A notícia foi repassada pelo próprio José Gutemberg, “Chico Corinto” via WhatsApp. Ele sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral), sexta-feira (2). O apresentador, titular do programa “Na Mira da TV” que vai ao ar na TV Record, canal 7, em Trizidela do Vale, foi levado para Teresina onde recebeu o diagnóstico da doença, ficando internado na capital piauiense, até ontem (5).
Chico Corinto está com dificuldade para escrever, mas gravou um áudio, apesar de suas limitações, para informar aos leitores do Blog, aos telespectadores do Programa “Na Mira da TV”, e aos amigos, que já está em casa se recuperando. As recomendações médicas terão que ser rigorosamente seguidas para uma recuperação rápida.
José Gutemberg, “Chico Corinto” é um dos ícones da comunicação pedreirense. Antes de ser apresentador de TV, Chico Corinto foi locutor da extinta Rádio Cultura de Pedreiras, emissora que serviu como base para a maioria dos locutores e apresentadores de Pedreiras.
Chico Corinto/Foto: Arquivo pessoal
Fica nossa torcida para que o velho Chico Corinto se recupere o mais breve possível, para voltar a comandar seu programa de grande audiência.
O que é AVC?
O acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada. O AVC também é chamado de Acidente Vascular Encefálico (AVE).
Sintomas de AVC
Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo
Alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo
Perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos
Alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem
Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente
Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos. (Fonte: minhavida.com.br).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma o julgamento entre terça-feira (6/6) e quinta-feira (8/6), a validade da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições de 2014, e seu veredicto pode levar à anulação do mandato do presidente Michel Temer. No ano passado, Temer, até então vice-presidente, substituiu Dilma Rousseff, destituída pelo Congresso por manipulação de contas públicas nas chamadas “pedaladas fiscais”, e deveria completar seu mandato até dezembro de 2018.
O TSE, composto por sete juízes, vai examinar denúncias de “abuso de poder econômico e político” na campanha de 2014, no âmbito da Investigação Judicial Eleitoral (Aije) 194358, apresentada pelo PSDB e pela coligação “Muda Brasil” (PSDB/DEM/SD/PTB/PMN/PTC/PEN/PTdoB/PTN).
Estão previstas quatro sessões: na terça-feira (6/6), a partir das 19h, na quarta (7/6) às 09h e na quinta-feira (8/6) às 9h e às 19h. Em tese, pode haver menos sessões se as deliberações acabarem antes; o TSE também poderia acrescentar sessões se as exposições se prolongarem, e as sessões poderiam ser suspensas por pedidos de vista de qualquer um dos sete magistrados.
Ordem do dia
Na primeira sessão, o relator Herman Benjamin lerá seu relatório; os advogados de defesa (tanto de Dilma quanto de Temer) poderiam questionar previamente a competência do tribunal ou pedir a retirada de certas provas. Neste caso, os magistrados deverão se pronunciar antes de Benjamin proceder à leitura do informe; ele resumirá as gestões, as alegações e as provas obtidas durante a investigação.
O TSE ouvirá, em seguida, as alegações da acusação e da defesa, assim como do Ministério Público com no máximo 20 minutos para cada uma. Em seguida, Benjamin anunciará seu voto. Segundo a imprensa, ele vai pedir a cassação da chapa. Os demais juízes votarão em seguida. O último a dar seu voto será o presidente do TSE, Gilmar Mendes.
Todos os magistrados podem modificar seu voto até o final do julgamento, e por isso nenhuma maioria é definitiva até que o caso seja dado por encerrado. As vistas não têm prazo, a menos que o próprio solicitante o anuncie. Segundo fontes judiciárias, cada vista pode durar até dez dias, prorrogáveis por mais dez. Desta forma, o processo pode terminar no mesmo mês ou se arrastar até agosto, segundo avaliações. De 1º a 31 de julho há recesso do judiciário. O presidente do TSE pode adiá-lo ou interrompê-lo, em caso de urgência.
A sentença
O TSE pode decidir:
– devolver o caso à fase de verificação de provas;
– desestimar as acusações e arquivar o processo;
– rejeitar as acusações parcialmente: por exemplo, decidir que a culpada de tudo é Dilma Rousseff, mas que Temer (que era seu candidato a vice) não sabia de nada. Neste caso, Dilma perderia seus direitos políticos por oito anos e Temer continuaria na Presidência;
– aceitar a denúncia em sua totalidade: neste caso, anularia a chapa de 2014 e o mandato de Temer.
Se isto ocorrer, o TSE decidirá se Temer será afastado do cargo imediatamente ou se poderá continuar na Presidência até esgotar todos os recursos disponíveis no próprio TSE e no Supremo Tribunal Federal (STF).
A Constituição prevê que em caso de vacância de poder, o Congresso elegerá em um prazo de 30 dias uma figura pública para completar o mandato em curso, até dezembro de 2018.
Alguns juristas invocam uma emenda de 2015 da lei eleitoral, que abriria a via à realização de eleições diretas. Outros chegam à mesma conclusão, alegando que a vacância de poder ocorreria com a cassação da chapa de 2014, o que invalidaria o pleito.
Júri popular no fórum de Pedreiras/Foto: Sandro Vagner
O júri é presidido pela juíza Larissa Tupinambá. O ministério público é representado pelo promotor de justiça Xilon de Souza Júnior. Atua na defesa do réu, Dr. José Wakterbi Nunes Silva, que tem como assessor Alisson Araújo.
Antônio José da Silva é acusado de matar a companheira Aidinê Ferreira da Conceição Barbosa, com 10 facadas.
Defesa e acusado/Foto: Sandro Vagner
O crime aconteceu no dia 05 de junho de 2016, na Rua Luiz Rodrigues, no bairro do Engenho, em Pedreiras.
Não existe previsão para o anúncio da acusação ou absolvição do réu.
Jobson, ex-jogador do Botafogo, responde a um processo por suspeita de estupro de vulnerável (Foto: Bruno de Lima/Agencia o Dia)
O ex-jogador do Botafogo Jobson Leandro Pereira de Oliveira voltou para a prisão após uma determinação judicial. Ele está na cadeia pública de Colméia, a 206 km de Palmas. Jobson já tinha sido preso no dia 23 de junho do ano passado por suspeita de estupro de vulnerável, mas foi solto em setembro do mesmo ano, mediante o pagamento de uma fiança no valor de R$ 22 mil e o cumprimento de algumas medidas, como não manter contato com as vítimas e não frequentar bares e boates.
A Comarca de Colméia informou que a prisão foi realizada na tarde desta segunda-feira (5), após participar de uma audiência. O motivo ainda não foi informado. O G1 falou com o advogado do ex-jogador, o qual informou que vai se posicionar em outro momento.
Jobson é suspeito de estuprar quatro adolescentes. O processo foi instaurado no Pará em 2016, mas enviado para o Tocantins. A Justiça paraense alegou que não poderia julgar o caso já que a chácara onde ocorreram os crimes mais graves (estupro de vulnerável) está localizada em Couto de Magalhães, município tocantinense.
A decisão judicial que concedeu a liberdade provisória estabelecia que o ex-jogador teria que cumprir algumas medidas cautelares, como o pagamento de uma fiança de 25 salários mínimos, não beber e usar quaisquer drogas, nem frequentar bares ou boates; não se ausentar da comarca onde mora sem autorização do juiz e comunicação do local onde possa ser encontrado; estar em casa entre as 19h e às 6h e nos domingos e feriados integralmente.
Ele deveria também atender aos chamados judiciais quando fosse intimado e estava proibido de manter contato com qualquer uma das vítimas. Se alguma das condições fosse descumprida, Jobson voltaria a prisão.
Na última sexta-feira (2), Jobson se envolveu em um acidente na TO-080, entre Marianópolis e Divinópolis, na região oeste do Tocantins. O acidente deixou uma pessoa morta e outras quatro feridas, incluindo o atleta.
Depois da batida, ele foi levado para um hospital, onde recebeu os primeiros socorros no setor de acolhimento. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, ele evadiu do local sem ser avaliado por um médico.
Crime
O ex-jogador foi preso em junho do ano passado por cumprimento de mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça de Conceição do Araguaia. O caso começou a ser investigado quando uma das adolescentes, que diz ter sido abusada pelo jogador, procurou a polícia depois que uma foto dela foi parar em um grupo de troca de mensagens na internet. Jobson nega todas as acusações.
Ainda segundo a vítima, o jogador teria aliciado a menor em Conceição do Araguaia junto com outras três adolescentes e teria levado as jovens para a chácara de sua propriedade, localizada na cidade de Couto de Magalhães, oeste do Tocantins. Lá, as vítimas teriam sido embriagadas e entorpecidas para, em seguida, serem abusadas sexualmente.
Jobson é acusado dos crimes estupro de vulnerável, ameaça, disponibilização de fotografia pornográfica de adolescente na internet e oferecimento de bebida alcoólica a adolescente.
Polêmicas
Jobson está suspenso pela Fifa de realizar qualquer atividade relacionada ao futebol até 31 de março de 2018. Ele foi acusado pelo clube Al Ittihad, da Arábia Saudita, de se recusar a fazer exame antidoping. Posteriormente, a Fifa deu validade mundial à pena que, de início, foi imposta pela Federação Saudita de Futebol.
A suspensão aconteceu em abril de 2015. Em março, o atleta teve o seu recurso rejeitado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês). Também em março, o atacante foi proibido de atuar em competições amadoras da sua cidade natal.
Mailton Pereira Pacheco (no meio), Heverton Soares de Oliveira e Marcos José de Sousa. / Foto: Divulgação.
Segundo informações da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA), por volta da 0h30 desta segunda, uma guarnição da Polícia Militar de Monção foi informada de que assaltantes de banco estavam em uma caminhonete na cidade de Bela Vista do Maranhão.
A polícia foi ao local e encontrou o PM e mais duas pessoas, cada um em um veículo. Sendo que o policial militar estava portando uma pistola sem registro, e dentro dos veículos apreendidos foi encontrada uma grande quantidade de armas de fogo.
Arsenal apreendido com detidos. / Foto: Divulgação.
Material apreendido: quatro fuzis AR/M4 5.56; 2 pistola 9mm; uma submetralhadora UZI israelense, uma pistola .380, um revólver calibre 38; uma pistola marca Taurus pt 24/7; três carregadores de pistola 24/7; 43 munições cal. 40 hollypoint; rádio comunicador tipo ht; um veículo Fox de placa DJG-9865; uma Toyota Hilux prata, de placa OIS-1313; e uma Toyota Hilux branca, de placa ODT-8104.
Ainda de acordo como a SSP-MA, durante a ação policial os três detidos deram informações desencontradas. Hora eles afirmavam que estavam juntos, hora afirmavam que não se conheciam. Além, disso, o policial militar Mailton Pereira resistiu à ordem de revista, sendo necessário utilizar a força para contê-lo.
Mailton Pereira Pacheco, Heverton Soares de Oliveira e Marcos José de Sousa foram apresentados na Delegacia Regional de Santa Inês.
Segundo a SSP-MA, a polícia recebeu informações de que havia mais pessoas envolvidas no caso, fato que está sendo investigado pela Polícia Civil.
Prédio do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), projetado por Oscar Niemeyer, em Brasília
Está marcado para esta terça-feira (6) o início do julgamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que pode tirar Michel Temer (PMDB) do cargo e levar o Brasil a ter um terceiro presidente em pouco mais de um ano.
O tribunal decidirá se houve abuso de poder econômico da chapa que elegeu Dilma e Temer em 2014, resultado de quatro ações protocoladas pelo PSDB, derrotado na disputa. A primeira ação foi iniciada ainda outubro daquele ano.
A posição da corte ganhou atenções após a eclosão de um novo escândalo político, centrado no presidente. Temer foi gravado por Joesley Batista, dono da JBS, em um encontro fora da agenda, à noite, no Palácio do Jaburu. A conversa faz parte do acordo de delação premiada negociado pelos executivos da JBS com o Ministério Público.
Apesar do escândalo, Temer descartou renunciar. Se quiserem, me derrubem”, disse à Folha, em entrevista de 22 de maio.
Segundo relatório, São Luís aparece no ranking das 30 cidades mais violentas. A capital ficou na 23ª posição com 758 homicídios e 36 mortes violentas com causa indeterminada. A população ludovicense supera 1 milhão de pessoas.
O município de São José de Ribamar possui um Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 0,708. A taxa de ocupação (pessoas economicamente ativas) é de pouco mais de 18 mil para uma cidade que passa dos 174 mil habitantes. O índice de pobreza é de 53,28%, de acordo com o censo de 2015. A cidade tem 1.601 professores que são distribuídos entre a pré-escola, ensinos médio e fundamental. O número de alunos nestas três etapas são 33.244 mil e os prédios que servem de escola são 248.
O ensino médio tem os menores números. São 248 professores para 3.768 mil alunos, que se concentram em 11 escolas. A população alfabetizada supera os 136 mil. A renda média por pessoa varia entre R$ 255 e R$ 320, considerando as diferenças entre moradores da zona rural e urbana.
São José de Ribamar é uma das cidades turísticas do estado e é reconhecida também por ter o santuário do padroeiro do Maranhão, que dá nome ao município. Entretanto tem problemas sérios com a infraestrutura, por exemplo. Nos últimos meses, uma série de manifestações foram realizadas em diversos bairros pelos mesmo motivo. Segurança, saúde e educação também já foram alvos de manifestações que bloquaram ruas e precisaram da presença policial.
SEGURANÇA
O batalhão da Polícia Militar responsável pela cidade é o 13º, comandado pelo tenente-coronel Alexandre Francisco. Contudo não só São José de Ribamar é missão do batalhão, mas também Paço do Lumiar e Raposa, que compõe a Região Metropolitana da capital. Na 1ª companhia de São José de Ribamar, são cerca de 66 policiais, na 2ª companhia em Paço do Lumiar são 52 policiais e na 3ª companhia da Raposa são 46 policiais.
Recentemente, em divulgação oficial, a Polícia Militar informou que as ações do 13º BPM, em Ribamar, foram intensificadas nas Vilas Campina, J. Câmara, Moropóia, Roseana Sarney, Vila São Raimundo e Vieira.
“Homens dos grupos Garra e Tático Móvel realizam diariamente rondas em toda a região. É mais uma ação presença da Polícia Militar. Com o policiamento de motocicletas nossas equipes tem mais mobilidade e podem agir com mais rapidez. Além da área urbana, o patrulhamento é voltado também para atender os locais mais afastados na zona rural”, disse ao site da própria PM o tenente-coronel Alexandre Francisco.
Nessas ações, as apreensões de arma branca são a maioria, contudo armas de fogo também são encontradas. Esses objetos são utilizados em diversos crimes, entre os quais homicídios.
São José de Ribamar também tem praias que atraem turistas, mas a presença de criminosos, inclusive com invasão de residências, tem registros toda semana. As principais praias do município são Panaquatira, Boa Vista e Juçatuba.
Um grupo de amigos estava numa casa no residencial Ponta Verde, em Panaquatira, passando o fim de semana. Assim como esta residência, várias outras são locadas por temporada. Os criminosos perceberam a movimentação e invadiram o local para roubar as pessoas. O policial militar Max Müller Rodrigues de Carvalho estava no local e tentou evitar o assalto, na troca de tiros, o PM e outros quatro morreram no local, entre eles um dos assaltantes.
Maria Pereira Almeida “Dona Maroca”/Foto: Arquivo da família
Casada com o senhor Sibá, que há muito tempo comandou a Banda Fênix, Maria Pereira Almeida, ou simplesmente “Maroca”, 89 anos, disse adeus, ontem (04). Segundo informações do filho Ary Almeida, (conselheiro tutelar) Dona Maroca sofreu um Aneurisma da Aorta Abdominal, (uma saliência ou inchaço na parte da aorta que passa pelo abdômen) ela chegou a ser levada para o hospital de Peritoró, mas não resistiu.
Sibá, Ary Almeida e Dona Maroca/Foto: Facebook da família
Hoje (05) no velório que está acontecendo na residência da família, na Rua Raimundo Araújo, 217, bairro Goiabal. O esposo, Sibá, com sua voz embargada dizia apenas que Dona Maroca tinha feito uma viagem. Acabara de cumprir seus serviços, e o Dono a teria chamado de volta para casa. Ela estava apenas emprestada por uns tempo.
Amigos estiveram presentes para a última despedida, dentre eles o vizinho e amigo de longas datas o Ex-prefeito e Ex-deputado Estadual Raimundo Louro, que levou as condolências em nome da família, e do Deputado Estadual Vinícius Louro.
Uma missa de corpo presente será celebrada logo mais às 15h, no Centro Comunitário Santa Terezinha, onde Dona Maroca participava ativamente como católica, afinal foi a fundadora. Vale ressaltar, que a mesma também prestou serviço social em Pedreiras, como por exemplo, a distribuição do “Sopão” que era servidor ao lado de sua residência.
Registro de um dos momentos que Dona Maroca, participante de vários grupo do Santuário de São Benedito, com o esposo, a neta, os amigos Sônia e Ildilandes/Foto: Facebook da família
Artesã de mão cheia, seus trabalhos ficarão expostos sempre na sala de sua residência, vitrine que tem sua própria identidade.
Ary Almeida, filho único, disse que terá sempre como exemplo, a dedicação que a mãe o ensinou. Lamentou a morte, mas ressaltou o tempo que será redobrado para cuidar ainda mais do pai, o senhor Sibá.
Após a missa de corpo presente, acontecerá o sepultamento no Cemitério do Alto São José em Pedreiras.
O acidente, segundo informações, aconteceu no fim de tarde deste domingo (04) em São Luís, próximo a entrada de acesso ao Ferryboat, na entrada do Boqueirão, em frente ao Gás Butano. O Sargento Odilson, do COE (Companhia de Operações Especiais), teria perdido o controle do veículo que bateu forte contra um poste. O filho mais velho morreu na hora. Seis pessoas ocupavam o carro, incluindo uma criança de sete anos de idade. O SAMU esteve no local tentando reanimar o jovem.
Veículo envolvido no acidente/Foto: Divulgação WhatsApp
A esposa do sargento Odilson ficou presa às ferragens, mas foi retirada com suspeita de fratura em uma das pernas.
Foto: Divulgação WhatsApp/Militar Macedo/24º BI/São Luís/vítima de acidente
A vítima fatal, Macedo, era militar do 24º BI – Batalhão de Infantaria.
Militares e amigos do Sargento Odilson estão consternados com a perda do filho do policial.
Presidente da Câmara, Vereador Bruno Curvina e a Desembargador Anildes Cruz/Foto: Assessoria de Comunicação da Corregedoria Geral de Justiça
A desembargadora Anildes Cruz, corregedora-geral da Justiça do Maranhão, recebeu o Título de Cidadã Pedreirense e a Comenda Corrêa de Araújo, as mais altas honrarias do Município, quinta-feira (1º), em Sessão Solene, realizada no Plenário Messias Rodrigues, na Câmara de Vereadores de Pedreiras. A concessão dos títulos foi aprovada pela Câmara Municipal por meio do Decreto Legislativo nº 01/2017, proposto pelo presidente da Casa, vereador Bruno Curvina, e aprovado por unanimidade no último dia 6 de abril.
Bruno Curvina abriu a sessão ressaltando o período em que a juíza Anildes Cruz exerceu a magistratura no município de pedreiras. “De 1986 a 1992 a magistrada distribuiu Justiça para a nossa população, mesmo em um período ainda incerto de redemocratização desse país”, falou ao Plenário.
O presidente do Legislativo municipal pedreirense disse ainda, que poderia discorrer sobre diversas ações realizadas pela juíza na comarca, mas que ressaltaria, simbolicamente, a tranquilidade das eleições municipais presididas pela então juíza Anildes Cruz, à época respondendo pelo Eleitoral. “Em seus 39 anos de dedicação exclusiva ao labor de distribuir Justiça, a homenageada tem dignificado o Poder Judiciário, que o faz cumprir seu papel social de chegar até a população mais carente”, finalizou Curvina.
O desembargador Marcelino Chaves Everton prestigiou a concessão do Título de Cidadã Pedreirense à corregedora. “Sinto-me honrado em participar desse momento, uma justa homenagem àquela que por muitos anos dedicou sua vida a esta comarca de Pedreiras”, ressaltou o desembargador que também atuou como juiz na comarca.
Drª Larissa Tupinambá – Juíza titular da 3ª Vara da Comarca de Pedreiras/Foto: Assessoria de Comunicação da Corregedoria Geral de Justiça
A juíza Larissa Tupinambá discursou representando os magistrados da comarca, e destacou que a partir daquele momento a corregedora Anildes Cruz se tornava parte de Pedreiras, pois foi adotada pela cidade. “Desembargadora, as suas raízes não saíram daqui, mas, a partir de hoje, sua essência pulsa neste lugar e se firma no coração de nossa gente”, disse emocionada.
“Agora a senhora se torna conterrânea do poeta do povo, o saudoso João do Vale, músico, e compositor, humilde de recursos materiais, mas rico em inspiração, coragem e determinação, forte e destemido como o carcará de sua letra e sensível com a flor que se pisô na canção do tocador”, finalizou a juíza.
As autoridades presentes à solenidade endossaram a honraria à magistrada, em reconhecimento à sua trajetória profissional enquanto juíza da comarca.
Desembargador Anildes Cruz/Foto: Assessoria de Comunicação da Corregedoria Geral de Justiça
AGRADECIMENTO – A desembargadora Anildes Cruz, em discurso emocionado, relembrou a trajetória de sua atuação na comarca, e disse que era com grande alegria que retornava à Pedreiras, depois de tantos anos dedicados ao ato de distribuir Justiça, para receber tamanhas homenagens. “Nos anos que aqui estive, dediquei meu tempo para responder aos anseios dos que buscavam a Justiça, tentando, sempre, dar razoável duração ao processo e almejando, sempre, o acordo judicial diante dos conflitos que se apresentavam”, ressaltou.
A desembargadora corregedora disse, também, que apesar de ludovicense, não deixou de se sentir cidadã pedreirense, devido em grande parte, à receptividade que sempre foi peculiar ao povo do município. “A partir de agora o que era apenas sentimento, passou a ser concreto, a magistrada Anildes Cruz é cidadã pedreirense, muito obrigado”, finalizou.
Foto: Assessoria de Comunicação da Corregedoria Geral de Justiça
Participaram da cerimônia de homenagens, o prefeito municipal de Pedreiras, Antonio França; os juízes auxiliares da Corregedoria Geral da Justiça, Gladiston Cutrim, e Rosângela Prazeres; os magistrados da comarca, Marco Adriano (1ª vara), Ana Grabiela Everton (2ª vara), e Artur Gustavo do Nascimento (juizado especial); o coordenador da Defensoria Pública de Pedreiras, advogado Evaldo de Sousa Filho; o delegado de Polícia Civil, José Pacheco; o subcomandante do 19º Batalhão da Polícia Militar, major Jean James Costa; além de todos os vereadores do município, e secretários municipais.
Fonte: Márcio Rodrigo/Assessoria de Comunicação da Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão