Os sinais iniciais da doença foram percebidos por um dos filhos de dona Regina há um mês. De acordo com Antônio Coelho, dentre os sintomas apresentados pela idosa, estão febre e um quadro de indisposição.
A família logo procurou a equipe médica do Hospital de Traumatologia e Ortopedia do Maranhão (HTO), que realiza o acompanhamento da idosa que passou por uma cirurgia ortopédica no fêmur há pouco tempo. Após alguns exames, ficou constatado que dona Regina estava infectada pelo novo coronavírus.
Em meio a recuperação da cirurgia, o diagnóstico da doença e, por conta da idade avançada, a idosa recebeu todos os cuidados da equipe do HTO. Dias após o início do tratamento, a resposta imunológica da idosa foi surpreendente e ela recebeu alta médica.
“Nestes quase três anos de existência, o HTO acumula histórias impressionantes. Pacientes como a dona Regina nos chamam muita atenção. Com o advento do coronavírus, a nossa unidade precisou ser transformada em referência para o tratamento dos diagnosticados com a doença. Com isso, a excelência usada no cuidado dos pacientes ortopédicos foi reprisada àqueles que precisaram de um leito, seja de UTI ou de Enfermaria”, disse o diretor-geral do HTO, Odair Teodoro Tostes.
Realizado na noite deste sábado (15), em São Paulo, o concurso de número 2.290 da Mega Sena não teve nenhum acertador das 6 dezenas, e o prêmio máximo foi acumulado. Para o próximo concurso, cerca de R$ 33 milhões de reais serão sorteados para os apostadores.
As dezenas sorteadas no concurso foram:
05 – 18 – 36 – 44 – 57 – 60
A loteria teve 96 apostas que acertaram a quina – 5 das 6 dezenas sorteadas – e, para esses sortudos, a Caixa pagará o valor bruto de R$ 25.025,89, sem os impostos a serem descontados.
Outras 4.532 apostos acertaram a quadra – 4 dos 6 números sorteados, e levaram R$ 757,30 cada.
O próximo sorteio acontece na quarta-feira (19), e está programado para as 20h. O evento terá transmissão ao vivo pelo YouTube, e pode ser acessado no canal da Caixa.
O Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão coordena a 2ª Reunião do Conselho Nacional da Amazônia Legal (CNAL)/Romério Cunha/VPR
O vice-presidente Hamilton Mourão é resoluto em sua missão a frente do Conselho Nacional da Amazônia Legal: modernizar a fiscalização, legalizar as atividades econômicas, impulsionar o crescimento sustentável e desenvolver a região sem a exploração predatória – marca de avanços civilizatórios desenfreados em outras regiões do planeta que deixou cicatrizes.
Em entrevista ao programa Brasil em Pauta, o general Mourão, que lidera os esforços do governo federal para dialogar, preservar e apoiar a fiscalização ambiental no território amazônico, afirmou que há uma preocupação genuína com o legado de preservação que será deixado pela geração atual para os brasileiros do futuro. “O tema da sustentabilidade, da preservação do meio ambiente, é um tema do século 21. A nossa geração tem que ter a capacidade de manter os recursos naturais do planeta para que nossos filhos e netos continuem a fazer uso desse bem, que é um bem comum a todos.”
As Forças Armadas, afirma Mourão, são uma importante manifestação do Estado brasileiro em uma área vasta e de ecossistema denso, difícil de ser integralmente coberta por qualquer tipo de serviço. “Um dos grandes problemas da Amazônia é a ausência da presença do Estado. O Estado brasileiro não se faz presente da forma que deveria ser. A única presença estatal que temos lá, praticamente, são as Forças Armadas. Além da missão de garantir as fronteiras, temos apoiado as agências que têm a responsabilidade de fiscalização ambiental na região”, afirmou.
Para Mourão, a região amazônica – que compreende 60% de todo o território do país – necessita de atenção especial, tanto no desenvolvimento econômico quanto em incentivos sociais de conscientização e de regularização de atividades que podem ser consideradas predatórias e danosas ao meio ambiente. Para tanto, agências regulatórias e fiscalizatórias da região precisam ser resgatadas e remodeladas, de maneira a serem independentes do suporte militar que atualmente é fornecido.
“A nossa visão, como gestores do Estado brasileiro, é que as agências ambientais têm que passar por um processo de recuperação da capacidade operacional. Nós [o governo federal] herdamos essas agências com efetivo extremamente reduzido. Os instrumentos de trabalho precisam ser modernizados”, ponderou.
Segundo Mourão, toda polêmica surgida em 2019 sobre a alta do desmatamento e das queimadas na região poderá ser suprimida por resultados positivos crescentes, que se propaguem através de um longo e consistente plano de conservação e modernização da região. “Não podemos prometer algo que não temos condições de cumprir. Nossa visão clara é que no próximo ciclo de acompanhamento e monitoramento precisamos ter índices menores de queimada e desmatamento dos anos anteriores. Há um planejamento estratégico que sinaliza a médio e longo prazo o que deve ser feito na Amazônia”, afirmou.
“A Amazônia já tem uma área humanizada, onde houve o encontro da população com a floresta. Temos que explorar essa região de forma consciente, regenerar áreas que estão devastadas, ao mesmo tempo que aumentamos a produtividade”, argumentou Mourão sobre uma forma racional de coexistência entre os povos que vivem na região amazônica e as atividades comerciais.
Bioeconomia
Questionado sobre o modelo de negócios ideal para a região, Mourão afirmou que acredita que o modelo “bioeconômico” – terminologia usada para definir um mercado que tenha como base os recursos biológicos recicláveis, renováveis e com consumo e exploração conscientes – seja a melhor alternativa. “A Amazônia, por suas características, não é um lugar de produção em escala. É local de produção sustentável, usando a riqueza da biodiversidade existente. Temos que mapear cadeias de valor, melhorar a infraestrutura logística sustentável – o aproveitamento das hidrovias, construção de pequenos portos para escoar produção – e, óbvio, atrair a atenção do investimento privado.”
Mourão afirmou ainda que solicitou recursos “a fundo perdido” a grandes bancos que atuam na região para “a proteção e a preservação da Amazônia”. “As grandes empresas são voltadas para a agenda moderna do empresariado, a ESG (Environmental, Social and Governance, na sigla em inglês). Conversei com grandes bancos que atuam na região e a ideia é que eles adotem linhas de financiamento com juros melhores para atividades voltadas à bioeconomia. E, claro, invistam, na medida do possível, na preservação local”, concluiu.
Regularização fundiária
Para o vice-presidente, há um consenso geral sobre regularizações fundiárias no estado do Amazonas. “É uma opinião unânime em todos os diálogos com lideranças, mas parece que há uma barreira intransponível para avançarmos no processo. Cerca de 500 mil famílias não tem o título da terra que vivem há 30, 40 anos”, argumentou.
Mourão citou famílias que foram realocadas no período de construção da hidrelétrica de Itaipu, localizada no Paraná, entre as décadas de 70 e 80. Essas famílias, que viviam tradicionalmente na região que hoje é a bacia da hidrelétrica paranaense, foram assentadas em regiões que fazem parte da floresta amazônica sem nunca ter recebido o título das propriedades para onde foram transferidas.
“Essas famílias não têm acesso a financiamentos e nem assistência técnica rural. Isso causa uma exploração predatória nas pequenas propriedades. O Estado brasileiro colocou essas pessoas lá e as abandonou”, esclarece o vice-presidente. “Precisamos titular a terra para essas pessoas, dar o registro em cartório e, a partir daí, eles entrarem efetivamente no sistema capitalista”, disse.
Mourão citou ainda que imagens de satélite poderão ser aliadas na regularização das propriedades. As imagens seriam comparadas com a documentação disponível, e que o processo agilizaria 90% dos processos existentes.
Agronegócio
Em relação ao agronegócio, o general Hamilton Mourão tem uma visão estratégica sobre a influência da atividade econômica que ainda é pequena na Região Norte. Ao tratar do assunto, foi enfático ao dizer que “o agronegócio é um hard power no nosso país”. O conceito remete ao termo sociológico que define um setor econômico ou político que tem o poder de influenciar, ou “puxar”, outros setores da sociedade para a linha de frente do debate e das políticas públicas.
“Não se pode falar de segurança alimentar no mundo, hoje, sem que o Brasil esteja sentado à mesa. Alimentamos mais de 1/7 da população mundial hoje. Isso dá mais de um bilhão de pessoas com comida brasileira na mesa. Óbvio que isso traz concorrência para outros países. Temos tecnologia, espaço vital, tudo em grande escala”. Mourão conclui que certos grupos se aproveitam da dimensão do agronegócio brasileiro para conectá-lo imediatamente ao desmatamento e às práticas predatórias, o que não é, em sua opinião, verdade.
Imagem do Brasil no exterior
“Temos que fazer uso de um sistema de comunicação social eficiente”, afirmou o presidente ao discutir a imagem do Brasil e a defesa da floresta amazônica no exterior. Hamilton Mourão acredita que uma campanha de conscientização com medidas visíveis, baseada na orientação atual do governo, poderá reverter a imagem negativa que foi dada à gestão ambiental da Amazônia em 2019, quando lideranças de outros países criticaram abertamente a política ambiental brasileira.
“Em nenhum momento deixamos de reconhecer que existem problemas ligados ao desmatamento, à queimadas, à exploração ilegal. É responsabilidade do Estado brasileiro não deixar que isso aconteça”, reiterou.
Fundo Amazônia
Autodeclarado defensor do teto de gastos, Mourão afirmou que a medida é a “grande âncora fiscal que temos hoje”, e que não há possibilidade de desrespeito à norma. Portanto, há uma discussão sobre o uso das verbas do chamado Fundo Amazônia – uma iniciativa internacional para financiar programas de preservação da floresta – na esfera federal. Mourão acredita que a verba deve ser usada pelos estados, que podem concretizar projetos benéficos tanto para o bioma quanto para a população que depende dele.
Exploração mineral
Sobre a possibilidade de viabilizar a exploração mineral em terras indígenas de forma legal, Mourão se disse reticente sobre o debate, que ainda não conta com apoio do Congresso Nacional. “A ilegalidade beneficia determinados grupos. Devemos saber ter diálogo com o Congresso para que o povo entenda a importância do assunto.”
“A Amazônia é a última fronteira inexplorada do mundo. Fora a Antártica, temos a Amazônia. Mas a exploração tem que acontecer dentro dos olhares do século 21. Temos que saber utilizar os recursos da Amazônia de uma maneira racional. Há um amplo espectro de produção. E a produção mineral também tem que ser feita de forma sustentável”, argumentou.
Em uma possível legalização de atividades de extração mineral em reservas indígenas – prática que já acontece há muitos anos, mas de maneira ilegal, segundo o vice-presidente -, as comunidades seriam beneficiadas, assim como o Estado, que recolheria divisas e poderia investir na preservação consciente e sustentável das atividades econômicas.
“Uma vez que se conceda uma lavra de determinado minério em uma terra indígena, a operação será feita dentro dos parâmetros da legislação ambiental, de forma organizada. A etnia vai receber royalties, o Estado vai recolher imposto. Teremos uma atividade legal, e não as ilegalidades que prosperam hoje.”
Maior fiscalização
Sobre o monitoramento de irregularidades em todo o vasto território que compreende a floresta amazônica, Mourão afirmou que o satélite que está sendo desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações ajudará nos alertas de ocorrências que podem ser evitadas enquanto acontecem, e não com o atraso de dias, semanas ou mesmo meses, como é o sistema atual. “Não adianta eu saber que tem terras sendo queimadas ou devastadas depois disso já ter acontecido. Teremos um satélite com tecnologia nossa. Teremos um sistema de alerta diário, via radar. É importante ter essa conjugação de esforços, e que esses dados estejam diariamente disponíveis para quem tem a responsabilidade de impedir ilegalidades”, finalizou.
A entrevista do vice-presidente Hamilton Mourão vai ao ar hoje, no programa Brasil em Pauta, às 19h30 na TV BrasilGov. A entrevista também poderá ser assistida pelo canal da TV BrasilGov no YouTube.
Momento da inauguração da U. E. São Miguel/Trizidela do Vale – MA/Foto: ASCOMTV
A nova Unidade de Ensino São Miguel foi entregue à comunidade de Trizidela do Vale, neste sábado, 15 de agosto. A solenidade de inauguração foi realizada na quadra da escola e contou com as presenças dos pais dos alunos, professores, direção da escola, o prefeito Fred Maia, a nova secretária de educação, Maria Sônia, e demais autoridades municipais prestigiaram o evento, que foi um verdadeiro momento de emoções e homenagens.
Fotos/ASCOMTV
A antiga Unidade de Ensino não oferecia nenhum conforto aos alunos e professores, tinha um número razoável de alunos. Mas graças ao árduo trabalho da direção da escola e seus servidores, atualmente o São Miguel é referência pelo simples fato de manter disciplina e uma forma bem diferente de trabalhar o crescimento ético e moral de seus alunos. Trabalho este que nos últimos anos rendeu um grande número de matriculados e nenhum número de alunos evadidos da escola.
Fotos/ASCOMTV
A nova estrutura ganhou mais salas de aulas, diretoria, sala de professores, área de recreação, novos banheiros e sua quadra completamente reformada para as práticas esportivas dos alunos.
“A nova Escola representa a concretização de um sonho e reafirma o compromisso da Administração Municipal com a construção de uma nova realidade para a Educação do Município“, disse o prefeito Fred Maia.
Foto/ASCOMTV
Para a direção e os professores, se o ensino era bom, agora vai ser melhor ainda.
Por Thony Maranhão – Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Trizidela do Vale – MA
Depois do advento da internet comercial, o rádio sofreu uma metamorfose. Ampliaram as possibilidades de produção e escuta. As audiências segmentadas fragmentaram-se em nichos antes não atingidos. Nos sites das emissoras de rádio, os estúdios começaram a ser vistos ao vivo, as reportagens passaram a ser transcritas, ganharam fotos e até imagem em movimento. Na web, qualquer emissora do mundo pode ser ouvida em plataformas dedicadas a isso.
O rádio na rede pode ser sincrônico (em tempo real) e assincrônico, em reportagens gravadas, como acontece na Radioagência Nacional da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) ou nos milhares de podcasts. Concomitantemente, o rádio continua sendo o veículo eletrônico mais instantâneo, íntimo do ouvinte, que trata por “você”, próximo dos acontecimentos e de menor custo.
Essas propriedades são tema recorrentes do interesse dos pesquisadores de rádio no Brasil que, além do presente e do futuro do veículo, continuam investigando o passado. Na próxima quarta-feira (19), a Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar) realiza uma live (a partir das 18h) onde será debatida a nova data de nascimento oficial do rádio no Brasil: 6 de abril de 1919.
No dia seguinte àquela data, o extinto Jornal de Recife deu a seguinte nota:
“Consoante convocação anterior realizou-se ontem, na Escola Superior de Eletricidade, a fundação do Rádio Clube, sob os auspícios de uma plêiade [reunião] de moços que se dedicam ao estudo da eletricidade e da telegrafia sem fio (TSF).”
A notícia foi localizada em uma microfilmagem do Jornal de Recife, durante pesquisa do professor Pedro Serico Vaz Filho, da Universidade Anhembi Morumbi (UAM), que desde o fim dos anos 1990 investiga a história do rádio. A nova data de aniversário foi corroborada por mais notícias localizadas pelo pesquisador em jornais e revistas, publicados dentro e fora de Pernambuco, inclusive sobre o estatuto da nova emissora.
Jovens curiosos
“Claro que não foi uma rádio com a estrutura que nós temos. Eram jovens estudantes curiosos, que estudavam a radiotelegrafia e resolveram montar uma estação de rádio, [de caráter] bem amador, bem experimental, Mas já deram o título de Rádio Clube de Pernambuco”, disse Vaz Filho em entrevista à Agência Brasil.
Além da investigação em periódicos impressos, o pesquisador reviu a bibliografia a respeito e fez entrevistas com diferentes fontes que testemunharam o funcionamento da Radio Clube ainda na primeira metade do século 20.
“Os preparativos para a fundação da emissora, segundo apuração com o ex-presidente da Rádio, também pesquisador Antonio Camelo, aconteceram na rua das Mangueiras, atualmente rua Leão Coroado, no bairro da Boa Vista”, descreveu à reportagem Vaz Filho. Segundo ele, “a Imprensa Oficial do Estado publicou no dia 7 de abril de 1919, um despacho da prefeitura recifense, doando um pavilhão do Jardim 13 de maio, atualmente Parque 13 de maio para funcionar como sede da Rádio Clube.”
As descobertas de Pedro Vaz Filho sobre a primazia da Rádio Clube confirmam o que o professor, jornalista e radialista, Luiz Maranhão Filho, hoje com 87 anos, sempre defendeu. O pai de Maranhão Filho trabalhou na emissora pioneira. Os dois professores participarão dalive organizada pela Alcar.
Data avalizada
Durante um encontro de história da mídia realizado no ano passado na capital do Rio Grande do Norte, os pesquisadores especialistas no assunto assinaram a Carta de Natal, onde “avalizam essa decisão os dados apresentados há mais de três décadas pelo pesquisador Luiz Maranhão Filho (UFPE) e validados, mais recentemente, pelo pesquisador Pedro Serico Vaz (Anhembi Morumbi).”
O novo entendimento sobre o nascimento do rádio no Brasil muda o conteúdo das aulas dos cursos de jornalismo, audiovisual e publicidade nas faculdades de comunicação. Até recentemente, a bibliografia especializada reconhecia que a transmissão radiofônica pregressa havia ocorrido de fato naquela data em Recife, mas que a primeira emissora regular seria a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, a partir de 17 de outubro de 1923.
A Rádio Sociedade foi fundada por acadêmicos como o médico e antropólogo Edgar Roquette-Pinto que via o rádio como um meio estratégico para levar educação à população, então majoritariamente analfabeta. “O TSF [ sistema de telegrafia sem fio] espalha a cultura, as informações, o ensino prático elementar, o civismo, abre campo ao progresso, preparando os tabaréus [pessoa sem instrução] despertando em cada qual o desejo de aprender”, escreveu Roquette-Pinto em artigo publicado em 1927.
De acordo com Vaz Filho, o líder da fundação da Rádio Clube de Pernambuco foi o radiotelegrafista e contabilista Augusto Joaquim Ferreira, também de perfil intelectual, mas não acadêmico. “Ele e outros jovens pensaram naquela possibilidade como meio de comunicação, não exatamente para levar educação às pessoas, o objetivo era outro: levar informações”, como ainda se dá hoje no rádio escutado no dial dos aparelhos à pilha ou na podosfera acessada pelos serviços de streaming.
Roberta Pereira estava no banco de passageiro no momento do acidente – Foto: Reprodução/Instagram
A Companhia Independente de Policiamento de Trânsito (Ciptran), informou neste sábado (15), que a jornalista Roberta Pereira, de 27 anos, que morreu em acidente de trânsito na noite de sexta-feira (14), estava fugindo de um assalto quando o carro em que seguia acabou colidindo em outro veículo na Rua Lemos Cunha, bairro Ininga, zona Leste de Teresina. Roberta Pereira era especialista em Marketing digital e Bacharel em Direito e trabalhava atualmente como gerente comercial de um portal de notícias da capital.
Ainda de acordo com a Ciptran, Roberta, que estava no banco de passageiro, com outros quatro ocupantes em um carro modelo Celta, de cor vermelho, quando foram abordados por um assaltante, que estava em uma moto, e o condutor do automóvel, identificado como Francisco de Moura, tentou escapar do assalto.
No momento que tentava fugir do assaltante, o grupo colidiu em outro carro, que estava estacionado e Roberta foi a óbito no local.
Os outros ocupantes do carro ficaram feridos, foram socorridos e encaminhados para o hospital. A reportagem do meionorte.com entrou em contato com a assessoria de comunicação do Hospital de Urgência de Teresina (HUT), mas foi informada que por orientação do setor jurídico, o HUT não informa estado de saúde de pacientes, somente por meio de boletim médico à família.
O caso será acompanhado pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Trânsito.
Inauguração da reforma do Mercado Central de Pedreiras/Foto/Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras – MA
Uma verdadeira maratona de inaugurações e ações de saúde foi realizada pela Prefeitura de Pedreiras nesta sexta-feira (14/08). Recentemente concluída, a Unidade Básica de Saúde Débora Damasceno no Bairro Maria Rita, foi a primeira a ser inaugurada, uma estrutura moderna e bem equipada para atender a população.
Foto/Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras – MA
Também foram feitas as entregas dos prédios de saúde reformados do SAE/CTA; do Centro de Especialidades Dr. Kleber Carvalho Branco, na Boiada; da UBS Brasilizia Reis, no Diogo; CAPS AD Dr. Antônio Brás, no Goiabal e da Unidade de Saúde Vicente Benigno, no Bairro Mutirão.
Foto/Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras – MA
Logo em seguida, o prefeito Antônio França, secretários municipais e vereadores e a população, se deslocaram até a zona rural de Pedreiras para a entrega da ponte do povoado Olho D’Água. Também inaugurada a ponte do Povoado Santa Cantídia. Com as novas pontes construídas, os moradores daquelas comunidades e regiões podem trafegar com mais facilidade e segurança.
Inauguração da reforma do Mercado Central, com a presença do Senador Roberto Rocha/Foto/Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras – MA
Mais uma grande e importante obra foi entregue pelo Governo Municipal à população pedreirense, que recebeu com muita alegria as novas instalações do Mercado Municipal Nivaldete Ferreira da Silva, com a presença do senador Roberto Rocha, autor da emenda que destinou recursos destinados para a execução da obra.
Há cerca de 40 anos sem receber reformas, o Mercado de Pedreiras foi reconstruído, recebendo desde um novo piso até o telhado, passando por todos os boxes internos e externos. Foram sete meses de muito trabalho e compromisso no sentido de proporcionar aos feirantes, uma estrutura de qualidade para trabalhar, e à população de Pedreiras e Região, um espaço limpo e organizado para se fazer compras.
Prefeito Antônio França/Foto/Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras – MA
“Nossa gestão está melhorando a vida da nossa população, pois nossa prioridade é cuidar bem das pessoas, dando condições de saúde com várias especialidades, assistência social. Essas são as obras estruturantes, pois entendemos que as pessoas precisam de cuidados. Mantemos nosso pagamento de funcionários em dia, dando-lhes condições de ter vida digna”, disse o prefeito Antônio França.
Senador Roberto Rocha/Foto/Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras – MA
Durante a inauguração do Mercado Central, o senador Roberto Rocha anunciou que fará a recuperação da parte externa, das barracas no entorno do mercado, e recebeu do prefeito Antônio França várias demandas para o município de Pedreiras, pelo qual ele pediu apoio ao senador.
Foto/Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pedreiras – MA
Participaram das inaugurações os vereadores Didi Motos, Totinho Sampaio, Jotinha Oliveira, Zezinho do Amor e Zé Renato.
O governado do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), faz um panorama da pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, e anunciou novas ações de combate no Maranhão, em entrevista coletiva realizada na manhã desta sexta-feira (14).
Mais uma vez, Flávio Dino voltou a reforçar a importância do cumprimento dos protocolos sanitários a fim de reduzir o número de infectados pela Covid-19, assim com o de mortos. Segundo ele, os cuidados básicos como o uso da máscara, higienização das mãos e distanciamento social são indispensáveis. “O coronavírus ainda está entre nós levando vidas, causando sofrimento e, por isso, enfatizo a necessidade de cumprimento das normas sanitárias”, disse o governador.
Vacina
Durante a coletiva, o governado anunciou que o Maranhão está aderindo um protocolo com o governo da Rússia, ainda de caráter preliminar, tendo em vista a notícia, ainda não validada definitivamente, de que aquele país obteve avanços nas pesquisas de vacina contra a doença. “O governador da Bahia, onde situa o consórcio Nordeste, está à frente representando os nove estados da região”, explicou.
As pequenas atrações musicais estavam suspensas por causa da pandemia de coronavírus. Agora, podem retornar, mas com restrições.
As regras básicas para as outras atividades valem também para os bares e restaurantes com atrações musicais: máscara obrigatória para todos (com exceção do vocalista e do instrumentista de sopro), distanciamento de dois metros, limpeza das mãos e nada de aglomeração. Veja, abaixo, outras regras a serem cumpridas:
Continuam proibidas as atrações musicais e culturais de médio e grande portes, que promovam aglomeração;
Só serão permitidas apresentações com até dois integrantes. Por exemplo: voz e violão; voz e teclado; violão e percussão; etc;
Os músicos deverão entrar e sair por acesso próprio, a fim de evitar contato com o público;
O acesso ao palco também deve ser isolado;
É preciso também estabelecer uma distância de dois metros entre o palco e os convidados ou público.
Os instrumentos deverão se higienizados e a equipe de trabalho deve ser reduzida;
A montagem dos instrumentos, mesas de som e outros estruturas deve ser feita com até 3 horas de antecedência;
É proibido o acesso de acompanhantes, com exceção de produtores e músicos, limitados ao menor número possível;
Os camarins devem ter avisos sobre o número máximo de pessoas permitidas, bem como outras regras de higiene;
As regras também valem para bares e alimentações em praças de alimentação de shoppings e galerias.
O estado contabiliza 7.093 pessoas em tratamento contra a Covid-19. Ao todo, 6.650 estão em isolamento domiciliar, 262 internados em enfermarias e 181 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, preside sessão extraordinária do Senado Federal/Fábio Rodrigues Pazzebom/Agência Brasil
O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, promulgou a Lei nº 14.036/2020, originada da Medida Provisória (MP) nº 986/2020, que define as regras de repasse dos recursos ao setor cultural, conforme previsto pela Lei Aldir Blanc, sancionada em junho.
O texto prevê prazo de 120 dias para que estados, municípios e o Distrito Federal repassem os R$ 3 bilhões de recursos federais destinados a ações emergenciais no setor cultural. Os valores do auxílio que não forem utilizados deverão ser devolvidos à União. Uma nova regulamentação ainda deve informar a forma e o prazo para essa devolução.
De acordo com a lei, a aplicação dos recursos está limitada aos valores liberados pelo governo federal. Caso prefeitos e governadores queiram aumentar o valor dos benefícios repassados, deverão fazer a complementação com recursos próprios.
A Lei nº 14.017/2020, que instituiu o auxílio financeiro, foi chamada de Lei Aldir Blanc em homenagem ao escritor e compositor de 73 anos que morreu após contrair covid-19, em maio, no Rio de Janeiro. As atividades do setor -–cinemas, museus, shows musicais e teatrais, entre outros – foram umas das primeiras a interromper as atividades como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus no país.
O texto da lei prevê o pagamento de três parcelas de um auxílio emergencial de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área cultural, além de subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias. Esse subsídio mensal terá valor entre R$ 3 mil e R$ 10 mil, de acordo com critérios estabelecidos pelos gestores locais.