Ontem (11) pelo menos 18 Estados, incluindo o Maranhão, realizaram manifestações contra a proposta de emenda constitucional (PEC) que limita gastos públicos. Sindicatos de Pedreiras, Trizidela do Vale, e Lima Campos foram às ruas.
Foto: Sara Barreto
Pedreiras
Fotos: Sara Barreto
Os manifestantes de Pedreiras e Trizidela do Vale, foram às ruas com faixas e cartazes, apitos, e carro do som, para chamar à atenção da população. E manifestaram suas indignações contra a aprovação da PEC 241 e PCL 257. Nem mesmo o sol escaldante tirou o ânimo dos manifestantes que tomaram toda Avenida Rio Branco.
Lima Campos
Fotos: Sindicato dos Servidores de Lima Campos
Além da manifestação contra a PEC 241, os manifestantes levaram ao conhecimento de todos, sobre a greve do FETRACSE-MA. Assim como em outros municípios, os participantes também enfrentaram uma temperatura altíssima, mas não desistiram de lutar por seus direitos, que são garantidos pela constituição brasileira.
Vaqueiros na Esplanada dos Ministérios em Brasília (Foto: Neguim)
A manifestação aconteceu hoje (25) em Brasília. Vaqueiros de todo o Brasil, incluindo Pedreiras e Trizidela do Vale, representadas pelo empresário Paulo Maratá, participaram do ato contra a proibição da vaquejada. O local escolhido pelos manifestantes foi a esplanada dos ministérios, que amanheceu com caminhões e centenas de animais.
Durante o dia teve celebração de missa, passeatas, e uma cavalgada. O objetivo principal foi pressionar o congresso a regulamentar a atividade, após uma decisão do STF (Supremo /tribunal Federal), que no início do mês, para evitar os maus tratos aos animais, derrubou uma Lei, do Ceará, que permitia a realização da vaquejada no Estado.
(Foto: Neguim)
Segundo o empresário Paulo Maratá, cerca de 700 (setecentos) caminhões, 4.000 (quatro mil) vaqueiros, e mais de 1.000 (mil) pessoas estiveram presentes. Deputados e Senadores também foram solidários aos vaqueiros. O Deputado Federal Jucelino Filho, coordenador da bancada Federal, apoiou a manifestação.
A manifestação pacífica em prol da vaquejada, que vai de encontro a não legalização por parte do STF (Supremo Tribunal Federal), foi idealizada pelo empresário Paulo Maratá, proprietário de um dos melhores parques de vaquejada da região do Médio Mearim, o Parque Maratá, que contou com apoio da Federação dos Vaqueiros do Maranhão, AVPM, ABCM e ABVAQ.
(Fotos: Sandro Vagner)
A cavalgada saiu do Parque Maratá, passou pela principal rua do município (Rua Nova). Foi até a cidade de Pedreiras, avenida Rio Branco, centro comercial, bairro do Engenho, retornando ao Parque Maratá, onde o empresário Paulo Maratá agradeceu a todos pela participação e disse que foi o primeiro passo.
(Fotos: Sandro Vagner)(Fotos: Sandro Vagner)
“Tenho certeza que essa manifestação foi um grande apoio para que nosso evento nunca pare, assim, iremos continuar gerando empregos diretos e indiretos, para o Brasil, Maranhão e toda nossa região“, concluiu o empresário.
Manifestantes na Avenida Rio Branco, em Pedreiras (Foto: Wildilandes)
Professores e outros segmentos de Pedreiras, se mobilizaram nesta quinta-feira (22), quando realizaram uma manifestação contrária a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 que deverá ser votada pelo Congresso Nacional. O governo federal pretende congelar o Orçamento da União por 20 anos implicando em cortes nos recursos financeiros para saúde e educação, dentre outras áreas sociais.
Manifestantes em Pedreiras (Foto: Ester Barreto)
Faixas, cartazes, e discursos fizeram parte da manifestação. Os governos Federal e Estadual foram alvos dos manifestantes que cruzaram toda avenida Rio Branco, em Pedreiras.
Os participantes consideraram o movimento proveitoso, e levaram ao conhecimento de todos, sobre os prejuízos que o país deve sofrer, caso a PEC 241 venha ser aprovado no Congresso Nacional, como por exemplo, muitos direitos dos trabalhadores deixarão de existir.
A falta de infraestrutura em algumas ruas de Pedreiras, deixa muita gente revoltada. Entra secretário e sai secretário, mas o problema continua, e cada vez mais grave.
Assim, como os moradores da Travessa da Palmeirinha, outras pessoas também se manifestaram contra a administração municipal, que parece fazer vista grossa em relação a alguns problemas de infraestrutura em Pedreiras.
Travessa da Palmeirinha (Foto: leitor do Blog)
Cansados de tanta poeira, e de promessas de melhoria, como por exemplo, a pavimentação asfáltica, os moradores resolveram, hoje (17), interditar a rua, eles usaram resto de concretos de material de construção para chamar à atenção das autoridades. Dessa forma, segundo eles, é impossível aceitar certas situações que revoltam a população.
“Ainda falam por ai, que o trabalho tem que continuar, não sei como! se for dessa forma, será um Deus nos acuda“, disse um morador muito revoltado com a secretaria de infraestrutura de Pedreiras.
“Vomitaço” na página do deputado Alberto Filho (Foto: Reprodução)
SÃO LUÍS – Os deputados federais André Fufuca (PP-MA) e Alberto Filho (PMDB-MA) estão sendo alvo de “vomitaço” nas redes sociais. Os maranhenses votaram, nesta terça-feira (14), contra a cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o que desagradou os internautas.
Os dois parlamentares e mais outros sete também votaram contra o afastamento de peemedebista. Para protestar, centenas de internautas estão usando o emoji de vômito em dezenas de postagens feitas na página dos deputados.
Mesmo com os 9 votos contrários a cassação, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar acabou aprovando, com 11 votos, o relatório do deputado Marcos Rogério (DEM-RO). Agora o processo precisa ser analisado em plenário. Para que Cunha tenha o mandato cassado, é preciso pelo menos 257 votos, a maioria absoluta dos 513 deputados.
Eduardo Cunha foi acusado de ter mentido à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, em março de 2015, ao declarar não possuir contas no exterior e não ter participado do esquema de corrupção investigado na estatal pela Operação Lava Jato.
Lima Campos não ficou fora das manifestações no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Uma caminhada organizada pela Secretaria de Assistência Social, Conselho Tutelar, e Prefeitura, mostrou a importância do movimento, que chamou à atenção dos moradores
Histórico da Causa
No dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espirito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois carbonizado e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos. A data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000. O “Caso Araceli”, como ficou conhecido, ocorreu há quase 40 anos, mas, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem.
Diferença entre Abuso e Exploração Sexual
O abuso sexual envolve contato sexual entre uma criança ou adolescente e um adulto ou pessoa significativamente mais velha e poderosa. As crianças, pelo seu estágio de desenvolvimento, não são capazes de entender o contato sexual ou resistir a ele, e podem ser psicológica ou socialmente dependentes do ofensor.
O abuso acontece quando o adulto utiliza o corpo de uma criança ou adolescente para sua satisfação sexual. Já a exploração sexual é quando se paga para ter sexo com a pessoa de idade inferior a 18 anos. As duas situações são crimes de violência sexual.
Segundo a idealizadora do projeto, a Assistente Social Nilma Melo, e Presidente do CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente), “Os Olhos que Falam”, busca alertar a sociedade, o poder judiciário, as famílias e o público em geral, contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
Os desenhos expostos durante o projeto estarão participando de uma eleição, onde o público irá escolher os três melhores, que irão representar a realidade contra o abuso e a exploração sexual. A votação é feita na Praça Corrêa de Araújo, local que a exposição ficará até o próximo dia 13 deste mês.
A Premiação
1º Lugar – Um notebook
2º Lugar – Um celular
3º Lugar – Um tablete
Parcerias
Raulisson, Ary, Nilma Melo, Zé Menezes e Jane Clebe
Estão engajados no projeto, o Conselho Tutelar de Pedreiras, Secretaria de Assistência Social e Secretaria de Educação de Pedreiras. Cada um foi muito importante no desenvolvimento dessa iniciativa, que visa muito mais, indicar soluções para os inúmeros problemas que afetam nossas crianças e os nossos adolescentes.
Nilma Melo e o juiz Marco Adriano
No período de formação do projeto “Os Olhos que Falam”, foram realizadas palestras em toda rede municipal de ensino, que contou com a participação do juiz Dr. Marco Adriano, titular da 1ª Vara da Comarca de Pedreiras.
Quem ainda não teve a oportunidade de participar da votação, é só visitar a exposição na Praça Corrêa de Araújo, até o dia 13.
É importante lembrar que no próximo dia 18 de maio, é o dia Nacional de Combate a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. No dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espirito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois carbonizado e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos. A data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000. O “Caso Araceli”, como ficou conhecido, ocorreu há 43 anos, mas, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem nos dias de hoje.
Um grupo de trabalhadores esteve reunido hoje (01/05) no mercado central de Pedreiras, e usando um carro de som chamaram à atenção de quem foi à feira. No dia do trabalhador os manifestantes falaram sobre impeachment, direito trabalhista, e principalmente sobre reajuste dos professores concedido pelo MEC, que o governador Flávio Dino, ainda não repassou à categoria.
José Barreto, do movimento Fóruns e Rede de Cidadania, usou o microfone e lembrou dos direitos dos professores da rede estadual.
Os moradores estão cansados de reclamar sobre a forma com está sendo colocando o lixo naquele local. Nos últimos meses é grande o acúmulo de toneladas de lixo, que chegam tomar a única via de acesso aos povoados que dão acesso a Pedreiras.
Os manifestantes usaram alguns produtos do próprio lixo, e por algumas horas o trânsito ficou interditado.A empresa responsável pela coleta do lixo em Pedreiras, a RJ Construções sempre é taxada pela população como insuficiente. Na Câmara de Vereadores sempre foi criticada pelos parlamentares pelo grande acúmulo de lixo que fica em alguns pontos da cidade.
A empresa LN Construções que cuidava da limpeza em Pedreiras, sempre tinha o cuidado quando levava o lixo ao morro da balança, usando máquinas para empurrar o lixo pra longe da estrada. Poucas foram as reclamações contra a LN Construções, mas a atual, RJ Construções sempre está envolvida em denúncias e reclamações, principalmente na Câmara de Vereadores.
Carlos, representante da empresa, prometeu resolver a situação, e disse que irá colocar o lixo afastado da estrada.