MA – 112 – Local do acidente/Foto: Reprodução Google Earth
Um carro, e uma motocicleta se envolveram em um acidente na noite deste domingo (18), em Trizidela do Vale. Segundo informações, a colisão foi grave. Um dos ocupantes da moto teve a perna esquerda esmagada, o outro sofreu fratura no braço esquerdo, e suspeito de ter fratura numa perna. As vítimas foram levadas para o Hospital Dr. João Alberto, pelo corpo de Bombeiros, mas tiveram que ser transferidos para o HGP (Peritoró).
Carro envolvido no acidente/Foto: Sandro Vagner
Não temos dados sobre a causa do acidente. Os jovens que estavam na motocicleta, são: Clodomir Lago Silva Jr. 22 anos de idade, morador da Travessa Santo Antônio, e Raílson da Silva Santos, 29 anos de idade, residente na rua Tiago Costa, em Trizidela do Vale.
Segundo informações, Clodomir corre o risco de perder a perna esquerda. Os ocupantes da moto estavam indo em direção ao bairro Aeroporto, quando sofreram o acidente. O carro vinha sentido contrário.
Local do acidente/Foto: Sandro Vagner
O local, foi na decida da MA – 122, antes do ginásio de esportes. Ali, já aconteceram vários acidentes, inclusive com mortes.
Um entregador de pizza se envolveu em um acidente, agora há pouco, na rua Abílio Monteiro, no bairro do Engenho, em Pedreiras. Segundo informações, um motoqueiro com mais dois passageiros em uma Pop, que vinha com o farol apagado, bateu de frente com o veículo que estava o entregador de pizza, que trabalha na pizzaria do Hotel Ceará.
Um leitor do blog, que acompanhou toda movimentação, nos informou que o atendimento demorou cerca de 40 minutos, nada de ambulância, graças a chegada da Guarnição do Corpo de Bombeiro, o acidentado foi removido para o hospital.
No mesmo local, a Polícia Militar fez uma abordagem a um condutor de um carro não identificado, que ao sair do veículo, quase não conseguiu ficar de pé, com sintomas de embriagues. O policial encontrou uma latinha de cerveja ainda gelada no interior do carro. O condutor foi conduzido pela Guarnição militar.
Caminhão com placa de Itinga/MA/Foto: PM/Pedreiras
Ontem (17), a Guarnição do Sargento Erislande e Cabo Viana, apreendeu um caminhão que estaria fazendo transporte irregular de madeira. O veículo foi abordado na rua Rui Mesquita, no bairro do Engenho, em Pedreiras
Art. 46. Receber ou adquirir, para fins comerciais ou industriais, madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, sem exigir a exibição de licença do vendedor, outorgada pela autoridade competente, e sem munir-se da via que deverá acompanhar o produto até final beneficiamento:
Pena – detenção, de seis meses a um ano, e multa.
Parágrafo único. Incorre nas mesmas penas quem vende, expõe à venda, tem em depósito, transporta ou guarda madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, sem licença válida para todo o tempo da viagem ou do armazenamento, outorgada pela autoridade competente.
Moto recuperada
Uma motocicleta que tinha sido roubada na rua 01, bairro Mutirão, foi recuperada no bairro Goiabal, em Pedreiras. Participaram da ação, Cabo Matos e o Soldado Lima, da Guarnição de Trizidela do Vale.
Policiais rodoviários federais da Unidade Operacional da PRF em São Luís atenderam um acidente tipo colisão, ocorrido na altura do km 38 da BR 135, no Campo de Peris, município de Bacabeira-MA. O acidente foi por volta das 11h da manhã de domingo (18), quando o condutor de um automóvel Fiat Siena vermelho, que fazia o trajeto da capital para São Mateus do Maranhão, perdeu o controle do veículo, colidiu no barranco da tubulação do Italuis e foi parar sobre os trilhos da CFN. O condutor informou aos policiais que perdeu o controle ao atropelar um suíno que se encontrava sobre a pista de rolamento e por pouco não capotou. O animal não foi encontrado.
Foto: PRF/MA
Dois passageiros se feriram na ocorrência e foram levados para o hospital Clementino Moura, o Socorrão II. Após os levantamentos iniciais, que subsidiarão a confecção do Boletim de Acidente de Trânsito – BAT, os agentes retiraram o veículo de cima dos trilhos.
O trecho da BR nos dezenove quilômetros do Campo de Peris atrai animais das propriedades vizinhas, que geralmente comem soja e outros grãos que caem das carretas graneleiras que se deslocam em direção à região portuária do Itaqui. Existe, inclusive, criação de gado bovino e bubalino nessa região, situada mais precisamente nas áreas próximas a Peris de Baixo (do km 35 ao 43). O asfalto molhado também convergiu para o acidente.
Foto: PRF/MA
Fonte: Núcleo de Comunicação Social da PRF / com informações da equipe de plantão
Time liderado por Dener/Campeão do torneio “Mãos Unidas”
Todos os domingos um grupo de ex-atletas, e convidados realiza uma “pelada”, onde o objetivo é arrecadar valores, que são revertidos em compra de cadeiras de rodas, próteses, auxílio a operações e outros benefícios que são direcionados às pessoas carentes. Um balanço de final de ano, feito pelo tesoureiro Chiquinho, deixou todos satisfeito com a quantia que foi arrecadada, e o número de pessoas que foi beneficiada.
Hoje (18), no estádio “Pilizão”, local onde são realizados os jogos da associação, todos os atletas participaram de um torneio, como forma de confraternização que acontece anualmente. Antes das partidas, em oração, agradecemos a Deus, e homenageamos nossos companheiros que já partiram; Marquinhos, Kenedy, Rafael, e todos que morreram na tragédia com o avião da chapecoense.
Torneio
Quatro equipes foram a campo. No primeiro jogo o time encabeçado por Dener, ganhou do time do Jaime, por 4 x 2. Na segunda partida se enfrentaram time do Camilo, e o time do Tó, que venceu por 4 x 1.
Final
Momento da comemoração/Foto: Júnior Freitas
As duas equipes vencedoras se enfrentaram, foi um grande jogo. O time de amarelo, encabeçado por Dener, sagrou-se campeão do torneio, ao vencer o time verde, do Tó, por 4 x 2.
Fotos: Sandro VagnerFotos: Sandro Vagner
Após os jogos, todos foram participar das comemorações, no bar do Renan, muita bebida, comida, conversa fora, e música ao vivo com Tim, que proporcionou o melhor da MPB.
Fotos: Sandro VagnerJaime e Chiquinho/Fotos: Sandro Vagner
Todos estão satisfeitos em acompanhar o resultado dos jogos, que sempre acabam em doações para quem mais precisa. No ano que vem, não será diferente.
Aplicado na poupança, o valor integral do prêmio renderia aproximadamente R$ 216 mil por mês. – Foto: Reprodução/Internet
BRASIL- A Mega Sena, loteria da Caixa Econômica Federal, acumulou mais uma vez e o prêmio vai passar de R$ 36 milhões no próximo sorteio. O próximo sorteio será na quarta-feira (21).
A Mega vem acumulando desde o sorteio do dia 1º de dezembro, quando o último ganhador levou sozinho quase R$ 19 milhões em uma aposta feita em Salvador. Depois disso, o prêmio inicial voltou à casa dos R$ 3 milhões e foi acumulando até chegar, agora, a R$ 36 milhões.
Os apostadores da loteria também já podem fazer seus bilhetes para a Mega da Virada, que terá prêmio superior a R$ 200 milhões. Esse prêmio, no entanto, não acumula. A partir do dia 25 todas as apostas concorrerão para a Mega da Virada e elas poderão ser feitas até as 14h do dia 31 de dezembro.
O bilhete mínimo para concorrer à Mega Sena ou à Mega da Virada custa R$ 3,50 e pode ser comprado nas casas lotéricas ou pelo internet bank para os clientes da Caixa Econômica Federal.
Balaiada é no nome pelo qual ficou conhecido o importante levante popular que se deu no Maranhão do século XIX. É mais um episódio dos conflitos sociais e políticos que aconteceram no Brasil no período que vai da independência do Brasil à proclamação da República. Com início no dia 13 de dezembro de 1838 estende-se até o ano de 1841. O nome da revolta faz referência ao apelido de uma de suas principais lideranças, o artesão Manoel Francisco dos Anjos Ferreira, o “Balaio” (pelo fato de fabricar cestos).
No período do movimento viviam na província aproximadamente 200 mil homens, dos quais 90 mil eram escravos, e outra grande parcela era formada por sertanejos ligados à lavoura ou à pecuária. Outro fato importante era que, devido à falta do mercado externo, a produção de algodão – que era a base econômica da região – enfrentava uma grave crise.
A Balaiada se distingue de outras revoltas do período anterior à Proclamação da República, por ter sido um levante majoritariamente popular e contra os grandes proprietários agrários da região. As causas do levante estavam relacionadas às condições de miséria e opressão da população.
Nesse período, a sociedade maranhense estava dividida, basicamente, entre duas classes: uma baixa, composta por escravos e sertanejos, e uma alta, composta por proprietários rurais e comerciantes.
Para aumentar sua influência junto à política e à sociedade, os conservadores tentam através de uma medida, ampliar os poderes dos prefeitos. Tal medida impopular faz com que a insatisfação social cresça consideravelmente, alimentando a revolta conhecida como Balaiada.
A Balaiada foi uma resposta e uma luta dos maranhenses contra injustiças praticadas por elites políticas e as desigualdades sociais que assolavam o Maranhão do século XIX.
A origem da revolta remete à confrontação entre duas facções, os Cabanos (de linha conservadora) e os chamados “bem-te-vis” (de linha liberal). Eram esses dois partidos que representavam os interesses políticos da elite do Maranhão.
Até 1837, o governo foi comandado pelos liberais, mantendo seu domínio social na região. Mas, diante da ascensão de Araújo de Lima ao governo da província e dos conservadores ao governo central, no Rio de Janeiro, os cabanos do Maranhão afastaram os bem-te-vis e ocuparam o poder.
Essa modificação dá início à revolta em 13 de dezembro de 1838, quando um grupo de vaqueiros liderados por Raimundo Gomes invade a cadeia local para libertar amigos presos. O sucesso da invasão dá a chance de ocupar o vilarejo como um todo. Nesse mesmo ano, o negro Cosme Bento de Chagas, com o apoio de três mil escravos fugidos,
une-se à rebelião. A grande quantidade de negros envolvidos na revolta deu traços raciais à questão da desigualdade.
A agitação social causada pela revolta beneficia os bem-te-vis e coloca o povo em desagrado contra o governo cabano. Em 1839 os balaios tomam a Vila de Caxias, a segunda cidade mais importante do Maranhão. A natureza popular do movimento ameaçou a estabilidade dos privilégios econômicos dos que detinham o poder local na Região. Uma das táticas para enfraquecer os revoltosos foram as tentativas de suborno e desmoralização que visavam desarticular o movimento.
Em 1839 o governo chama Luis Alves de Lima e Silva (hoje conhecido como Duque de Caxias) para ser presidente da província e, ao mesmo tempo, organizar a repressão aos movimentos revoltosos e pacificar o Maranhão.
O Comandante resolveu os problemas que atravancavam o funcionamento adequado das forças militares. Pagou os atrasados dos militares, organizou as tropas, cercou e atacou redutos balaios já enfraquecidos por deserções e pela perda do apoio dos bem-te-vis. Organizou toda a estratégia e a execução do plano que visava acabar de vez por todas com a revolta.
Em 1841 a chance de anistia, dada pelo governo, estimula a rendição de 2500 balaios, inviabilizando o já combalido exército. Os que resistiram, foram derrotados por Luis Alves de Lima e Silva. Todos os negros fugidos acusados de se envolverem na revolta foram reescravizados. Manoel Francisco dos Anjos Ferreira é morto durante a repressão. O líder dos escravos, Cosme Bento, é preso e enforcado.
A Balaiada chega ao fim, entrando pra história do Brasil como mais um momento conflituoso da ainda frágil monarquia e da história do Brasil.
Bibliografia:
JANOTTI, Maria e Lourdes Mônaco. A Balaiada. São Paulo: Brasiliense, 1987. 74p.
SANTOS, Maria Villela. A Balaiada e a insurreição de escravos no Maranhão. São Paulo: Ática, 1983. 145p.
Ricardo Costa Gonçalves – Professor, graduando em Matemática, mestrando em Estado e Políticas Públicas FPA/FLACSO, ex-diretor do C.E. M Olindina Nunes Freire, ex-secretário de Educação do município de Pedreiras, ex-assessor especial da prefeitura de Pedreiras, ex-superintendente adjunto do INCRA, Técnico do Núcleo de Extensão e Desenvolvimento da Uema/LABEX/UEMA.
Pescador votando durante a eleição/Foto: Celivânia
A eleição da nova diretoria da Colônia de Pescadores Z-28, em Pedreiras, teve três candidatos este ano. O pleito transcorreu na maior tranquilidade. O atual presidente, Francisco “Tele Quente” tentou a reeleição, Antônio, concorreu pela segunda vez, e, por último, Sebasto, que já esteve à frente da presidência por várias vezes, também colocou seu nome à disposição da categoria.
O advogado da FECOPEMA (Federação das Colônias de Pescadores do Maranhão), Dr. Márcio, foi quem presidiu a eleição realizada quinta-feira (15), em Pedreiras.
Candidato Sebasto aguardando o resultado da eleição/Foto: Celivânia
Com uma votação expressiva, o candidato da chapa 3, Sebasto, foi o vencedor da eleição com 312 votos, contra 50 (chapa 2) e 135 (chapa 3).
Advogado Helvécio Fernandes (C) – Apuração da eleição/Foto: Celivânia
Veja o momento que foi anunciado o resultado da eleição, consolidando Sebasto como novo presidente da colônia de Pescadores Z-28 (Pedreiras).
Ontem (16), dois bandidos realizaram um assalto a um comércio no bairro Aeroporto, em Trizidela do Vale, de propriedade de um senhor conhecido como “Barriga”. Os bandidos chegaram por volta do meio-dia. Armados com revólveres, mandaram todos deitar no chão, incluindo um criança, e fizeram o raspa, levando todo o dinheiro do caixa, cigarros, e outras mercadorias.
Na filmagem, um dos bandidos vai até o caixa, coloca a gaveta sobre o balcão, e com muita calma deixa a arma de lado, e coloca o dinheiro dentro de uma sacola.
Toda ação dos bandidos durou 1’30” (um minuto e trinta segundos).
A polícia já está de posse das imagens, para que seja feito o reconhecimento da dupla, que anda realizando assaltos no bairro.
Em Dom Pedro e em Bacabal, os juízes Carlos Coelho (foto acima) e Daniela diplomaram apenas os vereadores (Foto: Adonias Soares)
A virada do ano e o fim dos mandatos de prefeitos eleitos em 2012 podem culminar com a posse de pelo menos três vereadores em mandatos-tampão como prefeitos de cidades do Maranhão.
Os casos ocorrem nos municípios de Bacabal, Dom Pedro e Satubinha, onde os candidatos a prefeito mais votados em outubro – respectivamente Zé Vieira (PP), Alexandre Costa (PSC) e Dulce Cunha, a Dulcinha (PV) – tiveram problemas com a Justiça Eleitoral e, por isso, ainda não foram diplomados.
Como há uma nova regra sobre as eleições, em vigor desde o fim de 2015, também não podem ser declarados eleitos os segundos colocados nas disputas, cabendo a possibilidade de novas eleições se os mais votados não conseguirem resolver suas pendências no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Até que os imbróglios sejam resolvidos, no entanto, o município não pode ficar sem comando. Por isso, é provável que nos três casos a eleição para as presidências das câmaras municipais defina também a escolha do vereador que assumirá o cargo de prefeito até que a Justiça Eleitoral defina se o mais votado pode assumir, ou se será necessária nova eleição.
A possibilidade está expressa na Resolução nº 23.456/2015, que dispõe “sobre os atos preparatórios para as eleições de 2016”. Segundo o inciso I do artigo 171 desse dispositivo, “caberá ao presidente do Poder Legislativo assumir e exercer o cargo até que sobrevenha decisão favorável no processo de registro”.
Nesta semana, os juízes de Dom Pedro, Carlos Eduardo Coelho de Sousa, e de Bacabal, Daniela Bonfim, já procederam à diplomação dos vereadores eleitos. Mas se abstiveram de diplomar prefeito e vice-prefeito nas duas cidades.
Está na lei
Em entrevista a O Estado, Carlos Coelho preferiu não comentar especificamente nenhum dos três casos, mas sinalizou que a eleição para um mandato-tampão deve ser a regra, caso não haja solução de nenhum deles até o fim do ano, uma vez que é o que dispõe a resolução das eleições.
“Basta ler a lei. O que é para acontecer está na lei. Agora, é claro que esse é um prognóstico, quem interpreta é o TSE”, ponderou.
Já Daniela Bonfim preferiu emitir um comunicado oficial, antes das diplomações, para explicar os motivos pelos quais não diplomaria prefeito e vice.
Palavra final será do STF, avalia deputado
O deputado estadual Roberto Costa (PMDB), segundo colocado na eleição de Bacabal – mas detentor da maioria dos votos válidos, em virtude do indeferimento de Zé Vieira (PP) –, ainda acredita numa reviravolta que permitirá sua posse sem necessidade de nova eleição.
Ele cita duas ações em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), que, se julgadas procedentes, podem derrubar o dispositivo do Código Eleitoral que determinou a realização de novo pleito.
E avalia que a tendência é de derrubada da parte da lei que determinou nova eleição em qualquer caso em que haja indeferimento e anulação dos votos do mais votado – se voltar a regra anterior, isso se aplicará apenas em casos nos quais o mais votado tenha obtido 50% mais um dos votos, o que não ocorreu em Bacabal.
“A palavra final será do Supremo. São duas ações tramitando no STF, uma do PSD e outra da Procuradoria-Geral da República, para que a Justiça Eleitoral seja obrigada a dar posse aos segundos colocados, quando a votação do vencedor for menor que 50%, o que é o caso de Bacabal”, explicou.
Saiba mais
Vitória apenas parcial
“O candidato mais votado nas últimas eleições em Bacabal [Zé Vieira] teve o registro de candidatura indeferido, permanecendo a decisão de indeferimento do registro ainda pendente de trânsito em julgado, em face da interposição de recursos pelo impugnado. Assim, até que haja o julgamento do recurso interposto pelo Tribunal Superior Eleitoral, não haverá proclamação de eleitos e nem diplomação para os cargos de prefeito e vice‐prefeito, no município de Bacabal”, esclareceu.
Fonte: Por Gilberto Lêda/Da editoria de politica/imirante.com.br