Helicóptero apreendido pela PF com carregamento de droga no interior Foto: Divulgação / Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) apreendeu na madrugada deste sábado, (13), um helicóptero com meia tonelada de cocaína em Presidente Prudente , no interior de São Paulo. Duas pessoas foram presas, sendo uma delas o piloto.
Segundo a PF, as investigações duraram cerca de um ano e a operação, que foi chamada de Flying low (voando baixo), refere-se ao modo como era feito o transporte aéreo da droga. A cocaína era trazida do Paraguai para ser vendida em São Paulo.
A polícia estima que o helicóptero utilizado seja avaliado em R$ 4 milhões. Como a aeronave não tinha autonomia para o percurso todo, fazia uma parada para reabastecimento em matagal ermo na região de Presidente Prudente, local em que os traficantes foram abordados pelos federais.
O helicóptero usava um equipamento avaliado em R$ 1 milhão que permitia voos noturnos. Também foram apreendidos armas, veículos e dinheiro em espécie.
Um avião caiu na Rua Minerva, no Bairro Caiçara, Região Noroeste de Belo Horizonte na tarde deste sábado (13/4). Uma vítima fatal foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), que atende a ocorrência. Apesar da mobilização, o tráfego aéreo permanece na região.
A aeronave de modelo francês Socata ST-10 Diplomate tem capacidade para quatro passageiros. A perícia confirmou que apenas uma pessoa estava a bordo. Contudo, não soube identificar a vítima, pois o corpo ficou totalmente carbonizado. O avião bateu em um poste e arrastou parte da fiação da Rua Minerva. Segundo uma testemunha, o avião desviou de um prédio antes de cair.
O médico Ricardo Coutinho passava pela Rua Minerva, local do acidente, no momento que o avião caiu. “Eu só ouvi o barulho. Vi o povo gritando e desci. O bom foi que a polícia e os outros órgãos chegaram rápido”, contou.
Para Maria Elisa, que mora na Rua Francisco Bicalho, paralela à Minerva, a queda do avião era um desastre anunciado. “Eu já fiz contato com o aeroclube, que é aqui no Carlos Prates, e com a Infraero. Os aviões passam muito baixo. São vôos rasantes, que causam preocupação para quem mora perto”.
A situação poderia ser pior se o avião caísse em uma subestação da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) situada a poucos quarteirões do local do acidente. “Imagine o tamanho da tragédia que seria? Não deveria existir escola de pilotagem próximo a residências. Agora começou a ter treinamento de helicóptero também, que é ainda mais perigoso”, conta César Morais, morador do Caiçara.
Um susto marcou o sábado de Izilda da Silva Lopes, de 65 anos. Ela mora em frente ao ponto que o avião caiu. “Ouvi dois estrondos muito grandes e o fogo estava bem alto. Eu e um vizinho saímos de casa com mangueiras para tentar conter as chamas. Quando os bombeiros chegaram, já não havia fogo”, disse.
Confusão
Um homem foi detido pela Polícia Militar (PM) por entrar na área restrita ao trabalho dos órgãos de segurança. Filho de um morador da Rua Minerva, o homem foi preso sob vaias dos moradores, que acusaram a PM de abuso de poder.
Edivan Sena Nascimento – Suspeito/Foto: Polícia Militar de Peritoró – MA
A Polícia Militar de Peritoró prendeu em flagrante delito, na tarde deste sábado, (13), Edivan Sena Nascimento, 25 anos, residente no loteamento 05, bairro Filipinho. Ele é suspeito de ter assassinado um taxista na rua Tiradentes, no mesmo bairro. Após o crime, Edivan fugiu do local, mas foi perseguido por populares que tentaram linchá-lo.
Lacy Pereira do Nascimento, 60 anos, ainda chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu ao ferimento e veio a óbito.
Segundo informações, e um vídeo que circula nas redes sociais, o suspeito teve sua casa cercada por mais de cem pessoas armadas com paus e outros instrumentos, mas com a chegada da PM, o mesmo se entregou e foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil.
O suspeito, Edivan Sena, é acusado de cometer outros crimes, incluindo um homicídio na cidade de Codó.
Participaram da prisão do elemento a Guarnição da PM formada pelo Sargento Félix, Cabo Leonílson e Soldado Ferraz.
O Corpo de Bombeiros elevou no fim da manhã de hoje (13) para 17 o número de possíveis desaparecidos nos desabamentos de ontem na Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo o coordenador de operações Luciano Sarmento, que é coronel bombeiro, explicou que o número de desaparecidos varia porque depende de uma investigação junto a familiares e vizinhos:
“Esse número é dinâmico e varia de acordo com as informações. Paralelo ao trabalho de resgate, temos uma equipe de investigação junto as famílias e vizinhos”, disse o coronel, que afirma que as buscas se darão de forma ininterrupta até que sejam esgotadas.
Mais de 100 bombeiros e agentes da defesa civil trabalham no resgate, que conta com a ajuda de cães farejadores e equipamentos específicos para o salvamento em estruturas colapsadas.
O resgate em desabamento de prédios deixa mais esperanças de encontrar sobreviventes que no caso dos deslizamentos de terra, comparou o bombeiro.
“Podemos encontrar células [locais sob os escombros] que têm um pequeno habitat em que a pessoa pode se manter respirando. Realmente o tempo é nosso inimigo, mas já temos relatos de pessoas que sobreviveram em desastres de até sete dias”.
Ao todo, cinco corpos foram retirados dos escombros e dois dos dez resgatados com vida morreram em unidades de saúde. Entre os 17 desaparecidos, é provavel que haja crianças, segundo o coronel, que não especificou o número.
Marcos Henrique “Marcos Louro” – Gestor Regional de Saúde de Pedreiras – MA/Foto: Sandro Vagner
O ex-secretário municipal de saúde de Pedreiras (MA), Marcos Henrique Bezerra Pereira, foi condenado pelo Poder Judiciário por ter utilizado uma ambulância de propriedade do município em uma carreata para fins eleitoreiros. A prática é enquadrada no artigo 11 da Lei de Improbidade Administrativa (LIA) – nº 8.429/92.
O juiz Marco Adriano Ramos Fonseca, da 1ª Vara da comarca, condenou o ex-secretário à suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos; ao pagamento de multa civil de 10 vezes o valor da remuneração percebida em 2016, quando exercia o cargo, acrescida de correção monetária, pelo INPC, e juros moratórios de 1,0% ao mês e à proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo de três anos.
Não foi aplicada a pena de sanção de perda da função pública, tendo em vista ele não mais exercer o cargo de secretário. Também não foi comprovada a lesão financeira ao erário municipal.
A Ação de Improbidade Administrativa foi proposta pelo Ministério Público estadual, que denunciou o ex-secretário por ter utilizado uma ambulância do Município de Pedreiras, em uma carreata ocorrida na Avenida Rio Banco, ele próprio dirigindo o veículo, seguido por um carro de som, por vários servidores municipais e carros particulares adesivados com propaganda do candidato à deputado estadual Vinicius Louro – irmão do réu.
Notificado, o réu apresentou manifestação sustentando, “ilegitimidade passiva” por ser agente político e a improcedência da ação de improbidade ante a ausência de elementos para sua configuração.
Consultando os autos, o juiz constatou que a ambulância havia sido comprada mediante transferência de Recursos Financeiros Fundo a Fundo, no valor global de R$ 150.000,00, repassados em parcela única na data de 30 de junho de 2014. Confirmando o depoimento de testemunhas, foram anexadas aos autos fotos registrando o uso indevido da ambulância em carreata para fins eleitoreiros.
O próprio réu afirmou perante a autoridade policial, que recebeu a ambulância na data do dia 02.10.2014, por um convênio com o Estado e que estava conduzindo a ambulância pela Avenida Rio Branco, sendo seguido por funcionários do Município em torno de oito carros particulares e que alguns carros estavam adesivados com propaganda do candidato Vinícius Louro. No entanto, disse que sua intenção era somente apresentar a ambulância para a população.
IMPROBIDADE – Na sentença, o juiz ressaltou que a improbidade administrativa é um dos maiores males envolvendo a máquina administrativa de nosso país e um dos aspectos negativos da má administração que mais justificam a implementação de um maior controle social. “A expressão designa a chamada “corrupção administrativa”, que promove o desvirtuamento da administração pública de seus preceitos basilares de moralidade, legalidade e impessoalidade, ferindo de morte os princípios da Carta Republicana”, assegurou o magistrado.
Para o juiz, não restam dúvidas que o réu desrespeitou a lei, na medida em que se aproveitou da ocasião da realização de carreata na cidade de Pedreiras para explorar eleitoralmente a imagem da ambulância recém-adquirida em favor de candidato apoiado pela situação, juntando o veículo público aos diversos veículos particulares, bem como carro de som, circulando pelas ruas da cidade para chamar atenção das pessoas que estavam na rua.
Marcos Adriano – Juiz da 1ª Vara da Comarca de Pedreiras/Foto: Sandro Vagner
“O requerido, ao invés de cumprir com sua missão constitucional de zelar pelo escorreito destino dos bens públicos, optou por empregar em fins eleitoreiros, o que demonstra a flagrante ofensa ao princípio da impessoalidade, bem como o intuito manifesto de beneficiar os candidatos da situação”, declarou o juiz na sentença.
O juiz acrescentou ter verificado que o prejuízo causado à coletividade se mostrou extremamente grave, uma vez que o réu utilizou a ambulância recém-adquirida para finalidades diversas da área de saúde, inviabilizando a atividade-fim para a qual se destinava exclusivamente o veículo: atendimento médico emergencial a população.
A Polícia Civil do Estado do Maranhão, através da 14ª Delegacia Regional de Pedreiras/MA, desencadeou a “OPERAÇÃO CRIANÇA FELIZ”, durante o período compreendido entre os dias 08 a 10 do mês de abril de 2019, visando efetivar o cumprimento de mandados de prisão civil exarados pelo Poder Judiciário em decorrência do inadimplemento do pagamento de pensão alimentícia.
As equipes fizeram os devidos levantamentos e deram cumprimento a 06 (seis) mandados de prisão civil. Todos os presos foram encaminhados para a Unidade Prisional de Pedreiras, após exame de corpo de delito ad cautelam, onde ficarão até ulterior decisão judicial.
“Vale ressaltar que a “OPERAÇÃO CRIANÇA FELIZ” será desencadeada com frequência durante o ano de 2019 para que seja garantido o direito de todos os beneficiários.” Disse o delegado Regional de Pedreiras, Dr. Diego Maciel Ferreira.
OPERAÇÃO MAGNI I
A Polícia Civil do Estado do Maranhão desencadeou a OPERAÇÃO “MAGNI I”, no período compreendido entre os dias 08 e 11 do mês de abril de 2019, em todo o território do Estado do Maranhão e, através da 14ª Delegacia Regional de Pedreiras/MA, deu cumprimento a 12 (doze) mandados de prisão pelos mais diversos crimes praticados na área da Regional de Pedreiras/MA.
Autores de crimes como extorsão mediante sequestro, lesão corporal praticada no âmbito da violência doméstica e familiar contra a mulher, descumprimento de medidas protetivas etc foram presos e encaminhados para a Unidade Prisional de Pedreiras, após exame de corpo de delito ad cautelam, onde ficarão até ulterior decisão judicial.
Segundo informações do delegado regional de Pedreiras, Dr. Diego Maciel Ferreira, foram realizadas duas operações simultâneas, uma a nível estadual e outra a nível de Regional.
“Cumprimos 12 mandados. De 20 regionais conseguimos ficam em 5º lugar, algo inédito. Uma colocação muito boa, na próxima vez vamos nos empenhar mais para ficarmos em primeiro lugar. Tudo isso, graças a nossa equipe que é muito competente,” concluiu o delegado.
Rio de Janeiro (RJ) 07/11/2018 Prédios sendo construídos pela milícia na favela da Muzema, junto a Lagoa da Tijuca. Foto de Márcia Foletto / Agência O Globo Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
Os desembargadores da 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio decidiram por unanimidade na última quarta-feira (dia 10) manter a liminar que impedia a prefeitura do Rio de demolir um dos prédios que desabaram na Muzema nesta sexta-feira. A prefeitura briga na Justiça desde 2 de dezembro de 2018, quando 16 moradores recorreram ao plantão do Judiciário para suspender a demolição.
Um dos argumentos usados pela desembargadora Marília Castro Neves, que relatou o recurso, foi o fato da própria prefeitura ter concedido um alvará para que uma loja de material de construção de médio porte funcionasse no térreo do imóvel.
Marília Castro Neves também se manifestou em favor dos moradores alegando que o ato de demolição, por ser irreversível, causaria danos irreparáveis para os proprietários dos apartamentos.
A desembargadora observou ainda que um prédio de quatro andares com quatro apartamentos de frente ”não se faz de um dia para outro”, devendo as obras terem durado pelo menos um ano.
“Não é crível que, durante esse período, a fiscalização da edilicidade sequer percebeu a construção de um prédio na rua principal daquela localidade”, escreveu Marília Castro.
No fim de novembro de 2018, a prefeitura notificiou as famílias a deixarem no local depois que técnicos do município inspecionarem o imóvel e concluírem que o empreendimento não era seguro. O município agendou a demolição do imóvel para os dias 3,4 e 5 de dezembro. Na véspera, os moradores conseguiram a liminar. Eles pediam que a prefeitura não demolisse o prédio. Mas a juíza de plantão Cristiane Teles Moura Marques acatou em parte o recurso, aoenas para suspender a demolição que teria início no dia seguinte.
Em seu despacho, a juíza entendeu que era preciso dar mais prazo para os moradores deixarem os apartamentos. Isso porque a prefeitura tinha dado um prazo de 24 horas para deixar os imóveis.
”Considerando o prazo exíguo entre o conhecimento e o efetivo cumprimento do ato administrativo, em virtude do direito à moradia, verifico a necessidade de deferir um prazo para que as pessoas que lá se encontram possam ter mais dignidade para se retirarem do local”, escreveu a juíza.
Do plantão, o processo foi distribuído para a 13ª Vara de Fazenda Pública. No dia 12 de dezembro, a juíza Luciana Lousada Albuquerque Lopes concedeu uma dilatação do prazo da proibição da demolição, observando que tratava-se de um ato irreversível, ou seja, se o prédio fosse derrubado, não haveria como voltar atrás. E agendou para 29 de janeiro uma audiência para que as autoridades municipais explicassem porque desejavam demolir o imóvel.
No dia marcado, uma das autoridades que deveria comparecer a audiência, o secretário municipal de Habitação e Infraestrutura Sebastião Bruno, cuja pasta decidira demolir o préidio, não compareceu. Apenas a Secretaria de Ordem Pública (Seop) e a Procuradoria Geral do Município mandarram representantes. Na ocasião, Luciana Lousada decidiu mais uma vez manter a liminar que impedia a demolição.
A juíza tomou a decisão por entender que naquele momento não existiam ”provas nos autos de que houve notificação prévia dos ocupantes quando ainda em construção as unidades habitacionais”.
No mesmo dia, Luciana Lousada determinou que o responsável pela obra identificado apenas como “senhor Eduardo” por um dos moradores se abstivesse ” de praticar qualquer ato tendente a dar continuidade a construção das unidades habitacionais, sob pena de aplicação de multa diária de mil reais”.
Luciana Lousada também determinou que a Secretaria de Ordem Públic informasse, no prazo de cinco dias, se havia risco de desabamento e incêndio no prédio, objeto do pedido de demolição.
Na mesma audiência, um procurador do município informou que no local onde o prédio foi costruído só era possível erguer casas e que a prefeitura não tinha dado licença para o empreendimento. Depois dessa audiência, não houve mais decisões na primeira instância.
A briga judicial na segunda instância começou em março deste ano.
Jair Bolsonora – Presidente do Brasil/(foto: Alan Santos/ Presidência)
O presidente da República, Jair Bolsonaro, falou pela primeira vez sobre o assassinato do músico Evaldo dos Santos Rosa, fuzilado com 80 tiros por soldados do Exército no Rio de Janeiro. O presidente fez declarações sobre o caso durante a inauguração de um aeroporto no Macapá, na tarde desta sexta-feira (12/4).
De acordo com o Bolsonaro, a execução trata-se de um incidente. “O Exército não matou ninguém, não. O Exército é do povo e não pode acusar o povo de ser assassino, não. Houve um incidente, uma morte”, disse.
Apesar das declarações, o presidente declarou que a responsabilidade deve ser apontada, e que o fato está sendo apurado. “Lamentamos a morte do cidadão trabalhador, honesto e está sendo apurada a responsabilidade, e no Exército sempre tem um responsável. Não existe essa de jogar para debaixo do tapete. Vai aparecer o responsável”, completou.
O chefe do Executivo, que acumula a função de comandante supremo das Forças Armadas, disse que assim que o caso for totalmente investigado, ele poderá voltar a se manifestar, assim como o comandante da Força. “Uma perícia já foi pedida pra que se tenha certeza do que realmente aconteceu naquele momento e o exército, na pessoa de seu comandante, vai se pronunciar sobre este assunto e, se for o caso, eu me pronuncio também. Nós vamos assumir a nossa responsabilidade e mostrar o que realmente aconteceu para a população brasileira”, acrescentou.
O crime
Evaldo dos Santos estava no carro com a eposa, o sogro e o filho, de 7 anos. O motorista foi atingido por três tiros e morreu na hora. O sogro recebeu dois tiros, um nas costas e outro no glúteo. Outro homem que tentou socorrer a família também foi alvejado. A mulher e a criançã não se feriram. As cenas da esposa do músico, saindo do carro aos prantos, chamando os soldados do Exército de “assassinos” ganharam as redes sociais e repercutiram no Brasil e no mundo.
Em um primeiro momento, os militares haviam dito que reagiram a um suposto ataque, vindo do carro conduzido por Edvaldo. Posteriomente, ao perceberem se tratar de uma família, que seguia em direção a um chá de bebê, os soldados voltaram atrás e mudaram de versão.
Na quarta-feira (12/4), a Justiça Militar do Rio de Janeiro mando prender preventivamente nove dos dez militares envolvidos no tiroteio. De acordo com a juíza Mariana Campos, da 1ª Auditoria da Justiça Militar, houve um descumprimento das regras militares. O caso levou a comoção geral e o ministro da Defesa também chegou a falar sobre o caso durante a semana. Para ele, a situação foi um “fato isolado”.
“Houve troca de tiros muito forte em uma vila residencial nas proximidades. Na volta, teve esse incidente envolvendo uma patrulha. Ao que parece, eles [os militares] não seguiram as normas regulamentares de engajamento e, por isso, os 12 já estão presos por não cumprir as normas de engajamento. Foi lamentável e triste, mas foi um fato isolado,” comentou o ministro, general Fernando Azevedo e Silva.
Nesta sexta-feira, o ministro do Superior Tribunal Militar (STM) general Lúcio Mario de Barros Goes negou pedido de Habeas Corpus de nove militares presos no caso da morte do músico e segurança Evaldo dos Santos Rosa, que teve o veículo fuzilado com mais de 80 tiros no último final de semana. De acordo com a Polícia Civil, os militares teriam confundido o carro do músico com o de criminosos.
O vice-presidente, Hamilton Mourão, também comentou o caso nesta sexta-feira. Em entrevista à Rádio CBN, Mourão afirmou que os militares que alvejaram o músico estavam “sob forte pressão e sob forte emoção”.
De acordo com o vice-presidente, o fato de apenas uma pessoa ter sido atingida comprova que foram “disparos péssimos”. “Houve uma série de disparos contra o veículo da família. Você vê que só uma pessoa foi atingida, então, foram disparos péssimos. Porque se fossem disparos controlados e com a devida precisão, não teria sobrado ninguém dentro do veículo. Seria pior ainda a tragédia,” afirmou.
Na entrevista, Hamilton Mourão também comentou o desabamento de dois prédios hoje (11/4), na comunidade de Muzema, Rio de Janeiro. O desabamento que deixou 2 desaparecidos e ao menos 5 feridos fica em uma região controlada por milícias. Para Mourão, a situação tem que ser enfrentada. “É inadmissível que existam locais em que as forças legais e os próprios trabalhadores de companhias de luz, gás e água não possam.”
Habniesley Carvalho – Diretor da FAESF/Foto: Sandro Vagner
“Esse ano nós ultrapassamos seis mil e cem itens, entre alimentos, fraldas geriátricas e leite, por que a gente sabe da realidade do nosso Município e também sabemos que não é só a FAESF, mas outras organizações que se levantam pra estar ajudando outras pessoas.” As palavras são do diretor da FAESF – Faculdade de Educação São Francisco, Habniesley Carvalho, que ficou satisfeito com o resultado final do “Trote Solidário”, realizado pelos calouros da instituição.
A entrega simbólica dos alimentos às associações, num total de seis, foi realizada na noite de quarta-feira (10), que contou com a participação dos coordenadores dos cursos e acadêmicos, que proporcionaram uma grande festa, ao som de charanga e muita descontração.
Fotos: Sandro Vagner
Muita além da educação, a FAESF contribui, também, com a solidariedade e responsabilidade social que atende diversas instituições, que representadas, agradeceram o desempenho dos acadêmicos pela forma como mudaram, através da FAESF, a realização do “Trote”.
Fotos: Sandro Vagner
Este ano a FAESF conquistou mais uma grande vitória, a tão sonhada implantação do Curso Bacharelado em Direito, que foi anunciada pela coordenação e direção da Faculdade.
Ruth Barreto (Diretora da Secretaria da Mulher); Cícera Maria (Secretária da Mulher); Elionai Brasil (Gestora do Olindina) e Clotilde (Gestora administrativa do Olindina)
A Prefeitura de Pedreiras, através da Secretaria da Mulher, firmou parceria com o Centro de Ensino Integral Olindina Nunes Freire, na manhã desta quinta-feira (11), para a realização da oficina de poesia “Versos Para a Princesa”, que será ministrada pelo poeta Samuel Barreto, dia 16 de abril, às 09:30h, para os alunos do 3º ano do Ensino Médio.
Segundo a secretária da Mulher, Cícera de Maria, o projeto abordará o tema da violência contra a mulher e a valorização da mulher na sociedade.
As poesias serão produzidas nessa temática e a poesia vencedora será fixada na nova sede da Secretaria, que será inaugurada na programação dos 99 anos da cidade.
De acordo com o poeta e membro da Academia Pedreirense de Letras, Samuel Barreto, recebeu o convite com muita alegria, por conseguir levar assuntos relevantes que estão em discussão na sociedade, em forma de poesia.
“Nós vamos levar a poesia como instrumento de conhecimento e como forma de quebrar barreiras e debater os problemas da sociedade“, disse Samuel, afirmando que a poesia tem a facilidade de abrandar o coração e fazer com que as pessoas possam visualizar aquilo que as vezes está dito num verso e que passa despercebido.
“Então, a oficina tem essa grande importância, tanto no combate a violência contra a mulher, como na valorização das mulheres“, reforça o poeta.
O prefeito Antônio França, defensor dos direitos da mulher, entende que deve ser permanente a discussão acerca da garantia dos direitos das mulheres.
“Apesar de já termos avançado muito, ainda falta muito para termos a igualdade que desejamos. Nossa gestão está atenta às demandas das mulheres e pretende estar ao lado delas nessa luta“, acentua.