A Polícia Civil do Maranhão-Delegacia Regional Itapecuru Mirim – 1º DP, juntamente com a SENARC, prenderam em Flagrante Delito Geílson Santos Correa, vulgo “Dadai”, em flagrante delito por tráfico de drogas, tendo sido encontrado em sua posse, dentro de um ônibus vindo de Goiás, 12 KG de maconha.
Droga apreendida/Foto: Polícia Civil
“Já havíamos prendido DADAI várias vezes mas nunca encontramos grandes quantidades de droga embora nos tivéssemos conhecimento da expansão de seu mercado de entorpecentes”. Disse o delegado.
Parabéns aos Delegados Albert, Danilo, Luciano, Equipes Itapecuru e SENARC!
Lista de membros do grupo de Lampião, achada no Instituto Técnico-Científico de Perícia do RN
Uma folha de papel amarelada e de aspecto quebradiço registra, no Rio Grande do Norte, 55 nomes sob a alcunha que aterrorizava o sertão: o grupo de Lampião.
Os cangaceiros são parte do bando suspeito de matar, saquear e provocar destruição em áreas da zona rural potiguar e também de Pernambuco, Paraíba, Ceará, Alagoas, Bahia e Sergipe, entre as décadas de 1920 e 1940.
No Rio Grande do Norte, onde a incursão completa 80 anos em junho, a folha de papel que lista os integrantes do grupo foi achada por acaso no Instituto Técnico-Científico de Perícia do Estado e fará parte de exibição neste ano.
“Vamos montar uma sala histórica que também terá outros registros civis e criminais do órgão, assim como máquinas e equipamentos usados por peritos”, diz Tiago Tadeu Santos de Araújo, chefe de gabinete do Instituto e responsável por reunir o acervo.
O documento relacionado a Lampião, segundo ele, estava arquivado em uma sala do Itep e veio à tona quando Araújo buscava histórias de “pessoas proeminentes”, em novembro do ano passado. “Acreditamos que seja parte de um processo contra o bando que não havia recebido tratamento histórico antes.”
Armazenado dentro de uma pasta, o arquivo estava classificado como prontuário aberto em 29 de abril de 1940, com o título “O grupo de Lampião”. O texto relaciona, à mão, nomes ou apelidos de 55 cangaceiros. “Virgolino Ferreira, vulgo Lampião” é o primeiro da lista.
O documento seria juntado a um ofício do juiz da Comarca de Pau dos Ferros –cidade a 400 km de Natal– “e remetido ao senhor coronel chefe de polícia”.
Os 55 homens citados aparecem ao final do texto “pronunciados pelo juiz como incursos nas penas do artigo 294 da Consolidação das leis Penais, e do artigo 356, da mesma consolidação”. Na prática, significa que mataram e subtraíram “para si ou para outrem cousa alheia móvel, fazendo violência à pessoa ou empregando força”.
SEM LEI
Não era comum haver denúncias, depoimentos ou processos contra Lampião e seu bando, diz o historiador Frederico Pernambucano de Mello, autor dos livros “Guerreiros do Sol”, “Violência e banditismo no Nordeste do Brasil” e “Estrelas de Couro: a Estética do Cangaço”.
“Exerciam dominação por meio do terror, então o número de processos é relativamente pequeno quando comparado à quantidade dos crimes.”
Segundo o livro “A Marcha de Lampião, Assalto a Mossoró”, essa incursão reuniu 75 homens em uma viagem de 400 quilômetros entre 10 e 13 de junho de 1927. Ao longo do percurso, eles invadiram fazendas, roubaram animais, joias e dinheiro, praticaram atos de vandalismo, provocaram incêndios, torturaram, sequestraram e mataram.
A jornada do grupo em território potiguar só terminou em Mossoró, onde planejavam roubar o Banco do Brasil e o que mais conseguissem para dividir lucros com coronéis que patrocinavam seus atos. Eles acabaram, no entanto, expulsos da cidade e seguiram para o Ceará.”Foi uma missão muito cruel, que deixou marcas profundas no imaginário do homem do sertão”, diz o historiador Frederico Pernambucano de Mello.
Lampião morreu em 1938. E “o cangaço de grande feitio”, diz Mello, acabou em 1940, mesmo ano em que foi escrita à mão a relação de nomes dos cangaceiros que cometeram crimes no RN.
Agentes da PF cumprem mandado de busca e apreensão na sede do Ministério da Agricultura, em Brasília
Em dois anos de apuração para a Operação Carne Fraca, a Polícia Federal fez perícia em alimentos produzidos por frigoríficos em apenas um caso. A análise foi feita em produtos da Peccin Agro Industrial, empresa curitibana responsável por alimentos da marca Italli.
Segundo a PF, foi constatado o uso de carnes estragadas na composição de salsichas e linguiças, “maquiagem” de carnes estragadas, falta de rotulagem e refrigeração.
A Peccin nega as irregularidades. O ministro Blairo Maggi (Agricultura) questionou neste domingo (19) a parte técnica da investigação, afirmando que práticas consideradas irregulares são, na verdade, permitidas por lei.
Na parte pública do relatório da polícia, de mais de 300 páginas, há descrição de indícios de corrupção entre empresas e servidores do Mapa (Ministério da Agricultura) e de irregularidades cometidas pelos frigoríficos na produção de alimentos, apuradas a partir da análise de grampos e depoimentos.
Uma das práticas constatadas pela PF é a concessão desenfreada de certificados que exigiam, na verdade, fiscalização. Por dinheiro, lotes de carne e asinhas de frango ou outros presentes, servidores assinavam documentos sem checar se as regras estavam sendo cumpridas.
O relato de um fiscal afastado após tentar cumprir seu trabalho desencadeou a abertura do inquérito. A PF ouviu funcionários de empresas que corroboraram com a versão do denunciante e quebrou sigilos telefônicos e bancários de investigados.
Nem todas as 32 empresas alvo da Carne Fraca são suspeitas de vender alimentos impróprios para o consumo.
A JBS, maior empresa do setor, está implicada diante da atuação de funcionários da Seara e da Big Frango.
Segundo a PF, o funcionário da Seara Flavio Cassou dava dinheiro e alimentos a servidores em troca da emissão de certificados, sem a devida fiscalização, para a venda e exportação de produtos.
A empresa afirma que ele foi contratado em 2015 e era mantido pela JBS, mas trabalhava cedido ao Mapa.
O ex-presidente da Big Frango, controlada pela JBS, o executivo Roberto Mulbert, aparece perguntando a uma servidora sobre a possibilidade de prorrogar a data de validade de embalagens.
A situação da BRF, segunda maior companhia do setor, é mais delicada. Funcionários são acusados de oferecer vantagens a servidores para afrouxar a fiscalização e de, por meio de suborno, evitar a suspensão de fábrica em Mineiros (GO), onde havia incidência de salmonella.
O gerente de relações institucionais da BRF, Roney Nogueira dos Santos, que foi preso, aparece em escutas feitas da PF. A empresa diz não compactuar com ilícitos.
Também há evidência de que produtos da BRF, que é dona da Sadia e da Perdigão, eram vendidos fora do padrão exigido –como frangos com absorção de água superior ao permitido.
Integrantes do 24. BIL (Batalhão de Infantaria Leve) visitaram a Guarnição de Pedreiras no dia 9 de março, com objetivo de entregar material que será utilizado pelo TG 08-008 nesse ano de Instrução.
A Missão de segurança foi conduzida pelo 1º Ten Moreira Castro e a Logística ficou a cargo do 2º Ten João Pedro.
Foto: Assessoria de Comunicação do TG/Pedreiras
O Tiro de Guerra foi agraciado com novos equipamentos incluindo rede de selva, gorro de selva, fardo de combate, fardo aberto, toldos, dentre outros, que serão úteis no dia a dia da turma.
Para o Chefe de Instrução Subtenente Lobato, foi uma alegria receber essa comitiva, além de deixar sua tropa equipada, os novos atiradores tiveram oportunidade de manter contato com outros militares.
Experiência única/Foto: Assessoria de Comunicação do TG/Pedreiras
Com autorização do Tenente Moreira Castro, os atiradores sentiram o prazer de andar em viaturas militares nas cidades de Pedreiras e Trizidela. Uma lembrança que jamais será esquecida por todos.
Segundo o chefe de instrução do TG, Subtenente Lobato, o material recebido irá proporcionar ensinamentos instrutivos, que além de aprimorar a desenvoltura dos atiradores, é uma forma de manter o manuseio com algo, que para todos, é uma grande novidade.
Foto: Assessoria de Comunicação do TG/Pedreiras
“Quando o atirador se sente privilegiado, ele desenvolve melhor sua aptidão, seu conhecimento, e, redobra sua responsabilidade com o Serviço Militar, formador de homens de bem em nosso Município e região”. Disse o Subtenente Lobato.
Mega-Sena: ninguém acertou as seis dezenas (Foto: Heloise Hamada/G1)
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.913 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (18) em Barra Bonita (SP). O prêmio de R$ 3 milhões acumulou.
A quina teve 43 apostas ganhadoras, e cada uma vai levar R$ 35.274,91. Outras 2.960 apostas acertaram a quadra e vão receber R$ 732,05 cada uma.
A estimativa de prêmio para o próximo sorteio, na terça-feira (22), é de R$ 6 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
Momento que os assaltantes deixam a loja/Foto: Reprodução
Hoje (18), quem está à frente do plantão na 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pedreiras, é o Delegado Dr. Jânio Pacheco. Algumas ocorrências chegaram ao conhecimento do delegado, incluindo um assalto que teve a participação de dois elementos a uma loja na rua Crescêncio Raposo, rua dos correios, onde os bandidos levaram roupas e celulares. O assalto aconteceu por volta do meio-dia. A vítima dos bandidos foi Isadora Variedades.
Prisão de suspeito
Michael Joane Silva dos Santos/Suspeito/Foto: Polícia Civil
Em Igarapé Grande, segundo o Delegado Dr. Jânio Pacheco, foi preso um dos suspeitos de ter participado do assassinato de um homem, ocorrido ontem (17), no povoado Cariri, município de Igarapé Grande. A vítima, Francisco de Paulo Xavier Araújo foi assassinado a tiros. Um dos acusados foi preso, trata-se de Michael Joane Silva dos Santos, que segundo o delegado, era quem conduzia a motocicleta.
Tuíca/Suspeito/Foto: Arquivo PC
O suspeito de realizar os disparos, conhecido pelo apelido de “Tuíca”, continua foragido, mas é questão de horas para que o mesmo possa ser preso, e o crime seja elucidado 100% pela Polícia Civil.
Dr. Plínio Napoleão/Delegado de Polícia Civil/Pedreiras/Foto: Reprodução
Ontem (17), o Delegado de Polícia Civil, Dr. Plínio Napoleão, concedeu entrevista coletiva à imprensa, onde relatou a situação de dois veículos que foram apreendidos pela Força Tática, no Município de Lago do Junco.
Um dos condutores foi preso por crime de receptação.
A reportagem é do repórter Ricardo Farias, da TV Rio Flores.
Valdeis Feitosa da Silva, “BODIOGA/Foto: Polícia Civil/Araioses
Dia 14, a Polícia Civil do Estado do Maranhão, por intermédio da Delegacia de Araioses, com apoio dos policias do Destacamento de Polícia Militar e do 2º Batalhão de Polícia Militar da cidade de Parnaíba cumpriu mandado de prisão expedido em desfavor de Valdeis Feitosa da Silva, 19 anos, conhecido pela alcunha de “BODIOGA”, pela prática do crime de latrocínio ocorrido em 27/11/2016, no Povoado Barreirinhas, município de Araioses/MA. O crime teve grande repercussão na cidade, pois a vítima José Ribamar Coutinho Rocha conhecido como “RIBINHA” era presidente do Clube de Futebol local, o Flamengo de Barreirinhas. Francisco da Chaga Costa Junior, comparsa de “BODIOGA” na empreitada criminosa, já havia sido preso no início deste ano. Além do citado crime, *”BODIOGA” responde na Comarca de Araioses, processos pela prática dos crimes de roubo qualificado e tráfico de drogas.
Da prisão: De posse de informações de que “BODIOGA” teria se ferido após uma briga, o Delegado Titular da DP de Araioses, solicitou apoio das Polícias da cidade de Parnaíba/PI para que averiguassem, através das fotografias enviadas, se o referido havia dado entrada no Hospital Municipal daquela cidade. Policias Militares do 2º BPM/PI se dirigiram até o local onde constataram que “BODIOGA” estava internado e teria informado um nome falso, apresentando um cartão de CPF de terceiro. Confirmada a identidade do mesmo, foi dada voz de prisão ao acusado, e após a sua alta hospitalar, foi feita sua condução à Delegacia de Araioses para a realização dos procedimentos de praxe.
Em janeiro deste ano, os Correios abriram um plano de demissão voluntária (PDV) aos funcionários, com estimativa de economia anual de R$ 700 milhões a R$ 1 bilhão. A adesão por parte dos empregados ao PDV foi até o dia 17 de fevereiro.
Participaram do Plano de Demissão Voluntária funcionários com tempo de serviço igual ou superior a 15 anos e com idade maior ou igual a 55 anos.
Nos Correios de Pedreiras, dois empregados aderiram ao PDV, com isso, os trabalhados acumularam, e o pequeno número de servidores existente não está conseguindo atender a demanda. Mesmo a agência tendo recebido mais uma empregada concursada, não foi o suficiente, uma vez que a mesma encontra-se em licença médica.
Nos clichês, apenas dois servidores estão se desdobrando para atender os clientes, que ainda reclamam da demora, mas é considerada normal pela redução de atendente. Outro fator que sobrecarrega os poucos servidores, foi o fechamento de Banco Postal, atuação dos Correios na prestação de serviços bancários nos Municípios de Lima Campos, Peritoró, Trizidela do Vale, Igarapé Grande e outras cidades da região.
Desde o dia 14 de fevereiro, toda rede de ar condicionado foi renovada, apesar dos problemas por falta de servidor, o conforto continua dentro da agência.
Aviso afixado na entrada da agência dos Correios de Pedreiras/Foto: Sandro Vagner
Possivelmente, está previsto para o mês de abril, se algum servidor não sair de férias ou ter outro empecilho, os Correios de Pedreiras poderão voltar atender a população como antes, sem fechar ao meio-dia.
Sobre o concurso
No dia 13/03, os Correios divulgaram que somente após a conclusão do plano de incentivo ao desligamento de aposentados, poderá refazer os estudos relacionados ao quantitativo de servidores necessário para cada local e desta forma definir o total de vagas necessárias do próximo concurso. A expectativa é grande pela abertura do processo seletivo para nível médio, com vagas em todo o Brasil. A previsão é que as vagas sejam direcionadas aos cargos de carteiro (salário inicial de R$3.164,46) e operador de triagem e transbordo (remuneração de R$2.627,96).
No ano passado, a seleção foi suspensa a poucos dias da publicação do edital, devido ao cenário econômico do país. Seriam abertas 2 mil vagas, sendo a maioria para o cargo de carteiro.
A empresa já reconheceu que possui, atualmente, uma defasagem em seu quadro de 20 mil servidores, e este número deve aumentar devido ao plano de desligamento que está em andamento.
Operação da PF detecta venda de carne estragada e maquiada com produtos cancerígenos
A Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, que investiga a venda de produtos sem fiscalização por parte dos principais frigoríficos do país, detectou irregularidades como carne estragada, uso de produtos cancerígenos em doses altas, reembalagem de produtos vencidos, carne contaminada por bactérias e venda de carne imprópria para consumo humano.
Operação da Polícia Federal deflagrada nesta sexta-feira (17) mira os principais frigoríficos do país, como BRF, JBS e Seara. A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das investigadas.
Segundo as investigações, a carne estragada era usada para produzir salsichas e linguiças. Ela era ainda “maquiada” com ácido ascórbico, substância cancerígena que disfarçava a qualidade do produto.
Havia ainda a produção de derivados com uma quantidade de carne muito menor que a necessária – o que exigia a complementação com outros itens – além carnes sem rotulagem e sem refrigeração. Há também relato de pressão para liberação de um lote contaminado com Salmonella, da empresa Rio Verde.
No frigorífico Peccin, foi detectado o “armazenamento em temperaturas absolutamente inadequadas, aproveitamento de partes do corpo de animais proibidas pela legislação, utilização de produtos químicos cancerígenos, produção de derivados com o uso de carnes contaminadas por bactérias e, até, putrefatas”.
Gravações
Em uma das conversas interceptadas, um dos donos da Peccin e a mulher discutem o uso de carne de cabeça de porto em linguiças, o que é proibido pela legislação.
Em outra gravação, os sócios do frigorífico discutem como reaproveitar um presunto que, embora podre, “não tem cheiro de azedo”, e por isso poderia ainda ser vendido. Em outra, combinam adicionar ácido sórbico a amostras de carne enviadas para análise de qualidade para que elas não sejam reprovadas pela fiscalização.
Veja as transcrições.
Conversa entre os irmãos Normélio Peccin Filho e Idair Piccin, sócios do frigorífico Peccin:
Normelio – Tu viu aquele presunto que subiu ali ou não chegou a ver?
Idair – Ah, eu não vi; Cheguei lá, mas o Ney falou que tá mais ou menos. Não tá tão ruim.
Normelio – Não, não tá. Fizemos um processo, até agora eu não entendo, cara, o que é que deu naquilo ali. Pra usar ele, pode usar sossegado, não tem cheiro de azedo, nada, nada, nada.
Conversa entre Idair Piccin e a mulher, Nair Piccin, sua mulher:
Idair – Você ligou?
Nair – Eu, sim eu liguei. Sabe aquele de cima lá, de Xanxerê?
Idair – É.
Nair – Ele quer te mandar 2000 quilos de carne de cabeça. Conhece carne de cabeça?
Idair – É de cabeça de porco, sei o que que é. E daí?
Nair – Ele vendia a 5, mas daí ele deixa a 4,80 para você conhecer, para fechar carga
Idair – Tá bom, mas vamos usar no que?
Nair – Não sei
Idair – Aí que vem a pergunta né? Vamo usar na calabresa, mas aí, é massa fina é? A calabresa já está saturada de massa fina. É pura massa fina
Nair – Tá
Idair – Vamos botar no que?
Nair – Não vamos pegar então?
Idair – Ah, manda vir 2000 quilos e botamos na linguiça ali, frescal, moída fina
Nair – Na linguiça?
Idair – Mas é proibido usar carne de cabeça na linguiça
Nair – Tá, seria só 2000 quilos para fechar a carga. Depois da outra vez dá para pegar um pouco de toucinho, mas por enquanto ainda tem toucinho (ininteligível)
Conversa entre Idair Piccin e Normélio Peccin Filho.
Idair – Oi.
Peccin Filho – Fala.
Idair – E daí?
Peccin Filho – Aquela vaca [modo pejorativo ao qual se referem a uma fiscal que não fazia parte do esquema, segundo a PF] hoje de novo amostra de novo cara, análise.
Idair – De novo?
Peccin Filho – De novo cara, que vaca do c.. Estava até agora separando tempero, presunto, salsicha e linguiça de frango.
Idair – Mas todos os meses assim?
Peccin Filho – Mas não faz 15 dias que mandou cara. Mandou dia 28, dia 29 do mês passado, 15 dias nem… e agora vai mandar a salsicha de novo lá para Porto Alegre, na LANAGRO, lá em Porto Alegre, de novo. Que vaca cara, e daí pegou a salsicha levou lá no SIF [Serviço de Inspeção Federal], lacrou e botou lá dentro da geladeira do SIF, dentro do freezer. Óia, vou falar para você. Que larga de uma mulher. Será que a linguiça de frango, eu vou fazer uma massada cara, vou fazer, vou tirar a pele, vou deixar só com recorte, vou diminuir a água, e, diminuo a água, diminuo a cura, e ali se ela tiver de, dá para por ácido sórbico nela?
Idair – Lactato.
Peccin Filho – Lactato?
Idair – É.
Peccin Filho – Eu vou ver se eu tenho aí. Botar o que?
Idair – 2%.
Peccin Filho – 2%? Massada 500 litros. 5 KG.
Idair – 10 Litros.
Peccin Filho – Ah, é dois, pois é, não, dois. Botar uns 8, 10 litros.
Idair – Se é 500 kg, 10 litros, bota 10.
Peccin Filho – É 500 kg.
Idair- Bota 10 litros.
Peccin Filho – Será que não é demais? botar uns 8 kg.
Idair – Não, é recomendado, os caras recomenda, se é para por menos que 2%, não faz