidaturas, Formação de Rede de Apoio,Comunicação Social e Pessoal,Mulheres na Política e outros assuntos pertinentes a política.
Cris Guerra – Palestrante, escritora, colunista, publicitária/Ana Roberta (Vice-presidente do SINDSERPE)/Ruth Mania – Advogada, professora e escritora
O encerramento do curso se deu pelo trabalho de um TCC, onde foram apresentado pelas participantes. A entrega do certificado com a carga horária de 72 horas foi entregue pela Presidente da Fundação 1° de Maio, Samatha Costa.
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Ana Roberta se sente lisonjeada em ter sido selecionada para a capacitação, e define o curso Lidera + como algo ímpar em sua vida. O curso só veio enriquecer meu aprendizagem e das demais mulheres q participaram do curso.
Os monitores do curso, Sandoval e Paulo Pequeno. O Paulo é secretário da pessoa com deficiência do Partido Solidariedade
Foi a realização de um sonho, onde a mesma pode representar a sua cidade natal, a cidade de Pedreiras no Maranhão, diz como foi árduo ter que sair do seio de sua família para vislumbrar em outro estado que é possível fazer política de forma justa e igualitária. “Me sinto cada vez mais fortalecida , compromissada e preparada para disputar uma vaga no legislativo Pedreirense nas eleições de 2020″. Encerrou sua fala como uma mulher vencedora e muito orgulhosa pelo curso que participou. “Gratidão a Deus pelo dom da vida, ao meu esposo Emanoel pelo incentivo,aos meus filhos Ramon e Juan, são eles que me impulsiona a buscar sempre o melhor para os menos favorecidos, minha sábia mãezinha pelo exemplo repassado aos seus filhos, aos meus irmãos, sobrinhos pela força repassada para que eu siga com meus objetivos. Ao Presidente Estadual do Solidariedade Simplício Araújo e a todos que direta ou indiretamente contribuíram para meu curso ter sido um sucesso. Gratidão é a palavra que me define“. Finalizou, Ana Roberta.
O juiz Bruno Savino, da 3ª Vara da Justiça Federal em Juiz de Fora, determinou nesta sexta-feira (13) a transferência de Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada contra o então candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, em 2018, para o Hospital Psiquiátrico de Custódia Jorge Vaz, em Barbacena, também em Minas Gerais. Adélio Bispo atacou Bolsonaro em uma caminhada pelas ruas do município mineiro durante a campanha eleitoral.
A decisão de Salvino cumpre determinação de outro magistrado. No início deste mês, o juiz Dalton Conrado, da Justiça Federal do Mato Grosso do Sul, decidiu que Adélio não pode continuar preso na Penitenciária Federal de Campo Grande. O magistrado entendeu que caberia à Justiça de Minas Gerais, onde o crime ocorreu, decidir para onde o agressor será levado.
Para o juiz, Adélio Bispo deve ficar em “local adequado” para tratamento psiquiátrico. “Adélio deverá ser internado em local apropriado ao cumprimento da medida de segurança, com estrutura, equipe técnica e medicamentos necessários ao tratamento da sua enfermidade mental”, decidiu Conrado.
O pedido de transferência foi feito pela Defensoria Pública da União (DPU) e teve parecer favorável do Ministério Público Federal (MPF).
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Conforme denúncia feita pelo MPF e aceita pela Justiça, o acusado colocou em risco o regime democrático ao tentar interferir no resultado das eleições por meio do assassinato de um dos concorrentes na disputa presidencial.
A defesa de Adélio afirma que ele agiu sozinho e que o ataque foi apenas “fruto de uma mente atormentada e possivelmente desequilibrada”.